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Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Entrevista a: Maria Anunciação Carrola - Madrinha da Filarmónica Recreativa Cortense

Nome completo?

Maria Anunciação Florinda Alves Carrola.

Desde quando lhe foi atribuído o “apelido” de Madrinha da Banda?

Foi em 1999, ou seja vai agora fazer 9 anos, e foi mais ou menos pela altura do centenário.

Qual foi a sua reacção aquando do convite para ser madrinha da F.R.C.?

Fui apanhada de surpresa, fiquei muito surpreendida. Nunca pensei que tal convite me fosse feito, mas aceitei com muito bom gosto.

Para si, o que é ser madrinha da Filarmónica das Cortes?

É um grande prazer, significa tudo, sinto-me uma representante desta magnífica Banda. Sinto que faço parte desta família filarmónica, e os músicos, para mim, são como família também. Sinto-me muito bem junto de todos, e é com muito gosto que sou madrinha desta Banda.

O que sente quando vê a banda actuar?

Quando a vejo, sinto-me feliz e contente, para mim, é mesmo um orgulho ver a banda actuar. Não é por ser madrinha, mas tenho mesmo muito gosto em ouvi-la tocar belas melodias pelas ruas da nossa aldeia, é como que tudo ganha mais cor. As procissões ficam mais bonitas, ganham outro respeito, e em alturas de arraial é sempre bom a diversão que a banda provoca. Lembro-me por exemplo da Senhora do Carmo, e o cortejo só mesmo com a Filarmónica das Cortes, são filhos da terra, e isso muda logo tudo.

O que significa para si a Filarmónica das Cortes?

Para mim a Filarmónica das Cortes, representa um todo, é uma família unida que tem bons momentos e também alguns menos bons. É um grupo onde a diferença de idades não impede que todos se conheçam bem, os mais novos falam abertamente com os mais velhos, e com os mais velhos verifica-se o mesmo, isto porque todos eles estão unidos pela música.

Já acompanhou a Filarmónica das Cortes em alguma actuação fora?

A minha vida profissional não me permite muito acompanhar-vos, mas no entanto tenho muito gosto sempre que o faço. Por minha vontade acompanhar-vos-ia sempre fosse possível, mas é muito difícil conciliar o meu trabalho com isso. Das vezes que fui, resumidamente, gostei da experiência, aonde quer que a banda vá, reina sempre a alegria, a boa disposição, ou seja, têm sido sempre bons momentos. Aquilo que a banda me transmite quando a vejo na nossa aldeia, é exactamente o mesmo quando a vejo fora.

Como Madrinha, também faz parte do grupo de pessoas que quer erguer a nova sede da filarmónica. Como vê este Projecto?

Penso que seja uma grande obra que já deveria estar feita há algum tempo, não fosse a falta de certos apoios. Certamente irá beneficiar em muito a nossa banda, assim como, irá dignificar o nome de uma associação centenária. É um edifício novo, com muito melhores instalações do que as actuais, com mais espaço para que a banda possa crescer ainda mais. Será sem duvida uma mais-valia tanto para nós como para a freguesia, e como é uma novidade, penso que poderá provocar um maior interesse a quem quiser pertencer a esta família.

Para terminarmos quer desejar alguma coisa à Banda?

Sim claro, desejo-lhe as maiores felicidades do mundo e que possa continuar a alegrar-nos por muitos e bons anos.