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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Robot vs Música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.09.17

Veja este vídeo em:

https://www.facebook.com/johnstanfordmusic/videos/10154975410397643/

 

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Salvador Sobral faz pausa na música para “entregar o corpo à ciência”

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.09.17

 

O vencedor do último festival Eurovisão da canção anunciou que vai fazer uma pausa na música devido à sua “saúde frágil” e diz ter chegado a altura de “entregar o corpo à ciência”.

Um vídeo publicado no YouTube por Salvador Sobral poderia fazer prever o lançamento de um novo êxito musical que poria todos os portugueses a amar pelos dois outra vez.

“Hello, até já” é assim que se chama o vídeo e nele o músico explica que, em vez de lançar uma música, vai fazer uma pausa na carreira. “Já não é segredo para ninguém que a minha saúde é frágil”, começa por dizer.

Salvador, conta, vai entregar o corpo à ciência” e, por isso, fazer uma pausa na música “e nos concertos em geral”.

Além de agradecer aos fãs por todo o apoio, o irmão de Luísa Sobral promete voltar “em breve”, apesar de “não saber quão em breve”, e pede que respeitem a sua privacidade e a da sua família, não deixando de fazer uma crítica aos “meios de comunicação social que dizem que tenho três meses de vida”.

O último concerto de Salvador Sobral, antes de abandonar, por agora, os palcos é hoje, sexta-feira, às 21h30, na FIC – a Feira Internacional de Cultura -, nos Jardins do Casino Estoril e o cantor avança que “vai ser bonito e especial. É uma despedida temporária“.

No final do vídeo, para não fazer a desfeita aos fãs que gostam mesmo é de o ouvir cantar, Salvador despede-se ao piano com um excerto da “melhor banda do mundo”, como o próprio classifica – Os Beatles – e assim justifica o título do vídeo “Hello, até já”, já que a música interpretada se chama “Hello, Goodbye”.

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MTV Vídeo Music Awards 2017: Kendrick Lamar ganhou em quase todas as categorias para que estava nomeado 

O rapper norte-americano foi o cantor com mais nomeações na edição 2017 dos prémios da MTV, incluindo as categorias de Vídeo do Ano, Artista do Ano e Melhor Fotografia. Concluindo: estava nomeado para oito e arrecadou seis.

De todas as nomeações, Kendrick Lamar apenas não venceu as categorias de Artista do Ano e Melhor Coreografia. Mas foi-lhe entregue o grande prémio da noite: o Vídeo do Ano.

Katy Perry foi a apresentadora de serviço.


Conheça todos os vencedores dos MTV Vídeo Music Awards 2017 que foram entregues a 27 de Agosto, no The Forum, em Inglewood, na Califórnia.

Vídeo do ano: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Artista do ano: Ed Sheeran

Melhor Artista Revelação: Khalid

Melhor Colaboração: Zayn Taylor Swift – “I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)

Melhor Vídeo Pop: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Melhor Vídeo de Dança: Zedd and Alessia Cara – “Stay”

Melhor Vídeo de Rock: Twenty One Pilots – “Heavydirtysoul”

Melhor Luta Contra o Sistema: todos os nomeados foram honrados

Logic feat. Damian Lemar Hudson – “Black SpiderMan”

The Hamilton Mixtape – “Immigrants (We Get the Job Done)”

Big Sean – “Light”

Alessia Cara – “Scars To Your Beautiful”

Taboo feat. Shailene Woodley – “Stand Up / Stand N Rock #NoDAPL”

John Legend – “Surefire”

Melhor Fotografia: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Scott Cunningham)

Melhor Realização: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Dave Meyers the little homies)

Melhor Direcção de Arte: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Spencer Graves)

Melhores Efeitos Visuais: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” ( Timber/Lead: Jonah Hall)

Melhor Coreografia: Kanye West – “Fade” (Teyana Taylor, Guapo, Jae Blaze Derek ‘Bentley’ Watkins)

Melhor Edição: Young Thug – “Wyclef Jean” (Ryan Staake Eric Degliomini)

 

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25 Abril.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.04.17

Hoje, pelas 18.30, vamos desfilar pelas ruas da freguesia, interpretando este tema. Pedimos que quem possa nos acompanhe cantando também.

 

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Um rap de bons costumes – ao som de Mozart!

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.02.17

O rapper Mac Lethal conseguiu fazer um vídeo com um rap deveras DIFERENTE.

Ao som de Mozart, sem palavrões, ele gravou isso:

E o motivo pelo qual ele gravou o vídeo é o mais interessante: uma professora da primária chamada Sra. Francine pediu um vídeo pra mostrar aos seus alunos e para os inspirar!

BOA, rapper dude! :)

 

 

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A sombra de David Bowie no regresso do novo JP Simões

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.02.17

O músico adota novo alter ego, Bloom, e apresenta-se renovado com o álbum "Tremble Like a Flower". O tema que abre o disco foi composto após a morte de Bowie

A história de Bloom, Nicholas Bloom, envolve um encontro num bar algures no bairro de San Telmo, em Buenos Aires, um acordo "pessoano" entre JP Simões e o personagem: "Ele seria o meu heterónimo vivo, oferecendo-me o seu nome e a sua música. Eu seria a encarnação e a expressão de um músico e de uma obra musical até então escondidos do mundo."

Nas palavras de JP Simões, as fronteiras entre a realidade e a ficção, quando nos fala de Bloom, são ténues, mas admite: "Sempre gostei de criar narrativas para sustentar a existência de coisas que podem não existir. Até porque as bruxas existem nos contos de fadas e os contos de fadas existem no real tangível." JP Simões é agora Bloom e acaba de lançar o álbum Tremble Like a Flower.

"Nos últimos anos, a designação "JP Simões" tornou-se para mim sinónimo de música latino-americana cantada em português, já não falando da aura caricatural do personagem, entre o ébrio contestatário e o wertheriano dolente e autocomplacente da sua condição de miséria do universo", afirma o músico ao DN. "Não quero com isto reduzir o eventual mérito que possa existir no meu trabalho anterior: a crueldade da autodescrição sempre me foi natural e ajudou-me a não ter megalomanias pífias. À medida que me fui afastando do personagem e da sua forma de produzir música e sentido, outra música e outros sentidos foram aparecendo no meu trabalho e, concomitantemente, na minha maneira de viver. Abraçando outra fé, submeti-me a um novo batismo, poderia dizer."

Ouvem-se, de facto, novos sentidos na música de JP Simões, ou melhor, de Bloom, que na gravação do disco teve ao seu lado Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Marco Franco. Os arranjos das canções estão mais barrocos, os jogos com tonalidades próprias do jazz e da folk são determinantes e as próprias histórias cantadas denotam mudanças.

"Canto sobre amigos e amores na vertigem do tempo que passa e leva tudo e exponho-me de uma forma muito menos autoirónica do que habitualmente", refere o músico, que destaca como "a tese" que atravessa todo o disco a de que "a assunção sincera da nossa fragilidade, a noção do quanto estamos nas mãos da música do acaso, é o princípio de uma nova força de viver, mais em paz com a natureza e com mais respeito pelos nossos esforçados planos e decisões, sonhos e ilusões".

O disco abre com a canção que lhe dá título, Tremble Like a Flower, que é também uma referência a David Bowie e ao seu Let"s Dance. "Tremble Like a Flower foi o último tema feito para este disco, logo a seguir à morte de Bowie", conta. Apesar da referência a esse tema icónico, foi uma outra canção do músico britânico que motivou JP Simões a compor Tremble Like a Flower.

"A ideia da canção, no entanto, partiu do tema Starman: o que poderiam dois pré-adolescentes que deram pela presença do homem das estrelas estar a cantar agora, 40 anos depois dessa aparição? Ao síndrome de Peter Pan, onde a ideia de ficar mais velho é negada pelo espírito jovem, junta-se o arrepio de envelhecer: apesar de estarmos embarcados numa interminável viagem cósmica onde o universo é apenas o começo, trememos como flores no chão frio do nosso ocaso pessoal."

A sombra de Bowie sente-se neste disco e a admiração de JP Simões pelo músico é notória: "Bowie era uma espécie de Bíblia em carne e osso que pregava a liberdade de transformação pessoal e de transformação artística como uma só. É claro que exercer essa liberdade não é fácil e convém haver sempre algo de muito real na base de uma metamorfose artística, caso contrário o coração rejeita e a mente contraria."

Tal como Bowie na sua evolução artística foi adotando diferentes alter egos, também agora JP Simões decidiu recorrer a um outro nome para mostrar as mudanças que se deram. Mas esclarece: "Fiz uma música diferente do que alguma vez fiz, sou uma pessoa em evolução e adotei um nome artístico que me pareceu mais coerente com ambas as coisas."

Ainda assim, intitular este álbum como Tremble Like a Flower não deixa de ter um carácter de homenagem. "Bowie esteve sempre presente na minha música e na minha vida: não creio que haja mais sentida homenagem do que incluir alguém no melhor lado da nossa existência."

Se é verdade que ao longo do seu percurso JP Simões foi recorrendo, pontualmente, à língua inglesa, desta vez, sob o manto de Bloom, decidiu só cantar em inglês. Escolha que reforça esta mudança? O músico diz que a decisão foi meramente "intuitiva": "Achei que servia melhor a música que estava a produzir e que, sim, seria menos intrusiva e mais maleável, respeitando a respiração das paisagens e das narrativas do som."

Amanhã estas novas canções serão apresentadas no Lux, em Lisboa. Mas, apesar do novo nome que adotou, não coloca de parte as canções que assinou como JP Simões. "Gostava de existir artisticamente com o máximo de proximidade com a produção do presente. No entanto, havendo um contexto que o justifique artística ou afetuosamente, poderei revisitar temas antigos: com certeza que não será por dinheiro, dado que o meu particular sucesso comercial torna a questão irrelevante. Resumindo, o mote para os próximos tempos será ch-ch-ch-ch-changes!"

Bloom em concerto

Amanhã, dia 9 de fevereiro, às 22.30

LuxFrágil, em LisboaBilhetes: 12 euro

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O grunge dos Nirvana amplificado por 1200 vozes

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 01.02.17

Veja como 1200 pessoas tocam e cantam em simultâneo "Smells Like Teen Spirit", dos Nirvana

That's Live - Live In Cesena 2016" é o primeiro disco dos Rockin' 1000, banda sedeada em Cesena e que nasceu em 2015 quando vários músicos se juntaram para pedir a presença dos Foo Fighters naquela cidade italiana.

O projeto foi crescendo e hoje, os Rockin' 1000 autodenominam-se a maior banda do mundo, em número de elementos.

O álbum que agora está a ser promovido tem temas de Nirvana, Foo Fighters, David Bowie e também de Neil Young, AC/DC e Steppenwolf. São todos interpretados em simultâneo por várias vozes e por músicos de diversos países.

 

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"De Olhos Fechados"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.01.17
Uma lata de tinta vazia, um cabo de madeira, pregos, pedaços de corda e talento de sobra. Isso é tudo que um senhor cego e desconhecido, na cidade de Monróvia, Libéria, precisa para fazer um som.


Aumente o volume e descubra mais um músico de verdade perdido pelo mundo. Play!

 

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Baterista sem bateria

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 19.12.16

Uma coleção de baldes velhos, potes, tampas, panelas e sucata na Praça Dam, em Amsterdã. Foram esses os instrumentos e esse foi o palco usado pelo baterista Dario Rossi em meio a uma multidão.

Aumente o volume e play!

 

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A ciência explica porque há músicas que se colam ao ouvido

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.11.16

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Há alturas em que, mesmo sem se gostar particularmente de uma música, ela fica a ressoar no nosso ouvido durante todo o dia, até muito tempo depois de se ter ouvido na Rádio. Uma pesquisa científica explica agora porque é que isso acontece.

O primeiro grande estudo em torno das chamadas músicas earworms (minhocas na tradução para português) – aquelas que ficam coladas ao ouvido – concluiu que esse efeito não acontece apenas, por acaso, mas que se deve a características muito particulares dessas canções.

O estudo constata que este tipo de músicas são “habitualmente mais rápidas” e que têm uma “melodia bastante genérica e fácil de lembrar” com “intervalos particulares”, especificamente “saltos ou repetições que as colocam à parte das medianas músicas pop”.

Entre alguns dos exemplos destas músicas que se colam ao ouvido estão “Bad Romance” de Lady Gaga, “Moves Like Jagger” dos Maroon 5 e “Can’t Get You Out Of My Head” de Kylie Minogue.

“Estas canções musicalmente pegajosas parecem ter um tempo bastante rápido com uma forma melódica comum e intervalos ou repetições inusuais como podemos ouvir no riff de abertura de “Smoke On The Water” dos Deep Purple ou no coro de “Bad Romance”, de Lady Gaga”, explica a autora principal do estudo, Kelly Jakubowski, ao site da Associação Psicológica Americana.

Os resultados da pesquisa, realizada entre 2010 e 2013 com 3.000 pessoas, foram publicados na revista Psychology of Aesthetics, Creativity and the Arts.

“As nossas descobertas mostram que se pode, até certo ponto, prever que canções vão ficar coladas na cabeça das pessoas baseando-se no conteúdo melódico das músicas”, acrescenta Kelly Jakubowski, da Universidade de Durham, em Inglaterra.

“Isto pode ajudar compositores aspirantes ou promotores a escreverem um jingle de que toda a gente se vai lembrar durante dias ou meses depois disso”, constata ainda a investigadora.

No estudo releva-se que as músicas com “contornos globais melódicos mais comuns”, como a balada de Natal “Twinkle, Twinkle Little Star” (Brilha Brilha Estrelinha), são as que têm maior potencial para fazerem sucesso, pois são também mais fáceis de lembrar.

E para se livrar de uma destas canções “pegajosas”, Kelly Jakubowski deixa a dica de que a ouçam na íntegra, considerando que isso pode ajudar a “esquecê-la”.

Eis o top das canções que mais colam ao ouvido entre as que foram analisadas no estudo (considerando os tops britânicos no período em análise e a apreciação dos 3.000 participantes):

  1. “Bad Romance” de Lady Gaga
  2. “Can’t Get You Out Of My Head” de Kylie Minogue
  3. “Don’t Stop Believing” dos Journey
  4. “Somebody That I Used To Know” de Gotye
  5. “Moves Like Jagger” dos Maroon 5
  6. “California Gurls” de Katy Perry
  7. “Bohemian Rhapsody” dos Queen
  8. “Alejandro” de Lady Gaga
  9.  Poker Face” de Lady Gaga

E para que não saia daqui sem alguma coisa no ouvido, fique com o número 2 do Top: não te consigo tirar da cabeça.

 

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The Beatles: Eight Days a Week. Para redescobrir a glória dos Beatles.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.09.16

Cinema UCI Lisboa terá estreia mundial do "The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years"

O Cinema UCI do El Corte Inglês celebra os 50 anos da edição do álbum "Revolver", dos The Beatles, com a exibição do filme "The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years, de Ron Howard".

Numa altura em que se assinalam os 50 anos da edição do álbum "Revolver", o Cinema UCI do El Corte Inglês estreia hoje, às 18:00, o filme "The Beatles: Eight Days a Week - The Touring Years, de Ron Howard", uma evocação documental dos lendários concertos dos The Beatles de Liverpool nos EUA.

A sessão especial de estreia do filme incluirá o Live Broadcast da estreia mundial em Londres que antecede a apresentação conduzida pelos convidados, João Lopes, Luís Pinheiro de Almeida e Nuno Galopim e pela estreia mundial do filme.

Em directo com o Odeon Leicester Square e além do acompanhamento da Red Carpet, prevêem-se intervenções exclusivas, no directo para cinemas, dos membros da banda presentes, da Yoko Ono, do Ron Howard e de convidados especiais ligados ao mundo da música e do cinema.

É o mais recente trabalho do conceituado realizador Ron Howard, que nos mostra os "touring years" daquela que foi a primeira banda mundial fazer uma digressão à volta do mundo.

O documentário centra a sua perspectiva no período de 1962 a 1966, quatro anos em que a banda actuou 815 vezes em 15 países e 90 cidades.

Trata-se de um retrato do impacto que a digressão teve nos Beatles, a nível pessoal e artístico: como funcionavam como banda, tomavam decisões, criaram música e construíram uma carreira colectiva juntos. O fenómeno cultural que esta digressão ajudou a criar, conhecida como "Beatlemania", foi algo que o mundo nunca antes tinha presenciado e que, desde então, nunca mais viu.

O filme apresenta um conjunto de materiais nunca antes vistos, como materiais recolhidos junto de fãs, Paul e John a discutirem o processo de escrita de canções num obscuro programa de televisão, depoimentos de roadies que os acompanharam durante anos, entre outros, tornando o filme uma oportunidade única para os fãs.

O filme será seguido da exibição do concerto de Shea Stadium, o primeiro espectáculo de rock realizado num estádio aberto e que bateu o recorde de audiência com 55.600 pessoas. Este conteúdo, gravado a 35mm, é exibido com o filme em exclusivo no cinema.

 

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A prodígio do violino Vilde Frang vence os Prémios Gramophone

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.08.16

Jovem artista norueguesa soube ontem que ganhou o Prémio Gramophone na categoria onde também concorria a portuguesa Maria João Pires

No fim-de-semana, festejou 30 anos. Ontem, soube que tinha ganho o Gramophone Award para a Melhor Gravação do Ano na categoria Concerto. Chama-se Vilde Frang Bjaerke, mas para a arte o último nome não conta.

A gravação em causa é a quinta que faz para a Warner Classics, de que é artista exclusiva, e contém os concertos do inglês Benjamin Britten (1913-76) e do austríaco Korngold (1897-1957), datados, respetivamente, de 1939 e de 1945.

Ao vencer o Gramophone, Vilde deixou para trás os outros cinco nomeados, que eram: os pianistas Maria João Pires e Daniil Trifonov; o violetista Maxim Rysanov e os colegas Christian Tetzlaff e Janine Jansen. Nomeada com 29 anos, Vilde nem sequer era a mais nova no grupo: Daniil Trifonov é cinco anos mais novo e senhor de um percurso igualmente fulgurante: há três meses foi o escolhido para receber o Prémio de Música 2016 da Royal Philharmonic Society (Maria João Pires também era uma das pré-selecionadas). Aliás, considerando os seis nomeados, o maior concorrente de Vilde terá sido mesmo Trifonov.

Comparada a um elfo

Não é incomum ler-se que Vilde parece uma dessas criaturas sobrenaturais das mitologias nórdicas tornadas ultimamente muito populares devido aos filmes da saga O Senhor dos Anéis. E ela tem de facto uma aparência algo intemporal, reforçada, no seu caso, pelo aspeto ainda muito juvenil (a foto acima tem uns quatro anos, apenas).

Outra curiosidade da sua infância é que o violino surgiu na sua vida por falta de espaço: como transportar três contrabaixos numa carrinha Volkswagen, além de uma família de quatro pessoas? Foi essa a pergunta que o pai se fez, considerando que a filha mais velha já tocava, como ele, o maior instrumento de cordas. Daí que recomendou que a filha escolhesse para si o mais pequeno!

Ensinada primeiro segundo o método Suzuki, Vilde depressa se tornou um fenómeno e começou logo a aparecer em concertos e com orquestras. No início da adolescência, Mariss Jansons, o grande maestro estónio, convidou-a para ser solista num concerto em que dirigia a Filarmónica de Oslo. Diga-se, de resto, que Vilde passou por uma galeria de grandes mestres: Henning Kraggerud, Kolja Blacher, Anna Chumachenko, Anne--Sophie Mutter e Mitsuko Uchida. Mormente as duas últimas foram decisivas na sua evolução e no seu lançamento internacional: Mutter tornou-se sua mentora (tinha Vilde 12 anos) e a Fundação que criou apoiou-a, enquanto Uchida (que é pianista) o fez no âmbito da bolsa do Fundo Borletti-Buitoni, de que é curadora.

Aqui, o vídeo da Warner sobre a gravação premiada, com depoimentos de Vilde Frang e do maestro James Gaffigan, que dirige a Sinfónica da Rádio de Frankfurt:

 

Obama para tio

Num quiz a que se submeteu, ela escolheu Barack Obama ("gostava que ele fosse meu tio") como figura famosa que escolheria para seu parente. E explica que o seu nome próprio deriva de "selvagem". Apesar da carreira que já ostenta, afirma que sucessos e erros são 50/50 no seu percurso e que é a música que toca e que ouve que lhe conferem um "super-poder".

Vilde também diz coisas mais estranhas como: "em concerto, pensar é o maior inimigo da música. Eu nem sinto que estou a tocar violino"; ou que o seu ideal durante um concerto é "transformar-me eu própria em música, som, notas".

Confessa desejar "ter estado mais presente e com mais gosto" em certas salas onde atuou e que tem por ritual pré-concerto desligar por completo o telemóvel que fica no camarim: "É uma das muito poucas ocasiões em que o faço!"

Discografia de ouro

Como dissemos, foi ao quinto disco que Vilde chegou ao Gramophone. Antes deste, ela já tinha gravado três discos de concertos e um programa de recital. Aliás, a sua discografia começou logo de forma ousada, com o emparelhamento do Concerto n.º 1 de Prokófiev e do Concerto de Sibelius (mais três Humoresques deste último). Seguiu-se um programa de recital com o pianista Michail Lifits, preenchido com obras do compatriota Grieg (Sonata n.º 1), mais a Sonata para violino solo de Bartók e Richard Strauss (Sonata, op. 18) . O terceiro álbum voltou a juntar um escandinavo e um russo: o Concerto do dinamarquês Carl Nielsen e o famoso op. 35 de Tchaikovsky. Por fim, antes do CD agora premiado, Vilde foi para um registo totalmente diferente, dedicando um CD a Mozart, com os Concertos n.º 1 e n.º 5, mais a Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra.

O que se seguirá para a "selvagem" Vilde? Ela afirma que gostaria de cruzar experiências com outras artes e com músicos não clássicos. Mas sempre com a mesma seriedade e integridade que põe na arte que tão bem pratica. Vilde não acredita que a música clássica precise de "perder a alma" para chegar a públicos novos: "Ela pede-nos um esforço de apreensão, mas depois o que nos oferece em troca é imensamente gratificante!"

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David Guetta revela tema do Euro 2016 que gravou com Zara Larsson

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.05.16

David Guetta revela tema do Euro 2016 que gravou com Zara Larsson 

David Guetta revela a canção oficial do campeonato da Europa de 2016, This One's For You" que contou com a participação de Zara Larsson.

David Guetta, embaixador musical do UEFA Euro 2016 e artista no género de música electrónica da actualidade, "tem o maior orgulho em revelar a canção oficial do campeonato da Europa de 2016, This One's For You" com a participação de Zara Larsson, que já está disponível em todo o Mundo, em todas as plataformas digitais".

Gravado com a participação de um milhão de fãs de todas as partes do planeta através de uma app online criada pela UEFA, "This One's For You" reforça a mesma temática de união que a própria comunidade futebolística da UEFA pretende transmitir.

Esta canção será interpretada por David Guetta Zara Larsson nas cerimónias de abertura e fecho no Stade de France e ainda num concerto gratuito a ter lugar nos Champs de Mars, junto à Torre Eiffel no dia 09 de Junho.

O tema será também incluído, ao longo de todo o Campeonato da Europa de Futebol, na abertura e fecho de todas as transmissões de futebol.

A gravação com os fãs também servirá as celebrações musicais de cada golo que se marcar nos estádios.

 

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Os Guns N'Roses estão mesmo de volta aos palcos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.04.16

Na sexta-feira, Axl Rose e Slash voltaram a tocar juntos depois de mais de 20 anos.

Aconteceu na noite de sexta-feira: os Guns N'Roses voltaram a juntar-se em palco, num concerto no Troubadour, um clube em Los Angeles, na Califórnia. Foi o primeiro concerto do grupo desde 1993 e antecede a anunciada digressão norte-americana.

No palco estiveram os músicos da formação original Axl Rose, Slash e Duff McKagan (o guitarrista Izzy Stradlin não participa nesta reunião), acompanhados pelo teclista Dizzy Reed, o guitarrista Richard Fortus, o baterista Frank Ferrer e ainda um novo elemento, Melissa Reese, que substitui Chris Pittman como segundo teclista - e que é a primeira mulher a integrar os Guns N'Roses.

O grupo tocou êxitos como Welcome to the Jungle, Paradise City, Sweet Child O'Mine, a sua versão de Knockin' on Heaven's Door (de Bob Dylan) e muito mais. A sala tinha capacidade para apenas 450 fãs que correram para conseguir o seu lugar à borla assim que o concerto foi anunciado nessa manhã. Os telefones estavam a ser confiscados à entrada, mas ainda assim alguns fãs conseguiram quebrar as regras de segurança.

Veja um vídeo do espetáculo:

No total, foram 17 os temas tocados. Segundo a Consequences of Sound, este foi o alinhamento do concerto:

It"s So Easy
Mr. Brownstone
Chinese Democracy
Welcome to the Jungle
Double Talkin" Jive
Live and Let Die (Wings cover)
Rocket Queen
You Could Be Mine
Speak Softly Love (Andy Williams cover)
Sweet Child O" Mine
New Rose (The Damned cover)
Better
Knockin" on Heaven"s Door (Bob Dylan cover)
My Michelle
Nightrain
Encore:
The Seeker (The Who cover)
Paradise City

Em junho os Guns N'Roses iniciam uma série de concertos em grandes salas na América do Norte e, antes disso, há algumas apresentações em abril, incluindo a participação no festival de Coachella. A digressão intitula-se "Not in this Lifetime".

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Nicolau Breyner aos 28 anos, no Festival da Canção.

Começou a cantar com 12 anos e queria ser cantor de ópera.

Em 1968, com 28 anos, Nicolau Breyner subia ao palco no Festival RTP da Canção para cantar "Pouco Mais". Ficaria em quarto lugar.

O ator e realizador não deixa a voz como principal legado, mas, como destacou Simone de Oliveira, foi "porque não quis", optando por seguir o chamamento dos palcos e das câmaras. "Chegámos a fazer os dois uma peça em que ambos cantávamos", lembra Simone de Oliveira. "Eu tinha 25 e ele 23 anos".

Numa entrevista ao jornal DN em 2014, o ator, que morreu esta segunda-feira aos 75 anos, afirmava que, em criança, não pensava em ser ator. Começou a cantar com 9 anos, por cima dos discos de vinil, e queria ser cantor de ópera. "Sabendo que estava decidido a ser cantor de ópera, o meu pai aconselhou-me então uma preparação em teatro", afirmou Nicolau Breyner.

Mas o tempo no Conservatório serviu para lhe apontar outra direção. A ópera tinha demasiadas regras. "As leis da ópera são de alta competição: não beber, não fumar, não apanhar sol, ter cuidado com a alimentação, não namorar muitas meninas. Foi quando disse: «Nem pensem nisso.» Eu queria viver".

"Os atores ou são bons ou maus"A vocação de ser cantor ficou para trás. Deixaria um amplo legado de representação na televisão, no teatro e no cinema português, e viria mesmo a realizar os seus próprios filmes. Desde ser o Sr. Contente para o Sr. Feliz de Herman José até ao Joaquim dos Imortais, mostrou a sua enorme versatilidade enquanto ator.

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O austríaco Nikolaus Harnoncourt anunciou o termo da sua atividade de maestro. Fecha-se assim um percurso que, ao longo de seis décadas, alterou o nosso modo de escutar música.

Tal como Joseph Haydn com a composição, também Nikolaus Harnoncourt terá sentido o esgotamento das forças físicas e intelectuais necessárias para preparar e dirigir (mais) um concerto. Nos últimos tempos, tornara-se frequente ele cancelar compromissos, até que o próprio decidiu assumir e oficializar perante o mundo da música aquilo que sentiu no seu íntimo: a incapacidade de continuar. Foi na ocasião de um concerto do Concentus Musicus, o grupo que fundou há 60 anos, no famoso Musikverein de Viena - sala onde dirigiu mais de 300 concertos.

Uma breve nota de seu punho foi inserida no programa de concerto. Nela falava de "uma relação inusualmente profunda" estabelecida entre si e o público ao longo do tempo, falando, a propósito, da "afortunada comunidade de descobridores" por ambos formada. Um descobridor, Harnoncourt, e que formou gerações de descobridores, fossem eles colegas artistas ou simples melómanos.

Neste vídeo, pode assistir à compilação de vários momentos de um ensaio da 5.ª Sinfonia de Beethoven por ele dirigido, no quadro da edição 2007 do Festival Styriarte (de que ele era uma espécie de pai espiritual). E bem ilustrada fica a famosa tendência de Harnoncourt para ir buscar analogias extra-musicais, amiúde bem bizarras e humorísticas, para explicar o que pretende dos músicos em dada passagem:

Carreira brilhante

Falar de Nikolaus Harnoncourt (n. 6/12/1929) é falar de uma personalidade fulcral na moldagem do nosso entendimento da música e do fenómeno musical em si. Através de milhares de concertos, de centenas de gravações e de alguns livros, Harnoncourt dava sempre algo de novo a descobrir - e primeiramente aos músicos que de cada vez, tinha diante; depois, ao público, desde que escutasse com atenção. A sua conceção da música no tempo, e da dialética da música no seu tempo/para o nosso tempo fez com que as suas interpretações nunca soassem dogmáticas, mas também nunca rotineiras. Havia sempre muito de novidade nas suas leituras, mas que era também atual e comunicante. Isto é: a música, dirigida por Harnoncourt, era fiel aos princípios do compositor e da época em que fora composta, mas também era rica de sentidos e interpelante para nós, os ouvintes dos séculos XX e XXI.

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Veja como o feto na barriga da mãe "canta" quando ouve música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.10.15

Estudo científico utilizando sistema de ecografia "4D" mostra como o bebé reage a estímulos musicais logo a partir das 16 semanas.


A partir de que momento da gestação começa o ser humano a ouvir? Até agora, pensava-se que tal acontecia no mínimo a partir das 18 semanas, havendo quem defendesse as 26 semanas como altura mais provável. Mas uma equipa de cientistas espanhóis concluiu que, afinal, mal o ouvido é formado, pelas 16 semanas, o feto começa a ouvir.
A pesquisa, realizada por investigadores da Universidade de Barcelona e do Instituto Marquès, também da capital catalã, foi publicada na revista especializada Ultrasound.Os cientistas transmitiram música a 106 fetos, entre as 14 e as 39 semanas de gestação, e observaram as suas expressões faciais através de ecografias 3D/4D.Observaram que fetos com apenas 16 semanas reagiam à música, mexendo a boca e a língua "como se estivessem a cantar", segundo descreve Marisa López.-Teijón, a chefe da pesquisa.A música foi transmitida de duas formas: através da barriga da mãe e por via vaginal. Neste último caso, 87% dos fetos reagiram ao som. E em metade destes, os movimentos que fizeram até acompanharam o ritmo da música.

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Desafio picante...

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.09.15

Os integrantes da Orquestra Nacional Dinamarquesa receberam um desafio curioso (e ardido), comer uma das pimentas mais fortes do mundo e ainda tocar harmoniosamente o clássico tango "Jalousie".


Respire fundo e play!

 
"Ááágua!"

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David Fonseca lança canção "Sem Aviso"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.06.15

David Fonseca lança canções "Sem Aviso"

David Fonseca lançou nas redes sociais o tema 'Sem Aviso'. Esta é segunda canção que o músico publica, algo inesperadamente, este mês, depois de 'Futuro Eu'. Veja os vídeos em baixo.

Sem Aviso é, segundo o comunicado da promotora do músico, o "lado B" de Futuro Eu, que foi lançado, também nas redes sociais, no passado dia 12. Agora, os dois temas estão disponíveis em várias plataformas digitais e vão aparecer juntos num vinil em edição limitada de sete polegadas, cuja comercialização será feita em em exclusivo através do site do artista.

Para além do facto de estes lançamentos não seguirem a estratégia habitual de promoção e comercialização, algo mais chama a atenção: primeiro, David Fonseca está a cantar em português, algo que não é muito comum no músico que foi vocalista dos Silence Four; e, depois, os dois videoclipes são realizados e editados pelo músico. David Fonseca, atualmente com 41 anos, estudou cinema, que é uma das suas paixões, a par com a fotografia. Depois do sucesso dos Silence Four (1996-2001), seguiu a sua carreira a solo, tendo editado cinco álbuns de originais.

Este é o vídeo de Sem Aviso:

 

Este é o vídeo de Futuro Eu, gravado no Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha:

 

 

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Quem Disse que Portadores de Síndrome de Down Não Cantam?

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.03.15
Segundo a "Down Syndrome Education International", a probabilidade de uma pessoa com síndrome de Down cantar é quase nula. Pois os portadores deste distúrbio, na sua maioria, têm a voz rouca e com baixa intensidade, ou seja, usam duas vezes mais energia para ativar os músculos vocais.

Madison Tevlin não deu muita importância a essa probabilidade. Play!

"Qual o seu sonho?"

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio