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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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* 967 687 837 * 967 706 294 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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A Orquestra Gulbenkian vai tocar pela primeira vez atrás das grades

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.06.18

Pela primeira vez em 50 anos, a orquestra atua no dia 9 de junho num estabelecimento prisional, em Leiria, no âmbito da primeira apresentação pública da terceira edição do projeto "Ópera na prisão", que estreia Só Zerlina, ou Così Fan Tutte?

Na Tanoaria do Estabelecimento Prisional de Leiria, a orquestra toca, no sábado, com um elenco formado por reclusos e solistas profissionais. Um momento histórico que potencia as virtudes do projeto, sublinha o diretor artístico da Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), que coordena "Ópera na Prisão".

"É a primeira vez que a Orquestra Gulbenkian toca dentro de uma prisão, e, ao que sabemos, é a primeira vez que, em todo o mundo, uma orquestra com este nível profissional acompanha uma ópera dentro de uma prisão", afirma Paulo Lameiro, o diretor artístico da SAMP.

"Estamos a falar da mais prestigiada orquestra portuguesa. Ter a acompanhar esta ópera a Orquestra Gulbenkian elevou naturalmente todo o nível artístico da produção, pois solistas e reclusos, técnicos de luz e som, orquestradores e encenador, e todos os muitos profissionais que envolve qualquer produção de ópera, se deixaram contagiar pela responsabilidade desta prestigiada formação artística", explica o diretor artístico, admitindo que viagem da orquestra até Leiria implica "um esforço perfeitamente anómalo" à atividade normal.

Estreado pela SAMP em 2003, o projeto "Ópera na Prisão" funcionou durante três anos. Em 2014 regressou com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, integrado no programa Partis, que visa a integração social através das práticas artísticas.

No quinto ano desta nova fase, o foco de "Ópera na Prisão" incide sobre as famílias dos reclusos. Além dos 40 detidos envolvidos, também 60 familiares trabalham com a SAMP fora do contexto prisional.

Paulo Lameiro realça os resultados: "São visíveis e observáveis. Diria que o mais emblemático de todos é que, para esta vinda da Orquestra da Fundação Gulbenkian ao Estabelecimento Prisional de Leiria, teremos entre a equipa de técnicos profissionais um jovem que na edição anterior era um dos reclusos participantes".

Mas há mais: no público vão estar alguns jovens que também participaram na "Ópera da Prisão" em anos anteriores.

"Estando já em liberdade, quiseram mesmo entrar de novo na prisão que os cativou tantos anos, para aí ver e ouvir o que eles sabem bem: quanto suor custou a todos os participantes", frisa.

Para o diretor artístico, contudo, o efeito mais significativo "não é medível em nenhuma escala usada para classificar o impacto social destes projetos". E recorda o caso de outro recluso que fez parte do elenco da ópera anterior.

"Está hoje em liberdade, tem um emprego, uma mulher e um bebé de três meses, a quem acalma as cólicas da noite - para surpresa e estupefacção da mulher! - cantando-lhe as árias que aprendeu na prisão".

Intitulada "Pavilhão Mozart", a terceira edição contempla também a criação dentro do Estabelecimento Prisional de Leiria de "um centro de artes performativas cujo 'modus operandi' se pretende aberto à comunidade exterior para mostrar os trabalhos aí realizados pelos reclusos".

Segundo Paulo Lameiro, "depois de um longo processo", vão começar, entretanto, as obras numa das oficinas do Estabelecimento Prisional dedicado a jovens, para capacitar o espaço com meios de criação e apresentação artística.

"Vai mesmo nascer o Pavilhão Mozart. Em outubro iniciam-se três trimestres de criação com companhias de dança e teatro, já a funcionar no novo espaço, no qual a comunidade poderá depois ir assistir aos espetáculos que desse trabalho resultarem".

Após a estreia em Leiria, "Só Zerlina, ou Così Fan Tutte?" terá apresentação em Lisboa, no Grande Auditório Gulbenkian, nos dias 12 e 13 de julho, culminando o segundo ano da terceira edição.

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