Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Aluno de Violoncelo da ESART selecionado para a Orquestra de Jovens Gustav Mahle

Aluno de Violoncelo da ESART selecionado para a Orquestra de Jovens Gustav Mahle 

António Bento, aluno da Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) foi selecionado para integrar a prestigiada Orquestra de Jovens Gustav Mahler.

O músico do Instituto Politécnico de Castelo Branco, está presentemente a concluir o Mestrado em Música, variante Violoncelo, da classe do Professor Miguel Rocha,

Fundada em 1986 pelo maestro Cláudio Abbado, esta orquestra conta com a participação de maestros e solistas de renome internacional, sendo frequentemente considerada a melhor orquestra de jovens do mundo.

Não é a primeira vez que o aluno é admitido em orquestras de jovens, tendo sido, no ano passado, escolhido para a integrar a Orquestra de Jovens do Mediterrâneo.

António Bento é membro efetivo da Atlantic Coast Orchestra e colabora com a recentemente fundada Orquestra Filarmónica Portuguesa.

FRC - Procissão do "Enterro do Senhor". Hoje, 21h00, Tortosendo.

Mais uma vez, a FRC estrará presente a acompanhar musicalmente, a tradição da procissão do "Enterro do Senhor" no Tortosendo, hoje, Sexta Feira Santa, pelas 21h00.

É uma uma procissão secular, que todos os anos leva áquela vila muita gente de povos vizinhos.

Em sentido inverso do Senhor dos Passos (que este ano não foi possível realizar devido à chuva), tem início na Capela do Calvário e termina na Igreja Matriz da Vila.

 

Sons à Sexta - The Legendary Tigerman + Pedro Maia. 14 ABR. 22h30, A Moagem.

Foto de Sons à Sexta.

Uma vez por mês, o auditório d' A Moagem - Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Aceite o convite para uma paragem com um concerto no próximo dia 14 de abril, às 22h30.

“How To Become Nothing” junta o músico The Legendary Tigerman, a fotógrafa Rita Lino e o realizador Pedro Maia numa road trip pelo deserto da Califórnia. Um road-movie em formato filme-concerto, com banda sonora ao vivo de The Legendary Tigerman e manipulação de imagens em tempo real de Pedro Maia.
Um falso diário em super8 e fotografia, com textos de Paulo Furtado, fruto de três visões sobre a viagem de um homem que, mais do que desaparecer, procura chegar a nada, procura ser
nada.de um homem que, mais do que desaparecer, procura chegar a nada, procura ser nada.
The Legendary Tigerman é o alter-ego de Paulo Furtado, multifacetado artista de Coimbra. Inspirado no velho formato de “one-man-band”, nascido nas ma
rgens do Delta do Mississipi, o músico transporta este conceito para o Século XXI, com uma estética muito particular. 
Pedro Maia trabalha principalmente em torno do conceito de “Analogue Cinema”, explorando a potencialidade do próprio meio, expandindo a estética e “herança” técnica do trabalho em película de 16mm e 8mm.
Rita Lino tem vindo a desenvolver série de fotografias que exploram uma “obsessão natural” com o “eu”, um contínuo “trabalho em progresso”, que usa o autorretrato e o corpo como matéria primária para ser recriado e exorcizado.

Promo: youtu.be/mrKYcEhjFLQ
Bilhetes à venda na Moagem
+Inf. 96 194 12 81 - 275 773 032

Triplo CD "Amália em Itália", com gravações inéditas, chega ao mercado

O triplo CD "Amália em Itália", que revela "a follia per la Rodrigues", em Itália, apresenta, pela primeira vez em Portugal, gravações inéditas da fadista, como "O mia Bella Madunina", disse Frederico Santiago, responsável pela edição.

"Esta edição vem colmatar uma lacuna muito grande, revelando dois LP que Amália gravou, na década de 1970, em Itália, e que nunca conheceram edição portuguesa, um com folclore italiano, 'A Una Terra che Amo' [gravado em estúdio em 1973], e outro gravado ao vivo em Roma, ['Amalia in Teatro', em 1976], e que demonstra o êxito que Amália teve em Itália, que foi mesmo uma loucura", disse à agência Lusa o investigador Frederico Santiago, responsável por anteriores edições da cantora, como "Amália no Chiado" (2014), e "Amália canta Portugal" (2016).

O primeiro CD inclui "A Una Terra che Amo", com canções como "Amor Dammi quel Fazzolettino", "Sora Menica", "La Tarantella", "Canto delle Lavandaie del Vomero" ou "Sant'Antonio allu Desertu".

O CD inclui ainda gravações que Amália fez em Portugal, entre 1967 e 1971, nomeadamente "Coimbra", cantada em italiano, "La Casa in Via del Campo", versão italiana de "Vou dar de beber à dor", de Alberto Janes, que estreou no Festival de Veneza, e ainda "Mio Amor, Mio amor", "Il Mare è Amico Mio", "La Tramontana" (com coro), "Ay che Negra", versão italiana de "Barco Negro", de David Mourão-Ferreira, Caco Velho e Piratini, e dois ensaios da fadista.

O segundo CD é "Amalia in Teatro", gravado ao vivo em Roma, em 1976, editado em Itália em 1978, que também nunca conheceu edição portuguesa. Do alinhamento deste CD fazem parte, entre outros, as "únicas gravação comerciais" de "Mi Carro" e "Dolores", e ainda "Malhão", "Cheira a Lisboa", "Povo que Lavas no Rio", "Porompompero", "O Cochicho" e "Ai Mouraria".

A intérprete, realçou Frederico Santiago, muitas dessas noites cantava apenas dois ou três fados, "mas não lhe retira a importância, pelo contrário". "Era uma espécie de altar que ela fazia, cantava as outras canções e depois havia aquele momento em que cantava o fado e isso era mágico, era quando acontecia mesmo fado".

O terceiro CD é constituído por "gravações inéditas ao vivo em Roma, Palermo, Catânia e Milão, em 1973". Entre elas estão "Lisboa Antiga", "Mi Florero", "Vou Dar de Beber à Dor", "Gaivota", "Vai de Roda Agora", "É ou Não É", que teve uma versão em italiano, "La Filanda", que a cantora Milva gravou, ou ainda "Malhão de São Simão", "Madragoa", "Valentim", "Fado Amália" e "O mia Bella Madunina", esta última, "um inédito absoluto, pois nunca [mais] foi gravada por Amália".

Estas gravações foram encontradas nos estúdios Valentim de Carvalho, onde se mantinham no âmbito de um projeto de documentário realizado por Augusto Cabrita, "O Mundo de Amália", que acabou por não se concretizar, disse Frederico Santiago.

O coordenador desta edição optou por deixar as intervenções do público, para se perceber "o delírio e como [os espetadores] conheciam o repertório da Amália, pedindo canções, como 'Tirana' ou 'Barco Negro'".

Este ano, Frederico Santiago projeta ainda a edição comemorativa dos 50 anos do álbum "Fados'67", também conhecido com o título "Maldição".

Ucrânia impede participação da concorrente russa no Festival Eurovisão da Canção

 

O Festival Eurovisão da Canção assume contornos políticos depois de os serviços secretos da Ucrânia terem decidido impedir a concorrente da Rússia, Julia Samoilova, de entrar no país.

Esta medida surge após se ter confirmado que Julia Samoilova actuou, em 2015, na Crimeia, território anexado pela Rússia em 2014.

Os serviços secretos consideram que a visita da ex-concorrente do Factor X russo foi “ilegal” e portanto, decretaram que ela está impedida de entrar na Ucrânia durante três anos.

Esta medida põe assim, em causa a participação da representante da Rússia no Festival Eurovisão da Canção que se vai realizar em Kiev, na Ucrânia, no próximo mês de Maio.

As autoridades russas falam numa decisão “cínica e desumana” e ameaçam boicotar os próximos Festivais Eurovisão, caso os responsáveis do concurso não defendam a participação de Julia Samoilova no concurso deste ano, conforme cita a BBC.

Entretanto, surgem rumores de que a Rússia escolheu propositadamente a cantora de 27 anos por saber da sua actuação na Crimeia, como uma forma de provocação à Ucrânia.

A ironia do caso é que, este ano, o lema da Eurovisão é “celebrar a diversidade” e Julia Samoilova sofre de Atrofia Muscular Espinhal, precisando de uma cadeira de rodas para se deslocar desde criança.

A Ucrânia venceu o Festival do ano passado, disputado na Suécia, com a música “1944” da cantora Jamala que aborda as deportações em massa dos tártaros da Crimeia, levadas a cabo durante o regime de Estaline, aquando da II Guerra Mundial.

Esta canção causou, na altura, muito desconforto aos russos que chegaram a dizer que a sua vitória na Eurovisão foi “um acto de guerra” contra a Rússia.