Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Filarmónica Recreativa Cortense

Filarmónica Recreativa Cortense

Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

Entrevista a: António Marques Pão Alvo - Maestro da Filarmónica Recreativa Cortense

  

 A CLAVE : Sr. Maestro, numa visão mais geral, o que pensa das Filarmónicas?

  MAESTRO: “No geral está bem no aspecto cultural e musical, representa a cultura de um povo.”

Quando foi que integrou a Filarmónica Cortense?

“Em 1983. Naquele tempo quase não havia escolas de música, aprendia-se com os restantes elementos. Fui tendo, com o decorrer do tempo, algumas aulas teóricas com o Maestro Pires Grancho.”

Qual o motivo que o levou a fazer parte da banda?

  “Por motivos passionais, pois na altura, a minha namorada já integrava a banda.”

Quando ocorreu a transição de músico para Maestro? Porquê?

“Por volta de 1992, mas dois anos antes já fazia de contramestre. O maestro da altura, começou a motivar-me para isso e, assim, tirei um curso de regentes amadores pelo INATEL.”

Qual foi a sua primeira sensação quando se colocou pela primeira vez à frente dos músicos para reger a primeira peça?

“Confesso que tive algum receio que alguma coisa corresse mal, mas tive o apoio do antigo maestro.”

Haverá alguma forma de cativar novos músicos para a banda?

“Não estou a ver nenhuma forma. Cada um tem de sentir interesse pela música e muito bairrismo.”

Considera que existe alguma dificuldade em ensinar música?

“Não, nunca tive nenhuma dificuldade em ensinar música, há é por vezes, dificuldades em aprender.”

Tem projectos futuros em mente para a banda?

“Havendo mais elementos, poderia pensar-se em muitas coisas diferentes. Por exemplo, grupo de metais, trio, orquestra ligeira etc.”

Para concluir, qual o seu desejo para a banda?

“Espero que a banda Filarmónica Cortense ainda tenha muitos anos pela frente e, que nunca acabe.”