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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Manta de Ourelos nas meias-finais do Got Talent. Vamos todos apoiar!!!

O Grupo Manta de Ourelos está na meia-final do programa RTP 1 Got Talent de Portugal.

Depois de ter convencido os quatro jurados Pedro Tochas, Rui Massena, Sofia Escobar e Manuel Moura dos Santos, a optarem pelo tão almejado sim, o único representante da Beira Interior neste programa sem limite de idades, de formato único no seu conceito de busca de um verdadeiro talento, seja individual ou em grupo, e que dá a oportunidade a pessoas anónimas de poderem mostrar os seus dotes artísticos nas mais diversas áreas, passou também no crivo bem apertado dos selecionados para as meias-finais.

Com efeito, o Grupo Manta de Ourelos vai defender a sua música e a região na quarta gala do Got Talent de Portugal no dia 15 de Março.

Manta de Ourelos nasceu na vila do Paul há cerca de três anos, mas os seus elementos são oriundos da Coutada de onde natural é o Luís Silva, já o Francisco Brito é do Barco e o Ricardo Pedrosa é um paulense.

Nesta fase, a escolha pertence ao público e é por isso que o Grupo Manta de Ourelos apela ao voto dos seus conterrâneos.

“Somos o único grupo que representa esta região geográfica, o júri deu-nos esta oportunidade de voltarmos em direto para todo o mundo tocar a nossa música e tal como o júri que acreditou em nós apelamos ao público em geral e em particular ao da Beira Interior que telefone e vote em nós e assim chegar mais longe neste sonho que neste momento passa por chegar à final deste programa televisivo”, defendeu Ricardo Pedrosa.

Está feito o apelo. Vamos lá ajudar a concretizar este sonho.

In: Inforpaulense

Coro Feminino da Covilhã procura elementos.

Rádio Cova da Beira

Foi no hall da portaria principal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UBI que o Coro Feminino da Covilhã fez a sua apresentação pública. Criado em Maio de 2014 por iniciativa dos seus membros (cerca de 12 pessoas), o coro, que surge de um outro existente há cerca de cinco anos, o de câmara da Covilhã, integra elementos a partir dos 17 anos e com diferentes graus de formação.

Apresentou-se com “uma estrutura eclética, cuja composição se reflete no seu repertório que inclui música tradicional portuguesa e africana, música clássica profana e sacra e música pop”, refere o maestro.

Para João Lourenço, o futuro do coro passa pela adesão de mais pessoas a cantar e por espectadores aos seus concertos, são necessárias as duas coisas. O coro para ter estabilidade precisa do triplo das pessoas que tem actualmente", refere aquele responsável.

Sem apoios de qualquer espécie, o Coro Feminino ensaia, desde a sua criação, nas instalações da FCSH-UBI. “Como iniciativa social da comunidade temo-la acarinhado e apoiado na cedência de um espaço onde possam ensaiar”, refere Pedro Guedes de Carvalho, presidente da Faculdade, salientando que "nos próximos tempos a faculdade pretende realizar outras iniciativas desde poesia, stand ups, sketches teatrais, vamos tentar criar o hábito de que vai acontecer qualquer coisa a um dia da semana", conclui.

O Coro Feminino da Covilhã é dirigido por João José Lourenço, licenciado em formação musical pela Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Foi maestro adjunto do Orfeão da Covilhã, dirigiu o coro da universidade de Évora, o coro da academia de música do Lumiar (Lisboa) e o coro de câmara da Covilhã.

In: RCB

Covilhã recebe digressão da Orquestra XXI. 7 MAR, 17h30, TMC.

Covilhã recebe digressão da Orquestra XXI 

O violoncelista covilhanense Bruno Borralhinho apresenta-se com a Orquestra XXI, no dia 7 de Março, pelas 17h30, no Teatro Municipal da Covilhã.

Sob a direção musical de Dinis Sousa, nesta que é a quarta digressão da Orquestra XXI, será interpretado o “Concerto para Violoncelo em Lá menor” de Bach, o “Dumbarton Oaks” de Stravinsky e “Sinfonia nº 40 em Sol menor” de Mozart.

Os cerca de 50 elementos que agora se reúnem para interpretar obras destes grandes compositores, são jovens músicos portugueses residentes no estrangeiro que pretendem levar momentos musicais de excelência a um público o mais diversificado possível.

Estabelecida em 2013, é a pluralidade de experiências dos elementos que compõem esta Orquestra que a distingue das demais.

Os seus músicos encontram-se a viver em cidades como Londres, Paris, Berlim, Zurique, S. Petersburgo, Madrid e Amesterdão, alguns desenvolvendo a sua atividade profissional em organismos como a Orquestra Sinfónica de Londres, Orquestra Nacional de França, Filarmónica de Dresden e Ópera de Zurique, ou estudando em escolas como a Hoschule für Musik Hanns Eisler, Zürcher Hoschule der Künste, Royal Academy of Music ou o Conservatório Estatal N. A. Rimsky-Korsakov.

Foi esta ideia, de criar uma plataforma que promova oportunidades para que os músicos que têm saído de Portugal possam partilhar as suas experiências com o seu país de origem, que mereceu à Orquestra XXI o 1º Prémio no concurso de empreendedorismo social “Ideias de Origem Portuguesa”, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Bilhetes: €5 (disponíveis através da Bilheteira do Teatro Municipal da Covilhã)

Governo apoia candidatura de Idanha-a-Nova a Cidade da Música UNESCO

Governo apoia candidatura de Idanha-a-Nova a Cidade da Música UNESCO

  • O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, afirmou no passado fim de semana que o Governo apoia a candidatura de Idanha-a-Nova a Cidade da Música, no âmbito da rede de Cidades Criativas da UNESCO.

"A candidatura vai ser apresentada. Não estou aqui a não ser para dar relevância à candidatura e no contexto daquilo que é o projeto da autarquia [Idanha-a-Nova], de promover a participação na rede de Cidades Criativas da UNESCO na área musical, demonstrar que mesmo um município de pequena dimensão e de um território de baixa densidade, pode articular-se com cidades de média e de grande dimensão", disse Jorge Barreto Xavier à Lusa.

O governante falava à margem da sessão de encerramento do Encontro Internacional da Candidatura de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, a Cidade da Música.

"Este encontro vem demonstrar a dinâmica e a capacidade desta pequena vila do interior de Portugal. Idanha-a-Nova tem contribuído com muitas coisas, usando a música como elemento de diferenciação do território e do seu desenvolvimento", afirmou.

Jorge Barreto de Xavier disse que o Governo apoia a candidatura de Idanha-a-Nova a Cidade da Música, adiantando que "esta candidatura também é importante para a rede [Cidades Criativas]" e acrescentando que "o mundo não se faz só de cidades grandes, mas também das diferenças entre territórios de pequena e de grande dimensão".

"Espero que a candidatura possa ser bem-sucedida. Se não o for, já valeu a pena porque aprendemos a fazer e a ser melhores", concluiu o governante.

In: Diário Digital com Lusa

Candidatura de Idanha-a-Nova a Cidade da música, é a primeira a nível Nacional.

A candidatura de Idanha-a-Nova a Cidade da Música no âmbito da rede de Cidades Criativas da UNESCO "foi feita com as pessoas e para as pessoas" afirmou Armindo Jacinto, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.

A autarquia tem vindo a trabalhar e a apostar nas industrias criativas e  Armindo Jacinto considera que chegou a hora de dar um passo em frente com esta candidatura, "são muitos anos de trabalho, com estas questões da música e das industrias criativas e hoje já temos argumentos para integrar a rede. Temos feito um vasto trabalho com as populações e associações, mas temos também apostado nas novas abordagens", referiu o autarca.

O autarca lembra que as atividades culturais que decorrem no concelho são também fator de desenvolvimento económico.

A mais valia desta candidatura é a coesão económico-social, "durante muitos anos trabalhámos a coesão territorial, hoje é importante tratarmos da economia e do social e esta candidatura vai ao encontro dessa nossa preocupação" afirmou Armindo Jacinto durante o Encontro Internacional "As Cidades Criativas e a Música", que decorreu em Idanha-a-Nova.

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, recordou que na rede de Cidades Criativas da UNESCO ainda não consta nenhuma cidade portuguesa, e o facto da primeira candidatura surgir na região Centro é "motivo de orgulho, mas não é surpresa".

Ana Abrunhosa afirma que tendo em conta o trabalho que o Município de Idanha tem desenvolvido, esta candidatura não é surpresa, "este é um território cheio de cultura e tradição, e por isso penso que este é o culminar de grandes esforços que o município tem realizado, com o património do concelho, estamos a falar de tudo o que diferencia estes territórios que podia ser olhado como uma desvantagem, mas que tem que ser encarado como uma oportunidade".

A presidente da CCDRC considera que é possível com a candidatura trazer melhor qualidade de vida às populações, "não só porque se preserva o que é tradição e cultura, mas que isso seja motor de desenvolvimento económico".

Na região Centro o impacto das economias criativas já é "significativo" afirmou Ana Abrunhosa, "e tem um potencial de crescimento enorme. Estamos a falar de mais de 12 mil empregos e de mais de 8 mil empresas, com um potencial de crescimento enorme" acrescenta.

A responsável espera que em breve Idanha-a-Nova tenha boas noticias, sobre a sua candidatura, isto seria um prémio para territórios que à partida tem tudo a desfavor, "mas que viria premiar a resiliência, o esforço, o rejuvenescimento das gentes destas gentes e os agentes políticos e outras instituições, porque era mais fácil baixar os braços e aqui optou-se por outra abordagem arregaçar as mangas e trabalhar" afirma Ana Abrunhosa, uma apaixonada confessa do concelho de Idanha-a-Nova.

 

Talkfest`15. 4 a 6 MAR.

talkfest

O Talkfest’15 terá a sua 4ª edição nos dias 4 a 6 de Março, entre o ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) e o Musicbox, Lisboa. Serão conferências, seminários, concertos, apresentações profissionais/científicas e prémios ao longo de três dias de programação dedicada a festivais de música. O documentário Rock Rendez Vous também será exibido, assim como Uivo (sobre António Sérgio) ambos seguidos por um Q&A. D´Alva, NBC e Thunder & Co. fecham a edição deste ano do Talkfest, no Musicbox.

Consulte a programação completa aqui.

O passe geral do evento, através do apoio da APORFEST – Associação Portuguesa Festivais de Música, será gratuito aos seus associados profissionais e empresas e permitirá 25% desconto aos restantes associados ou estudantes universitários (número limitado de passes e obrigação de requisição prévia à organização até 25/fev). Para público em geral, decorre a 2ª fase de venda de ingressos, com o acesso a todo o evento, a 70€ (passando mais tarde para 100€), disponíveis nos locais habituais.

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