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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

VII Festival de Música da Beira Interior

O Festival de Música da Beira Interior é um evento que aposta em orquestras e coros da região e esta edição inclui a estreia de uma obra original de Domenico Ricci, do Conservatório de Música de São José da Guarda

A Guarda recebe, em maio, os últimos concertos do VII Festival de Música da Beira Interior, organizado pela Scutvias, concessionária da A23, e as Câmaras de Abrantes, Castelo Branco e Guarda. Participam este ano os Conservatórios de São José da Guarda, de Castelo Branco e da Covilhã, assim como a Associação Cultural da Beira Interior, a Academia de Música e Dança do Fundão e a Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco.

O ciclo arrancou sábado à noite, dia 24, em Abrantes, com recitais do Conservatório Regional de Castelo Branco e o Coro Misto da Beira Interior e foi dirigido pelo maestro Pedro Ladeira e teve um repertório dedicado às bandas sonoras de filmes emblemáticos dos anos 70 e 80, como a “Guerra das Estrelas”, “Tubarão” ou “ET”. O segundo, dirigido pelo maestro Luís Cirpiano, apresentou fados clássicos e temas tradicionais, acompanhados por contrabaixo, guitarra portuguesa e guitarra clássica. O festival chega ao Cine Teatro Avenida de Castelo Branco a 28 de abril, onde a orquestra do Conservatório de Música de São José da Guarda, sob direção de César Cravo, vai estrear a “Suite Popis Op.23”, uma obra original de Domenico Ricci para instrumentação variada. A seguir, a orquestra e coro da Academia de Música e Dança do Fundão revisitam algumas canções de José Barata-Moura, com direção de João Mendes.

Os últimos concertos realizam-se no TMG a 26 de maio. Na Guarda, a primeira parte é da responsabilidade do Conservatório de Música da Covilhã, que apresenta o segundo ato do bailado “Quebra Nozes”. Depois, uma formação da Escola Superior de Artes Aplicadas, do Politécnico de Castelo Branco, interpretará uma obra de Carl Weber para quinteto de clarinete e cordas (op.34, J.182). Para a Scutvias, a organização do festival é um esforço em tempo de crise, mas que a empresa pretende manter. «Consideramos que o festival tem uma qualidade grande e a qualidade é importante na proximidade com as comunidades que servimos como concessionários e por isso vamos continuar», referiu Levi Ramalho, diretor geral da concessionária da auto-estrada da Beira Interior.