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Filarmónica Recreativa Cortense

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Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

“Que Parva que eu Sou” – Deolinda

Não é sequer uma novidade, a letra já anda espalhada por meio mundo. Mas dada a pertinência e actualidade do tema (principalmente na juventude), temos todo o gosto em reproduzi-la aqui.

É um tema novo dos Deolinda, apresentado recentemente nos concertos nos Coliseus. Chama-se “Que Parva que eu Sou”:

Sou da geração sem remuneração
E não me incomoda esta condição
Que parva que eu sou
Porque isto está mal e vai continuar
Já é uma sorte eu poder estagiar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração “casinha dos pais”
Se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
E ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou
E fico a pensar
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

Sou da geração “vou queixar-me pra quê?”
Há alguém bem pior do que eu na TV
Que parva que eu sou
Sou da geração “eu já não posso mais!”
Que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou
E fico a pensar,
Que mundo tão parvo
Onde para ser escravo é preciso estudar

 

Extraordinário; infelizmente!

 

www.deolinda.com.pt
www.myspace.com/deolindalisboa

 

Aqui fica também um vídeo desse tema para poderem acompanhar com a letra. Depois deixem um comentário (cliquem em "Comentar").

 

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