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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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António Zambujo e Miguel Araújo: os 28 coliseus chegam a disco.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 06.06.18

 

António Zambujo e Miguel Araújo - o disco duplo chega em junho

Em 2016, António Zambujo e Miguel Araújo protagonizaram uma aventura memorável, dando 28 concertos nos coliseus de Lisboa e Porto.

Agora, os melhores momentos desses espetáculos chegam às lojas, num disco duplo de título “28 Noites Ao Vivo nos Coliseus”.

O álbum é lançado a 8 de junho e inclui 32 temas, estando já disponível para pré-venda.

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Álbum com inéditos de Prince é publicado em setembro

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.05.18

Um álbum com canções inéditas de Prince vai ser posto à venda em setembro, disse à revista "Variety" o presidente da Atom Factory, Troy Carter, responsável pela gestão do património do músico, que morreu há dois anos.

Troy Carter, que também é o diretor de serviços criativos da Spotify, disse que o álbum de Prince estará centrado numa fase específica da carreira do músico de Minneapolis, em vez de incluir canções inéditas de diferentes momentos do seu percurso.

"Prince basicamente guardou tudo. Assim há décadas de música, vídeos, maquetes e é demorado o processo de verificar cada um destes elementos e investigar o seu contexto histórico. 'De onde vem isto? Quem colaborou? Onde foi gravado? Em que ano? É uma versão final?'", disse Carter para explicar a complexidade do processo em curso sobre o "enorme arquivo" de Prince.

Na semana passada, voltou a público uma nova versão de Nothing Compares 2 U, uma canção escrita por Prince, popularizada nos anos de 1990 por Sinéad O'Connor.

Além do álbum de inéditos, é também esperada, ainda este ano, a publicação da autobiografia que o autor de Purple Rain, Parade e Sign o'The Times, tinha em curso.

Prince morreu a 21 de abril de 2016, aos 57 anos, em consequência de uma overdose de analgésicos opióides, tendo sido encontrado sem vida em Paisley Park, a propriedade onde se situa a casa e o estúdio de gravação que construiu.

O jornal Star Tribune, de Minneapolis, noticiou que os herdeiros de Prince vão processar o hospital em Illinois, nos Estados Unidos, que tratou o músico uma semana antes da morte deste, por overdose.

O jornal, que cita a queixa, noticiou que o processo por morte por negligência foi apresentado na sexta-feira passada, em Chicago, contra um médico e um farmacêutico do Trinity Medical Center em Rock Island, hospital que assistiu Prince em 15 de abril de 2016, seis dias antes da sua morte.

Os seis herdeiros de Prince (a sua irmã Tyka Nelson e os seus meios-irmãos John Nelson, Norrine Nelson, Sharon Nelson, Alfred Jackson e Omarr Baker) alegam que os profissionais deste centro médico não fizeram tudo o que tinham de fazer para investigar o que estava a passar-se com o músico, nem para prevenir outra 'overdose'.

Os familiares de Prince denunciaram também a cadeia de farmácias Walgreens por entregar medicamentos ao músico, apesar de as receitas estarem em nome do seu empresário, Kirk Johnson.

Na semana passada, a justiça norte-americana excluiu avançar com um processo criminal, após a investigação sobre as circunstâncias da morte de Prince.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou igualmente um acordo com o médico Michael Todd Schulenberg, que tratou do músico norte-americano duas vezes antes da morte.

O médico admitiu ter receitado um analgésico a uma pessoa próxima de Prince, e disse ter consciência de que o fármaco era para o músico.

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Beach Boys editam álbum com a Royal Philharmonic Orchestra

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.05.18

Beach Boys editam álbum com a Royal Philharmonic Orchestra

O grupo Beach Boys edita a 8 de junho o álbum "The Beach Boys with the Royal Philharmonic Orchestra", gravado nos estúdios de Abbey Road, em Londres, anunciou a editora Universal Music.

O alinhamento apresenta 17 temas clássicos do grupo pop dos anos 1960, como "Fun, Fun, Fun", "Good vibrations", California Girls" e "God only knows".

Segundo a editora, a orquestra gravou este ano "novos arranjos orquestrais para complementar as clássicas harmonias vocais dos Beach Boys, tendo sido utilizadas as gravações originais do grupo".

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"Vai Madonna" é o novo single de Agir.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.04.18

Madonna, festival e plágio: Agir lança nova cançãoAgir partilhou este domingo, 29 de abril, um novo single do seu próximo disco. O videoclipe de "Vai Madonna" foi partilhado nas redes sociais.

Na letra do tema, o músico português fala sobre a chegada de Madonna a Portugal. "Vai Madonna (...) Se vem lá de fora, então, eu quero. Se vem de lá de fora, então, é bom. Já está na hora de eu ser sincero. O povo só gosta do do que importou", canta Agir no novo tema.

"Isto é só festival, futebol e fado. Desculpem mas assim fica complicado, eu já tinha o meu álbum quase fechado... mas há coisas que não dá para ficar calado (...) Espero manter-me imune ao contágio. Ai, hoje em dia só vejo comentários. O que era bom, hoje é plágio", canta ainda o músico.
 
Veja o videoclipe do tema:

 

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Oiça o primeiro single do novo disco de Cristina Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.02.18

Chama-se Eu por Engomar e é a primeira pista do álbum Branco, com data de lançamento marcada para 23 de fevereiro

O tema é composto por André Henriques e Filho da Mãe (Rui Carvalho) e é o primeiro que se conhece do disco a que o apelido de Cristina Branco dá nome, e que se segue a Menina (2016). Eu por Engomar, que já pode ser ouvida no Spotify e no You Tube, é tocada pelos habituais companheiros de Cristina Branco, os músicos Luís Figueiredo, Bernardo Moreira e Bernardo Couto. O videoclip é assinado por Joana Linda.

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Luís Cipriano grava novo CD

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 21.12.17

 

O seminário do Fundão foi o palco escolhido para a gravação de um CD com duas missas de Luís Cipriano, que reuniu cerca de 200 músicos numa parceria entre a Associação Cultural da Beira Interior e o Conservatório de Lisboa.
A gravação decorreu nos dias 8 e 9 de Dezembro e o trabalho está pronto deste ontem.
 

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Dias depois do transplante, Salvador Sobral lança “Excuse Me ao Vivo”

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.12.17

Dias depois do transplante, Salvador Sobral lança “Excuse Me ao Vivo” 

Salvador Sobral lançou esta sexta-feira “Excuse Me ao Vivo”um álbum gravado durante a digressão deste ano em Portugal.

Salvador Sobral, de 27 anos, conquistou o país com "Amar Pelos Dois", mas interrompeu o percurso porque necessitava de um transplante cardíaco.

Mas as boas notícias chegaram e Salvador Sobral já sorri e em jeito de comemoração editou esta sexta feira o álbum gravado ao longo da digressão que fez este ano em Portugal, “Excuse Me Ao Vivo”.

O disco inclui temas como “Nada Que Esperar” ou “Nem Eu” — que faziam parte de “Excuse Me” — mas também “Amar Pelos Dois”, que foi incluída em todos os concertos da digressão e surge no álbum numa versão jazz.

As restantes canções foram gravadas nos concertos no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música e no Centro Cultural de Ílhavo.

A capa de “Excuse Me Ao Vivo” mostra o Teatro Garcia de Resende, em Évora, onde Salvador Sobral actuou pela primeira vez depois da vitória no Festival da Canção.

In: Harmúsica

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Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

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A Charamela da Universidade de Coimbra, sob direção do maestro Francisco Relva Pereira, edita o seu primeiro CD, que inclui composições dos séculos XVI e XVII, além do “Hino Académico” oitocentista, de José Medeiros.
A existência deste agrupamento musical remonta ao século XV, mas “grande parte do repertório [mais antigo] desapareceu”, existindo todavia “algumas peças dispersas que se encontram na Biblioteca Geral” da instituição, disse à agência Lusa Francisco Relva Pereira. Entre as peças do repertório histórico, foi identificada uma do português José Maurício (1752-1815), da Universidade de Coimbra.

Na música antiga, charamela correspondia a um instrumento de sopro, de madeira, antepassado dos atuais clarinetes. Para o CD, editado pela Framart, da Associação António Fragoso (AAF), foram gravadas 22 obras de diferentes compositores europeus, sobretudo da Renascença tardia e do Barroco inicial (séculos XVI, XVII), mas também da síntese mais tardia do século XVIII (Georg Frideric Handel e Johann Christian Bach), além do “Hino Académico”, de autoria de José de Medeiros (1827-1907).

A atual Charamela da Universidade de Coimbra é composta por dez músicos. Segundo o maestro, “esta é a forma mais tradicional” do agrupamento, “que se mantém desde os primórdios do século XX”, semelhante à existente no século XIX.
A Charamela foi no entanto reorganizada em 2015, com a atual composição, depois de ter sido composta por um grupo de músicos recrutados na Banda do Exército, estacionada em Coimbra, entre meados da década de 1990 e 2006, e por um quinteto (dois trompetes, dois trombones e uma tuba), de 2006 a 2015, “o que quebrou a tradição”.

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Ana Bacalhau em "Nome Próprio"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.05.17

Ana Bacalhau, voz da Deolinda, estreia-se a solo com a canção "Ciúme". O primeiro disco sai a 20 de outubro.

Nome Próprio, título do primeiro disco de Ana Bacalhau foi anunciado hoje, ao mesmo tempo que o single Ciúme, com letra e música de Miguel Araújo.

"Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de Nome Próprio. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer", lê-se no comunicado enviado às redações.

Ana Bacalhau escreve Eu e Menina Rabina, ambas com música de Henrique Janeiro. Deixo-me Ir foi escrita e composta pela cantora.

Entre os músicos que participam no disco está José Pedro Leitão, contrabaixista da Deolinda. Estão lá também Luís Figueiredo, no piano e teclados (o mesmo que fez arranjos para a canção vencedora do Festival da Eurovisão, Amar Pelos Dois) Luís Peixoto (cavaquinho), Alexandre Frazão (bateria). No primeiro single, Mário Delgado (guitarra elétrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho) são os músicos convidados.

Cinco canções serão lançadas até 20 de outubro e o álbum ficou disponível em pré-venda desde o passado dia 25 de maio.

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Triplo CD "Amália em Itália", com gravações inéditas, chega ao mercado

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.04.17

O triplo CD "Amália em Itália", que revela "a follia per la Rodrigues", em Itália, apresenta, pela primeira vez em Portugal, gravações inéditas da fadista, como "O mia Bella Madunina", disse Frederico Santiago, responsável pela edição.

"Esta edição vem colmatar uma lacuna muito grande, revelando dois LP que Amália gravou, na década de 1970, em Itália, e que nunca conheceram edição portuguesa, um com folclore italiano, 'A Una Terra che Amo' [gravado em estúdio em 1973], e outro gravado ao vivo em Roma, ['Amalia in Teatro', em 1976], e que demonstra o êxito que Amália teve em Itália, que foi mesmo uma loucura", disse à agência Lusa o investigador Frederico Santiago, responsável por anteriores edições da cantora, como "Amália no Chiado" (2014), e "Amália canta Portugal" (2016).

O primeiro CD inclui "A Una Terra che Amo", com canções como "Amor Dammi quel Fazzolettino", "Sora Menica", "La Tarantella", "Canto delle Lavandaie del Vomero" ou "Sant'Antonio allu Desertu".

O CD inclui ainda gravações que Amália fez em Portugal, entre 1967 e 1971, nomeadamente "Coimbra", cantada em italiano, "La Casa in Via del Campo", versão italiana de "Vou dar de beber à dor", de Alberto Janes, que estreou no Festival de Veneza, e ainda "Mio Amor, Mio amor", "Il Mare è Amico Mio", "La Tramontana" (com coro), "Ay che Negra", versão italiana de "Barco Negro", de David Mourão-Ferreira, Caco Velho e Piratini, e dois ensaios da fadista.

O segundo CD é "Amalia in Teatro", gravado ao vivo em Roma, em 1976, editado em Itália em 1978, que também nunca conheceu edição portuguesa. Do alinhamento deste CD fazem parte, entre outros, as "únicas gravação comerciais" de "Mi Carro" e "Dolores", e ainda "Malhão", "Cheira a Lisboa", "Povo que Lavas no Rio", "Porompompero", "O Cochicho" e "Ai Mouraria".

A intérprete, realçou Frederico Santiago, muitas dessas noites cantava apenas dois ou três fados, "mas não lhe retira a importância, pelo contrário". "Era uma espécie de altar que ela fazia, cantava as outras canções e depois havia aquele momento em que cantava o fado e isso era mágico, era quando acontecia mesmo fado".

O terceiro CD é constituído por "gravações inéditas ao vivo em Roma, Palermo, Catânia e Milão, em 1973". Entre elas estão "Lisboa Antiga", "Mi Florero", "Vou Dar de Beber à Dor", "Gaivota", "Vai de Roda Agora", "É ou Não É", que teve uma versão em italiano, "La Filanda", que a cantora Milva gravou, ou ainda "Malhão de São Simão", "Madragoa", "Valentim", "Fado Amália" e "O mia Bella Madunina", esta última, "um inédito absoluto, pois nunca [mais] foi gravada por Amália".

Estas gravações foram encontradas nos estúdios Valentim de Carvalho, onde se mantinham no âmbito de um projeto de documentário realizado por Augusto Cabrita, "O Mundo de Amália", que acabou por não se concretizar, disse Frederico Santiago.

O coordenador desta edição optou por deixar as intervenções do público, para se perceber "o delírio e como [os espetadores] conheciam o repertório da Amália, pedindo canções, como 'Tirana' ou 'Barco Negro'".

Este ano, Frederico Santiago projeta ainda a edição comemorativa dos 50 anos do álbum "Fados'67", também conhecido com o título "Maldição".

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The Gift editam “Altar”, primeiro disco de originais em cinco anos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.04.17

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Os alcobacenses The Gift editam, na sexta-feira, o álbum “Altar”, disco com produção do inglês Brian Eno que vê o grupo retomar os álbuns de originais após a celebração de 20 anos de carreira.

Formados em 1994, em Alcobaça, os The Gift são oficialmente formados por Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro, sendo acompanhados ao vivo e em estúdio por músicos como Mário Barreiros (bateria) ou Paulo Praça (guitarra).

A primeira maquete do grupo, “Digital Atmosphere”, surgiu em 1997, e de lá para cá foram vários os álbuns que o grupo editou: “Vinyl” (1998), “Film” (2001), “AM-FM” (2004), “Fácil de Entender” (2006) “Explode” (2011), “Primavera” (2012) e “20” (2015), este último a assinalar os 20 anos de carreira.

Também em 2015 o grupo lançou o documentário “Meio Caminho de História”, realizado por Nuno Duarte (Jel) e Guilherme Cabral, trabalho que, ao longo de uma hora, apresenta testemunhos e imagens inéditas desde o primeiro concerto da banda, em Alcobaça, até gravações de canções mais recentes.

Entre “Fácil de Entender” (2006) e “Explode” (2011), o compositor Nuno Gonçalves e a vocalista Sónia Tavares estiveram envolvidos no projeto Amália Hoje, recuperação do legado da fadista Amália Rodrigues para terrenos pop.

Antes, em 2005, os alcobacenses haviam vencido o prémio de melhor banda portuguesa nos prémios europeus da estação televisiva MTV.

A seguir ao lançamento de “Altar” a banda tem já projetada uma digressão: a primeira apresentação oficial do álbum dá-se a 13 e 14 de abril no Cine-Teatro de Alcobaça, seguindo-se concertos em Lisboa no dia 19, em Guimarães no dia 21, em Vila Nova de Famalicão a 22 de abril, Aveiro no dia 25, Vila Real a 26, e Faro a 29 de abril.

Na primeira semana de maio estarão no Porto (dia 01), Coimbra (dia 03), Castelo Branco (dia 05) e Braga (dia 06).

“Altar” integra 10 canções “compostas durante dois anos, pensadas ao longo de três” e “sonhadas ao longo de vinte e dois” anos de carreira como banda, assume o grupo.

“Love Without Violins”, com Brian Eno a repartir vocalizações com Sónia Tavares, apresentou o disco, e desde então os The Gift revelaram já outros dois temas: “Clinic Hope” e “Big Fish”.

“Altar” é editado na sexta-feira, dia 07 de abril.

In: Lusa

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The Gift apresentam "Altar". 7 ABR.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.03.17

Castelo Branco: The Gift apresentam "Altar" em Maio

Os portugueses The Gift editam o álbum "Altar" a 07 de abril, produzido por Brian Eno, e dias depois apresentam-no ao vivo numa digressão que começa em Alcobaça, a cidade onde nasceram, foi hoje anunciado.

"Altar" tem 10 canções, entre as quais as já reveladas "Love without violins" e "Clinic Hope", e é apresentado como "um projeto de vida", sonhado ao longo dos 22 anos de carreira do quarteto português.

Em declarações à Lusa quando estavam ainda a preparar "Altar", o músico Nuno Gonçalves explicou que a banda contou com uma "parceria artística" de Brian Eno na produção e na escrita de canções.

"É o melhor produtor de todos os tempos, basta ver o que fez com os Talking Heads, com os U2, com os Coldplay. Com a participação dele, não se pode esperar um disco normal dos Gift", disse na altura o músico.

Com edição nacional e internacional a 07 de abril, os The Gift farão a primeira apresentação oficial de "Altar" a 13 e 14 de abril no cine-teatro de Alcobaça, onde se formaram em 1994, seguindo-se concertos em Lisboa no dia 19, em Guimarães no dia 21, em Vila Nova de Famalicão a 22 de abril, Aveiro no dia 25, Vila Real a 26, e Faro a 29 de abril.

Na primeira semana de maio estarão no Porto (dia 01), Coimbra (dia 03), Castelo Branco (dia 05) e Braga (dia 06).

Como medida da receção que as canções novas têm tido, a banda refere em comunicado que "Love without violins" - que conta com a participação vocal de Brian Eno - ultrapassou as 300 mil visualizações no YouTube e o segundo 'single', "Clinic Hope", atingiu as 100 mil visualizações na primeira semana de divulgação.

Do grupo fazem parte Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro. Editaram a maquete "Digital Atmosphere" (1997) e os álbuns "Vinyl" (1998), "Film" (2001), "AM-FM" (2004), "Explode" (2011) e "Primavera" (2012).

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Tony Carreira lança “Sempre Mais” o seu novo disco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.02.17

Tony Carreira lança “Sempre Mais” o seu novo disco

Tony Carreira, um dos maiores artistas nacionais, lançou “Sempre Mais”, o seu novo disco, que logo à saída atingiu o galardão de platina.

Para este novo trabalho, Tony Carreira rodeou-se de uma série de convidados de luxo, que o ajudaram a dar corpo às grandes canções que compõem “Sempre Mais”.

Das participações especiais de “Sempre Mais” fazem parte Ricky Martin, no tema “Perdoname”, Lara Fabian, Chico The Gypsies (a grande banda de um dos mentores dos Gypsy Kings), o filho de Tony Carreira, David Carreira e o duo Calema.

Na produção, este trabalho contou com nomes como o cubano Rudy Pérez, nome ligado ao sucesso de cantores como Julio Iglesias, Marc Anthony, Michael Bolton, Beyoncé ou Christina Aguilera; o francês David Gategno, colaborador de Céline Dion e Lara Fabian; ou Nellson Klasszik, produtor responsável por vários sucessos nacionais da actualidade.

Do alinhamento de 12 músicas, constam temas em português, francês, castelhano e crioulo, entre originais e surpreendentes adaptações.

No próximo dia 25 de Fevereiro, Tony Carreira apresentará o novo disco “Sempre Mais” ao vivo pela primeira vez, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Será um concerto, onde os fãs vão poder ouvir os novos temas ao vivo e recordar alguns dos maiores sucessos do artista. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

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De Nick Cave a Sting, 2016 ainda nos vai dar muita música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.09.16

Disco de Nick Cave assinala rentrée de um ano que ainda nos vai dar novos álbuns de Sting, Kings of Leon e António Zambujo

A reentrada do ano fez-se nesta sexta-feira sob o signo dramático do novo álbum de Nick Cave and the Bad Seeds, Skeleton Tree, marcado pela morte do filho do cantor, Arthur, mas que não é tão explícito quanto o documentário do amigo pessoal Andrew Dominik, One More Time with Feeling. Poderia estabelecer-se um elo de ligação com o álbum antecessor Push the Sky Away pela estética transformadora das canções, próximas das baladas, mas o acontecimento fatal faz de Skeleton Tree outra obra à parte e ainda mais imprevisível.

Se nestes dias passamos também a contar com o novo álbum da rapper M.I.A., AIM, a próxima semana reserva-nos discos fresquinhos de Usher, Hard II Love, do brasileiro Martinho da Vila, De Bem com a Vida, da cantora de raízes americanas Madeleine Peyroux, Secular Hymns, da dupla de eletrónica AlunaGeorge, I Remember, e ainda o segundo longo das indie rockers norte-americanas Deap Vally, Femejism.

A amostra do single New Song deixa a promessa da aproximação das indies Warpaint ao formato mais radiofónico no próximo álbum Heads Up. O disco sai ainda neste mês, tal como o segundo álbum da segunda vida dos Pixies, Head Carrier.

Mas em setembro vai haver mais novidades discográficas, com os álbuns de Randy Newman, The Randy Newman Songbook Vol. 3, de Van Morrison, Keep Me Singing, de Shawn Mendes, Illuminate, dos Bon Iver, 22, A Million, e da pianista Regina Spector, Remember Us to Life. Outro acontecimento curioso, a gerar expectativas para o final deste mês, é o disco do supergrupo Giraffe Tongue Orchestra, de ex-membros dos Mastodon, Alice in Chains ou dos Mars Volta, Broken Lines.

Dois anos e meio depois do premiado álbum folk Morning Phase, Beck vai voltar em outubro com um álbum, ainda sem título anunciado, mas que se adivinha ser o regresso do músico californiano ao formato eletrónico, segundo prenuncia a nova canção Wow. Duas estrelas que costumam pescar no jazz de formas diferentes vão poder partilhar com o público novos discos: Norah Jones por intermédio de Day Breaks (com selo da Blue Note), e Michael Bublé, com Nobody But Me (mais virado para os standards pop).

Não faltará rock para vários gostos em outubro, mas todo ele bem enquadrado nos parâmetros mainstream. Os hardrockers Bon Jovi vão tentar assinar novo manifesto de sobrevivência sem o guitarrista Richie Sambora em This House Is not for Sale, enquanto os Korn testam a validade do nu-metal em The Serenity of Suffering. Ao modo mais britânico, os outrora irrequietos Kaiser Chiefs vão querer amadurecer mais em Stay Together. Ao estilo mais americano, os Kings of Leon, através de Walls, e os mais disfarçados de punks Green Day e Sum 41, respetivamente escudados por Revolution Radio e 13 Voices, vão assinar também presença nas secções de novidades das várias plataformas de vendas. Já Chrissie Hynde desistiu da ideia de um álbum a solo e resolveu dar nova vida aos Pretenders através de Alone.

Em novembro, Sting vai lançar 57th & 9th, o álbum que marca o regresso do ex-Police ao pop-rock 13 anos depois, após várias experiências com a música erudita e a folk. Outro regresso que vai matar muitas saudades, igualmente marcado para o mês n.º 11, é o dos metaleiros Metallica, através de Hardwired... To Self-Destruct, que fecha um interregno de oito anos.

Na música mais marginal ao grande público, vai haver várias tentações no penúltimo mês do ano. No segmento indie, se o facto de Howe Gelb (o senhor dos Giant Sand) se meter com o jazz em Future Standards não é assim tão surpreendente, o mesmo não se pode dizer dos country rockers Lambchop, que mergulham a fundo na eletrónica em FLOTUS. A diva da folk britânica Shirley Collins, que se distinguiu pela dupla que formou com a irmã falecida Dolly, tem ainda uma palavra a dizer (ou a cantar) aos 81 anos: o álbum chama-se Lodestar.

Música nacional

Há muito familiarizado com a música brasileira, António Zambujo vai lançar em outubro um álbum de homenagem a Chico Buarque, com uma série de versões. Também a olhar para o Brasil está a fadista Carminho, que ultima o álbum de versões de Tom Jobim, com convidados especiais como Marisa Monte, Maria Bethânia e o já mencionado Chico Buarque. Mas ainda não se sabe quando sai o novo disco de Carminho.

Num fado cada vez mais híbrido, Cristina Branco lança na próxima sexta-feira Menina. Fadista mais jovem e uma das esperanças do género nacional, Fábia Rebordão lança no dia 30 Eu, no mesmo dia em que chega também às lojas o álbum de junção de forças entre Rodrigo Leão e o cantor inglês Scott Matthew em Life Is Long.

Em outubro, são editados os novos álbuns de Rita Redshoes, a ser produzido pelo australiano Victor Van Vugt, que já trabalhou com Nick Cave e PJ Harvey, e dos You Can"t Win, Charlie Brown (de título Marrow).

Para novembro esperam-se discos de Luísa Sobral e Mickael Carreira. Também no final deste ano sai o segundo álbum dos Osso Vaidoso, formados pela vocalista Ana Deus e pelo instrumentista Alexandre Soares (ambos vindos dos Três Tristes Tigres).

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Futebolista Neymar vai dedicar-se (também) à música.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.09.16

Futebolista Neymar vai dedicar-se (também) à música

O futebolista brasileiro do FC Barcelona, Neymar, anunciou a intenção de arrancar com uma carreira musical... já nesta quarta-feira.

«Galera, quarta eu começo a minha carreira musical e vou lançar a 1.ª música no meu Face. Vai ter Neymusico nos palcos, sim», escreveu, no Twitter, o astro brasileiro de 24 anos.

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“Menina” é o novo álbum de Cristina Branco a sair em setembro

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.08.16

“Menina” é o novo álbum de Cristina Branco a sair em setembro

O novo disco de Cristina Branco, distinguida com o Prémio Amália Internacional, em 2007, intitula-se “Menina” e é editado a 15 de setembro, anunciou hoje a discográfica da cantora.

A criadora de “Não há só tangos em Paris” apresentou alguns temas do novo álbum no passado dia 13 de agosto, no Festival Bons Sons, em Cem Soldos, no concelho de Tomar.

“E às vezes dou por mim”, de André Henriques e Filho da Mãe, é o ‘single’ de apresentação do álbum que totaliza 12 temas, entre os quais “Ai esta pena de mim”, de Amália Rodrigues e José António Sabrosa, do repertório de Amália, e “Quando jugas que me amas”, de António Lobo Antunes e Mário Laginha.

Mário Laginha assina aliás outra composição, designadamente “Quando eu canto”, da poetisa Maria do Rosário Pedreira.

Segundo a mesma fonte, a intérprete de “Trago um fado” tem “desvendado” o novo álbum nas diferentes atuações em palcos internacionais, designadamente na Grécia, França e Alemanha.

No dia 03 de setembro, a cantora atua na Festa do Avante!, no Seixal, onde irá também cantar os novos temas.

A intérprete de “Bomba relógio” tem prevista uma digressão nacional com o novo álbum, que passará, entre outras, pelas cidades de Vila Real, Matosinhos, Figueira da Foz, Braga, Aveiro e Ponta Delgada.

Em novembro, Cristina Branco tem espetáculos agendados em França e Espanha, segundo a sua editora.

Do novo álbum, que sairá com a etiqueta Universal Music, fazem parte “Alvorada”, de Luis Severo, “A meio do caminho” (Nuno Prata/Peixe), “Deus à” (Cachupa Psicadélica), “Não há ponte sem nós” e “Saber aqui estar” (Pedro da Silva Martins & Luís José Martins), “Luto Mudo” (Kalaf Epalanga/Ricardo Cruz), “O gesta dela” (Ana Bacalhau/Luis Figueiredo) e “Boatos” (Jorge Cruz).

Cristina Branco começou a cantar em finais da década de 1990 e, em 1998, realizou a primeira deslocação à Holanda, a convite do Círculo de Cultura Portuguesa no país.

Desta experiência editou o álbum “Cristina Branco in Holland”, produzido por José Melo, ao qual sucedeu “Murmúrios”, que lhe valeu o Prix du Choc de la Musique, da antiga revista francesa Le Monde de la Music.

Em 1999, atuou pela primeira vez em Lisboa, e editou o álbum “Post-scriptum”, que, em França, nesse ano, foi considerado, pela imprensa musical, um dos melhores CD do mês.

Regressou à Holanda em 2000, onde gravou “Cristina Branco canta Slauerhoff”, um CD com poemas do poeta neerlandês J.J. Slauerhoff (que viveu em Lisboa e morreu em 1951), com música de Custódio Castelo. Este CD atingiu na Holanda o galardão Platina.

No ano seguinte assinou pela Universal Classics & Jazz de França, onde se mantém, e editou o CD “Corpo Iluminado”.

Em 2002, participou no documentário “The primadonnas”, juntamente com Jessye Norman, Dee Dee Bridgewater e Noa, entre outras, e a RAI convidou-a para um programa de homenagem ao Compositor Nicola Piovanni, que a acompanhou ao piano, interpretando, entre outros, o tema “Beautiful that way”, do filme “La vita e bella”.

Nesse ano realizou a primeira digressão aos Estados Unidos, atuando em 18 salas em 32 dias.

Depois de Maria João Pires, Amália Rodrigues e Maria Amélia Proença, Cristina Branco foi a quarta portuguesa a subir ao palco do Het Concertgebouw, em Amesterdão.

Em 2003 editou o álbum “Sensus”, dedicado à poesia erótica, e recebeu o Prémio Dick Bleyerveld da Câmara de Comércio Portugal-Holanda.

Atuou entretanto, em Londres, e foi cabeça de cartaz do Festival de Música e Artes de Melbourne, na Austrália, seguindo para uma digressão ao Japão.

Em 2005 a cantora, nascida há 43 anos em Almeirim, no Ribatejo, realizou seis concertos com a Orquestra Filarmónica de Drenthe, foi convidada pelo Senado francês para um concerto, pelo Parlamento Europeu, para uma recital, e ainda para atuar no dia Nacional da Holanda, na Exposição Universal no Japão, editando entreatnto o CD “Ulisses”, que deu mote à sua primeira digressão nacional.

Em 2006, homenageou Amália Rodrigues no CD/DVD “Live”, gravado ao vivo na Holanda, seguindo-se “Abril”, um álbum em que revisitou o repertório de José Afonso.

O CD “Kronos” saiu em 2009, no qual contou com as colaborações dos guitarristas José Manuel Neto e Bernardo Couto, o violista Alexandre Silva e o pianista Ricardo Dias. A este álbum sucederam-se, nos últimos anos, “Não há tangos em Paris”, “Alegria” e “Idealist”.

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Metallica - Aviso: esta banda não se autodestruiu em oito anos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.08.16

 

Os Metallica estão de volta. A maior banda de heavy metal do mundo apanhou os fãs de surpresa com o anúncio do sucessor do álbum Death Magnetic. Hardwired... to self-destruct vai ter dois discos, quase 80 minutos e chega já em Novembro. Nova música mostra um grupo nada afetado por algumas apostas fracassadas dos últimos anos

É natal em Agosto para os fãs dos Metallica. A banda de San Francisco, EUA, apanhou o mundo do heavy metal de surpresa ao anunciar o lançamento de um novo álbum de originais já em novembro.

"Ele realmente existe! São dois discos, quase 80 minutos de música que estão a caminho a 18 de novembro... sim, este ano!". Foi desta forma que os gigantes do hard "n" heavy anunciaram através do seu clube de fãs o muito esperado sucessor de Death Magnetic, lançado em 2008. O novo duplo álbum - o segundo da carreira da banda, depois do homónimo Metallica, o multiplatinado black álbum, simbolicamente lançado há 25 anos - intitula-se Hardwired... to self-destruct, nome retirado de uma das frases do primeiro single, Hardwired, lançado também ontem e que a meio do dia já tinha perto de dois milhões de visualizações no You Tube.

"Estamos obviamente para lá de excitados em partilhar novos temas com todos os nossos fãs", palavras do baterista e cofundador da banda, Lars Ulrich, que deixa antever o que se pode esperar mais para o final do ano. "Temos andado dentro e fora do estúdio com o [produtor] Greg Fidelman nos últimos 18 meses a aquecer a máquina criativa outra vez. Editar música nova e surpreender os fãs é o que mais adoramos fazer na vida, portanto apertem o cinto para o que aí vem".

E para já o que se ouve são riffs na linha de Death Magnetic, mas com uma composição mais direta e um som menos a "rebentar pelas costuras" do que no disco anterior, uma das principais críticas apontadas ao trabalho de produção do guru Rick Rubin. Entrevistado há alguns meses sobre a direção musical do novo trabalho, Lars Ulrich confirmou que as novas músicas eram "menos frenéticas" e explicou o que mudou no processo de composição do novo álbum. "Já não trabalhamos com o Rick, trabalhámos com o engenheiro de som do último disco, que produziu este, o Greg Fidelman. Então temos os mesmos elementos, mas explorámos mais aspetos sónicos. É provavelmente um álbum mais diverso do que o anterior". E diversidade é o que se espera de um disco que tem 12 músicas espalhadas por cerca de 80 minutos.

As notícias sobre as gravações de um novo trabalho dos Metallica foram saindo a conta gotas nos últimos anos. Conhecidos por fazerem largos intervalos entre álbuns, os muitos afazeres extra estúdio fizeram desta a pausa mais longa na carreira do grupo criado pelo vocalista James Hetfield e Ulrich em 1981. Foram oito longos anos recheados de apostas arriscadas e nem sempre bem sucedidas (alguma coisa a ver com o self-destruct do novo título?).

Sempre determinados em não estagnar num mesmo registo e no mesmo som - que o digam aqueles que ainda hoje se enchem de bílis quando se fala de discos como Load, Reload e St. Anger - que os elevou nas décadas de 1980 e 90 à categoria de banda universal, os Metallica decidiram nos últimos anos expandir fronteiras e tocar nos terrenos do cinema. Alavancados numa milionária conta bancária, decidiram produzir e coprotagonizar Through the Never, um filme realizado em 2013 por Nimród Antal que cruzava um concerto da banda com um argumento que fazia das ruas de Vancouver, no Canadá, a capital do apocalipse.

O projeto foi um enorme flop comercial - e, acrescentam alguns críticos, conceptual: entre o investimento e as receitas, resultou um prejuízo de cerca de 10 milhões de dólares (cerca de 9 milhões de euros). Na mesma altura, entre 2012 e 2013, os Metallica embarcaram numa outra aventura arriscada, criar o seu próprio festival. Depois de duas edições nos Estados Unidos - uma em Atlantic City e outra em Detroit -, o Orion Music + More foi cancelado devido a problemas financeiros.

A este experimentalismo - a que poderíamos somar a criação da sua própria produtora, a Blackened, pequenas digressões, reedições de álbuns clássicos, produções de moda... - junte-se a vontade de dedicar mais tempo à vida familiar para se ter um resultado final de oito anos para podermos ouvir músicas novas. Mas pela amostra, a espera pode ser recompensada.

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U2 confirmam novo álbum e digressão em 2017.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 19.08.16

O 14.º álbum da banda irlandesa receberá o título "Songs of Experience".

A banda U2 vai lançar um novo álbum em 2017 e realizar uma digressão também nesse ano. A notícia foi confirmada num website de fãs dos U2, com o guitarrista The Edge a revelar que a banda tem mais de 50 temas para o novo trabalho que deverá ter o título Songs of Experience.

"Ainda não está terminado mas vão gostar. Em relação às letras, é mais forte que [o álbum de 1983] War, é mais claro", afirmou Bono ao site de fãs espanhol U2 en España. O líder da banda irlandesa disse ainda que em 2017 a banda fará uma digressão.

Bono deixa ainda no ar uma promessa: "Apesar de a digressão ser apenas em 2017, pode ser que vejam já algumas coisas em setembro ou outubro".

O título do álbum será Songs of Experience e sucede Songs of Innocence, editado em 2014.

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Britney Spears lança novo álbum

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 17.08.16

A cantora norte-americana anunciou nas redes sociais a data do lançamento do nono álbum

Britney Spears tem um novo álbum, intitulado Glory, que é lançado no dia 26 de agosto. A cantora já lançou a música Make me, com a participação do rapper G- Eazy.

"O meu novo álbum é o início de uma nova era", escreveu a cantora de 34 anos na rede social Twitter.

Britney encontrou alguma estabilidade desde 2013, com um espetáculo permanente em Las Vegas. Glory será o primeiro álbum de Britney Spears desde 2013.

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio