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Mais sobre mim

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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

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6º Festival Internacional de Músicas Antigas. 24 NOV a 9 DEZ, Idanha-a-Nova.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.11.17

O Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas realiza-se em Idanha-a-Nova, entre os dias 24 de novembro e 09 de dezembro, e apresenta nomes como Pino De Vittorio ou Danças Ocultas.

A sexta edição do Fora do Lugar volta a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem.

“Há dois anos, o Fora do Lugar foi o palco de uma boa nova. Hoje, é novamente o palco onde celebramos o segundo aniversário enquanto Cidade Criativa da Música pela UNESCO, cruzando conceitos, práticas e territórios que refletem uma vocação integradora, visível à escala global”, explica, em comunicado, o diretor artístico da iniciativa, Filipe Faria, um dos responsáveis do projeto Arte das Musas e do agrupamento Sete Lágrimas.

Resultado da parceria entre a produtora Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova, o festival conta ainda com o apoio do Ministério da Cultura e da Direção Geral das Artes, assumindo-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.

“Recebemos, em 2017, o mestre italiano Pino De Vittorio, no encerramento, as Danças Ocultas na abertura, o pianista Filipe Raposo a acompanhar, improvisando, um outro grande mestre Charlie Chaplin e os seus ‘Tempos Modernos’, dois projetos da nova geração da Nova Música Antiga europeia – Scaramuccia e Musick’s Recreation – e um projeto especialmente concebido para o Festival, Erin/Iran? uma viagem da Irlanda ao Irão pelos seus intérpretes”, refere Filipe Faria.

A par da programação principal com Danças Ocultas (Portugal), Musick’s Recreation (Alemanha, Colômbia e Austrália), Scaramuccia (Portugal e Espanha), Erin/Iran (Irlanda, Irão, Catalunha e Hungria), Filipe Raposo e Charlie Chaplin (Portugal e Inglaterra) e Pino De Vittorio (Itália), o festival promove ainda um conjunto alargado de atividades paralelas nas áreas da natureza, desenho, programa educativo, ‘masterclasses’, ‘workshops’, gastronomia, entre outros.

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O dia da Padroeira dos Músicos, Santa Cecilia, está a chegar e a convite da Banda do Paúl, vamos estar em conjunto com outras Bandas a prestar a devida homenagem.

 

"A união faz a Música, o lema adotado para um dia partilhado entre três Bandas do Concelho.
A Banda Filarmónica de S. Jorge da Beira, a Filarmónica Recreativa Cortense e a Banda Filarmónica do Paul, juntaram-se e vão realizar um evento cheio de harmonia e união, em honra de Sta Cecília.

16h - Recepção aos convidados com porto de honra;
17h - Arruada pela vila;
21h - Concerto no Salão Paroquial

Estão todos convidados!"

 

 

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O “Y – Festival de Artes Performativas” apresentará nas cidades da Covilhã e Castelo Branco, entre 23 de novembro e 02 de fevereiro de 2018, dez espetáculos de música, teatro, dança e performance, anunciou a organização.

“Queremos dar visibilidade às diferentes disciplinas artísticas e fizemo-lo de uma maneira mais ou menos equilibrada, [pelo que teremos] quatro espetáculos de dança, quatro de teatro, um de música e outro que é dividido entre o teatro e a dança”, referiu Rui Sena, da Quarta Parede, associação com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco, que realiza este certame há 13 anos.

Destacando o “grande esforço” que tem sido feito para “manter vivo” este festival, Rui Sena também frisou a importância de este se realizar em cidades do Interior do país.

No que concerne à programação, o “Y – Festival de Artes Performativas” continuará a aliar o cruzamento das diferentes disciplinas artísticas com uma aposta nos novos criadores de arte contemporânea em Portugal e tem ainda a preocupação de integrar estruturas da região.

O festival conta ainda um eixo de programação artística pedagógica, denominado “Y – Públicos”, que integra encontros/reflexões entre espetadores e artistas, num conjunto de iniciativas que procuram afirmar o público como elemento participante, conforme referiu Sílvia Pinto Ferreira, assistente de programação.

Estão ainda previstas oficinas dramatúrgicas e ações de formação destinadas quer ao público em geral, quer para o público estudantil, desde o pré-escolar ao ensino superior.

Uma das ações prevê um encontro entre seniores e jovens, e outra desenvolver-se-á nas escolas do ensino pré-escolar, com especial incidência nas instituições que estão fora do núcleo urbano da cidade.

Nesta edição, optou-se também por estender a programação entre novembro e fevereiro, de modo a evitar uma oferta concentrada no tempo que, por motivos de agenda ou até mesmo económicos, pudesse dificultar a distribuição dos espetadores pelas diferentes apresentações.

Os espetáculos na Covilhã serão apresentados no auditório do Teatro das Beiras e a programação arranca no dia 23, às 21:30, com “Noiserv”, seguindo-se, no dia 29, à mesma hora, o espetáculo “Canas 44” pela Amarelo Silvestre.

No dia 05 de dezembro, às 14:30, realce para a apresentação de “Viúva Papagaio”, por Graça Ochoa e Alberto Carvalhal, e, no dia 07, às 21:30, a Companhia Paulo Ribeiro apresenta “Um solo para a Sociedade”.

A 16 de janeiro de 2018, às 14:30, Pé de Pano apresenta o espetáculo “Danças a Nascer” e, no dia 18, às 21:30, Hotel Europa sobe ao palco com “Portugal Não é um País Pequeno”.

Para dia 27 de janeiro, às 21:30, está marcado o espetáculo “Adapted to Y&Y”, de João Cardoso & Victor Gomes, e Mafalda Saloio apresenta “Brisa ou Tufão”, no dia 31 de janeiro, às 21:30.

Em Castelo Branco, as apresentações são às 21:30 no Cine-Teatro Avenida e estão marcadas para dia 19 de janeiro e 02 de fevereiro, respetivamente com Rui Horta e o espetáculo “Vespa” e com Mafalda Saloio e o espetáculo “Brisa ou Tufão”.

O orçamento desta 13.ª edição do “Y – Festival de Artes Performativas” é de 55 mil euros e conta com o apoio da Direção Geral das Artes e das Câmaras da Covilhã e de Castelo Branco.

O bilhete para o espetáculo de Noiserv custa 10 euros, com desconto de 50% para menores de 25 e maiores de 65 anos, estudantes e profissionais do espetáculo. Para os restantes espetáculos, o preço é de seis euros, sujeito aos mesmos descontos.

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São 42 os países que vêm a Portugal tentar ganhar o Festival Eurovisão da Canção

Depois de Salvador Sobral ter ganho pela primeira vez Para Portugal o Festival Eurovisão da Canção, em Maio de 2018, 42 paises "aterram" em Lisboa, para levarem o trofeu para a sua terra.

“All Aboard!” é o claim criado para a edição de 2018 do Festival Eurovisão da Canção, convidando a comunidade internacional a celebrar a Europa e a música., refere a nota de imprensa.

Que acrescenta ainda: "A este slogan está associado um logotipo principal com 12 variações gráficas que representam a diversidade de Portugal que sempre ligou a Europa ao Mundo através do seu oceano.”

O tema do claim e da imagem gráfica tem como inspiração a diversidade da vida nos mares, lembrando a história da cidade de Lisboa como porto central das diversas rotas marítimas a nível mundial.
É hoje a cidade da diversidade, do respeito e da tolerância, que partilha os valores que a Eurovisão representa.

Através do mar, Portugal convida a comunidade internacional a unir-se na competição deste ano. São todos bem-vindos, “All Aboard!”

“Durante séculos, Portugal explorou o mundo pelo mar. Hoje em dia, Lisboa é cada vez mais a cidade de todas as cores, um grande porto de culturas e sons que dá as boas-vindas a todos os que entrem a bordo, ‘All Aboard!’” – Gonçalo Madaíl – Creative Manager of RTP

Por sua vez Jon Ola Sand, the EBU’s Executive Supervisor of the Eurovision Song Contest, afirma:

“Nós estamos extremamente satisfeitos com o tema criativo e os logotipos para o concurso deste ano, que reflectem a história de Lisboa e realçam os valores fundamentais da Eurovisão, incluindo a diversidade. O oceano liga-nos a todos, e a sua variedade pode servir de inspiração a cada uma das 42 televisões participantes que esperamos ver em Lisboa no próximo mês de Maio.” – Jon Ola Sand, the EBU’s Executive Supervisor of the Eurovision Song Contest

A Europa é um conjunto de países e isso também inspirou a equipa criativa da RTP a produzir múltiplos logotipos para a edição de 2018, em vez de uma imagem gráfica única. Foi desenhado um logotipo principal e 12 variações baseadas no conceito da variedade da vida nos oceanos e nas maravilhas do mundo flutuante, como o plâncton e uma variedade de outros organismos que são essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos. Através destes múltiplos logotipos, o conceito gráfico retrata os temas-chaves como a diversidade, o respeito e a tolerância.

63ª edição do Festival Eurovisão da Canção 2018

Lista de países e televisões de serviço público, que fazem parte da UER, que participam em 2018 no Festival Eurovisão da Canção em Lisboa:

Albânia (RTSH)

Arménia (AMPTV)

Austrália (SBS)

Áustria (ORF)

Azerbaijão (ICTIMAI TV)

Bielorrússia (BTRC)

Bélgica (VRT)

Bulgária (BNT)

Croácia (HRT)

Chipre (CYBC)

República Checa (CT)

Dinamarca (DR)

Estónia (ERR)

Finlândia (YLE)

França (FT)

Alemanha (ARD/NDR)

Geórgia (GPB)

Grécia (ERT)

Hungria (MTVA)

Islândia (RUV)

Irlanda (RTE)

Israel (IPBC/KAN)

Itália (RAI)

Letónia (LTV)

Lituânia (LRT)

Malta (PBS)

Moldávia (TRM)

Montenegro (RTCG)

Holanda (AVROTROS)

Noruega (NRK)

Polónia (TVP)

Portugal (RTP)

Roménia (TVR)

Rússia (C1R)

San Marino (RTV)

Sérvia (RTS)

Eslovénia (RTVSLO)

Espanha (TVE)

Suécia (SVT)

Suíça (SRG/SSR)

Ucrânia (UA:PBC)

 

 

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Músicos pedem justiça nas plataformas digitais

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.11.17

A GDA - Cooperativa dos Direitos dos Artistas reivindica a presença dos artistas nas negociações e maiores receitas

"Este é um assunto em que os artistas não têm pegado individualmente, porque não traz vantagens quando a pessoa se assume junto da opinião pública e do meio. De maneira que não há muita gente a dar a cara por isto. Nós representamos quase seis mil artistas, cerca de quatro mil deles serão músicos, e a sensação que tenho é esta." Luís Sampaio, vice-presidente da GDA - Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes ou Executantes, e músico dos Delfins até à extinção da banda, falava ao DN na véspera da Web Summit, onde a GDA terá um stand e uma causa: "um lugar ao sol na internet".

A GDA junta-se às vozes internacionais que pedem Fair Internet For Performers, causa que já chegou às Nações Unidas e às instituições europeias, e que reivindica a presença dos artistas à mesa das negociações entre produtores (editoras) e plataformas digitais de música como o Spotify ou o iTunes, assim como um pagamento mais justo a partir das receitas feitas com a sua música. Receitas essas que, segundo Luís Sampaio, tal como os números que espelham a difusão da música dos artistas, constituem um território "nebuloso", pouco transparente.

A GDA cita estudos segundo os quais de uma assinatura digital numa plataforma de música que custe 10 euros "em média a indústria recebe mais de 65%, os impostos cerca de 20%, os autores 10%... e os artistas, que a tocam e que a cantam, recebem menos de 5% da receita". "Ou seja, os artistas só poderão ganhar 100 euros se, e quando, as suas músicas forem ouvidas mais de um milhão de vezes em streaming gratuito", lê-se em comunicado. A cooperativa pede uma "remuneração única, inalienável, equitativa e sujeita a gestão coletiva necessária" numa altura em que se multiplicam os utilizadores destas plataformas. O banco de investimento GP Bullhound estima que, a longo prazo, o Spotify possa vir a ter um valor de 100 mil milhões de dólares, sendo que no final do ano ou início de 2018 este já deverá valer 20 mil milhões, segundo o mesmo banco britânico. Em julho, a plataforma tinha 60 milhões de utilizadores.

Afirmando que, neste caso, "os artistas são a parte fraca", Luís Sampaio explica que, nos contratos celebrados entre estes e as editoras, a questão da distribuição por parte das plataformas digitais ou não é contemplada ou, de uma maneira geral, não salvaguarda os interesses dos músicos. Além disso, à mesa das negociações entre editoras e plataformas digitais, "as editoras não representam os artistas", defende a cooperativa portuguesa, a par de outras associações internacionais congéneres. Uma alternativa a esta situação são as editoras independentes, de que há vários exemplos na música portuguesa, desde a La Folie Records, dos The Gift, à Enchufada de Branko (que fazia parte dos Buraka Som Sistema), ou a Príncipe Discos, de que fazem parte o DJ Marfox ou DJ Nigga Fox.

Sobre a necessidade de uma gestão coletiva da remuneração aos artistas em causa, Luís Sampaio justifica: "A negociar sozinhos não temos poder negocial para aplicar um preço que seja favorável, que seja justo."À espera de uma tomada de posição por parte do Estado português, o vice-presidente da GDA conta que a questão "já está em estudo há muito tempo, mas tardam as decisões". "Dizem-nos que estão à espera que haja uma posição central europeia", conclui.digitais

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Café Concerto com "O Homem da Montanha" - um sucesso

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.11.17

Integrado nas comemorações do 118º aniversário da Filarmónica Recreativa Cortense, decorreu na sua sede social, no passado dia 4 de Novembro, um Café Concerto com o conceituado Cantautor Covilhanense Flávio Torres.

Neste seu projeto "O Homem da Montanha", Flávio Torres revisitou versões de standards do blues, folk, rock internacional e nacional, inclusivé músicas mais contemporâneas num formato acústico destemido e original.

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 Foi uma noite com sala cheia, e com um ambiente formidável.

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Algumas imagens da transformação de que foi alvo o salão da sede da Filarmónica Cortense, para se tornar num espaço intimista e acolhedor.

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Podemos dizer que foi uma aposta ganha, e para 2018 estamos já a preparar um calendário inovador e arrojado.

Tal como o "Homem da Montanha" indicou, o Café Concerto "tem pernas para andar"...

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Martin Harley. 10 NOV, 21h30, CCCCB.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.11.17

"Martin Harley é um dos valores do blues acústico que passou a fronteira de novo talento para artista de reputação mundial.
Exímio guitarrista, cantor e compositor de música acústica,
Martin Harley brinda-nos com um conjunto de canções que podiam bem fazer parte do universo das nossas vidas."

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Merak Trio. 10 NOV, 21h00, Auditório da UBI.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.11.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Sons à Sexta apresenta WHITE HAUS. 10 NOV, 22h30, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.11.17

Uma vez por mês, o auditório d' A Moagem - Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Aceite o convite para uma paragem com um concerto...

Foto de Sons à Sexta.

 WHITE HAUS

João Vieira é dj, músico e produtor. Iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes. Em Portugal, editou 4 álbuns com X-Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e co-produtor. Com o alter-ego White Haus, deu início à aventura da composição e produção electrónica. O resultado deste processo foi a edição de um ep em 2013, o álbum de estreia "The White haus Album" em 2014 e "Modern Dancing" editado em finais de 2016. "Modern Dancing" revela uma abordagem renovada das sonoridades electro-pop, funk, disco sound que já estavam no disco de estreia e agora ressurgem actualizadas e com carácter festivo, claramente orientado para as pistas de dança tirando partido de apelativas linhas de sintetizadores e baixo.

Dia 10 de Novembro pelas 22h30m o Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com White Haus no palco d´A Moagem.

Pag: facebook.com/sonsasexta

Evento: facebook.com/events/1878771252439271

Video Promo: youtube.com/watch?v=6wp8p2lbglI

Bilheteira:

A Moagem - Centro do Engenho e das Artes

+Inf.  275 773 032 - 96 194 12 81

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

António Oliveira nasceu no Porto; possui o diploma “Master of Music” pela Hartt School da University of Hartford na classe do Prof. Luiz de Moura Castro.

É professor de piano no Conservatório de Música do Porto. Tem realizado recitais a solo e de música de câmara em algumas das salas mais importantes do país e em Espanha, França, Alemanha, Finlândia, Canadá e Estados Unidos da América. Gravou para a RTP e RDP Antena2.

Mantém uma estreita colaboração com o clarinetista António Rosa, com quem gravou dois CD’s de Música Portuguesa do Séc.XXI.

Fez a estreia mundial do 1º Concerto para Piano e Orquestra do compositor Telmo Marques.

Em Julho de 2016, lançou “Chopin & Liszt”, o seu primeiro registo a solo.
Apresentou-se a solo com a Orquestra Clássica da Madeira, com a Orquestra do Norte, com a Fundação Orquestra Estúdio e com a Orquestra Sinfónica da ESART sob a direcção dos Maestros Rui Massena, Sandor Gyudi e Miguel Graça Moura.

Entrada Gratuita

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Cultura Vibra - Patxi Andión. 2 NOV, 21h30, Cine Teatro Avenida

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.11.17

É longa e funda a relação do célebre cantor espanhol Patxi Andión com o nosso país. Remonta a 1969 e passa pelo Zip Zip e pelo enorme José Carlos Ary dos Santos que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nestas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a nossa língua, facto de que se orgulha, e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere hoje. Nas canções de protesto de Zeca conheceu melhor o país que se ergueu contra a ditadura. Patxi travou conhecimento com José Afonso nos estúdios da Tóbis onde se gravava o histórico Zip Zip e no mesmo dia foi expulso do país pela PIDE que lhe condenava as amizades e certamente as palavras que traduziam as suas ideias de liberdade.

Diz Patxi que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento: “há muito da vida e da obra de Zeca que vive em mim”, garante Patxi Andión. Uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa: não é possível pedir mais em ano tão especial.

Entrada: €12,00 - €10,00 Primeiros 100 Bilhetes Vendidos

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Sara Tavares voltou e canta feliz como um puto atrás da bola

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.10.17

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e que cantou mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Fitxadu aparece depois de oito anos sem um disco, quando a vontade de cantar regressou, e com uma doença que lhe poderia ter tirado a voz pelo meio. Então juntou-se a Paulo Flores ou Toty Sa"Med para fazer música como "Eusébios e Pelés".

Quase deixámos de poder ouvir Sara Tavares. "Não queria fazer música, estava desmotivada, fiquei muito cansada com as tournées, não tinha vida. Sonhei muito com isto, fiz isto, e agora via-me do outro lado, a olhar para cá. Pensava que podia compor para outros, produzir, também vivi no campo, dois anos. Dar a cara tira muita energia, dares de ti, da tua vida verdadeira: sai-te mesmo da pele." Além disso, um tumor benigno que lhe apareceu (e depois reapareceu) no cérebro poderia ter-lhe roubado a voz. "Pensei que podia ser massagista, agricultora, tenho outros talentos. Houve uma parte quando estive doente em que havia a eventualidade de poder deixar de usar a fala. Podia sempre escrever, desenvolver a parte de compor."

Sara Tavares tem agora 39 anos. O país conheceu-a era ela uma miúda de 15 anos que vivia em Almada e queria ser como a Whitney Houston: "bonita, generosa, e rica". Foi a cantar uma música de Whitney que venceu o programa televisivo Chuva de Estrelas. Ri-se quando lhe lembramos esses adjetivos e fala da América, "única terra em que via os negros a serem bem-sucedidos. Olhava para aqui e só via o Eusébio, não havia outros negros na televisão." Sara, como quase toda a gente, demorou a chegar à sua pele. Agora que chegou, canta tudo isso num elétrico, feliz, urbano, e dançável Fitxadu, pelo qual esperámos oito anos. E quando, na Casa Independente, apareceu a dançar num concerto para amigos com Onda de Som, que abre o disco, dizia-se nervosa, pois havia quase um ano que não subia ao palco.

Em Fitxadu compôs, cantou e tocou com Paulo Flores, Toty Sa"Med , Loony Johnson, os ex-Buraka Som Sistema Kalaf Epalanga, João Pires, ou Conductor, ou o rapper Virgílio Varela; momentos em que, escreve no booklet do álbum, "andamos ali a correr como putos atrás da bola, e somos todos Eusébios e Pelés". Perguntamos-lhe o que é isso, e ela refere "aquelas fotografias das revistas de música" em que vemos Bob Marley ou Mick Jagger em plena sintonia com o seu público. E continua: "É aquela zona da alegria, do êxtase. Teres o som a passar por ti e passares a bola para outro, é um prazer indescritível."

O que a fez regressar? "Sempre que vejo uma pessoa a passar num carro e a curtir a música." E, claro, depois existem as músicas, que, conta ela na sua voz muito calma, vão aparecendo. Sara agarra no telemóvel e mostra a aplicação Dictaphone. Passa por uma lista enorme onde vemos passar Coisas Bunitas, que faz parte do álbum. Paramos em janeiro de 2016 e Sara põe a tocar uma canção que fez com os rappers Beware Jack e Double (Virgílio Varela) e que não terminaram.

A música de uma Lisboa africana

Em tempos ela disse-se portuguesa, depois cabo-verdiana, e ainda afro-portuguesa; hoje, quando é preciso dizer de onde vem, Sara diz-se "lisboeta, com muito orgulho". Filha de cabo-verdianos, só conheceu o país depois de ter vencido o Chuva de Estrelas, e só então começaria a falar o crioulo (que já entendia) em que canta ao longo de quase todo o Fitxadu. "Acho que a pessoa ganha mais consciência da sua identidade nascendo num sítio como Lisboa do que às vezes nascendo no Mindelo, Luanda, ou Bissau, porque está tão adquirido ali." Não é por acaso que este seu álbum, muito mais do que Xinti (2009), é um reflexo dessa Lisboa que vai do seu centro até Galinheiras, Cova da Moura, ou Barreiro. "Tem muito dessa Lisboa, e eu quero conhecer mais. Há muitos quartinhos ali a pulsar música."

Quando lhe perguntamos como vai evitar cair de novo numa espiral de tournées que lhe o tirem o tempo para viver, Sara explica que o panorama da chamada world music mudou: "Já não é uma descoberta. Agora estamos a viver um revival da música eletrónica, urbana. Acho que estamos mais em sintonia uns com os outros, porque eu senti-me discriminada quando estava a fazer o circuito da world music. Via-me sempre a dar palestras sobre a história da lusofonia, às vezes a cantar mornas, não porque me apetecia. Às vezes só me faltava ir fazer a cachupa e o bacalhau para servir no fim dos concertos."

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e aquela que cantava mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Na música que dá nome ao álbum, Fitxadu, canta em crioulo algo como "as coisas boas do mundo não têm corte, estão fechadas aqui no meu peito". "É uma coisa forte: abraço fitxadu. Aquela amizade que eu tenho por ti guarda fitxada." Diz-vos ela.

In: dn.pt

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John Avery termina parceria com a Orquestra Clássica do Sul com um concerto em Gambelas 

A 28 de Outubro, sábado, o Grande Auditório de Gambelas, em Faro acolhe o último concerto de John Avery no âmbito da sua parceria com a Orquestra Clássica do Sul. 

Na apresentação deste concerto estará Jorge Serafim, comediante e bom contador de histórias.

Perto da recta final, John Avery descreve os músicos da Orquestra, por quem nutre uma enorme admiração, não apenas como colegas mas acima de tudo, como amigos. Quando foi convidado para dirigir ocasionalmente a Orquestra Clássica do Sul, rapidamente aceitou. “Será uma honra”, terá afirmado na ocasião do convite. E ao longo dos últimos 13 anos John Avery compôs ou fez arranjos a cerca de 300 obras para a Orquestra. Algumas dessas composições vão ser apresentadas no concerto.

Para a Orquestra Clássica do Sul também foi uma honra ter sido dirigida pelo Maestro John Avery por diversas vezes, nos últimos anos.

O reportório para o final de tarde de dia 28 de outubro é decididamente light, nas palavras do Maestro, e irá incluir temas de célebres musicais ou bandas sonoras de filmes, entre outros temas populares. Será, sem dúvida, um agradável serão ao som de música clássica, para celebrar com amigos e familiares.

O “Concerto de Celebração a John Avery”, o último enquanto Maestro Associado da Orquestra Clássica do Sul, terá lugar no dia 28 de Outubro, pelas 19:00, no Grande Auditório de Gambelas, em Faro.

A entrada é gratuita.

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Encontros na Biclioteca - Leituras Musicais. 26 OUT, 21h00.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.10.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Rock in Rio Lisboa já tem preços

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.10.17

A próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que acontece nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018, terá dois tipos de passes especiais para o fim de semana, com valores de 99 euros e 117 euros.

"Vamos fazer dois movimentos para oferecer este passe de fim de semana, um deles será um pouco mais barato. Ambos serão vendidos em quantidade limitada", explicou.

Elencando as principais novidades do próximo Rock in Rio Lisboa, a diretora reafirmou que o festival terá cinco bandas no Palco Mundo e mais horas de evento.

A Rock Street manterá o tema de África, também fica no festival a praça de alimentação inspirada no mercado da Ribeira, porém, diferentemente do que aconteceu no Brasil, este espaço gastronómico será montado a céu aberto.

Outra novidade é o Distrito Pop, que mesclará diferentes aspetos culturais e atrações

Fazendo uma avaliação da 17ª edição do Rock in Rio, Roberta Medina disse que a organização teve um retorno muito positivo do público.

"A nova cidade do Rock foi 1000% aprovada, as pessoas estavam muito felizes e a infraestrutura foi muito mais cómoda (...). O público viveu a experiência de parque temático, que era a nossa proposta. Todos os novos conteúdos foram muito bem aceites", afirmou.

Falando sobre a onda de violência que assusta a população do Rio de Janeiro, principalmente após o recrudescimento dos conflitos na Rocinha, maior favela da cidade, Roberta Medina avaliou que o festival não foi comprometido.

"Não prejudicou em hipótese nenhuma. Acho que [o Rock in Rio] fortaleceu a mensagem de que existe um Rio de Janeiro possível desde que se esteja provendo segurança e as condições mínimas para que as pessoas possam dar o seu melhor", apontou.

"É muito chocante o contraste do que aconteceu aqui dentro e do que está acontecendo na cidade (...). Num ambiente hostil, as pessoas são hostis, num ambiente acolhedor, a reação é diferente. Acho que as pessoas saíram com uma esperança renovada e com a energia recarregada do Rock in Rio", concluiu Roberta Medina.

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Maestro de 27 anos recebido com "muito entusiasmo" pela Orquestra Gulbenkian

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.10.17

A noticia da nomeação do franco-suíço Lorenzo Viotti foi recebida com "muito entusiasmo" pelos músicos da Orquestra

Lorenzo Viotti será o maestro titular da Orquestra Gulbenkian a partir da temporada da primavera. A notícia, divulgada pela Fundação Calouste Gulbenkian esta sexta-feira de manhã, foi recebida com "muito entusiasmo" pelos músicos, disse a Comissão da Orquestra ao DN.

"Após um período sem maestro titular havia alguma ansiedade e expectativa para saber quem poderia ser. Agora temos um maestro com uma curta carreira mas já cheia de sucessos e conquistas. Tem um grande futuro pela frente, é muito bom para nós", acrescenta a comissão que representa os músicos.

Viotti sucede ao britânico Paul McCreesh, tem 27 anos e nasceu em Lausanne, na Suíça, numa família italo-francesa. Estudou piano, canto, percussão e direção de orquestra. Soma vários prémios internacionais no currículo, nomeadamente o de jovens maestros do Festival de Salzburgo de 2015 e o International Opera Newcomer Award este ano.

Já tocou por duas vezes com a Orquestra portuguesa. A primeira foi em 2013. "Reconhecemos-lhe todo o seu talento, musicalidade e a forma como comunica com a orquestra é muito natural e clara, conseguindo atingir os objetivos e desejos que coloca. É muito inspirador apesar da sua tenra idade", refere a Comissão. "Estamos muito contentes com esta escolha, e prevemos um enorme sucesso em conjunto", rematam.

O maestro dirigirá a orquestra por um período de três anos a partir de 2018.

"As Valsas", de Maurice Ravel, Johann Strauss e Richard Strauss, a 18 de fevereiro será o seu primeiro concerto na Gulbenkian. Segue-se o Concerto para Piano n.º 5 de Beethoven, a 12 e 13 de abril.

"Desenvolverá "o perfil artístico da orquestra", com um "repertório desde o período clássico até aos nossos dias" e trabalhará também com o Coro Gulbenkian, explica a fundação.

O diretor da Gulbenkian Música, Risto Nieminen, afirma que "Lorenzo Viotti é um músico que tem a ambição de tornar especial cada um dos seus concertos" e que tem uma capacidade natural "para fazer a música comunicar com o público".

A Orquestra Nacional de França, a Filarmónica de Roterdão, a Jovem Orquestra Gustav Mahler e a Orquestra Filarmónica Real são algumas das formações que Viotti já dirigiu.

In: dn.pt

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Arquiteto Gonçalo Byrne projeta Cidade da Música na Suíça

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.10.17

Uma equipa liderada pelo arquiteto português Gonçalo Byrne e pelo suiço Pierre-Alain Dupraz ganhou um concurso internacional para a construção de uma "Cidade da Música", em Genebra, na Suíça, revelou o responsável à agência Lusa.

De acordo com o arquiteto, ao concurso promovido pela cidade suíça concorriam 18 equipas, algumas delas com nomes relevantes da arquitetura mundial, como os britânicos Norman Foster e David Chipperfield.

O novo complexo dedicado à música vai incluir um edifício para acolher o conservatório de música, a sede da orquestra Suisse Romande, e vários auditórios - um deles com 1.700 lugares - para concertos de diversas dimensões.

"Estou muito contente com esta escolha. É uma excelente notícia porque, apesar de Portugal estar bastante parado na construção, continuamos a participar em concursos no estrangeiro e a ganhar", comentou o arquiteto Gonçalo Byrne à agência Lusa

A equipa vencedora para criar a "Cidade da Música", liderada por Gonçalo Byrne e Pierre Alain Dupraz, conta ainda com os portugueses João Nunes e Rui Furtado.

O complexo deverá ser inaugurado em 2022, sendo uma encomenda de uma associação constituída para o efeito, da qual faz parte a cidade de Genebra e o cantão suíço.

Nascido em Alcobaça, em 1941, Gonçalo Byrne assinou, entre outros, os projetos para a Reitora da Universidade de Aveiro, o Teatro das Figuras, em Faro, o Teatro Thalia, em Lisboa, este com Patrícia Barbas e Diogo Seixas Lopes, e o projeto de remodelação e ampliação do Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, distinguido com Prémio Piranesi "Prix de Rome", em 2014.

In: dn.pt

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Chk Chk Chk no Fundão. 20 OUT, 21h00, Octogono.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.10.17

Foto de Lemon Live Entertainment.

Os !!! (Chk Chk Chk) vão dar 3 espetáculos em Portugal no mês de Outubro. Lisboa, Fundão e Porto são as cidades que o grupo nova-iorquino vai pôr a dançar ao som de sucessos como «One Girl / One Boy», «Even When the Water's Cold», entre outros temas do mais recente álbum Shake the Shudder.
Entre o excêntrico, o futurista, o kitsch e o "fora do comum". Assim se posicionam os !!! (Chk Chk Chk) perante os seus seguidores. São já cerca de 20 anos de carreira do grupo dance-punk mais vibrante do planeta. 20 anos de música para "aquecer a pista", sempre com uma vincada atitude punk presente, tanto ao vivo como nos registos gravados em estúdio. Iniciaram a sua carreira em 1996, mas foi em 2004 com o lançamento de Louden Up Now (através da editora britânica Warp), que este colectivo ficou conhecido mundialmente e desde essa altura que ainda continuam a fabricar pequenos, grandes êxitos.
Os 3 concertos em Portugal servirão para apresentar Shake The Shudder ao público português, reservando algum tempo das performances para "regressar ao passado" e vasculhar alguns êxitos da banda, tais como «Heart of Hearts» ou «Must Be The Moon».
Abertura de Portas: 20:30 | Início do Concerto: 21:00 | (M/12)
Bilhetes disponíveis em bol.pt e pontos de venda habituais.

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O cantautor espanhol Patxi Andión e a banda portuguesa de heavy metal Mooonspell são os destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o quarto trimestre do ano, onde se destaca ainda o bailado clássico Quebra Nozes.

O cantautor espanhol Patxi Andión apresenta, no dia 02 de novembro, a partir das 21:30, no Cineteatro Avenida de Castelo Branco, o espetáculo “Zeca no Coração”.

“Após oito anos de edição trimestral ininterrupta, a agenda municipal Cultura Vibra chega à sua edição número 33, com o histórico Patxi Andión na sua capa. Este é um dos destaques da edição que marca o Outono”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Patxi Andión tem uma relação longa e profunda com Portugal, que remonta a 1969 e que passa pelo programa televisivo Zip Zip e pelo poeta José Carlos Ary dos Santos, que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nas suas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a língua de Camões e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere e sublinha que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento.

Os albicastrenses vão ter agora a oportunidade de ouvir uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa.

A agenda Cultura Vibra inclui ainda um vasto e diversificado conjunto de manifestações culturais que se desenrolam ao longo dos três últimos meses do ano.

“Como é habitual, muitos motivos de interesse, para os mais diversos públicos”, refere o autarca.

No campo musical, decorre no dia 11 de novembro, às 21:00, no Cineteatro Avenida, o XI Festival Internacional de Tunas Universitárias e, no dia seguinte, 12 de novembro, a partir das 19:00, a banda portuguesa de heavy metal Moonspell atua no mesmo palco, sendo que a primeira parte do concerto está a cargo da banda Bizarra Locomotiva.

No dia 17 de dezembro, pelas 17:00, o Russian Classical Ballet sobe ao palco do Cineteatro Avenida, para apresentar o bailado clássico “Quebra-Nozes”, que narra a história de uma menina que sonha com um príncipe, um Quebra-Nozes.

A interpretação está a cargo da prestigiada companhia de Russian Classical Ballet, de Moscovo, liderada por Evgeniya Bespalova e composta por um elenco de estrelas do ballet russo.

A agenda Cultura Vibra apresenta ainda um conjunto vasto de outras iniciativas como teatro, exposições fotográficas, cinema entre outras que decorrem ao longo dos últimos três meses do ano.

In: beiranews.pt

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Mais sobre mim

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio