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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

HORÁRIO PARA AMANHÃ

A Filarmónica Recreativa Cortense, irá amanhã abrilhantar a Festa da Aldeia da Coutada (Concelho da Covilhã), o horário de partida de Cortes do Meio é às 8:00h. Filarmónicos sejam pontuais.

AGRADECIMENTO A TODOS OS MÚSICOS

A Direcção da Filarmónica Recreativa Cortense, vem por este meio agradecer a todos os músicos da Filarmónica Recreativa Cortense, pelo esforço e dedicação deste fim de semana, especialmente aos músicos que estiveram presentes nas várias actuações.

O nosso muito obrigado.

A Direcção

Curiosidades - Vermiosa - Freguesia onde a Filarmónica hoje irá actuar.

HERÁLDICA

Brasão




Brasão: escudo de prata, dois cachos de uvas de púrpura, folhados de verde, alinhados em faixa, entre coroa mariana de azul, realçada de ouro, em chefe e ponte romana de três arcos de negro, lavrada de prata, movente dos flancos e nascente de um pé ondado de azul e prata de três peças. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro: “VERMIOSA”.

Bandeira: de púrpura, cordões e borlas de ouro e púrpura. Haste e lança de ouro.

 

A HISTÓRIA

Vermiosa é uma freguesia do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, distrito da Guarda.
Situada num planalto, a cerca de 680 metros de altitude, na margem direita da ribeira de Aguiar, encontra-se envolta em vastos vinhedos, que são a origem do excelente vinho de Figueira de Castelo Rodrigo.
Dista de Almeida 12 quilómetros, de Vilar Torpim 5, 10 da Reigada, 8 de Escarigo e 13 da sua sede de concelho.
O seu povoamento é muito antigo, como o atestam as sepulturas antropomórficas aqui existentes, particularmente no lugar da Raposeira.
Os primeiros documentos que se conhecem relativos a esta freguesia são do século XII, e o nome vem mencionado sob a forma de “Vermeosa” (em 1176) e “Vermenosam” (em1190).
Em termos religiosos, a igreja da Vermiosa pertenceu ao termo de Castelo Rodrigo. Foi, de início, vigairaria da apresentação do Ordinário, e mais tarde reitoria.
Foi integrada, no século XV, no Bispado de Lamego.
A data mais sinistra para esta freguesia foi o dia 14 de Outubro de 1642, ano em que foi violentamente atacada pelos espanhóis, tendo os mesmos pilhado e incendiado tudo atrás de si.

Ponte Romana e Pombal Tradicional

Curiosidades - Leomil - Terra onde hoje a Filarmónica vai passar o dia...

 

Leomil (Almeida)

Leomil é uma freguesia portuguesa do concelho de Almeida, com 14,62 km² de área e 134 habitantes (2001). Densidade: 9,2 hab/km².

História

Esta povoação surgiu no século IX resultante de uma doação do rei a um guerreiro chamado Leodmiro pelos seus feitos na luta contra os mouros.

A Comenda de Leomil

A partir do século XIII passou a ser uma comenda pertencente à Ordem Militar Espanhola de Nossa Senhora de Roncesvalles, situada em Roncesvalles, na província de Navarra. Supõe-se que esta Comenda tenha surgido devido a uma doação de terras de algum nobre ou membro da realeza para agradecer a cura de um familiar no Hospital, situado no Mosteiro de Roncesvalles, pois neste local passavam não só muitos peregrinos, mas também membros da nobreza, que procuravam a cura para os seus males.

Esta ordem religiosa possuía várias comendas em toda a Península Ibérica, como Zamora, Villar, Sevilha, entre outras, mas a Comenda de Leomil era a única em território português e, apesar de ser a mais distante de Navarra, foi a que se manteve durante mais tempo (600 anos).

Em 1276, o prior de Roncesvalles redigiu o primeiro documento onde estabelecia os “foros” ou rendas que os camponeses deviam pagar à comenda pela ocupação das suas terras. Geralmente estas rendas eram pagas em géneros: galinhas, ovos, trigo, etc.

Domínio Territorial da Comenda

À medida que a Ordem recebia doações no território português, o domínio da Comenda também aumentava, daí possuir terras desde os arredores da Comenda, passando por toda a Beira Alta, Minho (Guimarães), Trás-os-Montes (Vinhais) até chegar a Lisboa (duas casas) e Alto Alentejo.

Os sucessivos administradores da Comenda geriram, com grande sucesso, todas estas propriedades durante 6 séculos e, enquanto as outras comendas iam perdendo domínio, a Comenda de Leomil mantinha a sua expansão.

Nos limites da povoação, existem ainda diversos marcos e padrões com inscrições “RV” (Roncesvalles)

Vestígios da Antiguidade de Leomil

Os traços da antiguidade de Leomil estão bem vincados na Fonte Romana, na igreja (1189) e nas sepulturas esculpidas na rocha. Outro vestígio arqueológico é o lagar de azeite e vinho de origem árabe o que prova que esta povoação foi habitada por vários povos, entre eles os Romanos e os Mouros. Hoje é uma aldeia pequena, com menos de 100 habitantes, devido à emigração, e a actividade principal é a agricultura.

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