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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Álbum com inéditos de Prince é publicado em setembro

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.05.18

Um álbum com canções inéditas de Prince vai ser posto à venda em setembro, disse à revista "Variety" o presidente da Atom Factory, Troy Carter, responsável pela gestão do património do músico, que morreu há dois anos.

Troy Carter, que também é o diretor de serviços criativos da Spotify, disse que o álbum de Prince estará centrado numa fase específica da carreira do músico de Minneapolis, em vez de incluir canções inéditas de diferentes momentos do seu percurso.

"Prince basicamente guardou tudo. Assim há décadas de música, vídeos, maquetes e é demorado o processo de verificar cada um destes elementos e investigar o seu contexto histórico. 'De onde vem isto? Quem colaborou? Onde foi gravado? Em que ano? É uma versão final?'", disse Carter para explicar a complexidade do processo em curso sobre o "enorme arquivo" de Prince.

Na semana passada, voltou a público uma nova versão de Nothing Compares 2 U, uma canção escrita por Prince, popularizada nos anos de 1990 por Sinéad O'Connor.

Além do álbum de inéditos, é também esperada, ainda este ano, a publicação da autobiografia que o autor de Purple Rain, Parade e Sign o'The Times, tinha em curso.

Prince morreu a 21 de abril de 2016, aos 57 anos, em consequência de uma overdose de analgésicos opióides, tendo sido encontrado sem vida em Paisley Park, a propriedade onde se situa a casa e o estúdio de gravação que construiu.

O jornal Star Tribune, de Minneapolis, noticiou que os herdeiros de Prince vão processar o hospital em Illinois, nos Estados Unidos, que tratou o músico uma semana antes da morte deste, por overdose.

O jornal, que cita a queixa, noticiou que o processo por morte por negligência foi apresentado na sexta-feira passada, em Chicago, contra um médico e um farmacêutico do Trinity Medical Center em Rock Island, hospital que assistiu Prince em 15 de abril de 2016, seis dias antes da sua morte.

Os seis herdeiros de Prince (a sua irmã Tyka Nelson e os seus meios-irmãos John Nelson, Norrine Nelson, Sharon Nelson, Alfred Jackson e Omarr Baker) alegam que os profissionais deste centro médico não fizeram tudo o que tinham de fazer para investigar o que estava a passar-se com o músico, nem para prevenir outra 'overdose'.

Os familiares de Prince denunciaram também a cadeia de farmácias Walgreens por entregar medicamentos ao músico, apesar de as receitas estarem em nome do seu empresário, Kirk Johnson.

Na semana passada, a justiça norte-americana excluiu avançar com um processo criminal, após a investigação sobre as circunstâncias da morte de Prince.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou igualmente um acordo com o médico Michael Todd Schulenberg, que tratou do músico norte-americano duas vezes antes da morte.

O médico admitiu ter receitado um analgésico a uma pessoa próxima de Prince, e disse ter consciência de que o fármaco era para o músico.

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Beach Boys editam álbum com a Royal Philharmonic Orchestra

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.05.18

Beach Boys editam álbum com a Royal Philharmonic Orchestra

O grupo Beach Boys edita a 8 de junho o álbum "The Beach Boys with the Royal Philharmonic Orchestra", gravado nos estúdios de Abbey Road, em Londres, anunciou a editora Universal Music.

O alinhamento apresenta 17 temas clássicos do grupo pop dos anos 1960, como "Fun, Fun, Fun", "Good vibrations", California Girls" e "God only knows".

Segundo a editora, a orquestra gravou este ano "novos arranjos orquestrais para complementar as clássicas harmonias vocais dos Beach Boys, tendo sido utilizadas as gravações originais do grupo".

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"Vai Madonna" é o novo single de Agir.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.04.18

Madonna, festival e plágio: Agir lança nova cançãoAgir partilhou este domingo, 29 de abril, um novo single do seu próximo disco. O videoclipe de "Vai Madonna" foi partilhado nas redes sociais.

Na letra do tema, o músico português fala sobre a chegada de Madonna a Portugal. "Vai Madonna (...) Se vem lá de fora, então, eu quero. Se vem de lá de fora, então, é bom. Já está na hora de eu ser sincero. O povo só gosta do do que importou", canta Agir no novo tema.

"Isto é só festival, futebol e fado. Desculpem mas assim fica complicado, eu já tinha o meu álbum quase fechado... mas há coisas que não dá para ficar calado (...) Espero manter-me imune ao contágio. Ai, hoje em dia só vejo comentários. O que era bom, hoje é plágio", canta ainda o músico.
 
Veja o videoclipe do tema:

 

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Álbum de Nelly Furtado entre os maiores falhanços de 2017 (Forbes)

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.04.18

Álbum de Nelly Furtado entre os maiores falhanços de 2017, diz Forbes

Nelly Furtado regressou aos discos em maio de 2017, com "The Ride".

A carreira de Nelly Furtado tem sido marcada por vários altos e baixos. Depois de conquistar os tops mundiais e vencer um Grammy, a cantora afastou-se dos holofotes da fama, tendo pelo meio editado "Mi Plan Tour", em 2010.

Mas a luso-canadiana está focada em voltar em grande ao mundo da música, querendo fazer aquilo que gosta com a sua editora independente. No final de março de 2017,  a artista editou "The Ride".

Para a Forbes, o disco da cantora foi um dos maiores falhanços do ano passado. "Nelly Furtado teve muito trabalho para recuperar o seu lugar entre as mulheres no topo dos tops da pop. Infelizmente, ela não foi capaz disso desta vez, e, de facto, as coisas foram ainda piores do que tinha sido antes", frisa a revista,

"Demorou cinco anos para fazer "The Ride" e, quando o fez, não tinha dinheiro suficiente para o projecto, pois optou por mudar para a sua própria editora. Nenhum dos singles fez sucesso", relembra a Forbes.

Os últimos discos de Katy Perry e Fergie também fazem parte da lista dos falhanços de 2017 para a Forbes.

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Tozé Brito edita “A Memória do Amor”nos seus 50 anos de percurso artístico

“A Memória do Amor” de Tozé Brito é o disco que vem celebrar 50 anos de carreira de um dos mais consagrados autores nacionais.

São 50 anos de contributo para a música portuguesa, quer enquanto cantor, letrista, compositor, quer como produtor e editor. A celebrar meio século de carreira, Tozé Brito presenteia-nos com um álbum de memórias revigoradas de grandes êxitos como “20 anos” e “Olá, Então Como Vais”, mas também com surpreendentes temas originais como “Ser Tudo Para ti” e “Amanhecer”.

O disco “A Memória do Amor” está disponível já em formato físico e digital e tem 11 canções. Nas palavras de Tozé Brito, este é um trabalho “simples, despretensioso, despido de arranjos, onde tentei registar a minha voz tal como ela é aos 66 anos, praticamente sem overdubs, reverberacão, compressão ou auto tunning, como se me estivessem a ouvir ao vivo, em casa, entre amigos. Gostei desta simplicidade de processos e da honestidade com que todos participámos e sentimos este álbum, um álbum de canções de amor de uma espontaneidade e ingenuidade que as impede de serem cerebrais. Têm por isso a simplicidade de um grande amor. É acima de tudo um álbum que gravei a pensar em todos aqueles que são o filme e a banda sonora da minha vida, que me acompanharam nos bons e nos maus momentos, a quem devo o que sou e a minha inspiração. É um tributo ao amor, à amizade e ao respeito, um álbum dedicado a quem segue estes valores supremos.”

Com centenas de canções escritas, Tozé Brito tem dado palavras às vozes e interpretações de nomes como Adelaide Ferreira, Ana Moura, Anjos, Carlos do Carmo, Cuca Roseta, Doce, Eugénia Melo e Castro, Fábia Rebordão, José Cid, Lúcia Moniz, Marta Plantier, Paulo de Carvalho, Ricardo Ribeiro, Simone de Oliveira, Victor Espadinha, entre muitos outros.

“A longevidade na arte e na cultura, quanto a mim, é a maior prova de qualidade a que podemos aspirar.” (Tozé Brito).

In: Harmúsica

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Oiça o primeiro single do novo disco de Cristina Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.02.18

Chama-se Eu por Engomar e é a primeira pista do álbum Branco, com data de lançamento marcada para 23 de fevereiro

O tema é composto por André Henriques e Filho da Mãe (Rui Carvalho) e é o primeiro que se conhece do disco a que o apelido de Cristina Branco dá nome, e que se segue a Menina (2016). Eu por Engomar, que já pode ser ouvida no Spotify e no You Tube, é tocada pelos habituais companheiros de Cristina Branco, os músicos Luís Figueiredo, Bernardo Moreira e Bernardo Couto. O videoclip é assinado por Joana Linda.

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Luís Cipriano grava novo CD

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 21.12.17

 

O seminário do Fundão foi o palco escolhido para a gravação de um CD com duas missas de Luís Cipriano, que reuniu cerca de 200 músicos numa parceria entre a Associação Cultural da Beira Interior e o Conservatório de Lisboa.
A gravação decorreu nos dias 8 e 9 de Dezembro e o trabalho está pronto deste ontem.
 

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Dias depois do transplante, Salvador Sobral lança “Excuse Me ao Vivo”

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.12.17

Dias depois do transplante, Salvador Sobral lança “Excuse Me ao Vivo” 

Salvador Sobral lançou esta sexta-feira “Excuse Me ao Vivo”um álbum gravado durante a digressão deste ano em Portugal.

Salvador Sobral, de 27 anos, conquistou o país com "Amar Pelos Dois", mas interrompeu o percurso porque necessitava de um transplante cardíaco.

Mas as boas notícias chegaram e Salvador Sobral já sorri e em jeito de comemoração editou esta sexta feira o álbum gravado ao longo da digressão que fez este ano em Portugal, “Excuse Me Ao Vivo”.

O disco inclui temas como “Nada Que Esperar” ou “Nem Eu” — que faziam parte de “Excuse Me” — mas também “Amar Pelos Dois”, que foi incluída em todos os concertos da digressão e surge no álbum numa versão jazz.

As restantes canções foram gravadas nos concertos no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música e no Centro Cultural de Ílhavo.

A capa de “Excuse Me Ao Vivo” mostra o Teatro Garcia de Resende, em Évora, onde Salvador Sobral actuou pela primeira vez depois da vitória no Festival da Canção.

In: Harmúsica

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Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

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Sara Tavares voltou e canta feliz como um puto atrás da bola

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.10.17

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e que cantou mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Fitxadu aparece depois de oito anos sem um disco, quando a vontade de cantar regressou, e com uma doença que lhe poderia ter tirado a voz pelo meio. Então juntou-se a Paulo Flores ou Toty Sa"Med para fazer música como "Eusébios e Pelés".

Quase deixámos de poder ouvir Sara Tavares. "Não queria fazer música, estava desmotivada, fiquei muito cansada com as tournées, não tinha vida. Sonhei muito com isto, fiz isto, e agora via-me do outro lado, a olhar para cá. Pensava que podia compor para outros, produzir, também vivi no campo, dois anos. Dar a cara tira muita energia, dares de ti, da tua vida verdadeira: sai-te mesmo da pele." Além disso, um tumor benigno que lhe apareceu (e depois reapareceu) no cérebro poderia ter-lhe roubado a voz. "Pensei que podia ser massagista, agricultora, tenho outros talentos. Houve uma parte quando estive doente em que havia a eventualidade de poder deixar de usar a fala. Podia sempre escrever, desenvolver a parte de compor."

Sara Tavares tem agora 39 anos. O país conheceu-a era ela uma miúda de 15 anos que vivia em Almada e queria ser como a Whitney Houston: "bonita, generosa, e rica". Foi a cantar uma música de Whitney que venceu o programa televisivo Chuva de Estrelas. Ri-se quando lhe lembramos esses adjetivos e fala da América, "única terra em que via os negros a serem bem-sucedidos. Olhava para aqui e só via o Eusébio, não havia outros negros na televisão." Sara, como quase toda a gente, demorou a chegar à sua pele. Agora que chegou, canta tudo isso num elétrico, feliz, urbano, e dançável Fitxadu, pelo qual esperámos oito anos. E quando, na Casa Independente, apareceu a dançar num concerto para amigos com Onda de Som, que abre o disco, dizia-se nervosa, pois havia quase um ano que não subia ao palco.

Em Fitxadu compôs, cantou e tocou com Paulo Flores, Toty Sa"Med , Loony Johnson, os ex-Buraka Som Sistema Kalaf Epalanga, João Pires, ou Conductor, ou o rapper Virgílio Varela; momentos em que, escreve no booklet do álbum, "andamos ali a correr como putos atrás da bola, e somos todos Eusébios e Pelés". Perguntamos-lhe o que é isso, e ela refere "aquelas fotografias das revistas de música" em que vemos Bob Marley ou Mick Jagger em plena sintonia com o seu público. E continua: "É aquela zona da alegria, do êxtase. Teres o som a passar por ti e passares a bola para outro, é um prazer indescritível."

O que a fez regressar? "Sempre que vejo uma pessoa a passar num carro e a curtir a música." E, claro, depois existem as músicas, que, conta ela na sua voz muito calma, vão aparecendo. Sara agarra no telemóvel e mostra a aplicação Dictaphone. Passa por uma lista enorme onde vemos passar Coisas Bunitas, que faz parte do álbum. Paramos em janeiro de 2016 e Sara põe a tocar uma canção que fez com os rappers Beware Jack e Double (Virgílio Varela) e que não terminaram.

A música de uma Lisboa africana

Em tempos ela disse-se portuguesa, depois cabo-verdiana, e ainda afro-portuguesa; hoje, quando é preciso dizer de onde vem, Sara diz-se "lisboeta, com muito orgulho". Filha de cabo-verdianos, só conheceu o país depois de ter vencido o Chuva de Estrelas, e só então começaria a falar o crioulo (que já entendia) em que canta ao longo de quase todo o Fitxadu. "Acho que a pessoa ganha mais consciência da sua identidade nascendo num sítio como Lisboa do que às vezes nascendo no Mindelo, Luanda, ou Bissau, porque está tão adquirido ali." Não é por acaso que este seu álbum, muito mais do que Xinti (2009), é um reflexo dessa Lisboa que vai do seu centro até Galinheiras, Cova da Moura, ou Barreiro. "Tem muito dessa Lisboa, e eu quero conhecer mais. Há muitos quartinhos ali a pulsar música."

Quando lhe perguntamos como vai evitar cair de novo numa espiral de tournées que lhe o tirem o tempo para viver, Sara explica que o panorama da chamada world music mudou: "Já não é uma descoberta. Agora estamos a viver um revival da música eletrónica, urbana. Acho que estamos mais em sintonia uns com os outros, porque eu senti-me discriminada quando estava a fazer o circuito da world music. Via-me sempre a dar palestras sobre a história da lusofonia, às vezes a cantar mornas, não porque me apetecia. Às vezes só me faltava ir fazer a cachupa e o bacalhau para servir no fim dos concertos."

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e aquela que cantava mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Na música que dá nome ao álbum, Fitxadu, canta em crioulo algo como "as coisas boas do mundo não têm corte, estão fechadas aqui no meu peito". "É uma coisa forte: abraço fitxadu. Aquela amizade que eu tenho por ti guarda fitxada." Diz-vos ela.

In: dn.pt

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A Charamela da Universidade de Coimbra, sob direção do maestro Francisco Relva Pereira, edita o seu primeiro CD, que inclui composições dos séculos XVI e XVII, além do “Hino Académico” oitocentista, de José Medeiros.
A existência deste agrupamento musical remonta ao século XV, mas “grande parte do repertório [mais antigo] desapareceu”, existindo todavia “algumas peças dispersas que se encontram na Biblioteca Geral” da instituição, disse à agência Lusa Francisco Relva Pereira. Entre as peças do repertório histórico, foi identificada uma do português José Maurício (1752-1815), da Universidade de Coimbra.

Na música antiga, charamela correspondia a um instrumento de sopro, de madeira, antepassado dos atuais clarinetes. Para o CD, editado pela Framart, da Associação António Fragoso (AAF), foram gravadas 22 obras de diferentes compositores europeus, sobretudo da Renascença tardia e do Barroco inicial (séculos XVI, XVII), mas também da síntese mais tardia do século XVIII (Georg Frideric Handel e Johann Christian Bach), além do “Hino Académico”, de autoria de José de Medeiros (1827-1907).

A atual Charamela da Universidade de Coimbra é composta por dez músicos. Segundo o maestro, “esta é a forma mais tradicional” do agrupamento, “que se mantém desde os primórdios do século XX”, semelhante à existente no século XIX.
A Charamela foi no entanto reorganizada em 2015, com a atual composição, depois de ter sido composta por um grupo de músicos recrutados na Banda do Exército, estacionada em Coimbra, entre meados da década de 1990 e 2006, e por um quinteto (dois trompetes, dois trombones e uma tuba), de 2006 a 2015, “o que quebrou a tradição”.

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Rui Massena integra compilação da Deutsche Grammophon

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.09.17

Rui Massena integra compilação da Deutsche Grammophon 

Rui Massena integra Expo I, uma compilação da Deutsche Grammophon com os mais importantes compositores contemporâneos, onde estarão também temas de Max Richter, John Cage, Jóhann Jóhannsson ou Ludovico Einaudi

A 29 de Setembro chega ao mercado "Expo 1", uma nova compilação da Deutsche Grammophon que reúne num duplo CD alguns dos mais importantes compositores contemporâneos, entre eles o maestro português Rui Massena, que neste disco estará lado a lado com nomes como Ludovico Einaudi, Max Richter, Jóhann Jóhannsson ou John Cage.

Rui Massena recebe assim o reconhecimento como um dos grandes compositores do actual panorama da música clássica.
Rui Massena vai estar nesta compilação com a composição "Valsa", que faz originalmente parte do álbum "Ensemble" (2016), gravado com a Czech National Orchestra, e que chegou ao 1.º lugar do top nacional de vendas.

"Expo 1" reúne uma série de compositores e intérpretes que não mais se regem por trâmites rígidos do que significa a música erudita.

"Expo 1" apresenta assim as vozes mais importantes do panorama actual da composição pós-minimalista, onde a música contemporânea clássica e vários estilos de música popular alternativa colidem”.

O resultado é um caleidoscópio fascinante de estilos e abordagens musicais individuais, tanto na composição como na interpretação.

Jonny Greenwood, Hauschka, Philip Glass, Ólafur Arnalds são outros dos compositores representados em "Expo 1" ao lado do português Rui Massena.

"Berlin by Overnight CFCF Remix", de Max Richter, interpretada pelo violinista Daniel Hope e o contrabaixista Jochen Carls é editada pela primeira vez em CD nesta compilação.
"Expo 1" irá estar também disponível num LP com 14 temas seleccionados a partir do alinhamento do duplo CD, mas também em formato digital e em streaming.

Rui Massena continua em digressão pelo país e já em Novembro próximo estreará o novo espectáculo - Rui Massena Band - no Misty Fest, em Lisboa e Porto.

02 de Novembro: CCB, Lisboa - Misty Fest [bilhetes]

11 de Novembro: Casa da Música, Porto - Misty Fest [bilhetes]

05 de Dezembro: Conservatori Del Liceu, Barcelona, Espanha

16 de Dezembro: Convento São Francisco, Coimbra

26 de Janeiro - Theatro Circo, Braga

03 de Março - Teatro Micaelense, Ponta Delgada

In: Jornal Hardmúsica

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Concerto de Rodrigo Pinheiro na Moagem. 1 SET, 21h30.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.08.17

Foto de Município do Fundão.

A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão recebe no próximo dia 1, sexta-feira, às 21:30h, o concerto a solo do pianista Rodrigo Pinheiro.
Este concerto, com entrada gratuita, será o resultado de uma residência que o pianista irá realizar, de 28 de agosto a 1 de setembro, na Moagem e cujo objetivo é a gravação do seu primeiro disco a solo.
Rodrigo Pinheiro nasceu na Covilhã em 1973, começou a estudar piano aos 5 anos no Conservatório de Música da Covilhã e mais tarde no Conservatório de Música de Lisboa. Partindo de “uma abordagem intuitiva à improvisação e exploração tímbrica do piano na sua abordagem mais clássica e pela utilização de técnicas extensivas, a sua música caracteriza-se pela energia, polirritmia e contrastes, tendo para isso contribuído os vários workshops de improvisação e composição em que participou com músicos como Carlos Zíngaro, Peter Kowald, Gunther Muller e Patrick Brennan”.
Em 2010, juntamente com Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini, formou o *RED* trio, que tem sido o seu principal projeto nos últimos anos, com oito álbuns editados em editoras como a Clean Feed e Nobusiness Records. É, também, membro do quarteto *Clocks & Clouds*.
Tocou com músicos como Hernâni Faustino, Gabriel Ferrandini, Per Anders Nilsson, John Zorn, Nobuyasu Furuya, Nate Wooley, John Butcher, Lotte Anker, Joe McPhee, Keir Neuringer, Rodrigo Amado, Ernesto Rodrigues, José Oliveira, Nuno Torres, Ricardo Jacinto, Blaise Siwula, Nuno Rebelo, Jason Stein, Hiroshi Kobayashi, Cristin Wilboltz, Pedro Sousa, Albert Cirera, Gerard Lebik, Piotr Damasiewicz, João Camões, Miguel Mira, Luís Vicente, Marco Franco, entre muitos outros.

Tem tocado e gravado em países como Portugal, Estados Unidos da América, Holanda, Alemanha, Áustria, Polónia, Noruega, Sérvia, Roménia, Lituânia e Rússia.

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O novo álbum dos portugueses Moonspell, "1755", numa relação com o terramoto, a ser editado a 03 de novembro, é totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado, disse à Lusa o vocalista Fernando Ribeiro.

Gravar um álbum totalmente cantado em português, ao fim de 25 anos de carreira, "foi uma decisão artística, como tudo nos Moonspell". "A razão foi extremamente simples. O disco liricamente é sobre Lisboa, sobre o que aconteceu na cidade [o terramoto de 1755] e sobre o que aconteceu em Portugal. Utilizamos não só expressões idiomáticas portuguesas, como muitas vezes dizemos Lisboa e Portugal e não queríamos dizer isso em inglês", explicou Fernando Ribeiro em declarações à Lusa.

Nas letras há muitos "nomes e coisas de cá, tipicamente portuguesas", daí a banda recorrer, "pela primeira vez, de forma absoluta, ao português como língua para um disco". "Na nossa cabeça faz todo o sentido", disse.

O disco sai em novembro e o primeiro 'single', assim como o respetivo vídeo, deverá ser divulgado em setembro.

In: Lusa

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Chk Chk Chk dão três concertos em outubro em Portugal. Um deles no Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.08.17

Chk Chk Chk dão três concertos em outubro em Portugal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O grupo norte-americano !!! (Chk Chk Chk) atua em outubro em Portugal, para concertos em Lisboa, Porto e Fundão, a propósito da apresentação do álbum “Shake the shudder”.

A banda, que cancelou a passagem em agosto pelo festival de Paredes de Coura, agendou agora concertos a 19 de outubro no espaço Lisboa ao Vivo, no dia seguinte no Octógono, no Fundão, e no dia 21 no Hard Club, no Porto.

Tendo já atuado antes em Portugal, os Chk Chk Chk, formados em 1996, contam agora com um novo álbum, o sétimo da discografia e editado em maio passado, “produto das suas raízes punk, mas que também incorpora algumas influências da eletrónica transatlântica”, afirma a promotora em comunicado.

A primeira vez que os Chk Chk Chk atuaram em Portugal foi no verão de 2005, precisamente em Paredes de Coura.

 

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Diabo a Sete no “Verão em Alta” na Guarda 

Diabo a Sete que estado em digressão nacional vai ao “Verão em Alta na Guarda” apresentar o seu mais recente disco “Figura de Gente“.

Com uma sonoridade muito própria, Diabo a Sete inspira-se na tradição musical para criar o seu reportório de temas originais com roupagens contemporâneas, em que a sinergia do grupo faz de cada concerto uma festa de celebração da música portuguesa.

Na próxima sexta-feira, dia 21 de Julho, o grupo dará um concerto nos claustros do Paço da Cultura da Guarda, pelas 22:00, no âmbito do programa “Verão em Alta”, organizado pelo município.

Uma iniciativa para todos os públicos e de entrada livre.

In: Hardmúsica

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Salvador Sobral e os Norton na agenda cultural do trimestre em Castelo Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.07.17

Salvador Sobral e os Norton na agenda cultural do trimestre em Castelo Branco 

Concertos com Salvador Sobral e os Norton são destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o terceiro trimestre do ano, período que inclui ainda uma iniciativa onde contadores de histórias dinamizam sessões em espaços emblemáticos da cidade.

A agenda Cultura Vibra, inclui ainda um conjunto vasto de iniciativas culturais para todos os gostos, desde sessões com contadores de histórias, exposições, espétáculos variados, entre os quais de música, sendo uma agenda cultural sempre com o verão em mente e privilegiando os espaços ao ar livre.

"Esta agenda corresponde também ao período de estreia de espetáculos por grupos sediados no concelho, como é o caso dos Tramédia, Terceira Pessoa e Pé de Pano, bem como mais dois concertos pelo João Roiz Ensemble e uma apresentação especial dos Norton, na Devesa.

Mais uma vez, está aqui bem patente a dinâmica cultural de base local, um dos principais eixos da nossa estratégia”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Salvador Sobral sobe ao palco do Cineteatro Avenida no dia 15, a partir das 22:00, para dar um concerto e apresentar o seu disco de estreia “Excuse Me”.

Nos dias 28 e 29, às 22:45, regressam as Noites Azuladas no Cargaleiro, com o jazz em destaque, no anfiteatro situado junto ao museu dedicado ao mestre, na Praça Manuel Cargaleiro.

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Rodrigo Serrão apresenta “Stick to the Music” em Lisboa, Covilhã e no Algarve 

Rodrigo Serrão, o primeiro músico português a utilizar um “chapman stick”, apresenta o seu primeiro álbum a solo na quarta-feira, em Lisboa, ponto de partida para uma digressão por cinco palcos.

Quarta-feira, Rodrigo Serrão apresenta o seu álbum “Stick to the Music”, na Associação José Afonso, num concerto de homenagem a José Afonso (1929-1987), que conta com a participação da cantora Fernanda Paula, que faz parte do projeto discográfico.

Na quinta-feira, Rodrigo Serrão atua na Feira de São Tiago, na Covilhã, na Beira Baixa.

Editado em março último, o álbum “Stick to the Music” é constituído por 12 temas, no qual pela primeira vez um músico português utiliza o “chapman stick”, instrumento criado pelo músico de jazz Emmett Chapman, nascido há 80 anos nos Estados Unidos, embora o primeiro português a ter um tenha sido o músico Ricardo Mendes, “stickista” do Porto.

Sobre este trabalho discográfico, o compositor e produtor explicou que partiu do repertório clássico e de peças tradicionais de raiz europeia, propondo “um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música”.

“Stick to the Music” é também o primeiro CD em que Rodrigo Serrão dá a conhecer a sua voz, logo no primeiro tema, “Hei-de Amar-te a Vida Inteira”, cuja interpretação partilha com Fernanda Paula.

Em declarações à agência Lusa, Rodrigo Serrão afirmou que “a reação do público ao CD tem sido fantástica” e constituiu uma “surpresa” para si.

“Começou por ser uma brincadeira, mas tem sido em crescendo a procura de concertos, e as pessoas têm curiosidade pelo ‘chapman stick’, e por outro lado, gostam de ouvir dizer poesia, que é algo que temos de memória, mas que parecia hoje em dia um pouco arredado da cena musical”, disse.

“O sucesso assusta um pouco por ter sido tão rápido”, referiu.

No dia 31 de julho, Rodrigo Serrão atua no espaço Duetos da Sé, em Lisboa, no dia 09 de agosto, na FNAC do Algarve Shopping, na Guia, em Albufeira, e, no dia seguinte, na FNAC do Fórum Algarve, em Faro.

Sobre este trabalho discográfico, o compositor e produtor explicou que partiu do repertório clássico e de peças tradicionais de raiz europeia, propondo “um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música”.

Maria Ana Bobone, Joana Pessoa e André Peres são outros dos convidados de Rodrigo Serrão que participam neste CD, que, segundo o músico, “é para as pessoas que [com ele] se atiram no escuro quando tudo é incerteza e ainda nada se sabe”.

O álbum inclui, entre outros temas, “Canção de Alcipe” (Armando Rodrigues/Afonso Corrêa Leite), “Dança Palaciana” (Carlos Paredes), “Um Bom Dia” (Rodrigo Serrão) e a canção tradicional irlandesa “Saddle the Pony”.

Com 25 anos de carreira, músico, letrista e produtor, Rodrigo Serrão começou os estudos musicais aos sete anos, tendo-se iniciado na flauta transversal, no Conservatório de Coimbra, e estudado guitarra, baixo, piano e ainda contrabaixo.

Sobre a escolha do repertório do álbum, Rodrigo Serrão afirma: “Há algo que reconhecemos sempre neste sentir português… Não se reduz às características de uma linguagem musical e está muito para lá dos instrumentos que a tocam. Na verdade está em todo o lado: na terra, na água, nos silêncios, nos olhares e nas palavras e, para nós, traduz-se sobretudo entre pausas, na escolha segura de certas notas”.

Sendo este o seu primeiro CD a solo, o músico participou em mais de 100 discos com nomes como José Cid, Paulo de Carvalho, Anabela, Romana, Vicente da Câmara, Pedro Barroso, o agrupamento Rouxinol Faducho, Mikkel Solnado, Dulce Pontes e Maria Ana Bobone, com quem realizou uma parceria, em 2011, acompanhando-a ao piano na interpretação de fados.

In: Lusa

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Concerto de João Caetano na Moagem. 16 JUN, 21h30.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.06.17

Concerto de João Caetano na Moagem 

A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão, vai receber no dia 16 de junho, às 21.30h, o concerto de João Caetano, percussionista da bande de jazz britânica “Incognito”.

João Caetano estreia o projeto a solo em português, com o lançamento de EP e vários showcases. O EP de três faixas tem o nome do músico e será distribuído digitalmente pela Sony Music.

Nascido em Macau, onde completou o Conservatório de Macau na disciplina de violino, partiu com uma bolsa para Inglaterra, onde embarcou numa nova aventura e escolheu a percussão.

Acumulou um percurso musical amplo e variado com os Incognito, tendo já colaborado com nomes incontornáveis do panorama internacional da música, o caso de Chaka Khan, Mario Biondi, Anastasia, Leona Lewis, Jessie J e Dione Bromfield.

O novo projeto assenta numa cultura de “preservação da tradição popular Portuguesa”, reinventa a tradição e valoriza a estética moderna, levando a palco temas originais e uma variedade de instrumentos onde se incluem os bombos, a guitarra portuguesa e instrumentos chineses.

O EP, que também tem produção do músico, foi gravado, misturado e masterizado pelo britânico Mo Hausler no Livingstone Studios, em Londres, e conta com as participações especiais de músicos do atual panorama do Fado, de Ângelo Freire (Guitarra Portuguesa), de Pedro Soares (Viola de Fado) e de Maria Emília Reis (Voz do Fado), assim como de músicos chineses.

As faixas são “O Poema à Minha Cidade”, “Eterno Farol” e “Vale do Rossio”, as duas primeiras com letra de João Caetano e a última de Paulo Abreu Lima.

Os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira da Moagem e terão o custo de cinco euros.

 

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Ana Bacalhau em "Nome Próprio"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.05.17

Ana Bacalhau, voz da Deolinda, estreia-se a solo com a canção "Ciúme". O primeiro disco sai a 20 de outubro.

Nome Próprio, título do primeiro disco de Ana Bacalhau foi anunciado hoje, ao mesmo tempo que o single Ciúme, com letra e música de Miguel Araújo.

"Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de Nome Próprio. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer", lê-se no comunicado enviado às redações.

Ana Bacalhau escreve Eu e Menina Rabina, ambas com música de Henrique Janeiro. Deixo-me Ir foi escrita e composta pela cantora.

Entre os músicos que participam no disco está José Pedro Leitão, contrabaixista da Deolinda. Estão lá também Luís Figueiredo, no piano e teclados (o mesmo que fez arranjos para a canção vencedora do Festival da Eurovisão, Amar Pelos Dois) Luís Peixoto (cavaquinho), Alexandre Frazão (bateria). No primeiro single, Mário Delgado (guitarra elétrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho) são os músicos convidados.

Cinco canções serão lançadas até 20 de outubro e o álbum ficou disponível em pré-venda desde o passado dia 25 de maio.

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio