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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Noa Noa lança novo álbum

Idanha-a-Nova: Noa Noa lança novo álbum

O projeto Noa Noa acaba de editar o novo álbum, “Língua, Volume 2”, que sucede ao muito elogiado primeiro disco dedicado às línguas e ao cancioneiro da Península Ibérica.

Em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a produtora Arte das Musas, Noa Noa assume, desde 2013, o estatuto de “Artists-in-Residence” neste concelho, com base na aldeia histórica de Idanha-a-Velha.

O novo disco abre com o tema “Por riba se ceifa o pão”, uma canção de trabalho de Penha Garcia.

Este segundo volume volta a ser dedicado à manta de sons que são as línguas da Península Ibérica, indo beber ao cancioneiro português, mirandês, catalão, basco, asturiano, castelhano e galego.

O projeto liderado pelos multi-instrumentistas Filipe Faria e Tiago Matias é financiado pela Secretaria de Estado da Cultura e a Direcção-Geral das Artes (Governo de Portugal).

Assume ainda o estatuto de parceiro do Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas, no concelho de Idanha-a-Nova, que consiste em transportar a música para os lugares mais improváveis.

China censura 120 canções na Internet como «imorais e ilegais»

China censura 120 canções na Internet como «imorais e ilegais»

As autoridades chinesas censuraram na segunda-feira 120 canções consideradas repletas de «simbologia sexual, violência e imoralidade», proibindo que estas sejam transmitidas 'on-line' por qualquer indivíduo ou organização.

Nenhum indivíduo ou organização terá permissão para a transmissão 'on-line' desta centena de títulos que «fazem apologia à obscenidade, violência, crime e violam a moral pública», divulgou num comunicado o Ministério chinês da Cultura.

Da diversidade de canções constantes na lista publicada, figuram maioritariamente títulos que se traduzem como «Todos devem morrer», «Sem amigos, sem dinheiro» ou «Não quero ir para a escola», cantadas em mandarim.

Festival Bons Sons. A aldeia da música portuguesa. 13 a 16 AGO.

Bruno Pernadas é um dos nomes confirmados.

O Festival de Música Portuguesa regressa em 2015 para assumir uma periodicidade anual, depois de um ciclo de 5 edições bienais.

Ao longo de quatro dias, a Aldeia de Cem Soldos, vai receber vários nomes conhecidos da música nacional. Peixe Avião, Sequin, Bruno Pernadas, Xinobi, Júlio Resende, Hitchpop, Riding Pânico e D"Alva são as mais recentes confirmações para a edição de 2015 do Bons Sons.

Estes nomes juntam-se aos já confirmados Carlão, Duquesa, Long Way To Alaska, Éme, Xaral Dixie, João Berhan, Criatura, Timespine, Oco, Benjamin, Salto, Eduardo Raon, Tó Trips, Retimbrar, Nice Weather for Ducks e Trêsporcento.

O evento, que se realizará de 13 a 16 de agosto, delimita o seu recinto em torno das extremidades da Aldeia Cem Soldos e fecha-se para receber os visitantes e acolher oito palcos, cada um dedicado a uma linha programática e integrado nas ruas, praças, largos, igreja e outros equipamentos locais.

O Bons Sons proporciona também a oportunidade para os projetos originais se estrearem e testarem a recetividade do público. Mediante inscrição diária, qualquer pessoa ou grupo pode mostrar o seu talento no Palco Acústico. A organização disponibiliza o palco, as condições técnicas e a possibilidade de tocar para um número considerável de pessoas.

O Festival conta ainda com os dois palcos que ocupam a Igreja de São Sebastião, ambos a cargo de parceiros programáticos do Bons Sons. A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, com um espaço de programação já consolidado e com crescente número de seguidores e a estreante D"Orpheu que inaugura o Palco OuTonalidades.

A difícil aventura alemã da Jovem Orquestra Portuguesa

A difícil aventura alemã da Jovem Orquestra Portuguesa

A saga da Jovem Orquestra Portuguesa que no dia 12 toca no Konzerthaus de Berlim...

"São 114 músicos, dos 13 aos 23 anos, selecionados entre quase 400 candidatos, que vêm desde Chaves ao Algarve, passando pelas ilhas." Quem fala assim é Pedro Carneiro, fundador e diretor musical da Jovem Orquestra Portuguesa (JOP), que está com essa mais de centena de jovens músicos na Alemanha: ontem à noite, tocaram na centenária Stadthalle Kassel perante duas mil pessoas, encerrando o Festival de Verão que ali se realiza. A honra de tocar no fecho do Festival explica-se logo no site respetivo: é que eles foram os "Publikumslieblinge" ("prediletos do público") da edição 2014, quando ali tocaram pela primeira vez: "Nunca tinha acontecido, lá, uma orquestra juvenil apresentar-se em anos consecutivos", esclarece Pedro Carneiro, orgulhoso do reconhecimento obtido tão rapidamente por uma orquestra surgida oficialmente nem seis meses antes desse concerto e que é o membro português na Federação Europeia de Orquestras Nacionais de Jovens (EFNYO, na sigla inglesa).

Nas estantes irão estar três obras: a Sinfonia Concertante, em mib M, KV364, de Mozart; a desafiante e espetacular Sagração da Primavera, de Stravinsky; e uma obra em estreia absoluta, de Pedro Lima Soares (21 anos e estudante na ESML), intitulada, na tradução, Uma vez mais. A eterna despedida.

Santuário de Fátima apresenta concerto com obras a partir de textos da irmã Lúcia

O Santuário de Fátima anunciou que em 2016, no âmbito das comemorações do centenário das aparições, vai apresentar um concerto com obras de compositores portugueses elaboradas a partir de textos da irmã Lúcia.

"De entre o vasto programa musical que integra a proposta cultural da celebração do Centenário das Aparições, está agendado, para 03 de abril de 2016, o concerto ‘Tropário para uma pastora de ovelhas mansas. Ciclo para Coro, Piano e Acordeão sobre fragmentos das memórias da Irmã Lúcia', um trabalho original a seis mãos, por compositores portugueses da atualidade", refere em comunicado o Centro de Comunicação Social do Santuário de Fátima.

Segundo a fonte, a apresentação do tropário decorrerá na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, às 15:30, daquele dia, pelo Grupo Vocal Officium, sob a direção do maestro Pedro Teixeira, com Octávio Martins ao acordeão e João Lucena e Vale ao piano.

A nota indica que as seis composições musicais foram entregues, no dia 06 de junho, ao reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, quando os músicos se encontraram para um primeiro encontro preparatório do concerto.

A autoria e coordenação do projeto pertence ao compositor Alfredo Teixeira que, "a partir de textos da vidente Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, (re)criou o texto de cada tropo, num total de seis, depois musicados por igual número de compositores portugueses, nomeadamente João Madureira, Alfredo Teixeira, Sérgio Azevedo, Nuno Côrte-Real, Rui Paulo Teixeira e Carlos Marecos".

Em entrevista à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, Alfredo Teixeira revela que o guião da obra reúne excertos de dois textos: "Memórias da Irmã Lúcia" e "Como vejo a Mensagem através dos tempos e dos acontecimentos".

"Os excertos articulam-se a partir de seis unidades temáticas: Memória, O Anjo, A Senhora, Francisco, Jacinta, Adeus", explica.

Na mesma entrevista, o compositor esclarece que chamou "tropo" a cada um dos momentos, "evocando uma técnica literária e musical, conhecida na cultura europeia, que se pode descrever como um processo de interpolação de elementos de proveniências heterogéneas".

Sobre o espetáculo que será apresentado ao público em 2016, Alfredo Teixeira vaticina que "as pessoas podem esperar um concerto muito dinâmico, com abordagens ao texto e ao espaço muito diversificadas".

Refere que lhe coube a responsabilidade de convidar os seis compositores para o projeto "um pouco invulgar" e que cada um deles trabalhou, "a partir do seu idioma próprio, com independência, sobre os materiais selecionados".

"Será uma surpresa para todos. Podemos dizer que se trata de um acontecimento que convoca ‘várias línguas' - mais à imagem do Pentecostes do que da Torre de Babel, esperamos", conclui.

FRC - Projeto N.°58 a votação. VOTEM!!!

Projeto #58 - Construção da 3ª Fase do Edifício/Sede da Filarmónica Recreativa Cortense

Cultura

Orçamento estimado: 67500 €

Covilhã Decide 2016

A Filarmónica Recreativa Cortense possui 116 anos de história pautados pela carolice dos seus músicos e dirigentes. A sua principal actividade, consiste no abrilhantar de arraias populares, festas e romarias religiosas. De forma a conseguir esse feiro, a direcção tem por base de trabalho uma aposta contínua e gradual na formação musical e cívica de todos os seus músicos/dirigentes. Este trabalho é realizado principalmente na sala de ensaio, que é destinada apenas e só ao ensaio de peças musicais, sendo necessário preparar semanalmente todo o processo logístico para tornar o espaço polivalente. Para além deste trabalho realizado com os músicos/dirigente, a Filarmónica recreativa Cortense tem como primordial objectivo facultar o ensino gratuito a todas as crianças dos 8 aos 85 anos, num espaço que não foi projectado para esse efeito. Ao finalizar a construção do edifício sede da Filarmónica recreativa Cortense esta centenária associação ficaria com um espaço condigno para leccionar a arte da música, permitindo assim que todas as gerações usufruíssem de um espaço propício a um melhor aproveitamento do estudo desta tão nobre arte. Juntamente com esta valência, a Filarmónica Recreativa Cortense com a conclusão da construção do edifício sede, ficaria munida de um espaço museológico, que serviria para guardar todo um espólio físico e digital dos seus 116 anos de recolha cultura tradicional.

"Rota do Fado" - Livro propõe uma rota fadista por Portugal que inclui a Covilhã

Livro propõe uma rota fadista por Portugal que inclui a Covilhã

A obra “Rota do Fado”, em português, espanhol e inglês, da autoria de Orlando Leite e Pedro Teixeira Neves, apresenta 100 locais em Portugal continental, onde é possível ouvir fado, das casas tradicionais às associações e restaurantes.

Os autores traçam o perfil de cada uma dessas casas e contam a sua história, os fadistas e músicos que nelas atuam ou que ali marcaram presença, e ainda os destaques gastronómicos.

Sobre um dos locais de Lisboa, afirmam os autores que, “se há casas em que a tradição ainda é o que era, o Dragão de Alfama é, inequivocamente, uma delas”.

Além de Lisboa, os autores listam espaços fadistas em Cascais, Amadora, Almada, Colares, Porto, Ermesinde, Gondomar, Matosinhos, Braga, Guimarães, Vila do Conde, Coimbra, Alcobaça, Covilhã, Évora, Portimão, Faro, Quarteira, Lagos e Ferragudo.