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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Xapa 13. Agência dos Xutos procura novos talentos...

Zé Pedro ao lado de Miguel Lestre, vocalista dos Prana, uma das (novas) bandas agenciadas pela Xapa 13. Com Bizarro (à frente, de azul) e Kabeka, os Xutos lançam-se em novos negócios

Zé Pedro ao lado de Miguel Lestre, vocalista dos Prana, uma das (novas) bandas agenciadas pela Xapa 13. Com Bizarro (à frente, de azul) e Kabeka, os Xutos lançam-se em novos negócios

A maior banda rock portuguesa contrariou o pessimismo e avança com uma agência de artistas e produtora de espetáculos.

Depois de mais de três décadas de carreira, os Xutos & Pontapés decidiram dar um abanão no mercado e avançar com a criação de uma agência de artistas e de espetáculos, uma área que conhecem como ninguém, para abrir as portas a novos talentos. "Tem que ver com tudo o que se passa na indústria. Temos uma estrutura muito bem montada e, desde o momento que assentámos arraiais nesta casa, pensámos que também devíamos abrir este espaço a outras bandas, aproveitando todos os contactos que temos", explica o guitarrista Zé Pedro, enquanto nos guia pelo quartel-general da banda, um enorme complexo situado numa área industrial em São João do Tojal, nos arredores de Lisboa.

Na garagem, veem-se carrinhas e toneladas de equipamento, no piso superior fica o estúdio, a sala de ensaios e num edifício adjacente, o escritório. Mais do que uma banda (ou para lá de), os Xutos & Pontapés são hoje uma verdadeira empresa, pelo que a Xapa 13, assim se chama a agência que promete mexer com o mercado da música em Portugal, juntando veteranos e debutantes sob o mesmo teto, acaba por ser uma evolução natural no percurso da banda.

Jorge Palma e Sérgio Godinho juntos para concertos inéditos

Jorge Palma e Sérgio Godinho juntos para concertos inéditos

Os músicos Jorge Palma e Sérgio Godinho, com mais de quarenta anos de carreira, cada, juntam-se este ano para concertos inéditos, em que tocarão juntos pela primeira vez repertório de ambos.

Os dois músicos, que se cruzaram em palco e em disco ao longo das últimas décadas, farão um "espetáculo especial concebido em conjunto", marcado para 29 de maio no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, e para a 17 de julho em Lisboa, no festival Super Bock Super Rock, hoje anunciado.

Considerados dois nomes de referência, escritores de canções em português e com uma marca identitária no cancioneiro nacional, Jorge Palma e Sérgio Godinho contarão em palco com Pedro Vidal, Nuno Rafael, João Correia, Sérgio Nascimento, João Cardoso e Nuno Lucas, músicos que os acompanham há vários anos.

Sérgio Godinho e Jorge Palma têm cinco anos de diferença, mas um percurso com pontos em comum. Ambos se exilaram, por oposição ao regime ditatorial, antes do 25 de abril de 1974, editaram os primeiros álbuns nos anos 1970, são interventivos e vistos como artistas influentes de outras gerações de músicos.

A ambos, com maior ou menos intensidade ou permeabilidade nas canções, se atribui referências musicais da folk, do rock, da música tradicional portuguesa, do lado de Sérgio Godinho, ou da música clássica, por parte de Jorge Palma.

A par da amizade, de longas décadas, Jorge Palma e Sérgio Godinho cruzaram-se, por exemplo, no espetáculo "Os filhos de Rimbaud", nos anos 1990, e num dueto, "Mudemos de assunto", no álbum "Irmão do meio", editado em 2003 por Godinho.

Cada um já cumpriu quarenta anos de escrita de canções, sendo autores de temas como "Bairro do Amor", "Frágil", "Deixa-me rir", "Portugal, Portugal" - todas de Jorge Palma - "Maré Alta", "Lisboa que amanhece", "Com um brilhozinho nos olhos" e "O primeiro dia", de Sérgio Godinho.

O concerto no festival Super Bock Super Rock acontecerá a 17 de julho no Meo Arena, no mesmo dia em que atuarão os Blur, os dEUS e The Drums, anuncia o portal Sapo.

Morreu B.B. King, o rei dos blues

Morreu B.B. King, o rei dos blues

Músico tinha 89 anos e morreu esta quinta-feira em Las Vegas, EUA. Notícia da morte foi avançada pelo seu advogado.

O músico B.B. King, considerado o "rei dos blues" e que entrou para o "Rock and Roll Hall of Fame" em 1987, morreu quinta-feira na sua casa em Las Vegas, nos Estados Unidos, aos 89 anos, revelou o seu advogado.

No início de abril, B.B. King foi hospitalizado depois de sofrer de desidratação causada pelos diabetes de tipo 2 de que padecia há mais de 20 anos, tendo recentemente voltado a ser internado.

Ao longo da sua carreira, B.B. King foi premiado com 15 prémios Grammy, tendo criado um estilo único que o tornou um dos músicos mais respeitados e influentes do 'blues'.

 

Ao Los Angeles Times, o músico Eric Clapton disse em 2005 que B.B. King era "universal", não podendo ser confinado a um único género musical. "É por isso que lhe chamo um músico global", elogiava Clapton.

B.B. King não conseguia tocar e cantar ao mesmo tempo, tendo sido essa a razão pela qual criou um estilo único de assinatura, em que ao verso cantado se seguia o solo de guitarra. Este elemento, surgido de uma "incapacidade" de King, tornar-se-ia crucial para o 'blues', assim como para o rock que tem raízes neste género musical.

Sempre acompanhado pela sua guitarra Lucille, nome de um dos seus maiores êxitos, o músico norte-americano tornou-se uma autêntica "lenda" em todo o mundo, fundindo os 'blues com o jazz' nos acordes da sua Gibson ES-344. Nos seus melhores anos, B.B. King chegou a dar uma média anual de 342 concertos, conta o LA Times, e mesmo quando a saúde começou a falhar manteve um impressionante registo de atividade artística.

A revista Rolling Stone colocou-o apenas atrás de Jimi Hendrix e Duane Allman na lista de melhores guitarristas de todos os tempos.

Para a história ficam temas como Three O'Clock Blues, The Thrill Is Gone e When Love Comes to Town, em colaboração com os irlandeses U2. B.B. King foi um dos inspiradores do músico português Rui Veloso, que com ele tocou em 1990, realizando um sonho de vida.

Entre os clássicos daquele que é considerado um dos maiores guitarristas da história destacam-se também temas como Payin The Cost To Be The Boss, How Blue Can You Get, Everyday I Have The Blues e Why I Sing The Blues e algumas 'jóias' do início de carreira, como You Don't Know Me, Please Love Me ou You Upset Me Baby.

Tocava a troco de moedas

Riley B. King nasceu a 16 de setembro de 1925 numa plantação de Itta Bena, no Estado norte-americano do Mississípi. Ali começou a tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da igreja com a Second Street, até 1947, quando rumou à cidade de Memphis para iniciar a sua carreira musical.

Memphis, uma comunidade musical que reunia todos os estilos de música afro-americana, era a Meca de todos os músicos do sul e King foi ajudado pelo seu primo Bukka White, um dos maestros dos 'blues' daquele período.

A sua atuação num programa de rádio de Sonny Boy Williamson chamou a atenção dos especialistas, tendo iniciado de imediato uma série de atuações na 'Sixteenth Avenue Grill' e na estação de rádio WDIA.

Nesta altura, BB King era conhecido com o nome Beale Street Blues Boy. Mais tarde decidiu chamar-se Blues Boy King e depois B.B. King.

Em meados da década de 1950, King atuava numa sala de 'twist', no Arkansas, quando alguns espetadores se desentenderam e pegaram fogo ao local. King fugiu da sala mas, ao perceber que se tinha esquecido da "sua querida guitarra acústica" Gibson, que custara 30 dólares, voltou para a recuperar.

Mais tarde, B.B. King descobriu que na origem da discussão entre os espetadores estava uma mulher chamada Lucille, decidiu batizar assim todas as suas guitarras que o acompanharam ao longo da sua carreira.

O seu estilo inspirou muitos guitarristas de rock como Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck.

Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Mais tarde participou na maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York.

Em 1989 fez uma série de concertos pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum Rattle and Hum, deste grupo, com o tema When Love Comes to Town.

King casou duas vezes. Primeiro com Martha Lee Denton, entre 1946 e 1952, e depois com Sue Carol Hall, desde 1958 até 1966.

O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.

Mixtape: Vozes da CPLP vol.3. Download Gratuito.

vozesdacplp3

Maior projecto de Rap de Língua Portuguesa | Mixtape: Vozes da CPLP vol.3

O ativista angolano de HipHop e fundador do maior site de rap feito nos países de língua portuguesa (undergroundlusofono.com) Daniel Macedo, lançou no dia 20 de Janeiro de 2015, o volume 3 do maior projecto de intervenção social “Vozes da CPLP”. Foram 7 meses de gravações, 18 músicas inéditas, uma bonus track e 2 skits.

Diferente do vol.1 e vol.2, neste vol.3 temos duas conexões. Na música “Underground” rimam 3 rapper’s  de diferentes países: o Agente Supremo (Angola), Diabólico (Portugal) e Johnny P.A (Brasil), e na música “Bem Esperto” rimam o grupo brasileiro Czar e o angolano Pipokahz.

Neste vol.3 trouxemos rappers de Angola, Timor-Leste, Guiné-Bissau, Portugal, Moçambique, Brasil, Cabo Verde e São Tome e Príncipe.

Este projecto ficou marcado na historia do  rap da Lusofonia como o primeiro projecto a unir rappers de 4 continentes!

O objectivo deste projecto é de unir os rappers da comunidade dos países de língua portuguesa (CPLP ou Lusofonia) que fazem música de intervenção social, e trazer para os amantes da cultura clandestina bons sonoros!

Dias Abertos da EPABI. 16 E 17 MAI.

Dias Abertos da EPABI, que terão lugar nos dias 16 (sábado) e 17 (domingo) de Maio de 2015.

Durante dois dias, a EPABI abre as suas portas para permitir que crianças e jovens, entre os 8 e os 20 anos de idade, possam conhecer as nossas instalações, experimentar diferentes instrumentos musicais, ter aulas com os Professores de Instrumento Principal da EPABI, na modalidade de masterclass e ainda participar, como executantes, em ensaios abertos de Orquestra (de Cordas; de Guitarras; de Sopros).

As crianças e jovens podem dormir nas instalações da escola (trazer saco-cama), que serão devidamente acompanhados por responsáveis da escola, bem como realizar as suas refeições no refeitório escolar.

A participação é gratuita e carece de inscrição, através de e-mail ou telefone (indicando nome, idade e instrumento(s) em que tem interesse).

Os horários das atividades serão definidos em função do número de participantes inscritos.

Orquestra do Centro apela a donativos após ficar sem financiamento da DGArtes.

A Orquestra Clássica do Centro lançou uma campanha de recolha de donativos para financiar o projeto cultural “Encontros nas Artes”, que foi aceite pela Direção-Geral das Artes (DGArtes), mas ao qual não foi atribuído qualquer apoio.

A Orquestra Clássica do Centro e as associações Magenta e Talentilicius decidiram abrir uma conta bancária e apelar a donativos por parte de cidadãos, empresas e instituições, de forma a viabilizar o projeto artístico, com um orçamento de 180 mil euros, ao qual a DGArtes não atribuiu qualquer financiamento.

“Procurámos criar um programa capaz. Acreditamos no projeto montado, pelo valor e qualidade que tem e não desistimos de o levar por diante”, disse à agência Lusa a presidente da Orquestra Clássica do Centro (OCC), Emília Martins, mostrando-se esperançosa na própria rede de amigos e simpatizantes da orquestra.

Para Emília Martins, não se pode desistir de “levar o projeto por diante”, sendo necessário tentar “concretizar aquilo em que se acredita”.

O projeto que se candidatou à DGArtes propunha realizar um conjunto de ações “que associam várias formas de expressão de arte”, como a música, pintura ou teatro, em espaços de referência patrimonial da região Centro.

“Quem governa deveria apoiar estas ações que ajudam a valorizar os espaços onde as pessoas vivem. Não devíamos estar a lutar por uma sobrevivência”, critica, considerando que as atividades fazem-se “com grandes dificuldades”.

Apesar de “desistir” não ser uma hipótese, Emília Martins olha com “tristeza” para a atual situação, considerando ser “frustrante” o trabalho dos agentes culturais no país, principalmente daqueles que trabalham fora dos grandes centros urbanos.

“O trabalho de levar a música e a arte ao nosso interior é fundamental. Não é uma questão de guerra de espaços, mas de se querer construir valor e de se descentralizarem as atividades culturais”, salientou.

O projeto contou, para além das três associações culturais, com a candidatura conjunta das câmaras da Figueira da Foz, Mealhada, Sertã, Penedono e Guarda e ainda com as parcerias das autarquias de Coimbra e Viseu, a Universidade de Coimbra, a escola de artes ARCA, os Conservatórios de Música de Coimbra e Regional de Coimbra, o Conservatório de Música David Sousa, da Figueira da Foz, e o Conservatório da Guarda.

AMCF - Clássicos da Música Ligeira no Festival da Beira Interior. 9 MAI.

Fundão: Clássicos da Música Ligeira no Festival da Beira Interior

A Academia de Música e Dança do Fundão (AMDF) participa hoje, sábado, dia 9, no Festival de Música da Beira Interior organizado pela Scutvias - Autoestradas da Beira Interior.

O concerto terá lugar no auditório municipal de Mação e a AMDF vai apresentar-se em palco com 75 músicos e cantores entre solistas, o coro, a orquestra e o combo.

“Homenagem à Música Ligeira Portuguesa” é o mote de um concerto dirigido pelo maestro Bruno Martins e que terá como interpretes João Figueira, Margarida Geraldes, Filipa Melo e Margarida Vicente. Durante uma hora serão interpretados temas originais de António Variações, Jorge Fernando, José Luís Tinoco, José Afonso, Carlos Tê, David Mourão Ferreira ou Jorge Palma.

Pretende-se um reencontro com as grandes canções que marcaram uma época e várias gerações de pessoas apaixonadas pela música ligeira portuguesa. Além do concerto do próximo sábado em Mação, a AMDF estará no concerto de encerramento do Festival de Música da Beira Interior que vai acontecer no dia 6 de junho no Teatro Municipal da Guarda e cuja obra intitulada “a Lã e a Neve”, a interpretar por todas as escolas de música que integram o Festival, foi composta pelo professor da AMDF Duarte Silva.