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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Música no Teixoso. 21 Agosto, 21h30, Adro da Igreja.

A Associação “Grande Roda”, do Teixoso (Covilhã), realiza a 21 de Agosto, o 3º encontro de grupos de música tradicional portuguesa, no adro da igreja da vila, pelas 21:30H.

Participam na iniciativa, os grupos de cantares “ Grande Roda”, grupo anfitrião, “As Rodinhas do Teixoso”, “Rotas e Tradições”, da Meimoa, de Aldeia de Souto e do Grupo de Bombos das Donas.

 

EPABI abre segunda fase de candidaturas.

Até 31 de Agosto a escola profissional de artes da Covilhã tem abertas candidaturas para os cursos de instrumentista de cordas e teclas e de instrumentista de sopros e percussão de nível III.

Os referidos cursos conferem dupla certificação, nomeadamente a certificação profissional na área da música e com equivalência ao 12º ano de escolaridade, permitindo o prosseguimento de estudos para o ensino superior.

As candidaturas estão abertas até 31 de Agosto e no inicio do mês de Setembro os interessados vão ter de realizar as provas de admissão que englobam cultura geral, formação musical e audição de instrumento.

TEATROAGOSTO - 6ª edição já arrancou no Fundão.

Organizado pela associação com o mesmo nome, em parceria com a Gardunha Viva, o TeatroAgosto apresenta na sexta edição uma versão mais reduzida devido à crise e à falta de apoio da direcção geral das artes (DGA). Duas acções de formação, 3 concertos musicais e 5 espectáculos teatrais com representações de Espanha, Itália e Portugal.

Apesar da redução do número de dias e dos espectáculos, a organização garante a mesma qualidade de sempre

"O festival mantém o rigor na escolha dos projectos a a apresentar", refere à RCB o director de produção do evento. De acordo com José Alexandre Barata, os objectivos e o fio condutor do festival não foi beliscado "o encontro entre quem faz e quem vê" continua a ser a linha orientadora da iniciativa.

Esta segunda-feira, a abertura da esplanada TeatroAgosto, no espaço Gardunha Viva, marca a abertura do festival "são três dias com entrada livre numa esplanada agradável para assistir a espectáculos musicais ao vivo", afirma José Alexandre Barata.

In: RCB

Viseu abre 618.ª Feira de S. Mateus (a qual a FRC já visitou diversas vezes).


A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro,

inaugurou dia 14 a 618.ª Feira de S. Mateus, em Viseu, um certame que faz parte das suas memórias e que considera ser de grande relevância para a região.
A governante contou que não hesitou em aceitar o convite do presidente da câmara de Viseu, Fernando Ruas, e que o fez “com muito gosto” e não “em cumprimento de dever de ofício”.
“Sou daqui de perto (Oliveira do Hospital) e sempre me recorda de a feira de S. Mateus ser um evento de grande relevância para a região. Era um privilégio ter a oportunidade de vir à Feira de S. Mateus”, referiu.
Dulce Pássaro contou que “eram outros tempos, outras acessibilidades” e os mais de 50 quilómetros que a sua família tinha de percorrer até Viseu tornavam o dia da visita à Feira de S. Mateus especial.
“Era um dia inteiro, um dia longo, trazíamos uma merenda e vinha a minha avó e toda a gente. Enfim, era um dia em grande”, disse saudosa, considerando que o secular certame representa “para a região alargada, não é só para o concelho de Viseu, um grande evento”.
“Nunca pensei estar cá presente na Feira no exercício destas funções”, admitiu.
Na opinião da governante, feiras como a de Viseu só são possíveis porque se preserva “o que lhes dá suporte”.
“Há várias actividades que estão representadas, mas muitas delas estão associadas à valorização de produtos da região. E os produtos da região e a sua valorização são possíveis se nós soubermos preservar o ambiente e a sustentabilidade dos nossos recursos”, defendeu.
Fernando Ruas frisou que a Feira de S. Mateus é o ex-libris de Viseu, tendo conseguido impor-se ao longo de 618 anos e ser “das maiores alavancas, até do ponto de vista económico”, da cidade e do concelho.
Por isso, considerou que a inauguração é “um dia especial”, que “marca o início de 40 dias (até 21 de Setembro) de grande actividade”, numa zona da cidade que foi valorizada no âmbito do programa Polis.
Dulce Pássaro afirmou que “os programas Polis foram uma experiência bem conseguida”, ainda que “nuns casos mais do que outros”.
“Sendo eu uma pessoa que trabalha no Ministério do Ambiente há 33 anos e que tenho tido funções dirigentes com alguma relevância nos últimos dez anos, não me tinha apercebido da importância que tiveram os projectos Polis nas cidades como alavanca de requalificação dessas cidades”, admitiu.
Sublinhou que estes programas “arrastaram um conjunto de iniciativas, quer dos privados, quer das autarquias, que contribuíram para que as cidades sejam muito melhores”.
Nesta edição da Feira, a organização espera mais de um milhão e meio de visitantes, que podem participar em várias actividades lúdicas, culturais, desportivas e gastronómicas e assistir a concertos.

In: Hardmúsica

 

Hoje estamos no Barco (Covilhã) na Festa de S. Sebastião.

 

 


BARCO

Orago: São Simão
População: 573 habitantes
Actividades económicas: Comércio, indústria, agricultura e construção civil
Feiras: Mensal (último Sábado de cada mês)
Festas e Romarias: São Simão (28 de Outubro), São Sebastião (4º Domingo de Agosto) - na qual iremos participar, São João (23 de Junho), Nossa Senhora de Fátima (30 de Maio), Festival de Ranchos Folclóricos
Património cultural e edificado: Igreja matriz, fonte romana, alminhas, centro social
Outros locais de interesse turístico: Praia fluvial no rio Zêzere, zona de lazer com piscina, Ruínas de um acampamento romano (Minas da Argemela), lagar de azeite,, paisagem natural - Rio Zêzere,
Gastronomia: Borelhões, enchidos, peixe do rio e javali
Artesanato: Pinturas e mantas de Orelos
Colectividades: ARPAZ - Associação Regional de Solidariedade e Progresso do Alto Zêzere, Sport Clube do Barco, Sociedade de Recreio e Folclore de S. Sebastião, Clube de Caça e Pesca do rio Zêzere e Associação Cultural e Recreativa do Barco, Rancho Folclórico do Barco.

A freguesia do Barco situa-se a 20 quilómetros da sede do concelho, ocupando uma área de 10,98 Km2, encaixada entre a Serra da Estrela e a Serra da Gardunha, junto ao rio Zêzere, no extremo sudeste de Castelo Branco e no seu limite com o concelho de Fundão.
Aqui existe vida humana desde, pelo menos, a época romana. No monte de Argemela, separado da povoação pelo rio Zêzere, encontram-se restos de três muros, que terão pertencido a um acampamento romano. Segundo a tradição, este acampamento teria sido construído por um proconsul romano para defesa contra o Viriato. Aqui foi explorado volfrâmio e estanho, até há alguns anos atrás, mas a sua extracção está, agora, paralisada. Além da riqueza mineral deste subsolo, é de acrescentar a riqueza em recursos hídricos (já que por aqui passa o Zêzere), o que facilitava sobremaneira a vida das populações.
O próprio nome do monte, Argemela, parece ser de origem germânica, um genitivo do nome pessoal Argemira. Novamente a lenda entra em acção e refere uma outra origem para este nome, contada por Pinho Leal no "Portugal Antigo e Moderno". Repare-se que o próprio Pinho Leal encontra uma outra explicação: "É curiosa a tradição sobre a etymologia do nome d'este monte. Diz ella que uma lusitana cahida em poder dos romanos, na véspera do seu casamento, foi levada ao dito castro e ahi a quiseram obrigar a declarar a guarida do seu desposado, ao que ella heroicamente se recusou, sendo por isso queimada. Por muitos annos se ouviram gemidos que pareciam vir do monte, e os que ouviam, diziam: "No ar geme ella!". E lá ficou ao tal pico o nome de Argemella.
Sem querer destruir esta romântica tradição, estou persuadido que o nome d'este monte é corrupção da palavra árabe aljobeila, que é diminutivo de jabalon, que significa monte, vindo a ser montinho.
Posto que a subida a este pico seja custosa, pela escabrosidade do terreno, fica bem compensado da fadiga, o viajante que attingir o seu cume, pela vasta e deliciosa vista que d'alli disfructa. D'este ponto se descobrem campos, mattos, serras e várias povoações da pittoresca Cova da Beira, que d'aqui se vê em toda a sua extensão".
Quanto ao topónimo principal da freguesia, Barco, deve estar relacionado com a passagem por aqui de uma embarcação, em tempos recuados, e que ligava as duas margens do Zêzere. Mais importante esta barca se tornava quando é certo que a maioria dos terrenos aráveis da povoação se localizavam na margem contrária. É a única freguesia do centro e sul do país com este nome. No norte, existem "seis barcos", uma freguesia (em Guimarães) e cinco lugares (nos concelhos de Barcelos, Penafiel, Peso da Régua, Ponte de Lima e Resende).
As Inquirições de 1288 não mencionam a freguesia, embora se saiba que nessa altura ela já existia, integralmente foreira do rei. Em termos administrativos, pertenceu sempre ao termo da Covilhã. O seu território, que é hoje de 1316 hectares, mereceu até aos finais do século passado algumas dúvidas. Apenas em 4 de Outubro de 1894 aquelas foram dissipadas, com um decreto real a estabelecer os limites entre esta freguesia e a de Peso. Entre 1872 e 1984, teve anexo o lugar de Coutada, que nesta data se constituiu em freguesia (também deste concelho).
Paroquialmente, Barco foi erecta apenas por volta do século XV, e ao que parece desmembrada do priorado de S. Silvestre da Covilhã. Este prior apresentava o cura de Barco. Este tinha de rendimento anual quinze mil réis e o pé-de-altar. Passou posteriormente a vigararia. No entanto, ainda antes da instituição da freguesia, já existia aqui uma pequena ermida, dedicada a São Simão, e que a partir daí se tornou a matriz de uma paróquia que adoptou também São Simão como seu padroeiro.
Aliás, até ao século XIX a freguesia foi conhecida como São Simão, passando a ser Barco o nome mais conhecido a partir daí. São Simão, o padroeiro no qual confiam milhares de pessoas ao longo de gerações, é festejado no calendário litúrgico da Igreja Católica a 28 de Outubro. Apóstolo, é geralmente associado a S. Judas Tadeu. Terá sido martirizado, depois de uma vida dedicada ao apostolado, da mesma forma que o profeta Isaías: serrado ao meio. Daí o facto de o seu atributo ser uma serra.
É de notar um crescimento populacional notável a partir de meados do século XIX. O crescimento durou praticamente um século, de 1860 a 1950. Nesta última data, iniciou-se o processo inverso, com o fenómeno migratório que levou milhares e milhares de pessoas para o estrangeiro. O mesmo aconteceu com Barco, que até hoje não se recompôs. Em 1950, viviam aqui cerca de 1800 pessoas. Actualmente, esse número não ultrapassa o milhar.
A agricultura é uma das principais actividades da população de Barco. Os terrenos da freguesia são férteis e produzem essencialmente milho, feijão, azeite e centeio. A indústria e o comércio estão também em crescimento, servindo com agrado as necessidades básicas da população.

 

ENIGMA - Teste de Português

Vamos aqui dar início a uma rubrica, "Enigma do Mês",retirada d' «A Clave» (Jornal da Filarmónica Recreativa Cortense), que será publicada mensalmente e à qual podem dar a solução nos comentários ao "post".

 

 

 

TESTE DE PORTUGUÊS

Aqui fica um desafio para quem quiser tentar.

Na frase abaixo deverão ser colocados 1 ponto final e 2 vírgulas, para que a frase faça sentido.

 

«Maria toma banho porque sua Mãe disse ela dá-me a toalha.» 

 

Dê-nos a resposta no link "comentar" abaixo e indique o seu nome e localidade.

 

Novo projecto musical na Covilhã.

Nasceu em Novembro de 2009 na Covilhã e está a dar os primeiros passos com ajuda de jovens músicos. O Coro de Câmara da Covilhã conta actualmente com dez elementos e tem inscrições abertas até Setembro.

Os ensaios para a nova temporada começam em Outubro, até lá a direcção espera que apareçam novos coralistas.

"O ideal seria chegar aos 30 elementos", explica João Lourenço, tarefa que pode não ser fácil dada a quantidade de projectos musicais na cidade. Ainda assim, o maestro acredita que a cidade tem espaço para o novo coro, “isto se não estiver toda a gente a defender a sua quintinha”, acrescenta.

As inscrições para a nova temporada estão abertas até Setembro e os ensaios começam em Outubro. Quem estiver interessado pode enviar mensagem para corocamaracovilha@mail.telepac.pt ou contactar a direcção do Coro de Câmara da Covilhã através da página no facebook.

In: RCB

2ª Fase de Candidaturas à Escola Profissional Metropolitana

 



Está a decorrer a 2ª fase de candidaturas para a Escola Profissional Metropolitana no ano lectivo 2010-2011.

A data limite de inscrição para a prova de admissão termina no dia 2 de Setembro e a prova terá lugar no dia 3 de Setembro.
Consulte
aqui as condições de admissão.

Mais informações através do telefone 21 361 73 41 a partir do dia 16 de Agosto 2010 das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00.