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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

O Hino Nacional em várias versões


De acordo com um comunicado da Comissão, difundido pela Lusa,as diferentes interpretações do Hino vão constar de um CD e podem ser também descarregadas a partir da página da CNCCR na Internet.
A iniciativa decorreu no dia em que começaram as comemorações do Centenário da implantação da República, no Porto.
Para conseguir tornar homogénea a interpretação do tema, o disco vai ser distribuído às orquestras sinfónicas, bandas filarmónicas, escolas, academias de música e embaixadas portuguesas no estrangeiro.
As novas gravações incluem versões executadas pela soprano Elisabete Matos, coro e orquestra do Teatro Nacional de São Carlos e banda da GNR e decorreram em Dezembro, no Centro Cultural de Belém, e ainda este mês, no auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa.
A comissão irá igualmente distribuir um livro com partituras do Hino para orquestras sinfónicas, bandas filarmónicas e piano e voz.
O projeto foi desenvolvido pela CNCCR, Teatro Nacional de São Carlos e RTP, em colaboração com o Ministério da Cultura, Inatel e Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.
Uma segunda parte da iniciativa desenvolver-se-á a 05 de Outubro deste ano, data em que a comissão pretende que bandas filarmónicas interpretem em uníssono A Portuguesa, na cerimónia oficial comemorativa da implantação da República.
A versão original do tema, da autoria de Alfredo Keil e composta para solo, coro, orquestra, banda e fanfarra, foi interpretada pela primeira vez no grande concerto patriótico realizado no Teatro São Carlos em 29 de março de 1890.
Com música de Alfredo Keil e letra de Henrique Lopes de Mendonça, A Portuguesa foi composta no rescaldo do Ultimatum de 1870 tornando-se na marcha dos revoltosos do 31 de Janeiro e foi proibida pela monarquia.
A implantação da República recuperou a composição pouco depois do 05 de Outubro de 1910 e em 1957 a aprovação da versão oficial do Hino foi publicada no Diário do Governo, após o que foi elaborada uma versão para orquestra sinfónica, da autoria do compositor Frederico de Freitas.

O projeto foi desenvolvido pela CNCCR, Teatro Nacional de São Carlos e RTP, em colaboração com o Ministério da Cultura, Inatel e Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

 

In: Harmusica

Rosa Lobato Faria - Uma Rosa que decerto não morre!

O corpo da atriz , escritora e compositora vai estar hoje de manhã na Igreja de Santa Isabel, perto do Largo do Rato, em Lisboa, onde decorrerá uma missa pelas 15h00.  Depois da celebração, o funeral sairá para um cemitério de Lisboa. Sendo que a actriz será cremada, os cemitérios de Alto S. João e Olivais são as únicas possibilidades em Lisboa.

A actriz, escritora e compositora Rosa Lobato Faria, de 77 anos, morreu ontem depois de ter sido internada há uma semana com uma anemia grave num hospital privado de Lisboa. Rosa Lobato de Faria foi poetisa e ficcionista, tendo publicado em 2008 o último romance, "As Esquinas do Tempo".
O primeiro romance - "O Pranto de Lúcifer" - foi publicado em 1995.
Além de autora Rosa Lobato de Faria, que os amigos tratavam carinhosam,ente por "Rosinha" foi também tradutora.
A escritora nasceu em Lisboa em abril de 1932. Começou a publicar tarde, aos 63 anos, quando saiu o romance "O pranto de Lúcifer", em 1995, mas a escrita esteve presente na sua vida desde a infância, com a escrita dos primeiros poemas.
O essencial da sua poesia está reunido no volume "Poemas Escolhidos e Dispersos", editado em 1997.
Entre os seus romances contam-se "A trança de Inês" (2001), "O sétimo véu" (2003) e "A alma trocada" (2007), além de várias obras para crianças, traduzidas noutros países.
Esteve várias décadas ligada à televisão, desde que se estreou na RTP como locutora nos anos 1960, tendo integrado como actriz várias telenovelas e séries televisivas, nomeadamente "Vila Faria".
Como actriz participou, por exemplo, nas novelas "Vila Faia", "Origens" e "Ninguém como tu" e entrou em séries de comédia como "Humor de perdição" e "A minha sogra é uma bruxa".
No cinema entrou recentemente nos filmes "Tráfico" (1998) e "A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América (2003)", ambos de João Botelho.
Escreveu ainda dezenas de letras para canções, muitas delas para festivais da canção tendo vendico como letrista dois que ficaram na memória com as canções "Chamar a música" defendida por Sara Tavares e "Amor de água fresca" interpretada por Dina.

 

Fica a nossa Homenagem a esta "Rosa" que, decerto, não irá morrer!