Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Resistência: Novo disco sai em Dezembro

 Resistência: Novo disco sai em Dezembro

Os Resistência preparam-se para lançar um novo disco que sairá "por altura do Natal" segundo informou Miguel Ângelo. 

Depois de no ano passado terem regressado e efectuado uma digressão de sucesso absoluto, os Resistência prepararam-se para lançar em Dezembro um novo disco, segundo disse ao Hardmúsica Miguel Ângelo, um dos elementos da banda.
O novo trabalho será composto por "versões, fomos fieis a nossa génese e origem" sendo que "são versões de alguns grupos mais recentes mas também de outros mais antigos naquilo que penso ser uma escolha bastante ecléctica".
Destas versões haverá "uma música escolhida apenas por mim, mais da fase final dos Delfins, uma do Pedro Ayres de Magalhães escrita para os Delfins na altura de "Ser Maior", há Rádio Macau, Jorge Palma" entre outros.
O músico revelou que "tivemos algumas dificuldades confesso do meio dos anos 90 para a frente em escolher temas do reportório português pois há muita coisa em inglês, e apesar de nós gostarmos muito era difícil adaptarmos para português e para os Resistência era um bocado contranatura fazer versões em inglês, por isso mesmo optámos por ir buscar algumas coisas da nossa geração".
Em quadra natalícia será a possível prenda para os amantes da música portuguesa.

 

Professor e artesão "salvam" viola amarantina

 

A viola amarantina esteve quase extinta, mas a missão concertada de  um professor e de um artesão, ambos de Amarante, permitiu ensinar dezenas de jovens a tocarem o instrumento, assegurando um futuro, outrora incerto.

Há alguns anos que Eduardo Costa, docente no ensino básico, e António Silva, marceneiro, unem esforços, o primeiro tocando e ensinando o instrumento, o segundo fabricando violas amarantinas de forma artesanal.

O esforço de ambos, com a ajuda de alguns amigos, permitiu acabar com as nuvens negras que se abatiam sobre o futuro da viola, ao ponto de haver hoje em Amarante dezenas de  executantes do instrumento que ostenta o nome do concelho.

A  centenária viola amarantina, de origem medieval, é parecida com a viola  braguesa, tocada na zona do Minho. Ambas são consideradas "violas de  arame" e têm cinco cordas duplas, mas a variante de Amarante, menos conhecida do que a minhota, diferencia-se por ter uma escala mais comprida, até à boca, única no país, e ostenta dois corações, que se  julga estarem ligados a uma história de amor envolvendo um trovador  medieval.

Eduardo Costa é também um dos elementos do grupo "Propagode", de Amarante, que se dedica à música tradicional, em especial à divulgação da viola amarantina. É nesse âmbito que pessoas de várias idades aprendem, semanalmente, a executar o instrumento, com ajuda dos dois tocadores do grupo mais experientes.

Recentemente, o docente criou um clube de música na escola onde leciona, na qual 24 crianças e adolescentes aprendem a tocar a "Amarantina". Ao mesmo tempo, o grupo tem feito oficinas, em vários locais, nas quais divulga e  ensina o instrumento, para além de realizar dezenas de espetáculos.

"Antes deste trabalho, a nossa viola estava praticamente esquecida", recordou à agência Lusa.

A recente dinâmica criada em torno do instrumento tradicional permite a  Eduardo Costa concluir que "a Viola de Amarante nunca mais vai ser  esquecida".

Mas todo aquele trabalho só se tornou possível depois de se encontrar alguém que construísse instrumentos suficientes e  adaptados para as crianças e adultos darem os primeiros passos na  música.

O marceneiro António Silva, que já tinha alguma experiência com cavaquinhos, foi então desafiado pelo "Propagode" para a construção de violas amarantinas.

Há cerca de três anos que, nas  horas vagas, o artesão constrói com minúcia e paciência, numa oficina  dos fundos da sua casa, dezenas de violas amarantinas. Cada uma leva 35  horas a fazer, e todas, garante, cumprem as exigências de qualidade, inclusive nos vários tipos de madeira utilizados.

Cada exemplar de qualidade média custa cerca de 300 euros, um valor que o artesão considerada pequeno face ao trabalho que dá. Apesar disso, disse à Lusa  que executa "a arte" pelo amor que sente pelo instrumento da sua terra, que até já aprendeu a tocar, ajudado pelos amigos do "Propagode".

O sucesso da revitalização do instrumento teve recentemente um momento  alto, quando cerca de duas dezenas de tocadores se juntaram numa feira  em Amarante e fizeram uma arruada pelas ruas da cidade.

Os dois falaram à Lusa, emocionados, da "sonoridade apaixonante" do instrumento  que hoje os amarantinos se orgulham de exibir em cada festa, em cada convívio, executando melodias tradicionais, na companhia de cavaquinhos e rabecas, ou trechos mais clássicos, só ao alcance dos tocadores mais  dotados.

 

69 discos de Maria Callas, remasterizados em Abbey Road, disponiveis em Setembro

69 discos de Maria Callas, remasterizados em Abbey Road, disponiveis em Setembro

A soprano Maria Callas poderá ser ouvida com qualidade jamais registrada devida à remasterização da sua obra, realizada pelos técnicos de som do estúdio Abbey Road, em Londres.

A caixa com 69 discos das gravações originais de estúdio de Callas será colocada à venda a 23 de Setembro, após um minucioso trabalho de remasterização com tecnologia de ponta que levou mais de um ano.

"A intenção era deixar tudo como estava, pois são peças históricas. O trabalho foi como restaurar uma pintura antiga, revelar as cores originais, sem alterar nada", disse à agência EFE o especialista em remasterização Andy Walter no estúdio Abbey Road, o mesmo onde os Beatles gravaram nos anos 1960.

De um pequeno estúdio, equipado com grandes computadores onde a música pode literalmente ser vista, além de ouvida, os engenheiros tiveram a árdua tarefa de polir a obra de Callas.

Segundo Walter, em algumas gravações era possível escutar o barulho das "vespas" italianas que passavam pelo Scala de Milão enquanto a soprano cantava, mas esse som não podia ser ouvido nas gravações da época por falta de tecnologia.

A colecção, que será lançada, contém toda a produção gravada pela soprano entre 1949 e 1969, e um livro com a sua biografia, algumas fotografias inéditas e cartas.

Walter admitiu que o começo do trabalho foi "detectivesco", já que foram aos arquivos para ver as notas porque queriam ser "fiéis ao trabalho original". O objectivo, segundo os técnicos, era obter uma obra de 'alta definição e clareza', após limpar o som e retirar muitos erros técnicos.

"Com a nova tecnologia, podemos escutar coisas que os técnicos da época não notavam", explicou Walter.

A música remasterizada contém gravações feitas em estúdio por Callas para a EMI/Columbia e para a italiana Cetra entre 1949 e 1969, no seu auge artístico.

Apesar de ter morrido em Setembro de 1977, Callas, cujas gravações pertencem actualmente à Warner Classics, é uma figura adorada pelos amantes da ópera, devido à potência e a versatilidade da sua voz e o seu carisma no palco.

De seu nome verdadeiro, Cecilia Sophia Anna Maria Kalogeropoulou, nasceu em Nova Iorque numa família de origem grega a 02 de Dezembro de 1923, a sua paixão pela música levou-a até Atenas, onde estudou com Elvira de Hidalgo, que tinha cantado com Enrico Caruso.

Mas o seu salto em nível internacional foi em 1947, quando cantou "La Gioconda" na Arena de Verona, na Itália.

Apesar de ter dado os seus primeiros passos com personagens como Gioconda, Turandot e Isolda, as interpretações mais famosas foram de Amina na Sonâmbula, de Vicenzo Bellini; Violeta em La Traviata, de Giuseppe Verdi, e Floria na Tosca de Giacomo Puccini.

O seu auge foi no início da década de 50, quando cantou nos teatros de ópera italianos mais prestigiados, como no La Scala, e também na Royal Opera House de Londres e na Metropolitan Opera de Nova Iorque. Callas foi também aclamada pela Opera de Paris, pela State Opera de Viena e pelos teatros de Chicago e Dallas, nos Estados Unidos.

A carreira da cantora começou a desfazer-se quando conheceu o magnata grego Aristoteles Onassis, com quem teve um longo e tumultuado relacionamento. Também por causa da idade e da menor disciplina, começou a perder potência vocal, apesar de ter mantido intacta a sua densidade interpretativa.

Sua última apresentação aconteceu em 1965 e teve um triste desfecho: ela não conseguiu terminá-la e chegou a desmaiar no fim do terceiro ato.

 

Música Popular Portuguesa em Caria

 

 A vila de Caria recebe no dia 13 deste mês, a terceira edição do Encontro de Grupos de Música Popular Portuguesa, organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Caria/ Grupo de Cantares Toca da Moura.

O certame vai contar este ano com a presença de grupos de cantares oriundos dos concelhos de Gondomar, Figueira da Foz, Alcanena e Covilhã. A recepção e desfile dos grupos convidados, irá decorrer no Largo Condes de Caria (15h00), acompanhados pela Banda Filarmónica de Caria. O início das actuações está agendado para as 16 horas. O Encontro de Grupos de Música Popular Portuguesa fecha com um jantar convívio.

 

U2 editam de surpresa álbum gratuito até 13 de outubro.

U2 editam de surpresa álbum gratuito

Os U2 surpreenderam o mundo inteiro ao lançar hoje, gratuitamente, um novo álbum de originais. 'Songs of Innocence', que assim se sucede a 'No Line on The Horizon' (editado em 2009), foi aununciado num evento da Apple que teve lugar em Cupertino, na California, e durante o qual tocaram ao vivo 'The Miracle (of Joey Ramone)', o tema que abre o alinhamento do álbum.

Até 13 de outubro o novo disco de originais dos U2 estará disponível, em forma gratuita, para todos aqueles que usam os serviços iTunes, iRadio ou Beats Music. Todos estes utilizadores têm o disco já disponível na sua conta, bastando aceder à "nuvem" onde o poderão descarregar. Uma edição em suporte físico será editada a 13 de outubro.

O novo disco dos U2 foi gravado entre estúdios em Dublin (Irlanda), Los Angeles e Nova Iorque, e foi coproduzido por Dangermouse, Paul Epworth, Ryan Tedder, Declean Gaffney e Flood.

O alinhamento inclui os temas 'The Miracle' (of Joey Ramone), 'Every Breaking Wave', 'California' (There Is No End To Love), 'Song For Someone', 'ris' (Hold Me Close), 'Volcano', 'Raised by Wolves', 'Cedarwood Road', 'Sleep Like a Baby Tonight', 'This is Where You Can Reach Me Now' e 'The Troubles'.

 

Conhecidos quatro nomeados portugueses para os MTV EMA

Conhecidos quatro nomeados portugueses para os MTV EMA

A MTV acaba de revelar os quatro primeiros nomeados ao título de "Melhor Artista Português"que são, sem grandes surpresas, os Amor Electro, David Carreira, HMB e Richie Campbell. 

Pela primeira vez, os fans poderão escolher o quinto nomeado para os EMA, votando através das redes sociais, seleccionando o quinto nome "Melhor Artista Português".
Deste modo poderão votar através do Twitter num dos seguintes artistas, para que um deles alcance o lugar de nomeado: D.A.M.A. (#MTVEMA #NomeadoDAMA), Diego Miranda (#MTVEMA #NomeadoDiegoMiranda), Miguel Araújo (#MTVEMA #NomeadoMiguelAraujo), The Black Mamba (#MTVEMA #NomeadoTheBlackMamba), Tom Enzy (#MTVEMA #NomeadoTomEnzy).
A votação através do Twitter já está aberta e decorrerá até às 22:59, de domingo 14 de Setembro.

 

One Direction oferecem primeira canção do novo álbum

One Direction oferecem primeira canção do novo álbum

O grupo pop britânico One Direction colocou hoje no seu site oficial um link para fazer o download gratuito de uma música do seu próximo álbum. 

O novo disco da banda, intitulado Four, estará à venda a 17 de novembro.

Numa mensagem em vídeo para os fãs, os elementos dos One Direction propõe aos fãs fazerem o download, de forma gratuita, num prazo de 24 horas, da primeira música do disco, Fireproof.

 

Mariza vence prémio Womex 2014

Mariza

A fadista Mariza venceu o prémio Womex 2014, anunciou a organização,  que considerou que a artista alnaçou "novos patamares artísticos" dentro deste género músical.

"Desde a edição do seu primeiro álbum, há 13 anos, Mariza tornou-se conhecida como o expoente máximo vivo do Fado, bem como a artista mais visionária e inovadora no estilo. Ela criou o seu próprio som, que é igual nas tabernas de Lisboa ou nas mais prestigiadas salas de espectáculo no Mundo, e é tanto uma estrela em Portugal como no seio da comunidade da World Music", lê-se no comunicado da Womex, que anuncia o prémio.

A organização do prémio acrescenta que Mariza venceu o galardão 2014 "por ter trazido o estilo para novos níveis de reconhecimento internacional e por alcançar novos patamares artísticos dentro do género".