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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Rock in Rio: música e humor, novas confirmações para o Super Bock Digital Stage

Rock in Rio: música e humor, novas confirmações para o Super Bock Digital StageInês Rochinha, Môce dum Cabréste, Paulo Sousa, João Sousa e Adriana Silva são as mais recentes confirmações do Super Bock Digital Stage.

Os influenciadores Inês Rochinha, Môce dum Cabréste, Paulo Sousa, João Sousa e Adriana Silva são as mais recentes confirmações do Super Bock Digital Stage. “um palco que dá voz aos fenómenos do entretenimento online com apresentações de música, humor, cinema, dança e muitas outras performances”.

A organização do Rock in Rio-Lisboa acaba de anunciar cinco novos nomes para subirem ao palco mais digital da Cidade do Rock! 

Inês Rochinha, Môce dum Cabréste, Paulo Sousa, Adriana Silva e João Sousa juntam-se, assim, aos quatro youtubers já confirmados para o Super Bock Digital Stage, trazendo espectáculos com muito humor e um toque de lifestyle.

Neste palco, dedicado aos fenómenos do entretenimento online, haverá performances de música, dança, humor, concursos, game, cinema e muito mais. 

Agora é a vez destes digital influencers se juntarem a D4rk Frame, Windoh, Wuant e SirKazzio, contribuindo para pintar a programação com “pinceladas” de humor e boa disposição, numa experiência inédita que irá oferecer ao público a possibilidade de assistir ao vivo, pela primeira vez, a performances exclusivas que, até então, apenas poderiam acompanhar nas redes sociais.

As dicas de lifestyle de Inês Rochinha, os concertos humorísticos de Môce dum Cabréste, as canções e desafios loucos de Paulo Sousa, as aventuras arrojadas de João Sousa e a rotina da Adriana Silva darão mote aos espectáculos que estes fenómenos irão apresentar no Super Bock Digital Stage, nos dias 23, 24, 29 e 30 de Junho, na Cidade do Rock.

Recorde-se que esta edição do Rock in Rio-Lisboa marca a estreia do Super Bock Digital Stage em Portugal.

Depois do sucesso alcançado em 2017, na edição do evento no Brasil, este palco traz para Lisboa a missão de promover uma interacção directa entre o público e os influenciadores digitais, num espectáculo inédito , aproximando ao mesmo tempo os diferentes públicos que passam pela Cidade do Rock do universo e linguagem

FNAC em busca de artistas revelação 2018. Inscrições até 9 de abril

Sob o lema “Chega Onde Quiseres”, a FNAC arranca com o seu programa-bandeira que há mais de 15 anos apoia e promove artistas nacionais promissores que se distingam em diversas áreas da cultura, está de regresso com muitas novidades e com a integração de quatro categorias a concurso: Cinema, Escrita, Fotografia e Música.

Na categoria de Cinema está a concurso uma curta-metragem de ficção ou animação com a duração máxima de 8 minutos; na Escrita procura-se um conto literário original inspirado num clássico da literatura nacional ou internacional; na Música terá de ser apresentada uma faixa de uma música original; e na Fotografia um portefólio de fotografias.

As inscrições para o programa são gratuitas e encerrarão a 9 de abril.

Os premiados das distintas categorias são revelados no fim de maio, na Gala de entrega de prémios, “Novos Talentos FNAC 2018”.

Outra novidade deste ano é a forma de candidatura que será unicamente em formato digital.

A participação está aberta a todos os residentes em Portugal, com idade igual ou superior a 18 anos.

“No ano comemorativo dos 20 anos da FNAC em Portugal, reforçamos a nossa aposta no programa Novos Talentos FNAC com o regresso da Escrita e com uma nova categoria, o Cinema. A nossa missão e o nosso lema é incentivar os artistas a dar asas à sua criatividade e talento, para que tenham a oportunidade de crescer e chegarem onde quiserem. Esta nova edição conta com inúmeras novidades e a nossa expectativa é poder chegar a mais artistas promissores que se distingam pela qualidade e inovação. Convidamos júris e parceiros conceituados dos vários quadrantes que vêm abrilhantar o programa”, explica Inês Condeço, diretora de Comunicação da FNAC.

Para mais informações consulte os Regulamentos dos Concursos no site oficial: https://www.fnac.pt/novostalentos

Cláudia Pascoal vence e representa Portugal na Eurovisão

A canção “O Jardim” de Cláudia Pascoal vai representar Portugal no Festival da Eurovisão. As 14 canções da final do Festival da Canção desfilaram ontem pelo Pavilhão Multiusos de Guimarães.

Festival da Canção. Cláudia Pascoal vence e representa Portugal na Eurovisão

A música vencedora foi escolhida através da pontuação atribuída pelos júris regionais e pelo público, através do televoto. Tanto a pontuação do júri como a do televoto valem 50 por cento do total. Em caso de empate, a decisão cabia ao público. 

A música de Cláudia Pascoal, composta por Isaura, ficou em segundo lugar na votação dos júris regionais, recebendo 10 pontos. O tema foi o mais votado no televoto, tendo recebido 12 pontos.

O tema conseguiu ao todo 22 pontos, a mesma pontuação obtida pela canção “Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada” de Catarina Miranda. Ditam as regras que, em caso de empate, o público é soberano. Cláudia Pascoal sagrou-se assim vencedora do Festival da Canção 2018.

Em entrevista à RTP depois da vitória, a cantora mostrou-se ainda nervosa e incrédula perante o resultado. "Não acredito que vou estar na Eurovisão, no meu país", sublinhou.

Cláudia Pascoal vai representar Portugal no Festival da Eurovisão que se realiza em Lisboa nos dias 8, 10 e 12 de maio. Enquanto vencedor da última edição, Portugal organiza o espetáculo deste ano e tem acesso direto à final de dia 12 de maio.

Sai Diogo Piçarra, do Festival da Canção, entra Aline Frazão e Susana Travassos

Sai Diogo Piçarra, do Festival da Canção, entra Aline Frazão e Susana Travassos

Com o abandono do concorrente Diogo Piçarra, no Festival da Canção, a RTP decidiu "de acordo com o regulamento" atribuir o lugar do concorrente a Aline Frazão e Susana Travassos.

Em comunicado a estação que detem o Festival da Canção, RTP, afirmou que "compreende e respeita a decisão do compositor e intérprete Diogo Piçarra de retirar “Canção do Fim” do Festival da Canção 2018".

Referiu também que "independentemente dos argumentos e questões colocadas sobre o tema, a RTP não duvidou em momento nenhum da integridade do artista, cuja carreira já fala por si".

Tendo decidido que "no lugar da primeira classificada, estará o tema composto por Aline Frazão e interpretado por Susana Travassos, “Mensageira”, 8º lugar na segunda semifinal", sublinhando que é "de acordo com o regulamento".

O tema “Mensageira” assume o número 760 100 802, sorteado para Diogo Piçarra,, com a contagem a iniciar-se do zero a partir de agora.

A final do Festival da Canção realiza-se no próximo domingo, 04 de Março, às 21:00 no Multiusos de Guimarães.

Idanha-a-Nova participa no Encontro das Cidades Criativas da Música da UNESCO

Idanha-a-Nova participa no Encontro das Cidades Criativas da Música da UNESCO

Idanha-a-Nova, Cidade Criativa da UNESCO, na área da Música, esteve presente no último encontro das cidades que integram esta rede da UNESCO e que decorreu este mês de fevereiro, em Kingston, na Jamaica.

Estiveram ainda presentes representantes de Adelaide (Austrália), Amarante (Portugal), Daegu (Coreia do Sul), Glasgow (Escócia), Hamamatsu (Japão), Hannover (Alemanha), Katowice (Polónia), Norrköping (Suécia) e Kingston.

O encontro, presidido pela Ministra da Cultura, Género, Entretenimento e Desporto da Jamaica, decorreu de 15 a 18 de fevereiro, com o objetivo de estreitar os laços e estratégias entre as comunidades classificadas pela UNESCO como Cidade Criativa da Música.

A Rede de Cidades Criativas da UNESCO visa desenvolver a cooperação internacional entre cidades e comunidades que identificaram a criatividade como um fator estratégico para o desenvolvimento sustentável.

Em 2015, Idanha-a-Nova foi designada a primeira Cidade da Música da UNESCO, em Portugal, como parte da Rede de Cidades Criativas da UNESCO.

António Rosado - Recital de Piano. 2 MAR, 21h30, Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco

Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

Dele disse a revista francesa Diapason que é um "intérprete que domina o que faz. Tem tanto de emoção e de poesia, como de cor e de bom gosto."
António Rosado tem uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente, corolário do seu talento e do gosto pela diversidade, expressos num extenso repertório pianístico que integra obras de compositores tão diferentes como Georges Gershwin, Aaron Copland, Albéniz ou Liszt. Esta versatilidade permitiu-lhe apresentar, pela primeira vez em Portugal, destacadas obras como as Sonatas de Enescu ou paráfrases de Liszt, sendo o primeiro pianista português a realizar as integrais dos Prelúdios e também dos Estudos de Claude Debussy. No registo dos recitais... pode incluir-se também a interpretação da integral das sonatas de Mozart e Beethoven.
Actuou em palco, pela primeira vez, aos quatro anos de idade. Os estudos musicais iniciados com o pai tiveram continuidade no Conservatório Nacional de Música de Lisboa onde terminou o curso Superior de Piano, com vinte valores. Aos dezasseis anos parte para Paris, e aí vem a ser discípulo de Aldo Ciccolini no Conservatório Superior de Música e nos cursos de aperfeiçoamento em Siena e Biella (Itália).
Em 1980, estreou-se em concerto com a Orchestre National de Toulouse, sob a direcção de Michel Plasson e desde essa data tem tocado com inúmeras orquestras internacionais e notáveis maestros como: Georg Alexander Albrecht, Moshe Atzmon, Franco Caracciolo, Pierre Dervaux, Arthur Fagen, Léon Fleischer, Silva Pereira, Claudio Scimone, David Stahl, Marc Tardue e Ronald Zollman.
Também na música de câmara tem actuado com prestigiados músicos como Aldo Ciccolini, Maurice Gendron, Margarita Zimermann, Gerardo Ribeiro ou Paulo Gaio Lima, com o qual apresentou a integral da obra de Beethoven para violoncelo e piano. Laureado pela Academia Internacional Maurice Ravel e pela Academia Internacional Perosi, António Rosado foi distinguido pelo Concurso Internacional Vianna da Motta e pelo Concurso Internacional Alfredo Casella de Nápoles. Estes prémios constituem o reconhecimento internacional do seu virtuosismo e o impulso para uma brilhante carreira, com a realização de recitais e concertos por todo o Mundo, e a participação em diversos festivais. Na década de 90, foi o pianista escolhido pela TF1 para a gravação e transmissão de três programas - música espanhola e portuguesa, Liszt e, por fim, um recital preenchido com Beethoven, Prokofiev, Wagner, Liszt. Desde a década de 80, participou inúmeras vezes no Festival de Macau, nomeadamente com a Orq.Gulbenkian, Orq.M.L., Orq.N. da China - no concerto inaugural do Centro Cultural de Macau - Orq. Xangai, Orq. de Câmara de Macau e ainda com o clarinetista António Saiote.
O seu primeiro disco gravado na década de 80, em Paris, é dedicado a Enescu. Outros discos se seguiram, nomeadamente, as obras para piano de Vianna da Motta; um cd comemorativo dos 150 anos da passagem de Liszt por Lisboa; a Fantasia de Schumann e a Sonata de Liszt. Com o violinista Gerardo Ribeiro gravou as Sonatas para piano e violino de Brahms e com o pianista Artur Pizarro, um disco intitulado Mozart in Norway. Com a NDR Sinfonieorchestra de Hamburgo, gravou o Concerto n. 2 e Rapsódia sobre um tema de Paganini de Rachmaninov. Em Portugal gravou os dois Concertos de Brahms com a Orquestra Nacional do Porto, em 2004 a integral das Sonatas para piano de Fernando Lopes-Graça e em 2006 as oito suites “In Memoriam Bela Bartók” do mesmo compositor. Mais recentemente os Prelúdios de Armando José Fernandes e Luís de Freitas Branco e, em 2012, a integral das Músicas Festivas de Fernando Lopes-Graça. Em 2016, lançou um disco com a Integral dos Prelúdios de Debussy (Calanda Music) e em 2017, como apoio da GDA, lançou um disco de autor dedicado às Sonatas para violoncelo e piano de César Franck e Luís de Freitas Branco, com o violoncelista Filipe Quaresma.
António Rosado detém o prestigiado grau de Chevalier des Arts et des Lettres., distinção concedida pelo Governo Francês em 2007.

PROGRAMA
1ª parte

Claude Debussy
Suite pour le piano
1. Prélude
2. Sarabande
3. Toccata 

Franz Liszt
Bénédiction
Cântico

2ª parte

Modest Mussorgsky
Quadros de uma exposição
1. ”Promenade” (Passeio) – Introdução – Allegro giusto, nel modo russico, senza allegrezza, ma poco sostenuto.
2. ”Gnomus” (Gnomo) – Sempre Vivo.
3. ”Promenade” (Passeio) – Moderato comodo assai e con delicatezza.
4. ”Il Vecchio Castello” (O Castelo Medieval) – Andante molto cantabile e con dolore.
5. ”Promenade” (Passeio) – Moderato non tanto, pesante.
6. ”Tuileries” (Tulherias) – Allegretto non troppo, cappricioso.
7. ”Bydlo” (Carro de Bois) – Sempre moderato, pensante.
8. ”Promenade” (Passeio) – Tranquillo.
9. ”Ballet des Petits Poussins dans leurs Coques” (Balé dos Pintinhos em suas Cascas de Ovos) – Schernizo.
10. ”Samuel Goldenberg et Schmuyle” – Andante grave, energico.
11. ”Promenade” (Passeio) – Allegro giusto, nel modo russico, poco sostenuto.
12. ”Limoges, Le Marché” (O Mercado em Limoges) - Allegretto vivo, sempre scherzando. AFK.
13. ”Catacombae, Sepulcrum Romanum” (Catacumbas, Sepulcro Romano) – Largo.
14. "Cum Mortuis in Língua Mortua" (Com os Mortos em Língua Morta) - Andante non troppo, com lamento.
15. ”La Cabane de Baba-Yaga sur de Pattes de Poule” (A Cabana de Baba-Yaga sobre Patas de Galinha) – Allegro com brio, feroce. Andante mosso. Allegro molto.
16. ”La Grande Porte de Kiev” (A Grande Porta de Kiev) – Allegro alla breve. Maestoso. Con grandezza.
 
M/06
Bilhete: 5€

 

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