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Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Conservatório de Castelo Branco com concertos finais

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.06.17

Foto de Conservatório Regional de Castelo Branco.

O Conservatório Regional de Castelo Branco vai apresentar na amanhã, quinta-feira, dia 29, e no sábado, dia 1 de julho, os dois concertos finais de ano letivo.

Na quinta-Feira, o octeto de guitarras e o ensemble de acordeão juntamente com o coro infantil interpretarão um programa bastante variado, mostrando o trabalho que estas classes instrumentais realizaram ao longo do ano letivo.

No Sábado, será a vez da orquestra sinfónica e coros do Conservatório subirem ao palco do Cine-Teatro Avenida.

De entre o repertório escolhido, o concerto encerrará com a interpretação da “Lenda das Três Árvores”, de Allen Pote, com orquestração de Daniel Martinho, sob a direção do maestro Bruno Cândido.

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100 Anos a Cantar Fátima. 13 MAI, 21h30, Paul.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 10.05.17

No próximo dia 13 de maio, a ACDP-Banda Filarmónica do Paul realizará um concerto no Santuário de Nª. Srª. das Dores no Paul pelas 21h30m inserido na passagem da imagem de Nª. Srª. de Fátima peregrina da Unidade Pastoral Covilhã Sul.

Este concerto será composto por duas partes: a primeira a cargo da Banda do Paul, com a sua apresentação em concerto; a segunda terá a estreia de uma obra única de autoria de André Prata e conta com um grupo coral composto por pessoas das freguesias do Paul, Erada e Sobral de S. Miguel e aompanhamento musical da Banda do Paul.

A Filarmónica Recreativa Cortense estará representada nesta peça por 5 elementos musicais, que após solicitação por parte da Banda do Paul, aceitaram o convite e integraram a formação musical para o concerto.

O concerto pretende assinalar o centenário das aparições de Nª. Srª. em Fátima.

Fica o convite à Vossa presença.

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Grupo de Musica Contemporânea de Lisboa - concerto no Fundão 

No âmbito das comemorações dos XX anos da Academia de Música e Dança do Fundão, dia 6 de maio às 21 horas no Casino Fundanense realiza-se um concerto com o Grupo de Musica Contemporânea de Lisboa.
Direção Vasco Azevedo
programa:
Clotilde Rosa – El vaso reluciente (2011)
Vasco Mendonça – Fight, Flight, Freeze (2016)
Luis Soldado – Setting Twisted (2015)
Eduardo Patriarca – A clara a noite do nada (2017)
Jorge Peixinho – Leves, Véus, Velam (1981)
Jorge Peixinho – Sine nonime (1987) - com a participação de alunos da AMDF – Academia de Música e Dança do Fundão

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Um rap de bons costumes – ao som de Mozart!

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.02.17

O rapper Mac Lethal conseguiu fazer um vídeo com um rap deveras DIFERENTE.

Ao som de Mozart, sem palavrões, ele gravou isso:

E o motivo pelo qual ele gravou o vídeo é o mais interessante: uma professora da primária chamada Sra. Francine pediu um vídeo pra mostrar aos seus alunos e para os inspirar!

BOA, rapper dude! :)

 

 

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Recital de piano e violoncelo pelos vencedores da última edição do Prémio Jovens Músicos, na categoria de Música de Câmara. Serão interpretadas as 12 variações sobre um tema de Haendel, Judas Maccabaeus, de Ludwig v. Beethoven e do mesmo compositor a Sonata nº 3, em Lá Maior. A segunda parte do programa será inteiramente dedicada a J. Brahms, com a Sonata nº 1, em Mi m.

Entrada Gratuita até à lotação

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Quarteto Santa Cruz. 14 OUT, 21h, Museu Francisco Tavares Proença Jr

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.10.16

CONCERTO EVOCATIVO DE FRANCISCO TAVARES PROENÇA JR.

O Quarteto Santa Cruz de Coimbra, é constituído por músicos com larga experiência na interpretação de música antiga historicamente informada. Este grupo aborda este reportório com critérios históricos e filológicos, numa interpretação com o máximo de autenticidade, através do uso de instrumentos e técnicas de execução da época, aproximando-se com um maior rigor da ideia que presidiu à escrita destas obras mu- sicais, pelos compositores. A composição do grupo é gerida em função do reportório apresentado em cada concerto/ projeto musical. O Quarteto estreou-se em Coimbra, na Igreja de Santa Cruz, em 2005, executando as Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz de J. Haydn. Das suas apresentações na região de Coimbra são de destacar o Trio Maçónico de Mozart, em Penela, o convite do FESMUC 2009 - Festival de Música de Coimbra, para a realização de 5 concertos e encerramento da semana do Cérebro, em Coimbra, com um concerto na biblioteca Joanina. Tocou em diversas salas de concerto em Espanha e Portugal, com diferentes programas donde se destacam os Quintetos para quarteto de cordas e Guitarra Romântica de Boccherini, nas comemorações dos 200 anos da sua morte.

Entrada Gratuita

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Quarteto Francisco de Goya dá concerto na Sé Catedral de Idanha-a-Velha

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.09.16

Quarteto Francisco Goya

O Quarteto Francisco de Goya vai dar uma conferência-concerto, hoje, dia 3 de setembro (sábado), na Sé Catedral de Idanha-a-Velha, pelas 21h30, com entrada gratuita.

O Quarteto Francisco de Goya é uma formação especializada na interpretação histórica dos repertórios, clássico e romântico, para quarteto de cordas.

Entre os seus propósitos principais está a recuperação e divulgação do repertório ibérico, e tem tocado pela primeira vez depois da sua composição numerosas obras de compositores espanhóis e portugueses em Espanha, Portugal, Suíça, Holanda e Argélia.

Este concerto será o culminar duma semana de trabalho em contexto de residência artística, na qual o quarteto irá gravar os 6 quartetos Op. 3 de Manuel Canales na Sé de Idanha-a-Velha.

Refira-se que o quarteto é composto por Pablo Gutiérrez, violino, Irene Benito, violino, Marta Mayoral, viola e Alejandro Marías, violoncelo.

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Vilde Frang venceu o Gramophone Award

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.08.16

 Resultado de imagem para Vilde Frang

Jovem artista norueguesa ganhou o Prémio Gramophone na categoria onde também concorria a portuguesa Maria João Pires

Chama-se Vilde Frang Bjaerke, mas para a arte o último nome não conta, e foi a vencedora do Gramophone Award para a Melhor Gravação do Ano na categoria Concerto

A gravação em causa é a quinta que faz para a Warner Classics, de que é artista exclusiva, e contém os concertos do inglês Benjamin Britten (1913-76) e do austríaco Korngold (1897-1957), datados, respetivamente, de 1939 e de 1945.

Ao vencer o Gramophone, Vilde deixou para trás os outros cinco nomeados, que eram: os pianistas Maria João Pires e Daniil Trifonov; o violetista Maxim Rysanov e os colegas Christian Tetzlaff e Janine Jansen. Nomeada com 29 anos, Vilde nem sequer era a mais nova no grupo: Daniil Trifonov é cinco anos mais novo e senhor de um percurso igualmente fulgurante: há três meses foi o escolhido para receber o Prémio de Música 2016 da Royal Philharmonic Society (Maria João Pires também era uma das pré-selecionadas). Aliás, considerando os seis nomeados, o maior concorrente de Vilde terá sido mesmo Trifonov.

Comparada a um elfo

Não é incomum ler-se que Vilde parece uma dessas criaturas sobrenaturais das mitologias nórdicas tornadas ultimamente muito populares devido aos filmes da saga O Senhor dos Anéis. E ela tem de facto uma aparência algo intemporal, reforçada, no seu caso, pelo aspeto ainda muito juvenil.

Outra curiosidade da sua infância é que o violino surgiu na sua vida por falta de espaço: como transportar três contrabaixos numa carrinha Volkswagen, além de uma família de quatro pessoas? Foi essa a pergunta que o pai se fez, considerando que a filha mais velha já tocava, como ele, o maior instrumento de cordas. Daí que recomendou que a filha escolhesse para si o mais pequeno!

Ensinada primeiro segundo o método Suzuki, Vilde depressa se tornou um fenómeno e começou logo a aparecer em concertos e com orquestras. No início da adolescência, Mariss Jansons, o grande maestro estónio, convidou-a para ser solista num concerto em que dirigia a Filarmónica de Oslo. Diga-se, de resto, que Vilde passou por uma galeria de grandes mestres: Henning Kraggerud, Kolja Blacher, Anna Chumachenko, Anne-Sophie Mutter e Mitsuko Uchida. Mormente as duas últimas foram decisivas na sua evolução e no seu lançamento internacional: Mutter tornou-se sua mentora (tinha Vilde 12 anos) e a Fundação que criou apoiou-a, enquanto Uchida (que é pianista) o fez no âmbito da bolsa do Fundo Borletti-Buitoni, de que é curadora.

Obama para tio

Num quiz a que se submeteu, ela escolheu Barack Obama ("gostava que ele fosse meu tio") como figura famosa que escolheria para seu parente. E explica que o seu nome próprio deriva de "selvagem". Apesar da carreira que já ostenta, afirma que sucessos e erros são 50/50 no seu percurso e que é a música que toca e que ouve que lhe conferem um "super-poder".

Vilde também diz coisas mais estranhas como: "em concerto, pensar é o maior inimigo da música. Eu nem sinto que estou a tocar violino"; ou que o seu ideal durante um concerto é "transformar-me eu própria em música, som, notas".

Confessa desejar "ter estado mais presente e com mais gosto" em certas salas onde atuou e que tem por ritual pré-concerto desligar por completo o telemóvel que fica no camarim: "É uma das muito poucas ocasiões em que o faço!"

Discografia de ouro

Como dissemos, foi ao quinto disco que Vilde chegou ao Gramophone. Antes deste, ela já tinha gravado três discos de concertos e um programa de recital. Aliás, a sua discografia começou logo de forma ousada, com o emparelhamento do Concerto n.º 1 de Prokófiev e do Concerto de Sibelius (mais três Humoresques deste último). Seguiu--se um programa de recital com o pianista Michail Lifits, preenchido com obras do compatriota Grieg (Sonata n.º 1), mais a Sonata para violino solo de Bartók e Richard Strauss (Sonata, op. 18) . O terceiro álbum voltou a juntar um escandinavo e um russo: o Concerto do dinamarquês Carl Nielsen e o famoso op. 35 de Tchaikovsky. Por fim, antes do CD agora premiado, Vilde foi para um registo totalmente diferente, dedicando um CD a Mozart, com os Concertos n.º 1 e n.º 5, mais a Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra.

O que se seguirá para a "selvagem" Vilde? Ela afirma que gostaria de cruzar experiências com outras artes e com músicos não clássicos. Mas sempre com a mesma seriedade e integridade que põe na arte que tão bem pratica. Vilde não acredita que a música clássica precise de "perder a alma" para chegar a públicos novos: "Ela pede-nos um esforço de apreensão, mas depois o que nos oferece em troca é imensamente gratificante!"

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A prodígio do violino Vilde Frang vence os Prémios Gramophone

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.08.16

Jovem artista norueguesa soube ontem que ganhou o Prémio Gramophone na categoria onde também concorria a portuguesa Maria João Pires

No fim-de-semana, festejou 30 anos. Ontem, soube que tinha ganho o Gramophone Award para a Melhor Gravação do Ano na categoria Concerto. Chama-se Vilde Frang Bjaerke, mas para a arte o último nome não conta.

A gravação em causa é a quinta que faz para a Warner Classics, de que é artista exclusiva, e contém os concertos do inglês Benjamin Britten (1913-76) e do austríaco Korngold (1897-1957), datados, respetivamente, de 1939 e de 1945.

Ao vencer o Gramophone, Vilde deixou para trás os outros cinco nomeados, que eram: os pianistas Maria João Pires e Daniil Trifonov; o violetista Maxim Rysanov e os colegas Christian Tetzlaff e Janine Jansen. Nomeada com 29 anos, Vilde nem sequer era a mais nova no grupo: Daniil Trifonov é cinco anos mais novo e senhor de um percurso igualmente fulgurante: há três meses foi o escolhido para receber o Prémio de Música 2016 da Royal Philharmonic Society (Maria João Pires também era uma das pré-selecionadas). Aliás, considerando os seis nomeados, o maior concorrente de Vilde terá sido mesmo Trifonov.

Comparada a um elfo

Não é incomum ler-se que Vilde parece uma dessas criaturas sobrenaturais das mitologias nórdicas tornadas ultimamente muito populares devido aos filmes da saga O Senhor dos Anéis. E ela tem de facto uma aparência algo intemporal, reforçada, no seu caso, pelo aspeto ainda muito juvenil (a foto acima tem uns quatro anos, apenas).

Outra curiosidade da sua infância é que o violino surgiu na sua vida por falta de espaço: como transportar três contrabaixos numa carrinha Volkswagen, além de uma família de quatro pessoas? Foi essa a pergunta que o pai se fez, considerando que a filha mais velha já tocava, como ele, o maior instrumento de cordas. Daí que recomendou que a filha escolhesse para si o mais pequeno!

Ensinada primeiro segundo o método Suzuki, Vilde depressa se tornou um fenómeno e começou logo a aparecer em concertos e com orquestras. No início da adolescência, Mariss Jansons, o grande maestro estónio, convidou-a para ser solista num concerto em que dirigia a Filarmónica de Oslo. Diga-se, de resto, que Vilde passou por uma galeria de grandes mestres: Henning Kraggerud, Kolja Blacher, Anna Chumachenko, Anne--Sophie Mutter e Mitsuko Uchida. Mormente as duas últimas foram decisivas na sua evolução e no seu lançamento internacional: Mutter tornou-se sua mentora (tinha Vilde 12 anos) e a Fundação que criou apoiou-a, enquanto Uchida (que é pianista) o fez no âmbito da bolsa do Fundo Borletti-Buitoni, de que é curadora.

Aqui, o vídeo da Warner sobre a gravação premiada, com depoimentos de Vilde Frang e do maestro James Gaffigan, que dirige a Sinfónica da Rádio de Frankfurt:

 

Obama para tio

Num quiz a que se submeteu, ela escolheu Barack Obama ("gostava que ele fosse meu tio") como figura famosa que escolheria para seu parente. E explica que o seu nome próprio deriva de "selvagem". Apesar da carreira que já ostenta, afirma que sucessos e erros são 50/50 no seu percurso e que é a música que toca e que ouve que lhe conferem um "super-poder".

Vilde também diz coisas mais estranhas como: "em concerto, pensar é o maior inimigo da música. Eu nem sinto que estou a tocar violino"; ou que o seu ideal durante um concerto é "transformar-me eu própria em música, som, notas".

Confessa desejar "ter estado mais presente e com mais gosto" em certas salas onde atuou e que tem por ritual pré-concerto desligar por completo o telemóvel que fica no camarim: "É uma das muito poucas ocasiões em que o faço!"

Discografia de ouro

Como dissemos, foi ao quinto disco que Vilde chegou ao Gramophone. Antes deste, ela já tinha gravado três discos de concertos e um programa de recital. Aliás, a sua discografia começou logo de forma ousada, com o emparelhamento do Concerto n.º 1 de Prokófiev e do Concerto de Sibelius (mais três Humoresques deste último). Seguiu-se um programa de recital com o pianista Michail Lifits, preenchido com obras do compatriota Grieg (Sonata n.º 1), mais a Sonata para violino solo de Bartók e Richard Strauss (Sonata, op. 18) . O terceiro álbum voltou a juntar um escandinavo e um russo: o Concerto do dinamarquês Carl Nielsen e o famoso op. 35 de Tchaikovsky. Por fim, antes do CD agora premiado, Vilde foi para um registo totalmente diferente, dedicando um CD a Mozart, com os Concertos n.º 1 e n.º 5, mais a Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra.

O que se seguirá para a "selvagem" Vilde? Ela afirma que gostaria de cruzar experiências com outras artes e com músicos não clássicos. Mas sempre com a mesma seriedade e integridade que põe na arte que tão bem pratica. Vilde não acredita que a música clássica precise de "perder a alma" para chegar a públicos novos: "Ela pede-nos um esforço de apreensão, mas depois o que nos oferece em troca é imensamente gratificante!"

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IV Festival de Música Antiga de Castelo Novo. 29 a 31 JUL.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.07.16

O Município do Fundão, em parceria com as Aldeias Históricas de Portugal, e com o apoio da Antena 2 e da Junta de Freguesia de Castelo Novo, vai organizar, de 29 a 31 de julho, o IV Festival de Música Antiga de Castelo Novo – Ventus Nocturnus 2016.

Segundo o comunicado, este festival surge do crescente interesse a que temos assistido nas últimas décadas pela música do passado, em especial pela música escrita antes do século XIX. O trabalho intenso de musicólogos, construtores de instrumentos e intérpretes levou à redescoberta de um repertório de compositores e instrumentos, cuja memória, em muitos dos casos, se perdeu. Todo este trabalho permitiu a reconstituição dos ambientes sonoros dos séculos que nos precederam e é essa reconstituição do passado que é pretendida no Festival de Música Antiga de Castelo Novo.

Para o efeito, ao longo de três dias, serão realizados vários espetáculos, onde surgirão compositores e obras, interpretados à luz das práticas dos períodos Medieval, Renascentista e Barroco, em instrumentos ou cópias de instrumentos originais, procurando reproduzir, nos nossos dias, as sonoridades do passado.

As particularidades de Castelo Novo tornam esta aldeia histórica num local fascinante, pela aura de misticismo e transcendência que emana e que está muito presente nas sonoridades do passado que se pretendem dar a conhecer com este Festival, que irá decorrer de acordo com o seguinte programa:

Sexta-feira, 29

22.00h   Espetáculo de Abertura – "A Dança no Barroco" | Jardins da Quinta do Alardo

Em torno da Suíte Orquestral em dó maior, BMV 10066 Johann Sebastian Bach.

Coreografia – Isabel Gonzaga; Espaço Cénico – Bruno Cochat; Edição Musical – Carlos Passos; CANORA TURBA – Música e Dança Antiga; Bailarinos – Alexandra Campos, Sandra Correia, Bruno Cochat, Raquel Fragoso, Ruben Saints e Isabel Gonzaga.

Sábado, 30 de julho

11.00h e 15.00h  Atelier Histórias Criativas | Galeria Manuela Justino

Espaço dedicado às crianças, onde se percorre o imaginário das Aldeias Históricas, através das artes plásticas.

15.30h   Recital de Flauta de Bisel e Dois Cravos | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Uma viagem sonora através da música dos Séculos XVI, XVII e XVIII.

Os Músicos do Tejo – António Carrilho (Flautas de Bisel), Marco Magalhães (Cravo) e Marta Araújo (Cravo).

18.30h   Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo | Largo da Bica.

21.00h   Visita Guiada a Castelo Novo | Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo.

22.00h   Vozes Femininas «Chansons de Femmes» | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Canções femininas medievais europeias e sefarditas. Uma viagem sonora e visual ao universo medieval.

Coordenação de Cena – Rúben Saints, Obras de Beatriz de Dia, Anónimas do Séc.XII, Azalais de Porcairague, Maria Jonas, Martín Codax e Canções Safarditas.

"Sansitierce" – Maria Jonas (Canto, Shruti Box e Percussão), Bassem Hawar (Djoze) e Dominik Schneider (Guiterne e Flautas Transversais).

Domingo, 31 de julho

10.00h   Masterclass – O Canto Medieval | Antiga Escola Primária.

A Poesia, a Música Medieval e a sua interpretação na atualidade.

Masterclass orientado por Maria Jonas e Pedro Rafael Costa, destinada a cantores e público em geral.

Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo ou pelo telefone 961 445 399.

11.00h   Visita Guiada a Castelo Novo | Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo.

11.00h e 15.00h  Atelier Histórias Criativas | Galeria Manuela Justino.

Espaço dedicado às crianças, onde se percorre o imaginário das Aldeias Históricas, através das artes plásticas.

15.00h   Vozes Femininas «Il Canto Nel Settecento» | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Concerto de encerramento, com obras de Michel Richard Delalande, João Rodrigues Esteves, G.F. Handel, Giovanni Battista Pergolesi, J.S. Bach e J. Haydn.

Ana Paula Russo e Ariana Moutinho Russo (Sopranos) e Sérgio Silva (Cravo).

No sábado, dia 30 de julho, irá ainda ter lugar a iniciativa "Estórias de Castelo Novo", em que a Casa da Lagariça, em parceria com o Município do Fundão e o Clube de Produtores de Fundão, complementa a oferta musical do Festival com uma experiência turística onde os participantes poderão degustar produtos gastronómicos do antigo território de Alpreade/Castelo Novo, elaborados artesanalmente. Esta iniciativa terá a lotação máxima de 30 pessoas e para mais informações deverá contactar a Casa da Lagariça, através do contacto telefónico 962 697 493.

Os espetáculos terão lotação limitada, de tal forma poderá reservar o seu lugar ou pedir mais informações no Posto de Turismo ou através dos contactos 275 561 501 ou 961 445 399.

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ONS - ORQUESTRA NACIONAL de SOPROS
ESTÁGIO SINFÓNICO - 18 a 22 Julho 2016
MASTERCLASS DIREÇÃO ORQUESTRA - 18 a 21 Julho 2016

A ONS - Orquestra NacionalSopros tem candidaturas abertas para um magnífico estágio sinfónico. Os artistas convidados para a ONS 2016 são de excelência curricular e pedagógica, pertencendo a algumas das mais importantes escolas e orquestras do país:

COORDENADORES DE MADEIRAS
Raquel Lima, Miguel Costa, Fernando Ramos

COORDENADORES DE METAIS
Luis Filipe O Granjo, Vitor Faria

COORDENADOR DE PERCUSSÃO
Marco André Alves Fernandes

» PROPINA - 45€ (inclui almoço, jantar e alojamento)
» PROPINA - 35€ (inclui almoço, jantar e alojamento) para instrumentistas que participaram em edições anteriores da ONS (ou no antigo EnOS)

MASTERCLASS DIREÇÃO ORQUESTRA
Luis Clemente, Jaime Branco, Roberto Fiore

ALUNO ATIVO : 200€ (inclui almoço, jantar)
ALUNO PASSIVO: 75€ (inclui almoço, jantar)

PROGRAMA "Festa Russa"
Shostakovich - Abertura Festiva op. 96
Borodin - Danças Polovetsianas
Mussorgsky - Quadros de Uma Exposição

CANDIDATAR
https://docs.google.com/…/1ug55bLaHL8OaSvqj2JZvL24NUmj…/edit

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Museu do Fado vai disponibilizar ‘online’ 3.000 gravações de 1900 a 1950

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 20.06.16

Cerca de 3.000 gravações de fados da primeira metade do século XX vão ser disponibilizadas ‘online’, a partir de sexta-feira, através do sítio do Museu do Fado, na internet, disse à Lusa a diretora da instituição, Sara Pereira.

“O Arquivo Sonoro Digital foi desenvolvido no quadro do Plano de Salvaguarda inerente à inscrição do Fado na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, e trata-se de um importante projeto de proteção, estudo e valorização do património fonográfico português, e todo o programa foi desenvolvido em conformidade com as normas e protocolos da International Association of Sound and Audiovisual Archives [IASA]”, disse a responsável.

Sara Pereira afirmou que o “acesso é livre” e as gravações “devidamente tratadas e digitalizadas” situam-se, cronologicamente, entre 1900 e 1950, sendo “cerca de metade de ainda antes da gravação elétrica, isto é anterior a 1927”.

Os discos a disponibilizar ‘online’ foram publicados por 43 companhias fonográficas, “sendo o maior catálogo o da alemã Odeon (974) seguido da inglesa Columbia (964)”. “Cerca de 1.531 discos foram gravados acusticamente, isto é, [são] anteriores a 1927, e 1.217, em gravações elétricas”, adiantou à Lusa.

O Arquivo Sonoro Digital “inclui discos do Museu, da coleção Bruce Bastin, adquirida pelo Estado português em 2009, e incluirá, no futuro, repertórios na posse de outras instituições que se queiram associar a nós [Museu do Fado]”.

Sara Pereira estima que, entre arquivos, museus e colecionadores particulares, existem 30.000 repertórios de fado, “e a ideia é que todo esse inventário seja inserido no Arquivo Sonoro”.

Entre as vozes que será possível ouvir está a da Júlia Florista, uma das figuras lendárias da história fadista, mas as primeiras gravações são dominadas por atores do teatro de revista, segundo Sara Pereira.

“Encontrámos 62 repertórios interpretados pela famosa Júlia Mendes e 12 faixas de Maria Vitória, e ainda vários discos da famosa Júlia Florista ou de Manassés de Lacerda, e ainda gravações de importantes guitarristas como Petroline, Carmo Dias, Armandinho ou Artur Paredes”.

As 3.000 gravações, segundo dados disponibilizados pro Sara Pereira, representam 529 intérpretes e 948 pessoas diretamente envolvidas, entre compositores, instrumentistas, letristas, orquestras, maestros, etc..

“Os mais gravados terão sido os atores Duarte Silva [633 gravações], Isabel Costa [484], Jorge Bastos [316], Avelino Baptista [193], Rodrigues Vieira [196] e Reinaldo Varela [150], intérpretes que regularmente se cruzaram em duetos”, disse à Lusa.

As gravações foram efetuadas em Paris, Berlim, Rio de Janeiro, Lisboa e Porto.

“O processo de construção do arquivo contemplou as fases de inventariação, tratamento arquivístico – limpeza física dos discos, acondicionamento, registo fonográfico -, digitalização e restauro, com produção de cópias de acesso e, muitas vezes, incluindo um restauro profundo, documentação e sistematização em base de dados especificamente construída para o efeito”, numa parceria do Museu com o Instituto de Etnomusicologia da Universidade de Lisboa, que é dirigido por Salwa Castelo-Branco.

Cada uma das gravações digitalizada é acompanhada de uma ficha técnica que identifica cada um dos participantes. A diretora do Museu promete que haverá “surpresas” e acredita que irá proporcionar um maior interesse por parte dos investigadores.

O Museu apresenta, também na sexta-feira, a sua chancela discográfica, que visa “apoiar os artistas, ser um cartão de visita para os fadistas que têm talento, mas não chegam às discográficas, um disco com o qual se possam afirmar dentro e fora de portas”.

A responsável ressalvou que esta etiqueta “não se destina apenas a novos talentos, é transversal em termos de gerações, e visa também editar gravações históricas”

O primeiro CD é do guitarrista José Manuel Neto, o que, segundo Sara Pereira, “coloca desde já a fasquia muito alta, mas é indiscutivelmente um virtuoso”.

A coordenação desta etiqueta será feita pelo Museu do Fado, adiantou à Lusa, “mas trabalhando muito de perto com a comunidade artística e, tanto quanto possível, com a universidade, nomeadamente gravações ao vivo no Museu, com alunos de sonoplastia, que vêm aprender as boas práticas de gravação”.

In: Lusa

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Banda da Covilhã - Concerto "Alma Lusa". 12 JUN, 17h00, TMC.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.06.16

Bilhetes à venda na bilheteira do TMC e na secretaria da Banda da Covilhã ao Jardim Público.

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No próximo dia 21 de maio, sábado, pelas 21h30, no Teatro Municipal da Guarda, realiza-se a terceira edição do Concerto da Beira Interior, inserido no XI FESTIVAL DE MÚSICA DA BEIRA INTERIOR, promovido pela SCUTVIAS, Autoestradas da Beira Interior, SA e no qual participam as escolas de música da região. 

O Concerto da Beira Interior deste ano apresentará, na 1ª parte, ritmos do Continente Sul Americano e América Central, selecionados por Gustavo Delgado, incluindo obras de Heitor Villa-Lobos (sec.XIX – Brasil), Astor Piazzolla (sec. XX - Argentina) e Arturo Márquez (sec.XXI – México).

Para a 2ª parte ficará reservada a estreia da obra musical Vera Cruz, composta por João Pedro Delgado e inspirada na obra literária com o mesmo nome, do autor João Morgado.

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