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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Restantes sete canções finalistas são escolhidas no domingo

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.02.18

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Na segunda semifinal vão competir 13 canções. O Festival Eurovisão da Canção realiza-se em maio, em Lisboa

As restantes sete canções que vão disputar a final da edição deste ano do Festival da Canção serão escolhidas no domingo, na segunda semifinal do concurso, que decorre no estúdio da RTP, em Lisboa.

Este ano concorrem ao festival 26 temas. A RTP lançou o convite a 22 compositores para que apresentassem uma canção original, inédita, no concurso. A estes 22 juntaram-se três autores que responderam aos concursos e um escolhido por Salvador Sobral, vencedor da edição de 2017.

Na segunda semifinal, marcada para domingo à noite no estúdio da RTP, que será emitida em direto na RTP1, RTP Internacional e RTP Play, competem 13 canções, das quais a estação pública divulgou excertos na segunda-feira.

No domingo competem os temas compostos por Aline Frazão (interpretado por Susana Travassos), Armando Teixeira (Lili), Bruno Cardoso 'Xinobi' (Sequin), Capicua (Tamin), Daniela Onís (interpretado pela própria), Diogo Piçarra (interpretado pelo próprio), Francisco Rebelo (David Pessoa), Isaura (Cláudia Pascoal), João Afonso (Rita Ruivo), Miguel Ângelo (Dora Fidalgo), Paulo Flores (Minnie & Rhayra), Peter Serrado (interpretado pelo próprio) e Tito Paris (Maria Inês Paris).

O processo de escolha do sucessor de Salvador Sobral para representar Portugal na edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção começou no domingo passado, dia em que decorreu a primeira semifinal.

Nesse dia foram apuradas sete canções finalistas: "Só por ela" (composta por Diogo Clemente e interpretada por Peu Madureira), "Sem título" (composta e interpretada por Janeiro), "Para sorrir eu não preciso de nada" (Júlio Resende/Catarina Miranda), "P'ra te dar abrigo" (Fernando Tordo/Anabela), "Anda estragar-me os planos" (Francisca Cortesão/Joana Barra Vaz), "Zero a zero" (Benjamim/Joana Espadinha) e "Sem medo" (Jorge Palma/Rui David).

A votação final foi feita, em igual valor, por um júri e pelo público. O júri do Festival da Canção volta este ano a ser presidido por Júlio Isidro. A acompanhar o apresentador estão os cantores Ana Bacalhau, Carlão, Luísa Sobral e Sara Tavares, a radialista Ana Markl, o jornalista Mário Lopes e os compositores Tozé Brito e António Avelar Pinho.

Além das músicas a concurso, tal como na primeira semifinal, João Pedro Coimbra e Nuno Figueiredo vão debruçar-se sobre o cancioneiro de Carlos Paião.

O vencedor do Festival da Canção, que regressou no ano passado como uma janela renovada, abrindo o concurso a compositores que nunca nele tinham participado, irá participar em maio no Festival da Eurovisão da Canção, que este ano se realiza em Lisboa.

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Tozé Brito edita “A Memória do Amor”nos seus 50 anos de percurso artístico

“A Memória do Amor” de Tozé Brito é o disco que vem celebrar 50 anos de carreira de um dos mais consagrados autores nacionais.

São 50 anos de contributo para a música portuguesa, quer enquanto cantor, letrista, compositor, quer como produtor e editor. A celebrar meio século de carreira, Tozé Brito presenteia-nos com um álbum de memórias revigoradas de grandes êxitos como “20 anos” e “Olá, Então Como Vais”, mas também com surpreendentes temas originais como “Ser Tudo Para ti” e “Amanhecer”.

O disco “A Memória do Amor” está disponível já em formato físico e digital e tem 11 canções. Nas palavras de Tozé Brito, este é um trabalho “simples, despretensioso, despido de arranjos, onde tentei registar a minha voz tal como ela é aos 66 anos, praticamente sem overdubs, reverberacão, compressão ou auto tunning, como se me estivessem a ouvir ao vivo, em casa, entre amigos. Gostei desta simplicidade de processos e da honestidade com que todos participámos e sentimos este álbum, um álbum de canções de amor de uma espontaneidade e ingenuidade que as impede de serem cerebrais. Têm por isso a simplicidade de um grande amor. É acima de tudo um álbum que gravei a pensar em todos aqueles que são o filme e a banda sonora da minha vida, que me acompanharam nos bons e nos maus momentos, a quem devo o que sou e a minha inspiração. É um tributo ao amor, à amizade e ao respeito, um álbum dedicado a quem segue estes valores supremos.”

Com centenas de canções escritas, Tozé Brito tem dado palavras às vozes e interpretações de nomes como Adelaide Ferreira, Ana Moura, Anjos, Carlos do Carmo, Cuca Roseta, Doce, Eugénia Melo e Castro, Fábia Rebordão, José Cid, Lúcia Moniz, Marta Plantier, Paulo de Carvalho, Ricardo Ribeiro, Simone de Oliveira, Victor Espadinha, entre muitos outros.

“A longevidade na arte e na cultura, quanto a mim, é a maior prova de qualidade a que podemos aspirar.” (Tozé Brito).

In: Harmúsica

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Aluno da ESART/IPCB selecionado para a Orquestra de Jovens da União Europeia 2018

Miguel Erlich, aluno da licenciatura em Música – variante Instrumento da Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB, foi recentemente selecionado para a Orquestra de Jovens da União Europeia (OJUE), para a temporada 2018.

As audições para a Orquestra de Jovens da União Europeia são tuteladas e organizadas pela Direcção-Geral das Artes (DGARTES) da Secretaria de Estado da Cultura.

Este ano, participaram nas audições para a OJUE 380 músicos portugueses, tendo sido selecionados apenas 22 músicos (12 como membros efetivos e 10 como reserva).

Miguel Erlich faz parte do restrito leque dos jovens músicos portugueses selecionados para a OJUE como membro efetivo.

A Orquestra de Jovens da União Europeia foi fundada há mais de 30 anos com o objetivo de juntar os mais talentosos jovens instrumentistas da União Europeia, oferecendo aos candidatos aprovados a oportunidade de trabalhar com professores especializados de instrumento e de tocar em todo o mundo com maestros e solistas de renome.

Os cursos iniciais, que o jovem aluno da ESART terá o privilegio de frequentar, terão a duração de duas semanas, com ensaios gerais com professores de orquestras e conservatórios da Europa, seguido de uma digressão de cerca de 10 concertos.

Paralelamente à preparação para a digressão, o período de ensaios será preenchido com sessões de música de câmara, com atividades desportivas e outras atividades recreativas, que permitem aos jovens músicos tirar o melhor partido do trabalho a desenvolver num ambiente multidisciplinar e multicultural. Os membros da orquestra terão ainda a oportunidade de integrar outras digressões durante a Páscoa de 2018.

A Orquestra de Jovens da União Europeia reúne um total de 118 músicos (de todos os países da União Europeia), sendo Portugal atualmente o terceiro país mais representado, apenas superado pelo Reino Unido e pela Espanha.

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Festival da Canção, escolhidas as sete primeiras canções que estarão na final

Na noite deste domingo, 18 de Fevereiro, teve lugar no estúdio 1 da RTP a primeira eliminatória de escolha de sete temas que estarão na final que se realizará em Guimarães a 04 de Março.

Com um estúdio cheio e expectante, José Carlos Malato e Jorge Gabriel apresentaram as 13 canções que preenchiam a primeira eliminatória do Festival da Canção.

Na abertura houve um recordar de Madalena Iglésias, vencedora do festival da canção, numa homenagem simples.

Seguiu-se a apresentação daquele que é considerado “um dos maiores espectáculos do mundo”, e que este ano se realiza pela primeira vez em Portugal, porque como afirmou Jorge Gabriel, “a família Sobral só nos trouxe despesas”, esquecendo que também nos trouxe e pela primeira vez o doce sabor da vitória.

Foram apresentadas as 13 canções que compunham a primeira eliminatória, numa evidência de que a inspiração de compositores e letristas está a melhorar.

No intervalo houve uma homenagem a Carlos Paião, que não atingiu o melhor talvez pelos temas escolhidos.

Também Dina foi objecto de homenagem, com a transmissão de vídeos revelando as diversas prestações no festival da Canção.

Seguiu-se o momento mais esperado da noite, o resultado das duas votações do júri e do público.

Conhecidas as duas foi conhecido o nome da canção, melhor das canções já apuradas para afinal de 04 de Março em Guimarães.

- “Só por ela” de Diogo Clemente, intérprete Peu Madureira

- “Sem Título” de Janeiro, intérprete Janeiro

- “Para sorrir não preciso de nada” de Júlio Resende, intérprete Catarina Miranda

- “P’ra te dar abrigo” de Fernando Tordo, intérprete Anabela

- “Eu te amo” de Mallu Magalhães, intérprete Beatriz Pessoa

- “Zero a zero” de Benjamim, intérprete Joana Espadinha

- “Anda estragar-me os planos” de Francisca Cortesão, intérprete Joana Barra Vaz

São estas as primeiras canções apuradas para afinal do Festival da Canção.

No próximo dia 25 terá lugar a segunda eliminatória que escolherá as outras sete canções que irão à final do festival

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"Sons à Sexta" com Valter Lobo. 16 FEV, 22h30, A Moagem.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.02.18

Foto de Sons à Sexta.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Próximos em palco:
VALTER LOBO

Valter Lobo é um "cantautor" e advogado nortenho que se deu a conhecer apresentando ao mundo um conjunto de cinco canções que perfizeram o “Inverno Ep” em 2012, trabalho muito bem recebido pelos media e público da nova música portuguesa. Em 2016 apresentou-nos o seu primeiro álbum, uma viagem para o “Mediterrâneo”, onde faz uma reaproximação ao calor humano e ao mar, despido de materialismos e procurando sobreviver com os bens essenci...ais... São nove temas originais compilados num trabalho conceptual e demasiado genuíno.
Deste novo trabalho, a Antena 3 já apostou em três temas: “Fora do Coração”; “Oeste” e “Mediterrâneo” que têm passado com regularidade.
Os concertos são de grande intimidade com o público tal como as canções que, com o português em punho, nos trazem uma sonoridade intensa armada de uma componente lírica muito rica que lhe são próprias e que o sugerem como um artista genuíno e um nome a seguir quando nos referimos aos novos grandes valores da música portuguesa.

Dia 16 de Fevereiro pelas 22h30m o Sons à Sexta promete provar que as notas e letras da música portuguesa estão de boa saúde com Valter Lobo no palco d´A Moagem.

Bilheteira:
A Moagem - Cidade do Engenho e das Artes, Fundão.
+Inf. 96 194 12 81 - 275 773 032

 

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Bilhetes para a Final do Festival da Canção, já estão á venda

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 12.02.18

Bilhetes para a Final do Festival da Canção, já estão á venda

Já estão à venda os bilhetes para a Final do Festival RTP da Canção que se realiza a 04 de Março em Guimarães.

O Festival da Canção 2018 será constituído por duas semifinais a realizar a 18 e 25 de Fevereiro no Estúdio 1 da RTP, em Lisboa, e por uma grande final que terá lugar no Multiusos de Guimarães a 04 de Março.

A RTP referiu que "o enorme entusiasmo com que as mais variadas figuras do mundo da música acolheram a proposta lançada", assim como "a quantidade expressiva de candidaturas submetidas através do concurso aberto a submissões, justificam que, das 20 canções originalmente pensadas, seis mais se tenham juntado ao lote".

Em cada uma das semifinais estarão a concurso 13 canções. Em cada uma serão apuradas sete, pelo que haverá 14 finalistas em Guimarães. os bilhetes para a final estão à venda on-line e nos locais habituais.

São estes os 26 concorrentes ao Festival da Canção 2018:

Convidados pela RTP

  • Aline Frazão
  • Armando Teixeira
  • Benjamim
  • Bruno Cardoso
  • Capicua
  • Diogo Clemente
  • Diogo Piçarra
  • Francisco Rebelo
  • Fernando Tordo
  • Isaura
  • João Afonso
  • Jorge Palma
  • José Cid
  • JP Simões
  • Júlio Resende
  • Mallu Magalhães
  • Miguel Ângelo
  • Francisca Cortesão
  • Nuno Rafael
  • Paulo Flores
  • Paulo Praça
  • Tito Paris

Convidado por Salvador Sobral

  • Janeiro

Escolha do programa “Master Class” da Antena 1

  • Daniela Onis

Escolhas do concurso por submissão através da Antena 1

  • Peter Serrado
  • Rita Dias

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Samuel Úria - Carga de Ombro. 10 FEV, 21h30, Cine Teatro Avenida.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.02.18

Foto de Cine-Teatro Avenida.

M/06
Bilhete: 10€

Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole.

Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008, altura em que, entre edições caseiras e concertos em que apenas se acompanhava pela guitarra acústica, se nos deu a conhecer. Singular na língua materna, singular nas melodias e singular na relação com o público, aos poucos se gerou o culto e assomou a expectativa, consagrando Samuel Úria como o mais interessante cantautor do século XXI português.

E e...is que já passou uma década desde “O Caminho Ferroviário Estreito”, o primeiro registo oficial (ou deveremos dizer o primeiro CD-R?) de Samuel Úria, à data disponibilizado pela emergente FlorCaveira mas que só a edição do EP “Em Bruto” (ou deveremos dizer EP-R?), em 2008, revelou ao grande público. Se em “O Caminho Ferroviário Estreito”, o nomadismo de Samuel Úria, consequência da sua actividade itinerante de professor de educação visual se fazia sentir, já em “Em Bruto“ despontavam canções como “Barbarella e Barba Rala” ou “Teimoso”.

“Nem Lhe Tocava” surgiu em 2009, uma vez mais com a FlorCaveira, recuperando algumas das gravações de “Em Bruto” e confirmando as expectativas fundadamente criadas em torno das primeiras gravações de Samuel Úria - Jacinto Lucas Pires escrevia ”(…) este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. (…)”



O caminho confirmava-se - a Time Out Lisboa chamou-lhe “a mais impressionante estreia dos últimos 10 anos”, o Ípsilon afirmou que o “abençoado” Samuel “acerta sempre”, o Expresso reconheceu a “língua em estado de graça” e a Blitz viu no músico de Tondela o “tiro certeiro na fuga à normalidade”.

Ainda nesse ano, a 10 de Junho, escreveu e gravou, num só dia, um disco inteiro em sua casa. A composição e registo das músicas foi filmada e transmitida em directo pela internet, enquanto os espectadores forneciam sugestões via email. O resultado foi o disco "A Descondecoração de Samuel Úria", lançado um ano depois (clarifique-se, em CD-R).

Por entre as suas apresentações ao vivo e edições, Samuel Úria teve ainda oportunidade de colaborar em alguns projectos colectivos, traduzida numa forte presença na dinamização na actividade da FlorCaveira ou, ainda, na participação no punk-rock vintage das “Velhas Glórias” ou nas filarmonias de “Os Ninivitas”. Suspeita-se também que o projecto “Maria Clementina” não lhe será alheio…

Inicialmente anunciado para 2012, Samuel Úria publicou em 2013 “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, uma verdadeira “jewel-case” (leia-se “caixa de jóias”) em que o talento do “trovador de patilhas”, como é frequentemente intitulado, convive com um conjunto de participações de nomes aparentemente tão distantes como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Miguel Araújo, entre outros, que a música e as palavras de Samuel Úria aproximaram.

Sobre, “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, Pedro Mexia inicia o texto de apresentação do álbum desta forma “Este é um disco sobre «a voz». Não sobre Frank «the voice» Sinatra, embora o galante mafioso também compareça, transformado em forma verbal; trata-se antes de uma defesa do falar, do dizer, do cantar. A música é um «som cantado», lembra Samuel Úria, mas é mais que isso: é um testemunho.” E conclui “No amor, como noutras vozes que nos dão voz, o sustento é forte quando o intento é puro. E o mundo é pequeno, e o medo é grande, e, ainda assim seguramo-los, como um colchão aos trapezistas”. E não será este o destino de Samuel Úria? Testemunhar através da sua voz a vida, tal e qual um trapezista das palavras?


O caminho, só aparentemente estreito, é percorrido e “O Grande Medo do Pequeno Mundo” leva Samuel Úria à generalidade dos palcos nacionais, seja aos dos pequenos auditórios ou dos grandes festivais. As colaborações em palco sucedem-se – Márcia, António Zambujo, Miguel Araújo, Clã, Cindy Kat, HMB, Tiago Bettencourt ou Marta Hugon são alguns do que fazem questão de partilhar com Samuel.

Para 2016, “Carga de Ombro”. Um disco de que é ainda difícil destacar temas tal é a homogeneidade conseguida num disco em si bastante diversificado - “O álbum é um absoluto primor de escrita, juntando depois à música uma capacidade de condensar uma evidente pulsão melómana atenta e feita da soma de muitos gostos e interesses num corpo consistente.” (Nuno Galopim)

Para a nova aventura Samuel Úria chamou Miguel Ferreira. Com ele produziu “Carga de Ombro” e no qual contou com participações especiais de Selma Uamusse, Francisca Cortesão, Martim e David Fonseca.

Como conclui Márcia no texto que escreveu a propósito do novo disco: “Modesto, generoso e altruísta, é claro que ele acha que o Ego dele tem de diminuir. Mas nós que o vemos, sabemos que não é de Ego que se agigantou Samuel Úria, mas sim de um incomensurável talento que dá gosto testemunhar de disco para disco.”

No final de 2016, as habituais listas de “melhores do ano”, colocaram “Carga de Ombro” nos lugares cimeiros do que melhor e mais interessante se vai produzindo. As crónicas que passa a assinar às quartas para o SAPO tornam-se leitura obrigatória. Já em 2017, o vídeo de animação para o tema “É Preciso Que Eu Diminua” realizado por Pedro Serrazina ganha o prémio da Monstra. Da “estrada”, de destacar a produção apresentada em Maio passado no Teatro Tivoli em que, perante uma sala lotada, Samuel levou a palco amigos como Ana Moura, Manuela Azevedo, Golden Slumbers ou Manel Cruz.

Escutemo-lo!

 

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Oiça o primeiro single do novo disco de Cristina Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.02.18

Chama-se Eu por Engomar e é a primeira pista do álbum Branco, com data de lançamento marcada para 23 de fevereiro

O tema é composto por André Henriques e Filho da Mãe (Rui Carvalho) e é o primeiro que se conhece do disco a que o apelido de Cristina Branco dá nome, e que se segue a Menina (2016). Eu por Engomar, que já pode ser ouvida no Spotify e no You Tube, é tocada pelos habituais companheiros de Cristina Branco, os músicos Luís Figueiredo, Bernardo Moreira e Bernardo Couto. O videoclip é assinado por Joana Linda.

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Pelo menos mil músicos vão homenagear os Xutos & Pontapés no verão

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.02.18

Falta anunciar a data, possivelmente em julho ou setembro, em que pelo menos um milhar de músicos vão interpretar, em conjunto, o tema "Não sou o único", que será registado em vídeo, entregue aos Xutos & Pontapés e partilhado online.

Cerca de mil músicos profissionais e amadores vão participar numa atuação coletiva, no verão, na região de Lisboa, de homenagem aos Xutos & Pontapés, disse à agência Lusa um dos promotores, Pedro Brazão. "É uma homenagem completamente genuína, porque os Xutos são os nossos heróis e merecem uma homemagem a sério, verdadeira, dos fãs, nada institucional", afirmou.

Em data ainda a anunciar, possivelmente em julho ou setembro, o que vai acontecer é uma atuação conjunta de pelo menos um milhar de músicos, para interpretarem em conjunto o tema "Não sou o único", que será registado em vídeo, entregue aos Xutos & Pontapés e partilhado online.

A iniciativa, que está a ser preparada há apenas três semanas, inspira-se numa ação semelhante realizada em 2015 por mil músicos, em Cesena, Itália, que tocaram "Learn to fly" para convencer o grupo rock norte-americano Foo Fighters a tocar naquela localidade.

O mote para o evento português - intitulado Xutos1000 - surge também em reação à morte do guitarrista Zé Pedro, em novembro passado.

Segundo Pedro Brazão, Xutos1000 não será um concerto, mas apenas a interpretação daquela música dos Xutos & Pontapés, para a gravação de um vídeo que ocupará várias horas do dia.

As inscrições para o evento deverão abrir na próxima semana, na página xutos1000.com, mas Pedro Brazão revela que já há pelo menos 2.000 pessoas interessadas, tanto de Portugal como do estrangeiro, entre há músicos profissionais, estudantes de música, fãs dos Xutos, cidadãos anónimos.

Há um núcleo de organizadores, unidos pela admiração ao grupo rock português, que está a tratar da logística e da organização dos arranjos e das pautas a distribuir depois a todos os que se inscreverem.

Na atuação são esperados centenas de bateristas, guitarristas, baixistas, cantores, que terão de ensaiar individualmente a partir das pautas que lhes serão entregues. Os ensaios finais só acontecerão no dia da gravação, por razões de organização.

De todo o repertório dos Xutos & Pontapés, "Não sou o único" foi a música mais consensual, por ser fácil de executar, porque tem letra de Zé Pedro e porque "é um tema belíssimo que tem a ver com o que estamos a fazer", disse o promotor.

Pedro Brazão revelou que os Xutos & Pontapés já foram informados da iniciativa e "mostraram-se entusiasmados com a ideia e intrigados com o desafio".

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Bruno Mars e Kendrick Lamar grandes vencedores dos Grammy

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.02.18
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O 'rapper' Jay-Z, que liderava as nomeações, oito no total, não recebeu qualquer prémio

O cantor Bruno Mars e o 'rapper' Kendrick Lamar foram os grandes vencedores da 60.ª edição dos prémios Grammy, com o primeiro a conquistar seis e o segundo cinco galardões.

Bruno Mars ganhou em todas as categorias em que estava nomeado, incluindo Álbum do Ano, "24K Magic", e Melhor Canção do Ano, "That's What I Like", na cerimónia dos prémios atribuídos pela indústria musical dos Estados Unidos, entregues no domingo, em Nova Iorque.

"Pai, se estás a ver isto, eu amo-te. Isto é para os fãs", afirmou o cantor.

Kendrick Lamar conquistou cinco prémios, incluindo o Grammy para o Melhor Álbum Rap, com "DAMN." e a Melhor Performance Rap.

"Isto é especial. Há muita gente aqui de quem em gosto", afirmou Lamar, nomeando Jay-Z, Nas and Diddy como inspirações.

Mas o 'rapper' Jay-Z, que liderava as nomeações, oito no total, não recebeu qualquer prémio, um ano depois de a mulher perder o prémio de Álbum do Ano para Adele, originando críticas por o trabalho "Lemonade", de Beyoncé, não ter sido recompensado.

O cantor Leonard Cohen, que nunca ganhou um Grammy enquanto foi vivo, foi distinguido, a título póstumo, com o prémio para a Melhor Atuação Rock, com a música "You Want it Darker", na qual dizia estar pronto para morrer.

O seu álbum "You Want It Darker" foi lançado três semanas antes da morte do cantor, que faleceu em novembro de 2016, aos 82 anos.

Também a atriz Carrie Fisher, uma das protagonistas da Guerra das Estrelas, recebeu, a título póstumo, o prémio para o Melhor Álbum Falado, com "The Princess Diarist", a versão áudio da sua autobiografia.

Vários momentos destacaram-se na cerimónia de quatro horas, como por exemplo os movimentos #MeToo et #TimesUp, contra as agressões sexuais a mulheres e pela igualdade.

Se nos Globos de Ouro dominaram os vestidos pretos em solidariedade com o movimento #MeToo, na cerimónia dos Grammy foram as rosas brancas que sobressaíram, assim como as cantoras Janelle Monae e Kesha, esta última com a canção "Praying", tornada num testemunho contra um produtor que ela acusou de a ter violado.

A crítica ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à política de imigração, teve como "porta-voz" a cantora cubana-mexicana Camila Cabello, que defendeu os "sonhadores", cerca de 800 mil imigrantes que entraram ainda crianças ilegalmente no país e que Trump quer expulsar.

Já a opositora de Trump nas presidenciais, Hillary Clinton, fez uma aparição surpresa, lendo um trecho do controverso livro sobre o Presidente dos Estados Unidos, "Fire and Fury: Inside the Trump White House" ["Fogo e Fúria"].

Na cerimónia, três artistas que atuaram no festival de música country, em Las Vegas, que se tornou no ano passado o local do maior massacre na história moderna dos Estados Unidos, homenagearam os cerca de 60 mortos.

Lista de premiados nas principais categorias:

Álbum do ano: "24K Magic", Bruno Mars.

Gravação do ano: "24K Magic", Bruno Mars.

Melhor canção do ano: "That's What I Like", Bruno Mars.

Revelação do ano: Alessia Cara.

Melhor performance solo pop: "Shape of You", Ed Sheeran.

Melhor performance duo ou grupo pop: "Feel It Still", Portugal. The Man.

Melhor álbum pop tradicional: "Tony Bennett Celebrates 90", vários artistas

Melhor álbum pop: "Divide", Ed Sheeran.

Melhor álbum rock: "A Deeper Understanding", The War on Drugs

Melhor álbum de música alternativa: "Sleep Well Beast," The National.

Melhor álbum rap: "DAMN.", Kendrick Lamar.

Melhor canção rap: "HUMBLE.", Kendrick Lamar.

Melhor performance rap: Kendrick Lamar.

Melhor álbum urbano contemporâneo: ""Starboy", The Weeknd.

Melhor álbum R&B: "24K Magic," Bruno Mars.

Melhor performance R&B: Bruno Mars.

Melhor canção R&B: "That's What I Like," Bruno Mars.

Melhor álbum de dança eletrónica: "3-D The Catalogue".

Melhor álbum country: "From A Room: Volume 1", Chris Stapleton.

Melhor álbum jazz vocal: "Dreams And Daggers", Cecile McLorin Salvant.

Melhor álbum jazz instrumental: "Rebirth", Billy Childs.

Melhor compilação de banda sonora para visual media: "La La Land."

Melhor vídeo de música: "HUMBLE.," Kendrick Lamar.

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XII Ciclo de Música Contemporânea - Síntese. 3 FEV, 18h00, CCCCC.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.01.18

Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

No âmbito do XII Ciclo de Música Contemporânea são executadas três obras encomendadas especialmente para este ciclo, de autoria de Nuno Côrte-Real, Ângela da Ponte e Cândido Lima. Trata-se de estéticas contrastantes no panorama português da criação musical contemporânea, sendo essa, precisamente, a característica que se pretende afirmar neste contexto: a diversidade, a originalidade e a diferença entre escolhas múltiplas de conceitos criativos, adaptados aos instrumentos de eleição deste ensemble, cuja constituição não é, de todo, vulgar. O ensemble Síntese é um dos agrupamentos portugueses com maior dinâmica no campo da interpretação de nova música portuguesa.

Concerto integrado no Síntese - XII Ciclo de Música Contemporânea
M/06

Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
Campo Mártires da Pátria (Devesa), 6000-097 Castelo Branco


ENTRADA GRATUITA

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GDA dá apoio de até dois mil euros para internacionalização de música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.01.18

Artistas nacionais podem candidatar-se para terem apoios financeiros para apresentar projetos no estrangeiro

A Fundação GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas) vai abrir um novo programa "de incentivo à exportação da música nacional e à criação de novos públicos no estrangeiro", com apoios financeiros que podem chegar aos dois mil euros.

O programa de apoio, destinado a promover apresentações em festivais internacionais, "com vista a divulgar e a promover as suas carreiras profissionais e artísticas", abre hoje, 30 de janeiro.

De acordo com um comunicado da GDA, os apoios poderão ir dos 500 aos 2.000 euros, consoante o número de artistas em palco ou a localização geográfica do festival.

As verbas servem para "suportar os custos relacionados com as deslocações, as estadias e a alimentação dos músicos convidados para esses eventos internacionais".

"A Fundação GDA quer contribuir para que produção musical portuguesa tenha mais oportunidades de exportação e de criar novos e maiores públicos por esse mundo fora", diz Mário Carneiro, diretor-geral da Fundação GDA, citado no comunicado. "Este programa tem como objetivo contribuir para que mais bandas de música portuguesas se apresentem nos principais festivais de "showcase" e, desta forma, possam iniciar ou consolidar carreiras internacionais", escrescenta o responsável.

A primeira edição do programa decorrerá em duas fases: uma no primeiro semestre deste ano, a qual está aberta a "músicos, intérpretes ou executantes que tenham sido convidados a atuar em 'showcases' internacionais até final deste semestre"; e outra no segundo, para os convites que sejam feitos durante o segundo semestre do ano.

As candidaturas podem ser feitas através do Portal do Artista.

A GDA Gestão dos Direitos dos Artistas é a entidade que em Portugal gere os direitos de propriedade intelectual de músicos, atores e bailarinos.

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Conheça melhor os intérpretes das 26 canções do festival deste ano.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 27.01.18

Estes são os concorrentes ao Festival da Canção, ordenados alfabeticamente em cada seminal (não será esta a ordem de apresentação). A final realiza-se a 4 de março.

1ª Semifinal (18 de fevereiro)

1. "Só Por Ela"
Música e letra: Diogo Clemente
Intérprete: Peu Madureira

Pedro Madureira é conhecido como Peu e canta fados desde muito novo, por influência da mãe e da avó. Fã sobretudo do fado tradicional, estreou-se em 2002 e desde então tem atuado em vários espetáculos e casas de fados e participou no Festival Caixa Alfama mas ainda não tem nenhum disco editado.

2. "Para Te Dar Abrigo"
Compositor/Música: Fernando Tordo
Letra: Tiago Torres da Silva
Intérprete: Anabela

Anabela praticamente dispensa apresentações. Representou Portugal na Eurovisão em 1993 com a canção A Cidade (até ser dia). Nos últimos anos tem-se dedicado sobretudo ao teatro musical, trabalhando muito com Filipe La Feria.

3. "Anda Estragar-me os Planos"
Compositora: Francisca Cortesão
Música e letra: Francisca Cortesão e Afonso Cabral
Intérprete: Joana Barra Vaz

Joana Barra Vaz editou o seu primeiro disco em nome próprio em 2016: Mergulho em Loba. Logo aclamado pela crítica. Mas, antes disso, já andava há muito tempo a compor e a cantar e tinha editado em 2012 o EP Passeio Pelo Trilho, ainda assinando como flume, e também tido sido a autora do documentário Meu Caro Amigo Chico.

4. "(sem título)"
Música, letra e intérprete: Janeiro

Escolha de Salvador Sobral, Henrique Janeiro, de 23 anos, é compositor e intérprete. Já trabalhou várias vezes com o vencedor da Eurovisão do ano passado, gravaram juntos, Tereza e Tomás, que surgiu no EP que Janeiro editou em 2015

5. "Sem Medo"
Música e letra: Jorge Palma
Intérprete: Rui David

Músico do norte do país, é o líder do Projeto Alarme, que revisita canções da revolução de abril dando-lhes uma musicalidade contemporânea. Também a solo costuma interpretar temas de cantautores como Sérgio Godinho ou José Afonso.

6. "O Som da Guitarra é a Alma de um Povo"
Música e letra: José Cid
Intérprete: José Cid e Gonçalo Tavares

Gonçalo Tavares costuma cantar com José Cid, por exemplo desde 2016 nos concertos do revivalismo de 10 000 anos depois entre Vénus e Marte.

7. "Alvoroço"
Música, letra e intérprete: JP Simões

O músico de Coimbra tem uma carreira consolidada que passou pelos Pop Dell'Arte, os Belle Chase Hotel e o Quinteto Tati, além de álbuns em nome próprio. O últimos disco editado foi Tremble Like a Flower (2017), como Bloom.

8. "Para Não Sorrir Eu Não Preciso de Nada"
Música: Júlio Resende
Letra: Camila Ferraro

Intérprete: Catarina Miranda

Catarina Miranda, também conhecida como Emmy Curl, vem de Trás-os-Montes e editou o seu primeiro EP, Birds Along the Lines, pela Optimus Discus em 2010. Desde então, tem continuado a sua carreira, a solo, mas também participando noutros projetos por exemplo participando na versão de Hey dos Pixies por Frankie Chavez ou, desde o ano passado, como vocalista dos :papercutz, que irão lançar em breve o álbum King Ruiner.

9. "Zero a Zero"
Música e letra: Luís Nunes (Benjamim)
Intérprete: Joana Espadinha

Formada na escola do Hot Clube de Portugal, a cantora de jazz lançou o seu primeiro disco, Avesso, em 2014.

10. "Eu Te Amo"
Música e letra: Mallu Magalhães
Intérprete: Beatriz Pessoa

Entre o jazz e o pop, Beatriz Pessoa teve o momento de maior exposição quando partilhou o palco com Jamie Cullum, no Cool Jazz, em Oeiras.

11. "Austrália"
Música: Nuno Rafael
Letra: Samuel Úria
Intérprete: Bruno Vasconcelos

Cantor, guitarrista e compositor, já esteve no Festival da Canção do ano passando, associado à canção Gente Bestial, interpretada por Jorge Benvida e de autoria de Nuno Figueiredo, seu parceiro no projeto Ultraleve, que lançou o primeiro disco em 2013 e acabou por estar nomeado aos Grammys Latinos na categoria de Melhor Álbum Pop Contemporâneo. Foi também membro dos Pinto Ferreira.

12. "A Mesma Canção"
Música: Paulo Praça
Letra: Nuno Miguel Guedes
Intérprete: Maria Amaral

Oriunda de Vila do Conde, Maria Amaral foi uma das concorrentes no The Voice em outubro de 2017.

13. "Com Gosto Amigo"
Compositora: Rita Dias
Música: Rita Dias e Filipe Almeida
Letra e Intérprete: Rita Dias

Rita Dias é cantora e compositora. Nasceu em Coimbra. Morou no Brasil. Vive em Lisboa. Em 2013, juntou-se a quatro músicos portugueses, a quem chama "Os Malabaristas". Lançou o seu primeiro álbum Com os pés na terra. Vai interpretar a sua canção.

2ª Semifinal (25 de fevereiro)

14. "Mensageira"
Música e letra: Aline Frazão
Intérprete: Susana Travassos

O seu disco de estreia chamava-se Oi Elis e só tinha músicas de Elis Regina, foi lançado em 2008. Algarvia, lançou em 2013 Tejo Tietê, disco apenas editado no Brasil. Os seus trabalhos mais recentes continuam esta ligação entre Portugal e o Brasil. Prepara um disco novo, que deverá sair este ano, com composições de, entre outras, Luísa Sobral.

15. "O Voo das Cegonhas"
Música: Armando Teixeira
Intérprete e letra: Lili

É uma das vozes de Bullet, um dos projetos de Armando Teixeira.

16. "All Over Again"
Música e letra: Bruno Cardoso (Xenobi)
Intérprete: Sequin

De seu nome verdadeiro Ana Miró, Sequin vem da música eletrónica e lançou o seu primeiro disco aos 25 anos, intitulado Penélope (2014).

17. Sobre Nós"
Compositora: Capicua
Música: Capicua, Luís Montenegro, João Rodrigues e Sérgio Alves
Letra: Capicua
Intérprete: Tamin

Passou pelo fado e pela soul, Tamin é uma das cantoras do Cais do Sodré Funk Connection, um grupo que faz uma viagem pela música negra.

18. "Pra Lá do Rio"
Música, letra e intérprete: Daniela Onís

É cantora e compositora, trabalha como atriz em cinema e televisão. É uma das atrizes no espetáculo The Portuguese, a musical comedy, atualmente em cena no Auditorio dos Oceanos, em Lisnoa.

19. "Canção do Fim"
Música, letra e intérprete: Diogo Piçarra

Longe vão os tempos em que concorreu à Operação Triunfo ou em que ganhou os Ídolos (2012). Diogo Piçarra é um dos músicos mais populares da nova geração, com sucesos como Espelho, Só Existo Contigo ou História.

20. "Amor Veloz"
Música: Francisco Rebelo
Letra: Márcio Silva
Intérprete: David Pessoa

O seu disco de estreia, Fazer-me à sorte, foi lançado em 2015, com influências de pop e blues, mas também da música tradicional portuguesa. Se quiserem conhecer melhor David Pessoa, ele atua no sábado (dia 20) no Clube da Praia, em Cascais.

21. "O Jardim"
Música e letra: Isaura
Intérprete: Cláudia Pascoal

Cláudia Pascoal foi aos Ídolos e ao The Voice (2017). Neste momento é vocalista do projeto Morhua (jazz/ blues/ gipsy) e prepara o seu primeiro disco.

22. "Anda Daí"
Música: João Afonso
Letra: José Moz Carrapa
Intérprete: Rita Ruivo

Da Figueira da Foz, começou por integrar projetos de música tradicional portuguesa, por exemplo colaborando com a Brigada Victor Jara. Em 2012, iniciou-se no fado.

23. "Arco-Íris (Assim Cantou Zaratustra)"
Música e letra: Miguel Ângelo
Intérprete: Dora Fidalgo

Dora Fidalgo foi uma das vozes dos Delfins e também integrou o projeto Linha da Frente (com João Aguardela e Luís Varatojo).

24. "Patati Patata"
Música e letra: Paulo Flores
Intérprete: Minnie & Rhayra

25. "Sunset"
Música, letra e intérprete: Peter Serrado

26. "Bandeira Azul"
Mùsica e letra: Tito Paris
Intérprete: Maria Inês Paris

Sobrinha do Tito Paris, Maria Inês Paris participou no The Voice.

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

Nuno Ventura de Sousa nasceu no Porto em Julho de 1996. Iniciou os seus estudos de piano aos sete anos de idade, na classe da professora Maria José Souza Guedes, no Conservatório de Música do Porto, com quem terminou o 12º ano do Curso Integrado de Piano (8º grau de piano), tendo obtido 20 valores no exame de piano. Foi admitido na Escola Superior de Música de Hannover e na Universidade do Norte do Texas, escolhendo esta última para prosseguir os seus estudos com o Professor Vladimir Viardo, vencedor do concurso Van Cliburn e discípulo de Lev Naumov.
Nuno Ventura de Sousa obteve cerca de quatro dezenas de primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais em Portugal,... Espanha e Montenegro, destacando-se o Concurso Santa Cecília (Porto), o Concurso Elisa Pedroso (Vila Real), o Concurso Marília Rocha (Vila do Conde), o Concurso do Alto Minho (Vila Praia de Âncora), o Concurso Cidade de Almada, o Concurso Póvoa de Varzim, o Concurso Florinda Santos (S. J. da Madeira), o Concurso Internacional do Fundão, o Concurso Santa Cecília (Segóvia), o Concurso Antón García Abril (Teruel) e o concurso internacional “Manja” (Montenegro), juntando ainda a estes o 2º Prémio no Concurso “César Franck” (Bélgica) e, recentemente, o 2o prémio ex-aequo no concurso Manhattan (Nova Yorque). Foi também o representante dos Estados do Centro-Sul na final do Concurso MTNA nos EUA. Venceu ainda o Prémio “CMP/Casa da Música”, o Prémio “CMP/Orquestra do Norte”, a "Bolsa BPI" (Portugal) e, em 2017, a bolsa “Isabel Scionti” (Estados Unidos).
Interpretou, como um dos solistas, o Concerto para quatro pianos e orquestra de Bach sob a direção do Maestro Gunter Neuhold na sala Guilhermina Suggia da Casa da Música e o Concerto no.1 de Liszt com a Orquestra do Norte dirigida pelo Maestro Ferreira Lobo no Coliseu do Porto. Abriu em 2016 o Ciclo de Piano EDP da Casa da Música e em 2017 os Encontros de Música do Porto da Fundação Engenheiro António de Almeida. Tocou no Ciclo de Piano do Palácio da Bolsa e na Casa das Artes (Encontro com a Escola Russa), tendo ainda participado noutros recitais no Porto, Gaia, Trofa, Vila Praia de Âncora, S. J. da Madeira, Famalicão, Vila do Conde, Vigo, Pontevedra, Segóvia, Granada, Bar e Cetinje.
Participou em masterclasses orientadas por Dmitri Bashkirov, Arie Vardi, Leonel Morales, Constantin Sandu, Luísa Tender, Paulo Oliveira, Jorge Moyano, Pedro Burmester, Rita Kinka, Andrei Diev, Alexander Tutunov, Elena Filonova e Francesco Nicolosi. Recebeu conselhos de Gabriel Sanchez, Artur Pizarro, Lovro Pogorelich e Boris Kraljevic. Participou ainda na gravação de um CD promovido pelo Real Club Náutico de Vigo e pela Rádio Galega.

PROGRAMA
F. Chopin: Sonata no.3 em Si menor op.58
-I: Allegro Maestoso
-II: Scherzo: Molto Vivace
-III: Largo
-IV: Finale: Presto non tanto
 Intervalo (aprox. 10 minutos)
N. Medtner: Sonata op.25 no.2 em mi menor "NightWind"
-I: Inroduzione: Andante - Allegro
-II: Allegro molto sfrenatamente
 
M/06
ENTRADA GRATUITA ATÉ À LOTAÇÃO

 

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Rock in Rio: um parque temático unido pela música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.01.18

Entre as novidades, o Palco Digital terá youtubers portugueses e estrangeiros como cabeças-de-cartaz.

Muse, Bruno Mars, The Killers, Demi Lovato, Anitta e Agir. Estes são, para já, os nomes dos artistas confirmados no próximo Rock in Rio Lisboa, que vai acontecer nos dias 23 e 24 e, depois, 29 e 30 de junho - este ano apenas quatro dias, em vez de cinco, e em junho e não em maio, como era habitual.

Mas há muito mais novidades a caminho, garante Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio: "Vai haver mais coisas novas do que em qualquer outra edição. É como uma nova primeira edição. Temos caminhado para aquilo que acreditamos ser a vocação do Rock in Rio, que é ser um parque temático da música, onde a música é o elo de tudo mas onde o entretenimento está presente em cada vez mais formas."

Entre os novos espaços de entretenimento o destaque irá para o Pop District e, dentro dele, para o Palco Digital. Será um espaço para tudo o que é cultura pop, diz Roberta Medina, assente em quatro pilares: música, arte, cinema e jogos. Isto significa que haverá, por exemplo, uma área de jogos para experimentação, exposições de arte, eventos de cosplay, artistas de banda desenhada. "Vamos trazer conteúdos que não são do mundo da música mas que estão relacionados com a música", explica a responsável. O Palco Digital terá como cabeças-de-cartaz youtubers e outros "influenciadores", tal como já aconteceu na última edição no Rio de Janeiro: "Vamos ter grandes nomes dos youtubers, tanto portugueses como de fora, sobretudo brasileiros."

Outra das atrações do Pop District será um espetáculo de dança que vai acontecer por entre o público, ao som das bandas sonoras de alguns filmes bem conhecidos (como Grease ou Footlose). "A dança tem cada vez mais presença no Rock in Rio, continuamos com o palco da Street Dance e também há dança da Rock Street, que neste ano se veste de África", avança Roberta Medina. E há também cada vez mais apelos à interatividade com o público - como por exemplo a Hall of Fame, uma parede com as marcas das mãos de muitos dos artistas que participaram na história do Rock in Rio.

Quem vai ao festival tem muito por onde escolher, mas a filosofia dos palcos principais mantém-se: há o Palco Mundo e outro palco que ainda está a ser definido, e nestes não haverá sobreposições de concertos. Quanto a música, Roberta Medina garante que, de uma maneira ou de outra, os Xutos & Pontapés vão estar presentes, como estiveram nas edições anteriores: "O Rock in Rio não quer deixar de ter os Xutos, nem que seja numa homenagem. Ainda não sabemos como, mas já temos algumas ideias."

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

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Mariana Monteiro, aluna de violino na ESART, representa Portugal na EFNYO

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 17.01.18

Mariana Monteiro, aluna de violino na ESART, representa Portugal na EFNYO

Mariana Cabral Monteiro, aluna do 2.º ano da licenciatura em Música, variante Instrumento – Violino da Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB, foi selecionada por mérito, de entre os músicos da Jovem Orquestra Portuguesa, para representar Portugal na European Federation of National Youth Orchestras - EFNYO.

A estudante irá agora realizar um estágio na Holanda com a National Youth Orchestra of the Netherlands (NJO), conduzida por Georg Fritzsch, entre os dias 12 e 28 de janeiro e 10 e 11 de março, com concertos em Amsterdão, Apeldoorn, Enschede, Heerlen, Nijmegen e Oss, no âmbito do programa intercâmbio MusXchange.

A Jovem Orquestra Portuguesa é um projeto da Orquestra de Câmara Portuguesa e membro da Federação Europeia de Orquestras Nacionais Juvenis.

In: Diário Digital Castelo Branco

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Esgotaram os passes para o primeiro fim de semana do Rock in Rio

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.01.18

Esgotaram os passes para o primeiro fim de semana do Rock in Rio

Neste primeiro fim de semana, dias 23 e 24 de junho, estão confirmadas as presenças de Muse, Bruno Mars, Demi Lovato e Anitta. Se não tem o passe, não desespere, ainda há esperança.

Com a entrada do novo ano, a organização do festival Rock in Rio informa que “já se encontram esgotados os passes para o primeiro fim de semana do festival”, dias em que o Palco Mundo receberá os Muse (23 de Junho), Bruno Mars, Demi Lovato, Anitta e Agir (24 de Junho).

Mas nem tudo são más notícias. Ainda estão disponíveis bilhetes diários para ambos os dias.

E no que diz respeito ao segundo fim de semana de música no Parque da Bela Vista, em Lisboa, dias 29 e 30 de junho, estão confirmados os The Killers como headliner e há ainda passes e bilhetes diários.

Recorde-se que, os passes para cada fim de semana custam 117 euros e os bilhetes diários 69 euros.

A promessa da organização para a 8.ª edição do Rock in Rio Lisboa é de “transformar a Bela Vista num gigante parque temático da música, com inúmeras experiências e uma programação surpreendente, combinando o melhor do entretenimento”.

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Xutos & Pontapés celebram 39 anos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.01.18

Xutos & Pontapés celebram 39 anos

Em dia de aniversário, e depois da morte de Zé Pedro, Xutos Pontapés anunciam que vão continuar.

Numa mensagem partilhada no Facebook, a banda escreveu: "Hoje é um bom dia para olharmos para a frente. Os Xutos vão continuar. Temos entre mãos as músicas novas, muitas delas com a guitarra do Zé já gravada, estamos a contar com o disco de originais neste ano. Temos alguns convites para actuações especiais de homenagem ao Zé Pedro. Temos vários pedidos para concertos que vamos aceitar. Não é fácil, a ausência pesa toneladas, sabemos que vai ser diferente, esperamos que seja bom. Com a ajuda de todos a gente não vai parar".

Há 39 anos, os Xutos Pontapés deram o seu primeiro concerto de sempre, na sala Alunos de Apolo, em Campo de Ourique.

A data - 13 de Janeiro de 1979 é celebrada pela banda epelos fãs como o dia de aniversário dos Xutos.

In: Harmúsica

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"Sons à Sexta" apresentam SURMA. 12 JAN, 22h30, Moagem, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.01.18

Foto de Sons à Sexta.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!
Próximos em palco:
SURMA
Débora Umbelino é uma das artistas portuguesas em grande ascensão no universo da música independente. Por entre os loops e os samples das suas composições, Surma (o nome do seu projecto) revela uma palete de sons colorida e envolvente, que conquista o ouvido e o transporta para paisagens sónicas exóticas. Na sua música, explora o cruzamento de múltiplos géneros musicais; fazendo da electrónica a sua barca, mas não colocando de parte reinvenções e experiências com os sintetizadores.
Dia 12 de Janeiro pelas 22h30m o Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com Surma no palco d´A Moagem.
Bilheteira:
A Moagem - Cidade do Engenho e das Artes, Fundão.
+Inf. 96 194 12 81 - 275 773 032

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Mais sobre mim

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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Covilhã

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Endereço eletrónico:

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio