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Mais sobre mim

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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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A Orquestra Gulbenkian vai tocar pela primeira vez atrás das grades

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.06.18

Pela primeira vez em 50 anos, a orquestra atua no dia 9 de junho num estabelecimento prisional, em Leiria, no âmbito da primeira apresentação pública da terceira edição do projeto "Ópera na prisão", que estreia Só Zerlina, ou Così Fan Tutte?

Na Tanoaria do Estabelecimento Prisional de Leiria, a orquestra toca, no sábado, com um elenco formado por reclusos e solistas profissionais. Um momento histórico que potencia as virtudes do projeto, sublinha o diretor artístico da Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), que coordena "Ópera na Prisão".

"É a primeira vez que a Orquestra Gulbenkian toca dentro de uma prisão, e, ao que sabemos, é a primeira vez que, em todo o mundo, uma orquestra com este nível profissional acompanha uma ópera dentro de uma prisão", afirma Paulo Lameiro, o diretor artístico da SAMP.

"Estamos a falar da mais prestigiada orquestra portuguesa. Ter a acompanhar esta ópera a Orquestra Gulbenkian elevou naturalmente todo o nível artístico da produção, pois solistas e reclusos, técnicos de luz e som, orquestradores e encenador, e todos os muitos profissionais que envolve qualquer produção de ópera, se deixaram contagiar pela responsabilidade desta prestigiada formação artística", explica o diretor artístico, admitindo que viagem da orquestra até Leiria implica "um esforço perfeitamente anómalo" à atividade normal.

Estreado pela SAMP em 2003, o projeto "Ópera na Prisão" funcionou durante três anos. Em 2014 regressou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, integrado no programa Partis, que visa a integração social através das práticas artísticas.

No quinto ano desta nova fase, o foco de "Ópera na Prisão" incide sobre as famílias dos reclusos. Além dos 40 detidos envolvidos, também 60 familiares trabalham com a SAMP fora do contexto prisional.

Paulo Lameiro realça os resultados: "São visíveis e observáveis. Diria que o mais emblemático de todos é que, para esta vinda da Orquestra da Fundação Gulbenkian ao Estabelecimento Prisional de Leiria, teremos entre a equipa de técnicos profissionais um jovem que na edição anterior era um dos reclusos participantes".

Mas há mais: no público vão estar alguns jovens que também participaram na "Ópera da Prisão" em anos anteriores.

"Estando já em liberdade, quiseram mesmo entrar de novo na prisão que os cativou tantos anos, para aí ver e ouvir o que eles sabem bem: quanto suor custou a todos os participantes", frisa.

Para o diretor artístico, contudo, o efeito mais significativo "não é medível em nenhuma escala usada para classificar o impacto social destes projetos". E recorda o caso de outro recluso que fez parte do elenco da ópera anterior.

"Está hoje em liberdade, tem um emprego, uma mulher e um bebé de três meses, a quem acalma as cólicas da noite - para surpresa e estupefacção da mulher! - cantando-lhe as árias que aprendeu na prisão".

Intitulada "Pavilhão Mozart", a terceira edição contempla também a criação dentro do Estabelecimento Prisional de Leiria de "um centro de artes performativas cujo 'modus operandi' se pretende aberto à comunidade exterior para mostrar os trabalhos aí realizados pelos reclusos".

Segundo Paulo Lameiro, "depois de um longo processo", vão começar, entretanto, as obras numa das oficinas do Estabelecimento Prisional dedicado a jovens, para capacitar o espaço com meios de criação e apresentação artística.

"Vai mesmo nascer o Pavilhão Mozart. Em outubro iniciam-se três trimestres de criação com companhias de dança e teatro, já a funcionar no novo espaço, no qual a comunidade poderá depois ir assistir aos espetáculos que desse trabalho resultarem".

Após a estreia em Leiria, "Só Zerlina, ou Così Fan Tutte?" terá apresentação em Lisboa, no Grande Auditório Gulbenkian, nos dias 12 e 13 de julho, culminando o segundo ano da terceira edição.

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Andrea Bocelli diz que concerto em Fátima será “fundamentalmente uma oração” 

O tenor italiano Andrea Bocelli, que amanhã, dia 13, vai dar em Fátima um recital de ação de graças pelo Centenário das Aparições, afirma que a essência do concerto será “fundamentalmente uma oração”.

“A essência deste concerto será fundamentalmente uma oração para a qual convido todos os que puderem estar presentes”, diz Andrea Bocelli, citado numa nota de imprensa hoje divulgada pelo Santuário de Fátima.

Na mesma nota, Andrea Bocelli considera que o recital, com início às 16:00 na Basílica da Santíssima Trindade, será um momento “muito especial”.

“Fátima é um dos lugares do mundo mais marcantes e sugestivos. Quando era criança tive a sorte de poder ir com a minha mãe a Lourdes [França], mas, infelizmente, não tive a mesma oportunidade de ir a Fátima”, refere o cantor, num pequeno vídeo enviado à sala de imprensa do santuário.

No vídeo, o tenor adianta conhecer “este lugar desde os tempos de criança, na escola primária”, pois teve “uma professora que era muito religiosa e que contava muitas histórias sobre as Aparições, a vida dos três Pastorinhos e a história do Segredo de Fátima”, salientando as “coisas que transformam este lugar num espaço cheio de espiritualidade”.

“Será um recital muito especial para mim e vou procurar vivenciá-lo da melhor forma possível, mas a essência deste concerto será fundamentalmente uma oração para a qual convido todos os que puderem estar presentes”, adianta Andrea Bocelli, mencionado na mesma nota de imprensa.

Em 05 de abril, o Santuário de Fátima anunciou a presença do tenor, compositor e produtor, que se fará acompanhar pela pianista francesa Elisabeth Sombart e pela violinista ucraniana Anastasyia Petryshak, sob a já habitual direção musical de Carlo Bernini.

“Um ano depois de Fátima se ter despedido do papa Francisco, após a canonização dos santos Francisco e Jacinta Marto, momento que emocionou Portugal e o mundo cristão, e selou as celebrações do Centenário das Aparições, o tenor italiano, um dos artistas mais apreciados em todo o mundo, visitará Fátima brindando os peregrinos com a sua música”, acrescenta o templo mariano.

Entre o repertório, composto por 11 temas, está o “Ave de Fátima”, que será interpretado por uma convidada de Andrea Bocelli, Ana Moura, “naquele que será um dos momentos mais altos deste recital, especialmente voltado para a interpretação de música sacra”, informa o santuário.

Entre outras canções, Andrea Bocelli interpretará ainda “Pietà”, de Stradella, “Sancta Maria”, de Mascagni, “Panis Angelicus”, de Frank, “Mission” de Morricone, “Ave Maria”, de Schubert, e “Agnus Dei”, de Bizet.

O recital, produzido pela empresa brasileira Dançar Marketing, é uma oferta ao Santuário de Fátima. A entrada para o concerto, cuja lotação se encontra esgotada desde o primeiro dia em que foi anunciado, é gratuita.

In: Beira News

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Andrea Bocelli canta em Fátima a 13 de maio

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.04.18

É um dos "artistas mais apreciados em todo o mundo", referiu em nota de imprensa o Santuário de Fátima. Concerto acontece "um ano depois de Fátima se ter despedido do Papa Francisco"

O tenor italiano Andrea Bocelli apresenta a 13 de maio, em Fátima, um recital de Ação de Graças pelo Centenário das Aparições, anunciou o santuário em nota de imprensa.

Tenor, compositor e produtor, Bocelli far-se-á acompanhar pela pianista francesa Elisabeth Sombart e pela violinista ucraniana Anastasyia Petryshak, sob a já habitual direção musical de Carlo Bernini.

A fadista portuguesa Ana Moura surgirá no tema "Ave de Fátima", um dos 11 a apresentar, considerado pelo santuário como um dos momentos altos do recital, especialmente voltado para a interpretação de música sacra.

"Um ano depois de Fátima se ter despedido do Papa Francisco, após a canonização de Francisco e Jacinta Marto, momento que emocionou Portugal e o mundo cristão e selou as celebrações do Centenário das Aparições, o tenor italiano, um dos artistas mais apreciados em todo o mundo, visitará Fátima brindando os peregrinos com a sua música", diz o Santuário de Fátima, em nota de imprensa.

O recital tem início às 16:00, na Basílica da Santíssima Trindade.

"Andrea Bocelli, que conseguiu fazer do bel canto um dos géneros mais ouvidos em todo o mundo, com êxitos tão importantes como Con te Partirò, interpretará Pietà, de Stradella; Sancta Maria, de Mascagni; Panis Angelicus, de Frank, Mission de Morricone; Ave Maria de Schubert, Agnus Dei, de Bizet e outras canções".

O Santuário recorda ainda que Andrea Bocelli, uma das "melhores vozes de todos os tempos, assumiu-se como um prodígio nos anos 90, com mais de 90 milhões de discos vendidos em todo o mundo".

"Ao aliar a gloriosa tradição do bel canto à sensibilidade e à estética da música moderna, Bocelli conquista o coração e a alma do público, sem nunca sacrificar a integridade da sua arte", reforça ainda o santuário.

Com dez óperas gravadas - "que vão de Werther a Carmen passando por Romeu e Julieta e La Tosca - e vários álbuns de música popular, já venceu cinco BRIT Awards e três Grammy Awards, para além de ter realizado vários concertos em espaços icónicos como o Santuário da Aparecida, no Brasil, ou a Praça de São Pedro, onde cantou para o Papa Francisco, em 2015, Amazing Grace, durante o encontro que celebrou os 50 anos de ecumenismo na Igreja Católica".

"O recital, patrocinado pela empresa brasileira Dançar Marketing e pelo Colégio Vértice, é uma oferta ao Santuário de Fátima e consequentemente aos seus peregrinos, proporcionando um momento de ação de graças pelo Centenário das Aparições, através da música, que é uma das mais sublimes formas de oração", acrescenta.

Há 35 anos que a empresa reúne milhões de espetadores nos seus incontáveis espetáculos, projetos sociais, reunindo no seu portfólio a produção de grandes tournées internacionais de artistas emblemáticos como Sarah Brightman, George Benson, Diana Krall, Chris Cornell, Jeff Beck, Richie Sambora, entre outros.

A entrada no recital é gratuita, mas sujeita à reserva de um ingresso, através do site bocelli.fatima.pt.

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

Dele disse a revista francesa Diapason que é um "intérprete que domina o que faz. Tem tanto de emoção e de poesia, como de cor e de bom gosto."
António Rosado tem uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente, corolário do seu talento e do gosto pela diversidade, expressos num extenso repertório pianístico que integra obras de compositores tão diferentes como Georges Gershwin, Aaron Copland, Albéniz ou Liszt. Esta versatilidade permitiu-lhe apresentar, pela primeira vez em Portugal, destacadas obras como as Sonatas de Enescu ou paráfrases de Liszt, sendo o primeiro pianista português a realizar as integrais dos Prelúdios e também dos Estudos de Claude Debussy. No registo dos recitais... pode incluir-se também a interpretação da integral das sonatas de Mozart e Beethoven.
Actuou em palco, pela primeira vez, aos quatro anos de idade. Os estudos musicais iniciados com o pai tiveram continuidade no Conservatório Nacional de Música de Lisboa onde terminou o curso Superior de Piano, com vinte valores. Aos dezasseis anos parte para Paris, e aí vem a ser discípulo de Aldo Ciccolini no Conservatório Superior de Música e nos cursos de aperfeiçoamento em Siena e Biella (Itália).
Em 1980, estreou-se em concerto com a Orchestre National de Toulouse, sob a direcção de Michel Plasson e desde essa data tem tocado com inúmeras orquestras internacionais e notáveis maestros como: Georg Alexander Albrecht, Moshe Atzmon, Franco Caracciolo, Pierre Dervaux, Arthur Fagen, Léon Fleischer, Silva Pereira, Claudio Scimone, David Stahl, Marc Tardue e Ronald Zollman.
Também na música de câmara tem actuado com prestigiados músicos como Aldo Ciccolini, Maurice Gendron, Margarita Zimermann, Gerardo Ribeiro ou Paulo Gaio Lima, com o qual apresentou a integral da obra de Beethoven para violoncelo e piano. Laureado pela Academia Internacional Maurice Ravel e pela Academia Internacional Perosi, António Rosado foi distinguido pelo Concurso Internacional Vianna da Motta e pelo Concurso Internacional Alfredo Casella de Nápoles. Estes prémios constituem o reconhecimento internacional do seu virtuosismo e o impulso para uma brilhante carreira, com a realização de recitais e concertos por todo o Mundo, e a participação em diversos festivais. Na década de 90, foi o pianista escolhido pela TF1 para a gravação e transmissão de três programas - música espanhola e portuguesa, Liszt e, por fim, um recital preenchido com Beethoven, Prokofiev, Wagner, Liszt. Desde a década de 80, participou inúmeras vezes no Festival de Macau, nomeadamente com a Orq.Gulbenkian, Orq.M.L., Orq.N. da China - no concerto inaugural do Centro Cultural de Macau - Orq. Xangai, Orq. de Câmara de Macau e ainda com o clarinetista António Saiote.
O seu primeiro disco gravado na década de 80, em Paris, é dedicado a Enescu. Outros discos se seguiram, nomeadamente, as obras para piano de Vianna da Motta; um cd comemorativo dos 150 anos da passagem de Liszt por Lisboa; a Fantasia de Schumann e a Sonata de Liszt. Com o violinista Gerardo Ribeiro gravou as Sonatas para piano e violino de Brahms e com o pianista Artur Pizarro, um disco intitulado Mozart in Norway. Com a NDR Sinfonieorchestra de Hamburgo, gravou o Concerto n. 2 e Rapsódia sobre um tema de Paganini de Rachmaninov. Em Portugal gravou os dois Concertos de Brahms com a Orquestra Nacional do Porto, em 2004 a integral das Sonatas para piano de Fernando Lopes-Graça e em 2006 as oito suites “In Memoriam Bela Bartók” do mesmo compositor. Mais recentemente os Prelúdios de Armando José Fernandes e Luís de Freitas Branco e, em 2012, a integral das Músicas Festivas de Fernando Lopes-Graça. Em 2016, lançou um disco com a Integral dos Prelúdios de Debussy (Calanda Music) e em 2017, como apoio da GDA, lançou um disco de autor dedicado às Sonatas para violoncelo e piano de César Franck e Luís de Freitas Branco, com o violoncelista Filipe Quaresma.
António Rosado detém o prestigiado grau de Chevalier des Arts et des Lettres., distinção concedida pelo Governo Francês em 2007.

PROGRAMA
1ª parte

Claude Debussy
Suite pour le piano
1. Prélude
2. Sarabande
3. Toccata 

Franz Liszt
Bénédiction
Cântico

2ª parte

Modest Mussorgsky
Quadros de uma exposição
1. ”Promenade” (Passeio) – Introdução – Allegro giusto, nel modo russico, senza allegrezza, ma poco sostenuto.
2. ”Gnomus” (Gnomo) – Sempre Vivo.
3. ”Promenade” (Passeio) – Moderato comodo assai e con delicatezza.
4. ”Il Vecchio Castello” (O Castelo Medieval) – Andante molto cantabile e con dolore.
5. ”Promenade” (Passeio) – Moderato non tanto, pesante.
6. ”Tuileries” (Tulherias) – Allegretto non troppo, cappricioso.
7. ”Bydlo” (Carro de Bois) – Sempre moderato, pensante.
8. ”Promenade” (Passeio) – Tranquillo.
9. ”Ballet des Petits Poussins dans leurs Coques” (Balé dos Pintinhos em suas Cascas de Ovos) – Schernizo.
10. ”Samuel Goldenberg et Schmuyle” – Andante grave, energico.
11. ”Promenade” (Passeio) – Allegro giusto, nel modo russico, poco sostenuto.
12. ”Limoges, Le Marché” (O Mercado em Limoges) - Allegretto vivo, sempre scherzando. AFK.
13. ”Catacombae, Sepulcrum Romanum” (Catacumbas, Sepulcro Romano) – Largo.
14. "Cum Mortuis in Língua Mortua" (Com os Mortos em Língua Morta) - Andante non troppo, com lamento.
15. ”La Cabane de Baba-Yaga sur de Pattes de Poule” (A Cabana de Baba-Yaga sobre Patas de Galinha) – Allegro com brio, feroce. Andante mosso. Allegro molto.
16. ”La Grande Porte de Kiev” (A Grande Porta de Kiev) – Allegro alla breve. Maestoso. Con grandezza.
 
M/06
Bilhete: 5€

 

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

Nuno Ventura de Sousa nasceu no Porto em Julho de 1996. Iniciou os seus estudos de piano aos sete anos de idade, na classe da professora Maria José Souza Guedes, no Conservatório de Música do Porto, com quem terminou o 12º ano do Curso Integrado de Piano (8º grau de piano), tendo obtido 20 valores no exame de piano. Foi admitido na Escola Superior de Música de Hannover e na Universidade do Norte do Texas, escolhendo esta última para prosseguir os seus estudos com o Professor Vladimir Viardo, vencedor do concurso Van Cliburn e discípulo de Lev Naumov.
Nuno Ventura de Sousa obteve cerca de quatro dezenas de primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais em Portugal,... Espanha e Montenegro, destacando-se o Concurso Santa Cecília (Porto), o Concurso Elisa Pedroso (Vila Real), o Concurso Marília Rocha (Vila do Conde), o Concurso do Alto Minho (Vila Praia de Âncora), o Concurso Cidade de Almada, o Concurso Póvoa de Varzim, o Concurso Florinda Santos (S. J. da Madeira), o Concurso Internacional do Fundão, o Concurso Santa Cecília (Segóvia), o Concurso Antón García Abril (Teruel) e o concurso internacional “Manja” (Montenegro), juntando ainda a estes o 2º Prémio no Concurso “César Franck” (Bélgica) e, recentemente, o 2o prémio ex-aequo no concurso Manhattan (Nova Yorque). Foi também o representante dos Estados do Centro-Sul na final do Concurso MTNA nos EUA. Venceu ainda o Prémio “CMP/Casa da Música”, o Prémio “CMP/Orquestra do Norte”, a "Bolsa BPI" (Portugal) e, em 2017, a bolsa “Isabel Scionti” (Estados Unidos).
Interpretou, como um dos solistas, o Concerto para quatro pianos e orquestra de Bach sob a direção do Maestro Gunter Neuhold na sala Guilhermina Suggia da Casa da Música e o Concerto no.1 de Liszt com a Orquestra do Norte dirigida pelo Maestro Ferreira Lobo no Coliseu do Porto. Abriu em 2016 o Ciclo de Piano EDP da Casa da Música e em 2017 os Encontros de Música do Porto da Fundação Engenheiro António de Almeida. Tocou no Ciclo de Piano do Palácio da Bolsa e na Casa das Artes (Encontro com a Escola Russa), tendo ainda participado noutros recitais no Porto, Gaia, Trofa, Vila Praia de Âncora, S. J. da Madeira, Famalicão, Vila do Conde, Vigo, Pontevedra, Segóvia, Granada, Bar e Cetinje.
Participou em masterclasses orientadas por Dmitri Bashkirov, Arie Vardi, Leonel Morales, Constantin Sandu, Luísa Tender, Paulo Oliveira, Jorge Moyano, Pedro Burmester, Rita Kinka, Andrei Diev, Alexander Tutunov, Elena Filonova e Francesco Nicolosi. Recebeu conselhos de Gabriel Sanchez, Artur Pizarro, Lovro Pogorelich e Boris Kraljevic. Participou ainda na gravação de um CD promovido pelo Real Club Náutico de Vigo e pela Rádio Galega.

PROGRAMA
F. Chopin: Sonata no.3 em Si menor op.58
-I: Allegro Maestoso
-II: Scherzo: Molto Vivace
-III: Largo
-IV: Finale: Presto non tanto
 Intervalo (aprox. 10 minutos)
N. Medtner: Sonata op.25 no.2 em mi menor "NightWind"
-I: Inroduzione: Andante - Allegro
-II: Allegro molto sfrenatamente
 
M/06
ENTRADA GRATUITA ATÉ À LOTAÇÃO

 

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Primrose Piano Quartet. 11 DEZ, 21h30, CCCCB

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.12.17

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Criado em 2004, o Primrose Piano Quartet granjeou uma sólida reputação pelas suas extraordinárias performances e gravações regularmente premiadas. Para além do repertório de eleição com obras de Beethoven, Brahms, Schumann, Schubert, Faure e outros, o Quarteto foi aclamado por ter recuperado obras injustamente esquecidas de compositores do dealbar do séc. XX, como por exemplo Dunhill, Quilter, Bax e Frank Bridge. Paralelamente, encomendam obras a compositores seus contemporâneos, como Sir Peter Maxwell Davies, cujo Quarteto com Piano lhes foi dedicado, em 2008.

Programa
W. A. Mozart Quarteto com piano em sol menor
J. Françaix Trio para cordas
J. Brahms quarteto com piano op. 26.

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Nas comemorações do 118º aniversário da Filarmónica Recreativa Cortense, o Maestro Fábio Pereira, surpreendeu tudo e todos ao oferecer à Filarmónica uma peça de Concerto intitulada "Renascer".

Trata-se de uma Homenagem ao Presidente Honorário da Filarmónica Recreativa Cortense, que nos deixou em janeiro deste ano.

Pode ver aqui uma entrevista do Presidente Honorário à Clave, jornal da Filarmónica Recreativa Cortense.

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MTV Vídeo Music Awards 2017: Kendrick Lamar ganhou em quase todas as categorias para que estava nomeado 

O rapper norte-americano foi o cantor com mais nomeações na edição 2017 dos prémios da MTV, incluindo as categorias de Vídeo do Ano, Artista do Ano e Melhor Fotografia. Concluindo: estava nomeado para oito e arrecadou seis.

De todas as nomeações, Kendrick Lamar apenas não venceu as categorias de Artista do Ano e Melhor Coreografia. Mas foi-lhe entregue o grande prémio da noite: o Vídeo do Ano.

Katy Perry foi a apresentadora de serviço.


Conheça todos os vencedores dos MTV Vídeo Music Awards 2017 que foram entregues a 27 de Agosto, no The Forum, em Inglewood, na Califórnia.

Vídeo do ano: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Artista do ano: Ed Sheeran

Melhor Artista Revelação: Khalid

Melhor Colaboração: Zayn Taylor Swift – “I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)

Melhor Vídeo Pop: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Melhor Vídeo de Dança: Zedd and Alessia Cara – “Stay”

Melhor Vídeo de Rock: Twenty One Pilots – “Heavydirtysoul”

Melhor Luta Contra o Sistema: todos os nomeados foram honrados

Logic feat. Damian Lemar Hudson – “Black SpiderMan”

The Hamilton Mixtape – “Immigrants (We Get the Job Done)”

Big Sean – “Light”

Alessia Cara – “Scars To Your Beautiful”

Taboo feat. Shailene Woodley – “Stand Up / Stand N Rock #NoDAPL”

John Legend – “Surefire”

Melhor Fotografia: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Scott Cunningham)

Melhor Realização: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Dave Meyers the little homies)

Melhor Direcção de Arte: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Spencer Graves)

Melhores Efeitos Visuais: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” ( Timber/Lead: Jonah Hall)

Melhor Coreografia: Kanye West – “Fade” (Teyana Taylor, Guapo, Jae Blaze Derek ‘Bentley’ Watkins)

Melhor Edição: Young Thug – “Wyclef Jean” (Ryan Staake Eric Degliomini)

 

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XI Estágio de Sopros da Guia. 28 AGO a 2 SET. Inscrições abertas.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.08.17

Foto de Estágio de Orquestra de Sopros da Guia.

XI Estágio de Sopros da Guia. 
Aproveitamos para divulgar o repertório que será trabalhado nesta edição do estágio:
 Philip Sparke - Fanfare...
 Lino Guerreiro - Mazurkax
 Claude T. Smith - Fantasia para Saxofone (Saxofone - Pedro Carvalho)
 Daniel Smith - Inferno e Purgatorio da Divina Comédia
 Rita Defoort - Hommage to Benny Goodman para Clarinete (Clarinete - Manuel Lemos)
 Oscar Navarro - Hispania
Irão ter lugar também um concerto de professores, uma jam session e outras actividades a divulgar brevemente!
 Inscrições em https://goo.gl/forms/zVzxdVpE0N6iKAIP2

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Conservatório de Castelo Branco com concertos finais

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.06.17

Foto de Conservatório Regional de Castelo Branco.

O Conservatório Regional de Castelo Branco vai apresentar na amanhã, quinta-feira, dia 29, e no sábado, dia 1 de julho, os dois concertos finais de ano letivo.

Na quinta-Feira, o octeto de guitarras e o ensemble de acordeão juntamente com o coro infantil interpretarão um programa bastante variado, mostrando o trabalho que estas classes instrumentais realizaram ao longo do ano letivo.

No Sábado, será a vez da orquestra sinfónica e coros do Conservatório subirem ao palco do Cine-Teatro Avenida.

De entre o repertório escolhido, o concerto encerrará com a interpretação da “Lenda das Três Árvores”, de Allen Pote, com orquestração de Daniel Martinho, sob a direção do maestro Bruno Cândido.

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100 Anos a Cantar Fátima. 13 MAI, 21h30, Paul.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 10.05.17

No próximo dia 13 de maio, a ACDP-Banda Filarmónica do Paul realizará um concerto no Santuário de Nª. Srª. das Dores no Paul pelas 21h30m inserido na passagem da imagem de Nª. Srª. de Fátima peregrina da Unidade Pastoral Covilhã Sul.

Este concerto será composto por duas partes: a primeira a cargo da Banda do Paul, com a sua apresentação em concerto; a segunda terá a estreia de uma obra única de autoria de André Prata e conta com um grupo coral composto por pessoas das freguesias do Paul, Erada e Sobral de S. Miguel e aompanhamento musical da Banda do Paul.

A Filarmónica Recreativa Cortense estará representada nesta peça por 5 elementos musicais, que após solicitação por parte da Banda do Paul, aceitaram o convite e integraram a formação musical para o concerto.

O concerto pretende assinalar o centenário das aparições de Nª. Srª. em Fátima.

Fica o convite à Vossa presença.

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Grupo de Musica Contemporânea de Lisboa - concerto no Fundão 

No âmbito das comemorações dos XX anos da Academia de Música e Dança do Fundão, dia 6 de maio às 21 horas no Casino Fundanense realiza-se um concerto com o Grupo de Musica Contemporânea de Lisboa.
Direção Vasco Azevedo
programa:
Clotilde Rosa – El vaso reluciente (2011)
Vasco Mendonça – Fight, Flight, Freeze (2016)
Luis Soldado – Setting Twisted (2015)
Eduardo Patriarca – A clara a noite do nada (2017)
Jorge Peixinho – Leves, Véus, Velam (1981)
Jorge Peixinho – Sine nonime (1987) - com a participação de alunos da AMDF – Academia de Música e Dança do Fundão

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Um rap de bons costumes – ao som de Mozart!

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.02.17

O rapper Mac Lethal conseguiu fazer um vídeo com um rap deveras DIFERENTE.

Ao som de Mozart, sem palavrões, ele gravou isso:

E o motivo pelo qual ele gravou o vídeo é o mais interessante: uma professora da primária chamada Sra. Francine pediu um vídeo pra mostrar aos seus alunos e para os inspirar!

BOA, rapper dude! :)

 

 

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Recital de piano e violoncelo pelos vencedores da última edição do Prémio Jovens Músicos, na categoria de Música de Câmara. Serão interpretadas as 12 variações sobre um tema de Haendel, Judas Maccabaeus, de Ludwig v. Beethoven e do mesmo compositor a Sonata nº 3, em Lá Maior. A segunda parte do programa será inteiramente dedicada a J. Brahms, com a Sonata nº 1, em Mi m.

Entrada Gratuita até à lotação

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Quarteto Santa Cruz. 14 OUT, 21h, Museu Francisco Tavares Proença Jr

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.10.16

CONCERTO EVOCATIVO DE FRANCISCO TAVARES PROENÇA JR.

O Quarteto Santa Cruz de Coimbra, é constituído por músicos com larga experiência na interpretação de música antiga historicamente informada. Este grupo aborda este reportório com critérios históricos e filológicos, numa interpretação com o máximo de autenticidade, através do uso de instrumentos e técnicas de execução da época, aproximando-se com um maior rigor da ideia que presidiu à escrita destas obras mu- sicais, pelos compositores. A composição do grupo é gerida em função do reportório apresentado em cada concerto/ projeto musical. O Quarteto estreou-se em Coimbra, na Igreja de Santa Cruz, em 2005, executando as Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz de J. Haydn. Das suas apresentações na região de Coimbra são de destacar o Trio Maçónico de Mozart, em Penela, o convite do FESMUC 2009 - Festival de Música de Coimbra, para a realização de 5 concertos e encerramento da semana do Cérebro, em Coimbra, com um concerto na biblioteca Joanina. Tocou em diversas salas de concerto em Espanha e Portugal, com diferentes programas donde se destacam os Quintetos para quarteto de cordas e Guitarra Romântica de Boccherini, nas comemorações dos 200 anos da sua morte.

Entrada Gratuita

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Quarteto Francisco de Goya dá concerto na Sé Catedral de Idanha-a-Velha

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.09.16

Quarteto Francisco Goya

O Quarteto Francisco de Goya vai dar uma conferência-concerto, hoje, dia 3 de setembro (sábado), na Sé Catedral de Idanha-a-Velha, pelas 21h30, com entrada gratuita.

O Quarteto Francisco de Goya é uma formação especializada na interpretação histórica dos repertórios, clássico e romântico, para quarteto de cordas.

Entre os seus propósitos principais está a recuperação e divulgação do repertório ibérico, e tem tocado pela primeira vez depois da sua composição numerosas obras de compositores espanhóis e portugueses em Espanha, Portugal, Suíça, Holanda e Argélia.

Este concerto será o culminar duma semana de trabalho em contexto de residência artística, na qual o quarteto irá gravar os 6 quartetos Op. 3 de Manuel Canales na Sé de Idanha-a-Velha.

Refira-se que o quarteto é composto por Pablo Gutiérrez, violino, Irene Benito, violino, Marta Mayoral, viola e Alejandro Marías, violoncelo.

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Vilde Frang venceu o Gramophone Award

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.08.16

 Resultado de imagem para Vilde Frang

Jovem artista norueguesa ganhou o Prémio Gramophone na categoria onde também concorria a portuguesa Maria João Pires

Chama-se Vilde Frang Bjaerke, mas para a arte o último nome não conta, e foi a vencedora do Gramophone Award para a Melhor Gravação do Ano na categoria Concerto

A gravação em causa é a quinta que faz para a Warner Classics, de que é artista exclusiva, e contém os concertos do inglês Benjamin Britten (1913-76) e do austríaco Korngold (1897-1957), datados, respetivamente, de 1939 e de 1945.

Ao vencer o Gramophone, Vilde deixou para trás os outros cinco nomeados, que eram: os pianistas Maria João Pires e Daniil Trifonov; o violetista Maxim Rysanov e os colegas Christian Tetzlaff e Janine Jansen. Nomeada com 29 anos, Vilde nem sequer era a mais nova no grupo: Daniil Trifonov é cinco anos mais novo e senhor de um percurso igualmente fulgurante: há três meses foi o escolhido para receber o Prémio de Música 2016 da Royal Philharmonic Society (Maria João Pires também era uma das pré-selecionadas). Aliás, considerando os seis nomeados, o maior concorrente de Vilde terá sido mesmo Trifonov.

Comparada a um elfo

Não é incomum ler-se que Vilde parece uma dessas criaturas sobrenaturais das mitologias nórdicas tornadas ultimamente muito populares devido aos filmes da saga O Senhor dos Anéis. E ela tem de facto uma aparência algo intemporal, reforçada, no seu caso, pelo aspeto ainda muito juvenil.

Outra curiosidade da sua infância é que o violino surgiu na sua vida por falta de espaço: como transportar três contrabaixos numa carrinha Volkswagen, além de uma família de quatro pessoas? Foi essa a pergunta que o pai se fez, considerando que a filha mais velha já tocava, como ele, o maior instrumento de cordas. Daí que recomendou que a filha escolhesse para si o mais pequeno!

Ensinada primeiro segundo o método Suzuki, Vilde depressa se tornou um fenómeno e começou logo a aparecer em concertos e com orquestras. No início da adolescência, Mariss Jansons, o grande maestro estónio, convidou-a para ser solista num concerto em que dirigia a Filarmónica de Oslo. Diga-se, de resto, que Vilde passou por uma galeria de grandes mestres: Henning Kraggerud, Kolja Blacher, Anna Chumachenko, Anne-Sophie Mutter e Mitsuko Uchida. Mormente as duas últimas foram decisivas na sua evolução e no seu lançamento internacional: Mutter tornou-se sua mentora (tinha Vilde 12 anos) e a Fundação que criou apoiou-a, enquanto Uchida (que é pianista) o fez no âmbito da bolsa do Fundo Borletti-Buitoni, de que é curadora.

Obama para tio

Num quiz a que se submeteu, ela escolheu Barack Obama ("gostava que ele fosse meu tio") como figura famosa que escolheria para seu parente. E explica que o seu nome próprio deriva de "selvagem". Apesar da carreira que já ostenta, afirma que sucessos e erros são 50/50 no seu percurso e que é a música que toca e que ouve que lhe conferem um "super-poder".

Vilde também diz coisas mais estranhas como: "em concerto, pensar é o maior inimigo da música. Eu nem sinto que estou a tocar violino"; ou que o seu ideal durante um concerto é "transformar-me eu própria em música, som, notas".

Confessa desejar "ter estado mais presente e com mais gosto" em certas salas onde atuou e que tem por ritual pré-concerto desligar por completo o telemóvel que fica no camarim: "É uma das muito poucas ocasiões em que o faço!"

Discografia de ouro

Como dissemos, foi ao quinto disco que Vilde chegou ao Gramophone. Antes deste, ela já tinha gravado três discos de concertos e um programa de recital. Aliás, a sua discografia começou logo de forma ousada, com o emparelhamento do Concerto n.º 1 de Prokófiev e do Concerto de Sibelius (mais três Humoresques deste último). Seguiu--se um programa de recital com o pianista Michail Lifits, preenchido com obras do compatriota Grieg (Sonata n.º 1), mais a Sonata para violino solo de Bartók e Richard Strauss (Sonata, op. 18) . O terceiro álbum voltou a juntar um escandinavo e um russo: o Concerto do dinamarquês Carl Nielsen e o famoso op. 35 de Tchaikovsky. Por fim, antes do CD agora premiado, Vilde foi para um registo totalmente diferente, dedicando um CD a Mozart, com os Concertos n.º 1 e n.º 5, mais a Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra.

O que se seguirá para a "selvagem" Vilde? Ela afirma que gostaria de cruzar experiências com outras artes e com músicos não clássicos. Mas sempre com a mesma seriedade e integridade que põe na arte que tão bem pratica. Vilde não acredita que a música clássica precise de "perder a alma" para chegar a públicos novos: "Ela pede-nos um esforço de apreensão, mas depois o que nos oferece em troca é imensamente gratificante!"

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A prodígio do violino Vilde Frang vence os Prémios Gramophone

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.08.16

Jovem artista norueguesa soube ontem que ganhou o Prémio Gramophone na categoria onde também concorria a portuguesa Maria João Pires

No fim-de-semana, festejou 30 anos. Ontem, soube que tinha ganho o Gramophone Award para a Melhor Gravação do Ano na categoria Concerto. Chama-se Vilde Frang Bjaerke, mas para a arte o último nome não conta.

A gravação em causa é a quinta que faz para a Warner Classics, de que é artista exclusiva, e contém os concertos do inglês Benjamin Britten (1913-76) e do austríaco Korngold (1897-1957), datados, respetivamente, de 1939 e de 1945.

Ao vencer o Gramophone, Vilde deixou para trás os outros cinco nomeados, que eram: os pianistas Maria João Pires e Daniil Trifonov; o violetista Maxim Rysanov e os colegas Christian Tetzlaff e Janine Jansen. Nomeada com 29 anos, Vilde nem sequer era a mais nova no grupo: Daniil Trifonov é cinco anos mais novo e senhor de um percurso igualmente fulgurante: há três meses foi o escolhido para receber o Prémio de Música 2016 da Royal Philharmonic Society (Maria João Pires também era uma das pré-selecionadas). Aliás, considerando os seis nomeados, o maior concorrente de Vilde terá sido mesmo Trifonov.

Comparada a um elfo

Não é incomum ler-se que Vilde parece uma dessas criaturas sobrenaturais das mitologias nórdicas tornadas ultimamente muito populares devido aos filmes da saga O Senhor dos Anéis. E ela tem de facto uma aparência algo intemporal, reforçada, no seu caso, pelo aspeto ainda muito juvenil (a foto acima tem uns quatro anos, apenas).

Outra curiosidade da sua infância é que o violino surgiu na sua vida por falta de espaço: como transportar três contrabaixos numa carrinha Volkswagen, além de uma família de quatro pessoas? Foi essa a pergunta que o pai se fez, considerando que a filha mais velha já tocava, como ele, o maior instrumento de cordas. Daí que recomendou que a filha escolhesse para si o mais pequeno!

Ensinada primeiro segundo o método Suzuki, Vilde depressa se tornou um fenómeno e começou logo a aparecer em concertos e com orquestras. No início da adolescência, Mariss Jansons, o grande maestro estónio, convidou-a para ser solista num concerto em que dirigia a Filarmónica de Oslo. Diga-se, de resto, que Vilde passou por uma galeria de grandes mestres: Henning Kraggerud, Kolja Blacher, Anna Chumachenko, Anne--Sophie Mutter e Mitsuko Uchida. Mormente as duas últimas foram decisivas na sua evolução e no seu lançamento internacional: Mutter tornou-se sua mentora (tinha Vilde 12 anos) e a Fundação que criou apoiou-a, enquanto Uchida (que é pianista) o fez no âmbito da bolsa do Fundo Borletti-Buitoni, de que é curadora.

Aqui, o vídeo da Warner sobre a gravação premiada, com depoimentos de Vilde Frang e do maestro James Gaffigan, que dirige a Sinfónica da Rádio de Frankfurt:

 

Obama para tio

Num quiz a que se submeteu, ela escolheu Barack Obama ("gostava que ele fosse meu tio") como figura famosa que escolheria para seu parente. E explica que o seu nome próprio deriva de "selvagem". Apesar da carreira que já ostenta, afirma que sucessos e erros são 50/50 no seu percurso e que é a música que toca e que ouve que lhe conferem um "super-poder".

Vilde também diz coisas mais estranhas como: "em concerto, pensar é o maior inimigo da música. Eu nem sinto que estou a tocar violino"; ou que o seu ideal durante um concerto é "transformar-me eu própria em música, som, notas".

Confessa desejar "ter estado mais presente e com mais gosto" em certas salas onde atuou e que tem por ritual pré-concerto desligar por completo o telemóvel que fica no camarim: "É uma das muito poucas ocasiões em que o faço!"

Discografia de ouro

Como dissemos, foi ao quinto disco que Vilde chegou ao Gramophone. Antes deste, ela já tinha gravado três discos de concertos e um programa de recital. Aliás, a sua discografia começou logo de forma ousada, com o emparelhamento do Concerto n.º 1 de Prokófiev e do Concerto de Sibelius (mais três Humoresques deste último). Seguiu-se um programa de recital com o pianista Michail Lifits, preenchido com obras do compatriota Grieg (Sonata n.º 1), mais a Sonata para violino solo de Bartók e Richard Strauss (Sonata, op. 18) . O terceiro álbum voltou a juntar um escandinavo e um russo: o Concerto do dinamarquês Carl Nielsen e o famoso op. 35 de Tchaikovsky. Por fim, antes do CD agora premiado, Vilde foi para um registo totalmente diferente, dedicando um CD a Mozart, com os Concertos n.º 1 e n.º 5, mais a Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra.

O que se seguirá para a "selvagem" Vilde? Ela afirma que gostaria de cruzar experiências com outras artes e com músicos não clássicos. Mas sempre com a mesma seriedade e integridade que põe na arte que tão bem pratica. Vilde não acredita que a música clássica precise de "perder a alma" para chegar a públicos novos: "Ela pede-nos um esforço de apreensão, mas depois o que nos oferece em troca é imensamente gratificante!"

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IV Festival de Música Antiga de Castelo Novo. 29 a 31 JUL.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.07.16

O Município do Fundão, em parceria com as Aldeias Históricas de Portugal, e com o apoio da Antena 2 e da Junta de Freguesia de Castelo Novo, vai organizar, de 29 a 31 de julho, o IV Festival de Música Antiga de Castelo Novo – Ventus Nocturnus 2016.

Segundo o comunicado, este festival surge do crescente interesse a que temos assistido nas últimas décadas pela música do passado, em especial pela música escrita antes do século XIX. O trabalho intenso de musicólogos, construtores de instrumentos e intérpretes levou à redescoberta de um repertório de compositores e instrumentos, cuja memória, em muitos dos casos, se perdeu. Todo este trabalho permitiu a reconstituição dos ambientes sonoros dos séculos que nos precederam e é essa reconstituição do passado que é pretendida no Festival de Música Antiga de Castelo Novo.

Para o efeito, ao longo de três dias, serão realizados vários espetáculos, onde surgirão compositores e obras, interpretados à luz das práticas dos períodos Medieval, Renascentista e Barroco, em instrumentos ou cópias de instrumentos originais, procurando reproduzir, nos nossos dias, as sonoridades do passado.

As particularidades de Castelo Novo tornam esta aldeia histórica num local fascinante, pela aura de misticismo e transcendência que emana e que está muito presente nas sonoridades do passado que se pretendem dar a conhecer com este Festival, que irá decorrer de acordo com o seguinte programa:

Sexta-feira, 29

22.00h   Espetáculo de Abertura – "A Dança no Barroco" | Jardins da Quinta do Alardo

Em torno da Suíte Orquestral em dó maior, BMV 10066 Johann Sebastian Bach.

Coreografia – Isabel Gonzaga; Espaço Cénico – Bruno Cochat; Edição Musical – Carlos Passos; CANORA TURBA – Música e Dança Antiga; Bailarinos – Alexandra Campos, Sandra Correia, Bruno Cochat, Raquel Fragoso, Ruben Saints e Isabel Gonzaga.

Sábado, 30 de julho

11.00h e 15.00h  Atelier Histórias Criativas | Galeria Manuela Justino

Espaço dedicado às crianças, onde se percorre o imaginário das Aldeias Históricas, através das artes plásticas.

15.30h   Recital de Flauta de Bisel e Dois Cravos | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Uma viagem sonora através da música dos Séculos XVI, XVII e XVIII.

Os Músicos do Tejo – António Carrilho (Flautas de Bisel), Marco Magalhães (Cravo) e Marta Araújo (Cravo).

18.30h   Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo | Largo da Bica.

21.00h   Visita Guiada a Castelo Novo | Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo.

22.00h   Vozes Femininas «Chansons de Femmes» | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Canções femininas medievais europeias e sefarditas. Uma viagem sonora e visual ao universo medieval.

Coordenação de Cena – Rúben Saints, Obras de Beatriz de Dia, Anónimas do Séc.XII, Azalais de Porcairague, Maria Jonas, Martín Codax e Canções Safarditas.

"Sansitierce" – Maria Jonas (Canto, Shruti Box e Percussão), Bassem Hawar (Djoze) e Dominik Schneider (Guiterne e Flautas Transversais).

Domingo, 31 de julho

10.00h   Masterclass – O Canto Medieval | Antiga Escola Primária.

A Poesia, a Música Medieval e a sua interpretação na atualidade.

Masterclass orientado por Maria Jonas e Pedro Rafael Costa, destinada a cantores e público em geral.

Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo ou pelo telefone 961 445 399.

11.00h   Visita Guiada a Castelo Novo | Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo.

11.00h e 15.00h  Atelier Histórias Criativas | Galeria Manuela Justino.

Espaço dedicado às crianças, onde se percorre o imaginário das Aldeias Históricas, através das artes plásticas.

15.00h   Vozes Femininas «Il Canto Nel Settecento» | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Concerto de encerramento, com obras de Michel Richard Delalande, João Rodrigues Esteves, G.F. Handel, Giovanni Battista Pergolesi, J.S. Bach e J. Haydn.

Ana Paula Russo e Ariana Moutinho Russo (Sopranos) e Sérgio Silva (Cravo).

No sábado, dia 30 de julho, irá ainda ter lugar a iniciativa "Estórias de Castelo Novo", em que a Casa da Lagariça, em parceria com o Município do Fundão e o Clube de Produtores de Fundão, complementa a oferta musical do Festival com uma experiência turística onde os participantes poderão degustar produtos gastronómicos do antigo território de Alpreade/Castelo Novo, elaborados artesanalmente. Esta iniciativa terá a lotação máxima de 30 pessoas e para mais informações deverá contactar a Casa da Lagariça, através do contacto telefónico 962 697 493.

Os espetáculos terão lotação limitada, de tal forma poderá reservar o seu lugar ou pedir mais informações no Posto de Turismo ou através dos contactos 275 561 501 ou 961 445 399.

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ONS - ORQUESTRA NACIONAL de SOPROS
ESTÁGIO SINFÓNICO - 18 a 22 Julho 2016
MASTERCLASS DIREÇÃO ORQUESTRA - 18 a 21 Julho 2016

A ONS - Orquestra NacionalSopros tem candidaturas abertas para um magnífico estágio sinfónico. Os artistas convidados para a ONS 2016 são de excelência curricular e pedagógica, pertencendo a algumas das mais importantes escolas e orquestras do país:

COORDENADORES DE MADEIRAS
Raquel Lima, Miguel Costa, Fernando Ramos

COORDENADORES DE METAIS
Luis Filipe O Granjo, Vitor Faria

COORDENADOR DE PERCUSSÃO
Marco André Alves Fernandes

» PROPINA - 45€ (inclui almoço, jantar e alojamento)
» PROPINA - 35€ (inclui almoço, jantar e alojamento) para instrumentistas que participaram em edições anteriores da ONS (ou no antigo EnOS)

MASTERCLASS DIREÇÃO ORQUESTRA
Luis Clemente, Jaime Branco, Roberto Fiore

ALUNO ATIVO : 200€ (inclui almoço, jantar)
ALUNO PASSIVO: 75€ (inclui almoço, jantar)

PROGRAMA "Festa Russa"
Shostakovich - Abertura Festiva op. 96
Borodin - Danças Polovetsianas
Mussorgsky - Quadros de Uma Exposição

CANDIDATAR
https://docs.google.com/…/1ug55bLaHL8OaSvqj2JZvL24NUmj…/edit

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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

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* 969 375 934 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio