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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Waterphone.


Waterphone???

Nunca tinham ouvido falar deste instrumento? É impressionante.

É com este instrumento que se produzem os efeitos sonoros dos filmes de terror.

Vejam o vídeo.

 

 

Cooperativa Musical - Concerto. 20 JAN, 18h, Teatro Cine da Covilhã. Convite.

 Foto: A Cooperativa Musical está de volta.O primeiro concerto deste ano irá realizar-se no dia 20 de Janeiro de 2013 no Teatro Cine da Covilhã pelas 18 horas com o patrocínio da Câmara Municipal da Covilhã.  Desta vez a Cooperativa decidiu surpreender mais uma vez o seu público e irá apresentar uma Concerto com Solistas, neste caso, será Quarteto de Cordas com Flauta e Fagote.Os solistas são membros da Cooperativa Musical, sendo estes, Manuel Luís Cochofel (Flauta) e Gonçalo Pereira (Fagote).
 
"Vimos por este meio, informar que a Cooperativa Musical está de volta.
O primeiro concerto deste ano irá realizar-se no dia 20 de Janeiro de 2013 no Teatro Cine da Covilhã pelas 18 horas com o patrocínio da Câmara Municipal da Covilhã.
Desta vez a Cooperativa decidiu surpreender mais uma vez o seu público e irá apresentar uma Concerto com Solistas, neste caso, será Quarteto de Cordas com Flauta e Fagote.
Os solistas são membros da Cooperativa Musical, sendo estes, Manuel Luís Cochofel (Flauta) e Gonçalo Pereira (Fagote).
Agradecemos a divulgação do mesmo, sabemos que a informação esta a ser dada muito em cima da hora, mas infelizmente não nos foi possível passar a informação (motivos alheios à organização da Cooperativa Musical).
Agradecemos todo o apoio e disponibilidade por parte do Exmo Sr. Vereador Paulo Rosa, sem o empenho e vontade do mesmo, não teria sido possível organizar este concerto num Teatro tão querido para todos os covilhanenses.
Convido todos a estarem presentes neste concerto único com solistas no Teatro Cine da Covilhã, dia 20 de Janeiro pelas 18 horas.
Grata pela atenção,
Atenciosamente,
Joana Almeida, Maria Gomes
(Direção Artística)"
 

Concurso - Jovens Maestros 2013. Candidaturas até 28 de março de 2013.



A Metropolitana e o São Luiz Teatro Municipal convidam todos os jovens maestros em início de carreira para participarem no Concurso Jovens Maestros 2013. O concurso decorrerá nos dias 15 a 18 de Maio e integra a quarta edição do Festival para um Instrumento, o qual, após três edições sucessivamente dedicadas ao piano, ao violino e à flauta, dará lugar à direção de orquestra. Deste modo, assinala-se o cinquentenário da morte do maestro Pedro de Freitas Branco, uma das figuras mais destacadas da história da música portuguesa do último século. Proporciona-se ainda, e uma vez mais, a revelação de novos talentos do panorama artístico na atualidade, designadamente, no domínio de uma das disciplinas mais exigentes da interpretação musical e cuja vitalidade tem sido crescente no decorrer dos últimos anos.
Os dez candidatos admitidos às provas eliminatórias do concurso terão a oportunidade de dirigir a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) em ensaios abertos ao público. Entre estes, o júri elegerá três finalistas para novas provas com orquestra e solista. O vencedor apresentar-se-á em concerto único à frente da OML no dia 18 de Maio no palco do São Luiz e será distinguido com o Prémio Caixa Geral de Depósitos, sendo convidado a apresentar-se na programação da temporada 2013/2014 da orquestra.
Coprodução: São Luiz Teatro Municipal | Metropolitana
Apoio: Câmara Municipal de Lisboa, Caixa Geral de Depósitos, Antena 2

REGULAMENTO / FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Contacto:
jovensmaestros2013@metropolitana.pt

METROPOLITANA

Travessa da Galé, 36
1349-028 Lisboa - Portugal
telefone: (+351) 213 617 320
fax: (+351) 213 623 833

Email: metropolitana@metropolitana.pt

Website: www.metropolitana.pt

Banda da Covilhã - 5º Masterclasses de Sopros e Percussão. 2 e 3 FEV.

A Banda da Covilhã continua a apostar na formação e na qualificação dos músicos. Assim, nos dias 2 e 3 de Fevereiro organiza a 5ª edição das Masterclasses de Sopro e Percussão. Este ano as masterclasses foram alargadas a quase todos os instrumentos que é possível aprender na Escola de Música da Banda da Covilhã. Masterclasses de: Flauta, Clarinete, Saxofone, Trompete, Trompa, Trombone, Eufónio/Tuba e Percussão.
A iniciativa decorre na sua sede social, Av. Frei Heitor Pinto, N.º 1-7 e as inscrições estão abertas até ao dia 29 de Janeiro 2013, podendo inscrever-se músicos, alunos, aprendizes de todo o país.
Para mais informações/inscrições contactar por e-mail: bandadacovilha@gmail.com ou através dos telefones: 275335693 - 916929433 – 960119969.
A iniciativa conta a participação especial “The BellBrass Ensamble”, sob a direcção Artística do Maestro Simão Francisco. Uma organização da Banda da Covilhã em parceria com “The BellsBrass Ensamble” e com o apoio da Universidade da Beira Interior e da Câmara Municipal da Covilhã.
Curriculum resumido dos Professores: Flauta - Prof. Simão Francisco - Lic pela ESMAE, Docente Canto Firme, OUREARTE, Maestro Filarmónica de Penela e Director Artístico The BellsBrass Ensemble. Clarinete - Prof. Tiago Alves - Lic pela U Évora, Docente na OUREARTE. Saxofone - Prof. Fábio Monteiro - Lic pela U Évora, Docente na OUREARTE, Canto Firme. Trompete - Prof. Pedro Gentil - Lic pela ESML, Instrumentista Banda da Armada, Docente na Academia de Música de Alcobaça e Conservatório de Música de Santarém. Trompa - Prof. Bruno Cruz - Lic pela U Évora, Docente na SAMP e Canto Firme. Trombone - Prof. Ivan Branco - Escola Profissional Orfeão Leiria. Eufónio/Tuba - Prof. Bruno Pascoal - U Évora, Docente no Piaget, Instrumentista na Banda do Exército. Percussão - Prof. Bruno Filipe - U Aveiro, Docente no Centro de Formação Artística da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais.
 

David Bowie: quando a mentira é o segredo do sucesso

Desde o início que David Bowie sabia que o novo álbum seria um segredo. Trabalhou com o menor número de pessoas possível e como condição pediu-lhes um pacto de silêncio.

Primeiro, a euforia: David Bowie vai lançar um novo disco, depois de dez anos de silêncio quase absoluto. Já se pode ouvir o primeiro single e tudo. E depois, já com a faixa "Where Are We Now" no ouvido, as perguntas: mas como é que na era da informação e das redes sociais, das fugas de informação e dos rumores, foi possível manter todo o plano em segredo? Como é que não se soube de nada? Não foi fácil, conta quem esteve ao lado de Bowie. A mentira, entre alguns pactos de silêncio, foi o truque mais usado.

“Mas o que é que te mantém tanto tempo ocupado? O que é que andas a fazer? Que trabalho é esse que não podes dizer nada?” Terão sido algumas das perguntas que Tony Visconti, o produtor de sempre de David Bowie, mais ouviu nos últimos dois anos. Da mulher, dos filhos, dos amigos. Todos estranharam, todos quiseram saber e também todos desconfiaram que teria a ver com Bowie. Mas a resposta de Visconti foi sempre a mesma: “Estou a trabalhar num grande projecto mas não posso dizer o que é e mesmo que tentem adivinhar nomes eu não vou dizer nem que sim nem que não”.

O anúncio de que em Março David Bowie terá nas lojas o álbum The Next Day foi por isso para o produtor um alívio, mais do que um motivo de alegria e satisfação de dever cumprido, como o próprio contou ao The Guardian. “Já me sentia desconfortável com a situação mas sabia que era a única forma possível de o fazer”, disse Visconti ao jornal britânico, explicando que mesmo tendo estado sempre ao lado de Bowie foi surpreendido na terça-feira, dia em que tudo se soube. É que Visconti, que terminou de trabalhar no álbum na semana passada, não sabia que o lançamento ia já ser anunciado. “Pensei que só ia sair o single.”

E o mesmo aconteceu com a editora, que soube do novo trabalho de Bowie quando este já estava praticamente todo terminado. Nem sequer Rob Stringer, presidente do grupo Sony Music Label e que é considerado um dos nomes mais influentes na indústria da música, foi avisado. Stringer só ficou a saber da existência de The Next Day há um mês, quando foi convidado para ir a Nova Iorque ouvir algumas músicas ao estúdio onde tudo aconteceu. Quanto ao álbum, ainda nem lhe foi entregue uma cópia, contou ao The Guardian Visconti, lembrando que uma das primeiras perguntas de Stringer, quando este se encontrou com o músico e com o produtor nos Estados Unidos, foi sobre a campanha publicitária de lançamento do álbum. “Não há campanha publicitária. Vamos lançar a música no dia 8 de Janeiro, só isso”, foi a resposta de Bowie, que quis desde o início manter segredo.

Tudo começou há cerca de dois anos, quando Bowie ligou a Visconti para os dois voltarem novamente aos discos. Já todo o plano estava delineado. Bowie sabia bem o que queria e por isso estabeleceu como única condição ao produtor a de que ninguém poderia saber de nada. Mas não foi fácil. É que logo no início o músico viu-se obrigado a mudar de estúdios.

Os estagiários dispensados em dias de gravação
“Dissemos-lhes para manterem segredo mas eles destruíram tudo em menos de 24 horas. Ainda nem tínhamos começado o álbum e recebemos uma chamada: ‘É verdade que estão a trabalhar num novo álbum no tal estúdio?’”, lembra Visconti, explicando que a informação foi imediatamente negada e foram assim obrigados a procurar outro local para trabalhar. “Tivemos sorte com o estúdio, num local que se chamava The magic Shop em SoHo. Tinha normalmente estagiários a trabalhar mas sempre que lá íamos, eles dispensavam-nos porque não queriam que nos vissem”, acrescenta o produtor, explicando que sempre que gravavam ou ensaiavam a equipa no estúdio ficava reduzida a duas pessoas.

Neste processo, e para garantir que nunca nada se saberia, todos os envolvidos, incluindo Visconti e os músicos que colaboraram com David Bowie tiveram de assinar um pacto de silêncio. “Entre nós [Visconti e os músicos] não era preciso mas à medida que mais pessoas foram ficando envolvidas foi necessário porque não conhecíamos toda a gente assim tão bem.”

Ao The Guardian o guitarrista Earl Slick, responsável pelo conhecido solo de Station to Station de 1976, contou as fortes medidas de segurança, lembrando que apenas ele podia entrar no estúdio e nem sequer podia ter alguém o levasse até lá. Pelo contrário, Bowie também pensou nisso e tinha alguém encarregue para o ir buscar, assim como a todos os envolvidos. Também para o músico não foi fácil ter de mentir, principalmente depois de ter sido escolhido para a capa do mês de Dezembro da revista Guitar Player. “Estou a trabalhar no novo álbum do Bowie e não posso contar a ninguém”, pensou Slick, que acredita que o seu companheiro vai querer voltar aos palcos. Entrentanto, Bowie já lhe agradeceu, via email: “Obrigado por te teres mantido calado.”

Quanto ao vídeo, que na terça-feira foi revelado, terá sido mais fácil guardar segredo, visto que não precisou de tanto tampo de preparação e os envolvidos são todos próximos do músico, a começar pelo artista Tony Oursler, o realizador.

Já conhecido no mundo das artes por utilizar o vídeo em superfícies tridimensionais, como fez com o rosto de Bowie e da mulher que ninguém conhece que aparece ao lado do músico, Tony Oursler contou ao El País que foram precisas apenas duas semanas para que o vídeo de Where are we now? ganhasse forma.

“Fizemos o vídeo com uma equipa pequena mas muito talentosa. Tenho a sorte de trabalhar com um grupo de profissionais jovens mas muito criativos e com grande conhecimento técnico. Alguns deles são artistas reconhecidos. O David sabia que teria uma equipa assim com estas características”, contou o artista, que conheceu Bowie em 1996 numa exposição conjunta que tiveram em Itália.

O conceito do vídeo, que evoca os tempos de Berlim de Bowie, quando ali permaneceu (entre 1976 e 1979), tendo gravado uma trilogia de álbuns míticos (Low, Heroes e Lodger), foi toda do músico, “que tem ideias muito claras das coisas”. “Foi um pouco como entrar na sua cabeça e ir extraindo as imagens que ele fazia para o mundo exterior”, disse Oursler, desvendando o mistério da mulher que aparece no vídeo e que gerou um grande frenesim, tendo-se até suspeitado de que seria a islandesa Björk. “A mulher é na realidade a artista Jacqueline Humphries, com quem estou casado há dez anos, e é muito amiga de Bowie.

Se pensar bem em como tudo aconteceu nos últimos dois anos, Visconti não sabe como é que ninguém juntou as peças todas ao ponto de descobrir tudo. “As provas estavam lá. Ele [Bowie] foi fotografado perto do estúdio. E há um ano pediu a Robert Fripp para tocar no álbum e ele escreveu logo no seu blog qualquer coisa como ‘David Bowie pediu-me para tocar no seu álbum mas estou muito ocupado’ e ninguém acreditou”, exemplificou o produtor.

O certo é que nada se soube e a surpresa foi geral. Aos 66 anos, David Bowie voltou a dar cartas e a baralhar toda a indústria da música, ao inventar uma nova forma de promoção. Uma forma que se julgava impossível de concretizar em pleno ano de 2013. Ele ainda consegue apenas aparecer quando quer e ser falado quando deixa que se fale.

 

 

Nuno Sanches – “Flor”. Download.

9Depois de “Grão” e “Caule“, a “Flor”, um bom punhado de canções de amor e de algum terror. É o regresso aos discos de Nuno Sanches.

“Todas as músicas por nuno sanches.
O Tiago Ramos criou e tocou baixo no “Flor”, “Vai pela sombrinha”, “Improvisário do Amor”, “Panzer Azul” e “Eu posso ser”. Estes três últimos cresceram mais coloridos com o Fred e o Nuno Morão, em ensaios e concertos.
A capa são flores regadas a código, e vieram do jardim do Pedro Amado. O alinhamento das pétalas desta Flor foi desenhado pelo Ricardo Cardoso.” (1)

O disco está disponível para download gratuito, bastando para isso clicar em “Buy Now” e inserir “0″ no campo de “name your price”. Naturalmente, quem quiser pagar também pode, bastando para isso inserir um valor acima de “0″.

flor

Nuno Sanches – “Flor” (Edição de Autor, 2013) | ALTERNATIVA |

Download de “Flor”
www.myspace.com/nunosanches
www.facebook.com/profile.php?id=674762366

In: A Trompa

Robôs formam banda e tocam heavy metal

O que poderia sair da reunião de vários metais unidos tecnologicamente em prol da música? Claro que nada mais além de uma banda formada por robôs sincronicamente entoados como um cover da música Ace of Spades, do Motörhead.

robo banda1 Robôs formam banda e tocam heavy metal

Heavy metal na veia? Só se for veia mecânica. Este sucesso no Youtube mostra bateristas, guitarrista, baixista com muitos fãs. São mais de 1 milhão e 800 mil visualizações na internet. Realmente, é só ver pra crer:

 

Loops – “In Our Own Place”. Download.

inyourownplace

Depois de “Nothing Really Ends” (Honeysound, 2009), é tempo de”In Our Own Place”…

É este o título do novo EP dos Loops, um disco gravado por José Arantes (C-House), Paulo Miranda (AMP) e Filipe Miranda (Casa del Sol), uma gravação realizada entre Barcelos, Viana do Castelo e Esposende. O disco conta com a participação especial de Filipe Miranda e Lisete Santos nos coros. O EP está disponível para download no site da Honeysound.

De seguida, o videoclip para “Leave Me On This Floor”, um dos quatro temas do novo EP.

 

 

Loops – “In Our Own Place” (Honeysound, 2012) | ROCK | ALTERNATIVO |

Download Legal de ”In Our Own Place”
loops1.bandcamp.com
www.honeysound.com
www.sment-design.com

Oficina Musical - Orquestra Não Clássica da Guarda. Inscrições até 20 de Janeiro.

Entre Janeiro e Maio de 2013, o Teatro Municipal da Guarda vai promover a Oficina Musical - “Orquestra Não Clássica da Guarda”. Uma actividade criativa para jovens dos 12 aos 18 anos que decorrerá em sessões semanais, em horário pós lectivo a definir. A oficina será orientada por Victor Afonso.
A música é muito mais do que tocar instrumentos musicais convencionais. É também os sons que retiramos do nosso corpo e dos objectos quotidianos. Para os jovens que querem aprender outra forma de fazer música (saibam ou não tocar instrumentos), e que gostem de puxar pela sua criatividade, esta oficina é a ideal para experiências surpreendentes.
Os interessados em participar na Orquestra Não Clássica da Guarda deverão inscrever-se na bilheteira do teatro até 20 de Janeiro. A inscrição custa 5 euros.
 

Flávio Torres - Canções de Bolso. TMG, 19 JAN, 22h00.

9Flávio Torres - Canções de Bolso ao Vivo 

 

Regressa em Janeiro no TMG (cafe concerto) a apresentação das canções de Bolso de Flávio Torres acompanhado pelo Marco Silva na Viola Beiroa e slide guitar.
Um concerto intimista onde a palavra espelha a fonte do sentir.

::ENTRADA GRATUITA::

VIDEOS:
http://www.youtube.com/watch?v=PS8Yo7DoY-s
http://www.youtube.com/watch?v=y7HmHoMEEUg
http://www.youtube.com/watch?v=YVcfjerg3P8
http://www.youtube.com/watch?v=nLpKWGt0SD4
http://www.youtube.com/watch?v=uLwK7oZZ-Hg