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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

É Carnaval...

Carnaval festeja-se há séculos

A origem da denominação Carnaval não reúne consenso entre os historiadores: as duas teorias mais conhecidas dividem-se entre uma conotação religiosa, em que a palavra resulta do latim “carnevale” (junção de carne e adeus, que designaria o último dia em que era permitido comer carne, antes da Quaresma), e a influência das festas em honra de Dionísio, nas quais um cortejo de carros (“carrus navalis”) distribuía vinho ao povo de Roma.
O sociólogo Moisés Espírito Santo, estudioso das religiões, defende, contudo, outra tese, que vai buscar ao Médio Oriente, onde os calendários solares eram fortemente assinalados, a expressão “carr nabal”, isto é, a festa dos loucos.
O especialista explicou à Lusa que as celebrações carnavalescas decorriam na região com um fundamento sagrado ainda antes do nascimento de Cristo, numa festa babilónica praticada pelos judeus e descrita na Bíblia, motivada para comemorar o fim do inverno e o início das sementeiras.
“As pessoas faziam espalhafato e barulho, condenavam e enterravam simbolicamente, em teatros, os poderosos, os opressores e os líderes religiosos e mudavam os papéis sociais, vestindo-se de rico ou do sexo oposto. Era uma festa de subversão social”, descreveu.
A temática manteve-se mais tarde, quando o Carnaval se estendeu ao Mediterrâneo e passou a chamar-se Entrudo (entrada), ficando “arrumado” no calendário cristão como uma despedida do profano para entrada no período da Quaresma.
Apesar da conotação ao sagrado, a Igreja Católica sempre suspeitou deste período de “desregulação”: até há cerca de “50 ou 60 anos” organizava uma reza de quarenta horas, durante a qual os fiéis se revezavam na igreja para “reparar os males e abusos” praticados.
Hoje, o Catolicismo já não se interessa nem tenta combater a festa, que se tornou tipicamente profana.
“O Entrudo passou a ser Carnaval sem nada de sagrado com o fim do prestígio da Quaresma, há uns 50 anos, talvez”, diz Moisés Espírito Santo.
Por todo o mundo, as celebrações desdobram-se em desfiles e bailes de máscaras e, em alguns casos, como no Rio de Janeiro ou Veneza, já se tornaram tradições fundamentais na cultura local.
Em Portugal, são cada vez mais as cidades que aderem à festa - instituições e escolas participam em corsos, figuras públicas são chamadas a protagonizar desfiles e as autarquias tentam inovar através da tecnologia (as festas da ilha Terceira vão ser transmitidas na Internet) ou com marcas próprias. Na Covilhã promove-se o Carnaval da Neve.

In: Hardmúsica

Bandas em Concerto - Sociedade Filarmónica Senhor dos Aflitos do Soutocico. Cine-Teatro de Estarreja, 21 Fev, 16h00

BANDAS EM CONCERTO 2009/2010

Fundada em 1946 por iniciativa dum grupo de 14 Soutocicenses e o apoio incondicional de toda a população, apresentou-se pela primeira vez em Agosto, na festa em honra do Senhor dos Aflitos no Soutocico, sob a regência do maestro fundador, Afonso Dinis Vieira.
Durante as duas primeiras décadas desenvolveu a sua actividade nos moldes normais para uma colectividade como esta, ou seja, actuando um pouco por todo o país em festas e romarias.
Nos anos 60 passou por uma grave crise de funcionamento devido à guerra colonial e à emigração que motivou uma paragem entre 1966 e 1967. Nos anos que se seguiram manteve a sua actividade nos moldes habituais para a época.
Em 1984 iniciou-se um novo ciclo com a criação da escola de música que foi e continua a ser fundamental para o regular funcionamento da filarmónica. Iniciando-se com 24 jovens entre 8 e 14 anos, rapidamente gerou uma onda de entusiasmo a que levou que não só o número de alunos aumentasse para 37 logo no segundo ano, como motivou o aparecimento de uma Orquestra Juvenil.
Na verdade, por iniciativa do então maestro, José António Faustino, nasceu essa Orquestra, que não só pela originalidade como também pelo nível artístico atingiu assinaláveis êxitos a nível nacional e internacional.
Já na década de 90 essa Orquestra foi sendo integrada na Banda até deixar de funcionar como tal.
Actualmente, a Filarmónica Senhor dos Aflitos do Soutocico conta com 50 elementos, tem a funcionar a escola de música com cerca de 30 alunos assim como uma Orquestra com cerca de 30 elementos, dirigida por um jovem músico da casa e promissor maestro, Filipe Faustino. De salientar a importante colaboração na escola de música dada pelos vários jovens elementos da própria Filarmónica que todos os fins-de-semana se disponibilizam para ensinar música.
Presentemente é seu maestro o Sr. Luís Paulo Salgado e apresentam o seguinte programa:

Joyful Fanfare - Franco Cesarine
Music for a Solemnity - Jan The Haan | Solo: Telma Vieira
New Vilage (Fantasy for Band) - Kees Vlack
 The Saint And The City - Jacob The Haan
Cry Of The Falcon - Kevin Houben | Solos: Ricardo Faustino (Bombardino) e Fábio Carreira (Trompa de Harmonia)
Palha Blanco - Afonso Alves | Solo: João Ferreira (trompete)

Vídeo da peça musical "A Joyfull Fanfarre" em concerto dia
- Capelas Imperfeitas Batalha

Todos a tocar Chopin nos 200 anos do seu nascimento - 16 a 19 Jun, Teatro S. Luiz, Lisboa


"Quem vier para tocar Chopin pode participar", parece ser a palavra de ordem de uma "jam session" a acontecer em Junho, que tem como inspirador Fréderic Chopin, nascido há 200 anos na Polónia.

O génio do piano é o tema de um Festival que se organiza em Junho pelo Teatro S. Luiz e a Metropolitana, com o apoio da embaixada da Polónia.

O maestro Cesário Costa realçou o facto de ter sido a embaixada quando soube da iniciativa “a procurar a organização, saber de que de que forma podia também participar”.
A primeira secretária da embaixada polaca Grazna Misiorowska-Rychlewska afirmou que “há outras iniciativas previstas para Portugal”, mas não quis adiantar pormenores.
A diplomata referiu o interesse de “um pianista polaco de renome mundial vir dar 'masterclasses' na Metropolitana”.

Uma "Jam Chopin" em que todos são convidados a tocar peças do compositor polaco, é  uma das "propostas mais radicais" do Festival Chopin que acontecerá de 16 a 19 de Junho no Teatro S. Luiz, em Lisboa.

“Nesse dia quem quiser tocar Chopin basta vir até ao Teatro S. Luiz”, afirmou Cesário Costa da Orquestra Metropolitana na apresentação do Festival que inclui ainda um concurso para pianistas dos 17 aos 35 anos.

O programa do Festival Chopin além da “Jam Chopin” e do concurso inclui um recital do pianista António Rosado a abrir, que fará a Integral das Baladas e Scherzos de Chopin, dois concertos com a Metropolitana sob a direcção de Jean-Sébastien Béreau com peças de Chopin com arranjos para orquestra, e um concerto de jazz com o Trio de Mário Laginha.

O pianista Mário Laginha referiu que “a ideia é partir das composições de Chopin e trabalhá-las no formato mais clássico de jazz”.
"Cruzar jazz com o Chopin" , disse por seu turno Cesário costa que salientou pretender juntar a tradição à inovação.
Além de Laginha, o trio é composto por Bernardo Moreira no contrabaixo e Alexandre Frazão na bateria.
“Em Chopin a melodia saía a jorros, e tal como outros compositores, designadamente  Bach e Schumann, era um improvisador nato de uma música muito inspirada”, disse Laginha.
O pianista afirmou que há a ideia “de colocar a improvisação apenas no jazz, mas ela não lhe pertence em exclusivo”.
Referindo-se ao concerto que acontecerá dia 19, Laginha afirmou que deverá apenas apresentar uma composição original e improvisar a partir das peças de Chopin sem ferir a honra da sua música”.
Uma das peças que escolherá - garantiu - é o Opus 10 n.º 05.
Relativamente ao concurso os candidatos podem inscrever-se no site da  Metropolitana até 31 de Março enviando um vídeo de uma actuação. Os vídeos apresentados poderão ser vistos em www.metropolitana.pt.
O maestro Cesário Costa e o pianista António Rosado anunciarão dia 19 de Abril os quatro finalistas que se apresentarão durante o Festival no S. Luiz, sendo anunciado o vencedor dia 19.
Os quatro candidatos podem tocar qualquer peça de Chopin não havendo nenhuma obrigatória.
O vencedor que actuará na Polónia num dos cenários onde Chopin tocou e receberá um prémio no valor de 500 euros, será escolhido por um júri composto pelos pianistas Paulo Pacheco, director pedagógico da Metropolitana, e Fausto Neves, que desempenhava funções docentes na Universidade de Aveiro e a jornalista Manuela Paraíso.
António Rosado afirmou que este concurso “cria uma oportunidade para os jovens apresentarem o seu trabalho” e referiu que “escasseiam as oportunidades válidas – sala e instrumento – além do necessário retorno financeiro" para os pianistas.
A este propósito António Rosado referiu “a ideia ainda vulgar” de que ser pianista não é profissão.
Rosado apresenta-se a solo dia 16 e Junho e com a Orquestra Metropolitana como solista, dias 17 e 18 em que serão interpretadas entre outras, as peças "Les Sylphides” com arranjos para orquestra de Alexander Glazunov e a Suite Chopin com arranjos de Mily Balakirev.

In: Harmúsica

Mapa Etno-musical de Portugal

Mapa

Vem conhecer o teu país através da música!

O que é.

Sabes o que é o Mapa Etno-musical de Portugal? Não
 

 

Podes conhecer este projecto de Júlio Pereira aqui.
 

 

Mas se tiveres um “tempinho” livre hoje, 11 de Fevereiro de 2010, á noite e se estiveres perto de Águeda, vem conversar com o próprio Júlio Pereira, João Luís Oliva e Domingos Morais, sobre o Mapa Etno-musical de Portugal na Casa do Parque da Alta Vila pelas 21h30. A entrada é livre.
De região em região, através de um mapa de Portugal povoado de pequenas imagens, a que se associam gravações áudio e textos explicativos, é possível calcorrear o país, de forma interactiva, através das suas tradições e instrumentos musicais.
É um projecto alojado no centro virtual do Instituto Camões e coordenado por Júlio Pereira, autor da primeira versão do mapa em 1988, então em papel, como encarte do marcante disco “Miradouro”.
Já agora, amanhã, dia 12 de Fevereiro de 2010, não percas no grande palco das Sextas Culturais Águeda 2010, o concerto, de Júlio Pereira, “Geografias”, na companhia de Miguel Veras e Sofia Vitória.
Sobre as Sextas Culturais Águeda 2010 pode obter aqui mais informações.
Duas noites com o mestre, ambas a não perder! 
 

Banda da Covilhã - Tomada de posse dos orgão sociais para 2010-2011

 

Teve lugar na sua sede social a tomada de posse dos novos órgãos sociais para o biénio 2010-11 da A.R.M.C. – Banda da Covilhã. Uma sala repleta de convidados e a presença de representantes das principais forças vivas da cidade marcaram presença. Como introdução teve lugar um momento musical proporcionado por dois músicos da Escola de Música, Valores e Talentos da Banda da Covilhã – um duo de saxofones pelo Francisco e pelo Rui. Seguiu-se a tomada de posse, discurso do presidente da Direcção empossado e apresentação do plano de actividades e a terminar a assinatura de vários protocolos. No final um Filarmónico de Honra encerrou a cerimónia de tomada de posse. Obrigado Sr Moreira e Madrinha da Banda pela oferta de um Clarinete. A Banda da Covilhã agradece a presença de todos. Bem Hajam!

A FRC deseja aos recém empossados corpos sociais, dedicação e êxito nas suas funções.

In: Banda da Covilhã

Bandas em Concerto - Associação Musical da Pocariça. Teatro-Cine de Pombal, 13 Fev, 21h30

BANDAS EM CONCERTO 2009/2010     

A Associação Musical de Pocariça foi constituída em Abril de 1914 com a designação de Associação Musical Recreativa da Pocariça.

“Nasceu” de um Grupo Musical ou Tuna, de instrumentos de cordas, denominado, Grupo ou Sociedade Dramática Pocaricense 14 de Julho, provindo esta de um Grupo anteriormente chamado Recreio Artístico.

Foi numa das reuniões daquela Associação artística que o Senhor Dr. Manuel Magalhães Pessoa, lembrou a necessidade de se criar uma Banda, ideia que foi secundada pelos Senhores Aníbal Ribeiro da Fonseca, Francisco Ribeiro da Fonseca, Laurindo Mendes da Fonseca, José Francisco Paulo e Manuel Evaristo Mendes Fonseca.

Mais tarde Manuel Evaristo Pessoa, doou a sede desta Associação.

Os primeiros passos para o seu ressurgimento são coroados de êxito, sendo também elementos activos outros ilustres Pocaricenses.

A aprendizagem da imortal Arte começou um Julho, servindo alguns instrumentos da anterior Tuna que foram oferecidos, e, como seriam necessários muitos mais instrumentos, foi então que o Sr. Francisco Ribeiro Fonseca pôs à disposição, a título de empréstimo (sem juros), todo o dinheiro para a sua compra. Foi este bondoso pocaricense ilustre que abriu caminho para que a Banda viesse a ser um facto, iniciando a Escola de Música que ainda hoje é o suporte da Banda.
A sua estreia na Pocariça em 1 de Janeiro de 1915, saindo para a Rua em cumprimentos aos seus Benfeitores e à Terra.

Por alvará do Governo Civil de Coimbra de 2 de Março de 1937, foram aprovados os seus primeiros Estatutos, passando a Associação a designar-se Associação Musical da Pocariça

Conta no seu activo inúmeros triunfos, destacando-se o 1º Prémio nas Festas da Rainha Santa de Coimbra em 1932, nas Festas de S. João no Porto em 1935, cujo êxito motivou o Presidente da Câmara da Invicta a deslocar-se à Pocariça para condecorar a Banda com a Medalha da Cidade. O último dos quais em Julho de 2007, nos “Concertos Museu da Água de Coimbra, promovido por iniciativa das “Águas de Coimbra EM” e “Orquestra Clássica de Coimbra”, sob a forma de Concurso.

Entre 10 Bandas do Distrito de Coimbra, seleccionadas pela organização, e perante um júri constituído por pessoas credenciadas, com grande experiência filarmónica e de reconhecida competência nacional, conquistou o 1º Prémio – Grande Prémio “Museu da Água de Coimbra 2007.

Agraciada com a Medalha de Prata do concelho de Cantanhede (1990).

Fundadora da Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra, tendo participado nos seus seis Encontros Distritais.

Actualmente a Banda é composta por 72 Filarmónicos, na sua grande maioria jovens, com idades inferiores a 20 anos, dos quais 33 elementos do sexo Feminino.

A Direcção artística (Filarmónica e Escola de Música), encontra-se a cargo do Maestro Prof. Jorge Paulo Margaça, desde Abril de 2003, a cujo perseverante esforço se deve, o grande aperfeiçoamento a que a Banda chegou.

Sob a sua direcção artística, esta Banda vai apresentar o seguinte programa:

Sinfonia do Novo  Mundo (4º andamento)  -  A. Dvorak : arr. Ilídio Costa

Poeta e Aldeão  -  Franz Suppé

Persis  -  James Hosay

Pacis Valley  -  Giancarlo Gazzani

Pop Hit  -  arr. Luis Cardoso

Canções da Tradição  -  arr. Luis Cardoso

Happy Mallets  -  Harm Evers

 

Fica o vídeo com a sua interpretação de "Persis". Concerto realizado no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz em 26 de Abril de 2009.
 

 

Álvaro Cassuto vai dirigir a Sinfónica de Bari (Itália)


O português Álvaro Cassuto vai dirigir a partir de Março a Orquestra Sinfónica de Bari, em Itália, como maestro principal, um convite que considerou "honroso" e que não se recusa
. "Dou-me lindamente com a orquestra, há um relacionamento muito próximo, é como fazer parte de uma nova família. A única responsabilidade é fazer boa música com uma orquestra que está mais do que disposta a fazer boa música", disse à Lusa Álvaro Cassuto.
O maestro português de 70 anos terá um contrato até 2013 para dirigir aquela orquestra quatro a cinco vezes por ano, com um repertório que incluirá nos primeiros concertos obras de Schubert e dos portugueses Joly Braga Santos e Luís de Freitas Branco.
"Ficaram muito entusiasmados com os discos de Joly Braga Santos que eu gravei para a Naxos. Gostaram muito da música e querem que eu inclua", referiu.
Fundada em 1948 sob a direcção artística do maestro Gabriele Ferro, a Orquestra Sinfónica de Bari tem 80 elementos "extremamente entusiasmados em trabalhar e em tocar bem".
Álvaro Cassuto, que em 2009 celebrou 50 anos de carreira, afiançou que não tem intenções de se mudar para Itála, embora a orquestra de Bari esteja situada numa região que lhe irá permitir várias viagens turísticas.
Em Portugal, mais do que dirigir outras orquestra, Álvaro Cassuto explicou que irá estar empenhado sobretudo a gravar discos de música portuguesa para a editora Naxus: "Isso é mais importante para mim do que dirigir uma orquestra em Portugal".
"É uma maneira muito mais eficaz de divulgar a música portuguesa mundialmente. A Naxus é a maior etiqueta mundial em termos de distribuição. Assinei um contrato de exclusividade que me permite gravar até quatro CD por ano de música portuguesa à minha escolha com quaisquer orquestras estrangeiras", explicou.
Álvaro Cassuto, nascido no Porto em 1939, licenciou-se em Direito, diplomou-se no Conservatório de Viena, na Áustria, e estudou direcção de orquestra com Herbert Von Karajan, Pedro Freitas Branco, Franco Ferrara e Obi Kapellmeister.
Nos Estados Unidos, onde viveu cerca de duas décadas, Álvaro Cassuto esteve à frente de formações como a da Universidade da Califórnia, a Rhode Island Philharmonic e a Orquestra Nacional de Nova Iorque.
Em Portugal, foi maestro director da Orquestra Sinfónica da Radiodifusão Portuguesa e fundou a Nova Filarmonia Portuguesa, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Orquestra do Algarve e director artístico da Metropolitana.

In Hardmúsica

Enciclopédia da Música em Portugal no século XX.

Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX Vol. 1 Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX Vol. 2 Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX Vol. 3 Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX Vol. 4

 

Música é vivência. Encontro de gentes e tribos, mistura de antigo e profano, sempre em mutação e redescoberta de novas fronteiras. Em busca do século XX português, uma equipa de especialistas em Etnomusicologia fez uma inédita recolha das bandas, etiquetas, instrumentos, estilos, intérpretes, músicos e compositores que marcaram todo um tempo e forma de estar. Sob a direcção científica de Salwa Castelo-Branco, esta é a primeira obra a reunir todo o século XX português de forma tão completa e apurada. Da definição de kizomba ao jazz, do fado à pop, do popular ao erudito, pode encontrar nesta enciclopédia toda a informação existente de forma sistematizada. O produto de 13 anos de trabalho de pesquisa e investigação resultaram numa enciclopédia em 4 volumes, num total de 15 000 páginas que contam com mais de 1250 entradas relativas a diferentes géneros musicais, artistas, revistas, compositores, instrumentos, institutos e escolas, entre outros (duzentas entradas estarão on-line no site do Instituto Camões).

Por detrás da enciclopédia está uma "base de dados relacional" projectada e organizada por António Tilly, que inclui 5000 entradas com textos, bibliografia, biografias, iconografia, lista de obras e até discografia.

A obra, editada em conjunto pelo Círculo de Leitores e pela Temas e Debates, foi apresentada por Anthony Seeger, da Universidade da Califórnia, Rafael Menezes Bastos, da Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) e pelo musicólogo Rui Vieira Nery.

A sessão de apresentação, realizada dia 21 de janeiro, incluiu a participação musical de Bernardo Sassetti, Sérgio Godinho, Tito Paris e Carlos do Carmo.

Uma obra imperdível!