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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Anafaia lança 1.º CD.

 
RCB
 
O grupo Anafaia lança o seu primeiro CD amanhã, sexta-feira na Moagem, a partir das 21h 30m. O trabalho, com 12 temas, resulta de uma recolha realizada durante os dois anos de existência do grupo fundanense.
Segundo Nelo Abrantes, um dos 9 elementos do grupo, neste trabalho "já conseguimos inserir dois originais: o pastor da transumância feito para os Chocalhos e um original do Carvalhal com letra de Nuno Pino Custódio", as restantes músicas resultam de uma recolha feita no concelho "escolhemos as mais conhecidas e demos-lhe uma nova roupagem".

Os Anafaia vêm publicado o seu primeiro CD com o apoio da câmara do Fundão. Esta primeira edição conta com 500 exemplares e é uma boa prenda de Natal para o grupo "para qualquer grupo é sempre bom ter um trabalho discográfico, não queremos parar e estamos já a trabalhar no próximo que será mais de originais, já temos um ou dois que iremos partilhar no sábado em Alpedrinha".

Na sexta-feira, na moagem o grupo Anafaia lança o CD Com tradições, no sábado, no teatro Clube de Alpedrinha protagonizam o espectáculo “Cão Tradições”. Um projecto que resulta de uma parceria com a Associação Homem do Saco e o Canil Alpetratínia. Um espectáculo que segundo João Silvino é um hino ao mundo rural "uma viagem pela nossa ruralidade e por alguns temas tradicionais que os Anafaia têm relacionados com actividades agrícolas como a apanha da cereja, a vida do pastor e o papel do cão na protecção do rebanho também farão parte do espectáculo".

O espectáculo terá duas sessões, uma às 17h outra às 21h 30m, no próximo sábado no teatro clube de Alpedrinha.

 

EPABI - Alunos fecham Escola a cadeado e reclamam subsídio em atraso.

 

Covilhã: Alunos fecham Escola de Artes a cadeado e reclamam subsídio em atraso

Os alunos da EPABI - Escola Profissional de Artes da Covilhã fecharam esta quarta-feira as instalações a cadeado e estão a fazer greve às aulas em protesto por não receberem subsídio de alojamento há dois meses.

Os portões acabariam por ser abertos a meio da manhã pela GNR, mas os estudantes, com idades entre os 12 e os 23 anos, permanecem em protesto à porta da escola.

No local, o aluno Samuel Duque disse à agência Lusa que o subsídio de 125 euros mensais é devido aos alunos deslocados, que são cerca de 70 dos 120 que frequentam a escola de ensino de música gerida pelo grupo GPS.

Como consequência "já houve senhorios a despejar colegas" e há casos de quem tenha passado "o fim de semana só a comer bolachas", porque "os pais não têm dinheiro para tudo".

Samuel frequenta a escola há seis anos, é o aluno com mais matrículas no estabelecimento, e refere que o problema é crónico: "há sempre dois ou três meses em atraso e quando chega ao terceiro mês pagam um, para nos calar".

Segundo referiu o aluno, quando confrontada pelos alunos, a direção da escola justificou o atraso com o facto de não receber as verbas relativas aos subsídios e que deviam ser entregues pelo Estado, através do Programa Operacional do Potencial Humano (POPH).

Contactada nas instalações pela agência Lusa, a direção da escola não quis prestar esclarecimentos.

A agência Lusa pediu também informações à gestão do POPH, mas ainda não recebeu nenhuma resposta.

Os alunos queixam-se também de problemas nas instalações da escola.

Segundo Samuel Duque, há brechas na estrutura da escola que provocam inundações, saídas de emergência fechadas a cadeado e o ar condicionado não funciona, deixando os alunos ao frio.