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Filarmónica Recreativa Cortense

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Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Petição “As artes e a cultura para além da crise” no Parlamento


Os promotores da petição “As artes e a cultura para além da crise” entregaram dia 29 de Novembro à presidente da Assembleia da República (AR) aquele documento com 4.483 assinaturas, no qual consideram os cortes na cultura uma “ofensiva perigosa” ao sector.

Vítor Pinto Ângelo, o primeiro subscritor, disse à Lusa que a presidente da AR, Assunção Esteves, se mostrou disponível para que o documento seja, em breve, discutido na comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura.

Para o primeiro subscritor da petição, os cortes que estão a afectar a área da Cultura são “uma ofensiva perigosa que põe em risco não só muitas estruturas das artes como muitos trabalhadores da área, que em Portugal devem rondar os 120 mil”.

Os promotores da subscrição não se mentalizam com o facto de “em oito anos a afetação de verbas do Orçamento do Estado para a cultura tenha passado dos 0,7 por cento para os 0,2 por cento”.

“Isto é um assalto brutal à própria Constituição da República, porque cabe ao Estado promover a cultura”, defendeu Vítor Pinto Ângelo.

Além disso, “o que o Estado está a fazer é a promover a mercantilização das artes”, observou.
Publicada na Internet a 27 de Outubro, a petição tem como primeiros subscritores Victor Pinto Ângelo, Nuno Góis e António Ângelo Vasconcelos.
Entre outras exigências, os promotores do documento reclamam do Parlamento que seja criada uma Lei de Bases da Cultura, que consagre a afectação
de pelo menos um por cento do Orçamento do Estado para a Cultura.
A petição continua a circular na Internet.

Nós ja assinámos (assinatura 4635).

In: Hardmúsica

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