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Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Concerto "100 Anos A Cantar Fátima". 24 SET, 15h00, Sobral De S. Miguel

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.09.17

Foto de Bandafilarmonica Paul.

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Robot vs Música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.09.17

Veja este vídeo em:

https://www.facebook.com/johnstanfordmusic/videos/10154975410397643/

 

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“Fado Solidário” - SCMF. 23 OUT, 21h30, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 20.09.17

Fado Solidário

A Santa Casa da Misericórdia do Fundão (SCMF) realiza no dia 23 de setembro às 21.30 horas, na Quinta Pedagógica do Fundão,uma noite de fado com a artista Raquel Peters.
O espetáculo iniciar-se-á com a apresentação da orquestra da Academia de Música e Dança do Fundão (AMDF). Seguir-se-á a atuação da jovem fadista Raquel Peters.
O espetáculo “Fado Solidário” visa angariar apoios para a renovação do mobiliário no lar da Misericórdia.
Os interessados em assistir à noite de Fado Solidário deverão adquirir o bilhete ao “preço simbólico de 7,5 euros” na secretaria da SCMF, na AMDF e no Posto de Turismo do Fundão.
O espetáculo promovido em parceria com Santa Casa da Misericórdia de Albufeira tem a colaboração do Município do Fundão e da União de Freguesias do Fundão, Valverde, Donas, Aldeia de Joanes e Aldeia Nova do Cabo.

# Raquel Peters é uma fadista portuguesa natural de Albufeira, tem várias participações em espetáculos e discos. Do percurso da jovem fadista destaque-se o primeiro prémio na Grande Noite do Fado de Lisboa (2005), organizada pela Casa da Imprensa ou a participação no disco “Divas do Fado Novo” ao lado de nomes como Ana Moura, Kátia Guerreiro e Cristina Branco.

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ACBI - Escolinha do Zéthoven

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.09.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Rock in Rio, regressa em 2018 com novidades

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 12.09.17

Rock in Rio, regressa em 2018 com novidades

O festival Rock in Rio regressa ao Parque da Bela Vista nos dois últimos fins de semana de Junho.

Segundo a organização haverá novos espaços de diversão que trarão à Cidade do Rock, as principais tendências da actualidade, reforçando assim a aposta do Rock in Rio em Portugal.

“A 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa tem data marcada para os dias 23, 24, 29 e 30 de Junho 2018 e promete transformar, uma vez mais, o Parque da Bela Vista num gigante palco de experiências, com uma programação surpreendente que combina o melhor do entretenimento”. Refere a nota de imprensa.

Além de novas datas, a organização revela que o evento terá, na sua próxima edição, mais horas de diversão diária, com a Cidade do Rock a abrir as suas portas pelas 12:00 e a fechar às 02:00, e novos espaços, com novos conteúdos.

“Não só estamos de regresso a Lisboa para mais uma grande edição do Rock in Rio, como estamos a reforçar a nossa aposta em Portugal, investindo em novos formatos de entretenimento que vão ao encontro daquilo que são as áreas de interesse do nosso público”, afirma Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio.

Com o objectivo de expandir a sua oferta de diversão dentro do recinto, “o Rock in Rio prepara-se para introduzir, na Cidade do Rock, novas áreas e novos palcos, dedicados a algumas das principais tendências da actualidade”.

“Um espaço que celebra a cultura pop e os seus principais ícones, um palco dedicado aos fenómenos digitais que traz um pouco do mundo online para o offline, uma nova área de gastronomia e uma nova Rock Street que viaja até às origens da música” são algumas das novidades que marcarão a 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa.

Tendo como base a estratégia de marca que tem vindo a ser desenvolvida ao longo dos últimos anos – estratégia essa que premeia a criatividade, a capacidade de sonhar e o empreendedorismo (valores inerentes ao Rock in Rio desde o seu nascimento, em 1985) -, a organização do evento anuncia novos formatos de diversão que prometem trazer à Cidade do Rock experiências únicas com a mesma qualidade que é habitual no Rock in Rio.

“O Rock in Rio é reconhecido por ser um local privilegiado de experimentação. A cada edição vivemos momentos históricos de interação entre o público e os artistas, fazendo daqueles espetáculos absolutamente únicos e de arrepiar. (...) O que leva estas pessoas ao festival é o clima de festa, proporcionado pelo grande ‘parque temático da música’ em que ele se tornou, com inúmeras experiências dentro do mesmo espaço, associadas à qualidade dos serviços e das infraestruturas oferecidas. E é a pensar nisso que estamos a trabalhar para elevar essa mesma experiência e torná-la ainda mais exclusiva e diferenciadora”, refere Roberta Medina.

Além dos dois grandes palcos do festival e da Electrónica, em Junho de 2018, a Cidade do Rock vai apresentar-se com muitas outras novidades.

Pop District é um quarteirão da Cidade do Rock, com uma cenografia inédita, onde o público vai poder celebrar a cultura pop e os seus principais ícones.

“Este será o novo hotspot dos amantes da cultura pop! É um espaço pensado para celebrar ícones que marcaram a vida de várias gerações, através da arte, da música, dos jogos, do cinema, da dança e muito mais!”, afirma a Vice-Presidente do Rock in Rio.

Falar em “tendências” e não pensar em “digital”, nos dias de hoje é quase impossível. Nesse sentido, o Rock in Rio-Lisboa 2018 vai contar com um novo palco, cuja missão é transpor ícones do mundo online para o ambiente offline.

Ao longo dos quatro dias do evento, o Digital Stage vai receber grandes fenómenos do entretenimento online que trocarão, temporariamente, o ecrã dos PC’s, tablets e telemóveis por um contacto directo e próximo com a sua audiência.

A Rock Street é já um sucesso consolidado junto dos visitantes da Cidade do Rock, que a cada edição encontram nesta rua manifestações artísticas e performances ímpares, além de se apresentar como um espaço privilegiado de festa onde o público se sente ainda mais envolvido, podendo interagir com o espetáculo e os próprios artistas.

Depois do sucesso da edição 2016, em que o ritmo brasileiro contagiou o público português, a inspiração para a Rock Street 2018 chega do continente africano –inspiração de todos os ritmos e estilos musicais, incluindo o rock e o pop.

“Mais que um espaço dedicado à cultura africana – tão presente e enraizada em Portugal – esta nova Rock Street serve para celebrar a música de uma forma global. Através da arquitetura, dos espetáculos e performances de rua, vamos mostrar como a música africana influenciou todos os estilos musicais presentes nos outros palcos do festival”, afirma Roberta Medina.

A restauração, na Gourmet Square tem vindo a ser uma aposta do Rock in Rio ao longo das últimas edições.

Em 2016, a organização do evento reforçou a oferta nesta área com a introdução de um novo conceito a cozinha de autor. Para 2018, o Rock in Rio vai mais além e prepara uma nova praça de alimentação que permitirá maior conforto aos seus visitantes, disponibilizando cerca de 500 lugares sentados e cerca de 10 food corners, em espaço exclusivo e de acesso controlado.

Algumas das novidades anunciadas para a 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa poderão ser conhecidas nos próximos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de Setembro, na edição do Rio de Janeiro, que poderá ser seguido por todo o mundo através das redes sociais e do site oficial do Rock in Rio-Lisboa. Em Portugal, poderá ainda ser acompanhado na SIC, através de uma cobertura inédita.

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ACBI - Coro Misto da Beira Interior

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.09.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Salvador Sobral faz pausa na música para “entregar o corpo à ciência”

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.09.17

 

O vencedor do último festival Eurovisão da canção anunciou que vai fazer uma pausa na música devido à sua “saúde frágil” e diz ter chegado a altura de “entregar o corpo à ciência”.

Um vídeo publicado no YouTube por Salvador Sobral poderia fazer prever o lançamento de um novo êxito musical que poria todos os portugueses a amar pelos dois outra vez.

“Hello, até já” é assim que se chama o vídeo e nele o músico explica que, em vez de lançar uma música, vai fazer uma pausa na carreira. “Já não é segredo para ninguém que a minha saúde é frágil”, começa por dizer.

Salvador, conta, vai entregar o corpo à ciência” e, por isso, fazer uma pausa na música “e nos concertos em geral”.

Além de agradecer aos fãs por todo o apoio, o irmão de Luísa Sobral promete voltar “em breve”, apesar de “não saber quão em breve”, e pede que respeitem a sua privacidade e a da sua família, não deixando de fazer uma crítica aos “meios de comunicação social que dizem que tenho três meses de vida”.

O último concerto de Salvador Sobral, antes de abandonar, por agora, os palcos é hoje, sexta-feira, às 21h30, na FIC – a Feira Internacional de Cultura -, nos Jardins do Casino Estoril e o cantor avança que “vai ser bonito e especial. É uma despedida temporária“.

No final do vídeo, para não fazer a desfeita aos fãs que gostam mesmo é de o ouvir cantar, Salvador despede-se ao piano com um excerto da “melhor banda do mundo”, como o próprio classifica – Os Beatles – e assim justifica o título do vídeo “Hello, até já”, já que a música interpretada se chama “Hello, Goodbye”.

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Concerto para Eduardo Lourenço. 8 SET, 21.30, BMEL

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.09.17

Concerto para Eduardo Lourenço 

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), na Guarda, anunciou que vai promover na sexta-feira um concerto dedicado a Eduardo Lourenço, por ocasião da entrega do prémio que tem o nome do ensaísta.

O “Concerto para Eduardo Lourenço”, pelo Síntese – Grupo de Música Contemporânea da Guarda, está agendado para as 21:30 de sexta-feira, para a Sala Tempo e Poesia da BMEL.

A fonte refere que o grupo Síntese dará um concerto “que viaja pelo repertório de alguns dos compositores mais significativos da música de câmara dos séculos XX e XXI, europeia e portuguesa”.

“Com estéticas contrastantes, ouviremos o compositor britânico Ralph Vaughn-Williams, a compositora russa Sofia Gubaidolina e os compositores portugueses João Pedro Delgado e Eduardo Luís Patriarca”, acrescenta.

Segundo a BMEL, o ponto alto do concerto será a estreia de uma nova obra de Patriarca, escrita especialmente para este concerto – “Auat VI [Memento]” -, sobre poemas de Gastão Cruz e Maria Teresa Horta.

O “Concerto para Eduardo Lourenço” é organizado no mesmo dia em que a BMEL também acolhe, pelas 17:00, a sessão de entrega do Prémio Eduardo Lourenço 2017 ao jornalista, escritor e cronista Fernando Paulouro Neves.

Instituído em 2004 pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), com sede naquela cidade, o prémio, no montante de 7.500 euros, destina-se a galardoar personalidades ou instituições com “intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas”.

O CEI adianta em comunicado que o seu diretor honorífico, Eduardo Lourenço, marcará presença na sessão, estando o elogio ao premiado a cargo de Arnaldo Saraiva, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Em 2017, o júri do Prémio Eduardo Lourenço reconheceu “a projeção cultural e ibérica” de Fernando Paulouro Neves e a sua “notória vocação cultural e cívica, desenvolvida ao longo dos últimos 50 anos no Jornal do Fundão, órgão de referência na história da imprensa nacional, onde foi jornalista, chefe de redação e diretor”.

O galardão, com o nome do ensaísta Eduardo Lourenço, mentor e diretor honorífico do CEI, que tem sede na cidade mais alta do país, já distinguiu várias personalidades de relevo de Portugal e de Espanha.

Nas edições anteriores receberam o Prémio Eduardo Lourenço a professora catedrática Maria Helena da Rocha Pereira, o jornalista Agustín Remesal, a pianista Maria João Pires, o poeta Ángel Campos Pámpano, o professor catedrático de direito penal Jorge Figueiredo Dias, os escritores César António Molina, Mia Couto, Agustina Bessa-Luís e Luís Sepúlveda, o teólogo José María Martín Patino e os professores e investigadores Jerónimo Pizarro e Antonio Sáez Delgado.

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Pedro Abrunhosa e Teresa Salgueiro no TMG

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 06.09.17

Concertos de Pedro Abrunhosa e de Teresa Salgueiro, além do Festival Internacional One Man Band, destacam-se na programação do Teatro Municipal da Guarda (TMG) para os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.

O Festival Internacional One Man Band, que coloca em palco músicos que tocam vários instrumentos, vai decorrer nos dias 22 e 23 de setembro, a partir das 22:00, no café concerto do TMG.

No dia 22, uma sexta-feira, atuam Thee Rag N Bone (Escócia), Casuar (Portugal) e Edith Crash (França/Estados Unidos da América) e no dia seguinte, um sábado, Belly Hole Freak (Itália), O Gajo (Portugal) e Dollar Bill (Inglaterra).

Na música, destaque para concertos do sueco Jay-Jay Johanson (dia 13 de outubro), Teresa Salgueiro (28 outubro) e Pedro Abrunhosa & Comité Caviar (27 novembro).

Ainda na música, o público da cidade tem oportunidade de assistir a concertos de Talabarte (14 setembro), 10 000 Russos (15), Louisa Lyne & Yiddishe Kapelye (07 outubro), Trouble Trash (20), Cabeça de Peixe (26), Click (27), Norton (03 novembro), Odaiko & Vanesa Muela (17), Sean Riley & The Slowriders (02 dezembro), entre outros.

O TMG recebe também o espetáculo de contos e música intitulado "Contos e trovões, rezas e galináceos", da Calafrio - Associação Cultural (09 setembro).

No teatro, realce para as peças "Rua da Alegria" pelo Teatro das Beiras (21 outubro), "Jardim Zoológico de Vidro" pelos Artistas Unidos (04 novembro), "Poetas & Etcetera" pelo Aquilo Teatro (09 e 10 de novembro) e "O homem que não tinha inimigos e outras fábulas fantásticas" pelo Teatro do Calafrio (13 a 16 de dezembro).

A galeria de arte do Teatro da Guarda recebe as exposições "Escura", de Adriana Molder, entre 07 de outubro e 26 de novembro, e de fotografia "Transversalidades", organizada pelo Centro de Estudos Ibéricos (02 de dezembro a 28 de janeiro).

O programador do TMG, Victor Afonso, disse que a programação para os últimos quatro meses do ano inclui 62 sessões, com artistas de oito nacionalidades.

O responsável anunciou também que aquele equipamento vai ter em breve uma nova página na internet e uma nova bilheteira 'online'.

Victor Afonso disse ainda que nos últimos quatro anos (entre 2013 e julho de 2017) a programação do TMG incluiu 794 atividades e teve um total de 102.574 espetadores.

"Parece-me um balanço positivo", assumiu.

O vereador da Cultura da Câmara Municipal da Guarda, Victor Amaral, disse que a programação do TMG para os últimos meses do ano continua a ser "global" e "cada vez mais plural e abrangente", indo ao encontro "de todos os públicos".

Quanto ao balanço dos últimos quatro anos de atividade, referiu que "atesta a aposta política" que o atual executivo fez no equipamento cultural que considera "âncora" e uma referência nacional e internacional.

In: DN

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MTV Vídeo Music Awards 2017: Kendrick Lamar ganhou em quase todas as categorias para que estava nomeado 

O rapper norte-americano foi o cantor com mais nomeações na edição 2017 dos prémios da MTV, incluindo as categorias de Vídeo do Ano, Artista do Ano e Melhor Fotografia. Concluindo: estava nomeado para oito e arrecadou seis.

De todas as nomeações, Kendrick Lamar apenas não venceu as categorias de Artista do Ano e Melhor Coreografia. Mas foi-lhe entregue o grande prémio da noite: o Vídeo do Ano.

Katy Perry foi a apresentadora de serviço.


Conheça todos os vencedores dos MTV Vídeo Music Awards 2017 que foram entregues a 27 de Agosto, no The Forum, em Inglewood, na Califórnia.

Vídeo do ano: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Artista do ano: Ed Sheeran

Melhor Artista Revelação: Khalid

Melhor Colaboração: Zayn Taylor Swift – “I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)

Melhor Vídeo Pop: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Melhor Vídeo de Dança: Zedd and Alessia Cara – “Stay”

Melhor Vídeo de Rock: Twenty One Pilots – “Heavydirtysoul”

Melhor Luta Contra o Sistema: todos os nomeados foram honrados

Logic feat. Damian Lemar Hudson – “Black SpiderMan”

The Hamilton Mixtape – “Immigrants (We Get the Job Done)”

Big Sean – “Light”

Alessia Cara – “Scars To Your Beautiful”

Taboo feat. Shailene Woodley – “Stand Up / Stand N Rock #NoDAPL”

John Legend – “Surefire”

Melhor Fotografia: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Scott Cunningham)

Melhor Realização: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Dave Meyers the little homies)

Melhor Direcção de Arte: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Spencer Graves)

Melhores Efeitos Visuais: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” ( Timber/Lead: Jonah Hall)

Melhor Coreografia: Kanye West – “Fade” (Teyana Taylor, Guapo, Jae Blaze Derek ‘Bentley’ Watkins)

Melhor Edição: Young Thug – “Wyclef Jean” (Ryan Staake Eric Degliomini)

 

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Concerto de Rodrigo Pinheiro na Moagem. 1 SET, 21h30.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.08.17

Foto de Município do Fundão.

A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão recebe no próximo dia 1, sexta-feira, às 21:30h, o concerto a solo do pianista Rodrigo Pinheiro.
Este concerto, com entrada gratuita, será o resultado de uma residência que o pianista irá realizar, de 28 de agosto a 1 de setembro, na Moagem e cujo objetivo é a gravação do seu primeiro disco a solo.
Rodrigo Pinheiro nasceu na Covilhã em 1973, começou a estudar piano aos 5 anos no Conservatório de Música da Covilhã e mais tarde no Conservatório de Música de Lisboa. Partindo de “uma abordagem intuitiva à improvisação e exploração tímbrica do piano na sua abordagem mais clássica e pela utilização de técnicas extensivas, a sua música caracteriza-se pela energia, polirritmia e contrastes, tendo para isso contribuído os vários workshops de improvisação e composição em que participou com músicos como Carlos Zíngaro, Peter Kowald, Gunther Muller e Patrick Brennan”.
Em 2010, juntamente com Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini, formou o *RED* trio, que tem sido o seu principal projeto nos últimos anos, com oito álbuns editados em editoras como a Clean Feed e Nobusiness Records. É, também, membro do quarteto *Clocks & Clouds*.
Tocou com músicos como Hernâni Faustino, Gabriel Ferrandini, Per Anders Nilsson, John Zorn, Nobuyasu Furuya, Nate Wooley, John Butcher, Lotte Anker, Joe McPhee, Keir Neuringer, Rodrigo Amado, Ernesto Rodrigues, José Oliveira, Nuno Torres, Ricardo Jacinto, Blaise Siwula, Nuno Rebelo, Jason Stein, Hiroshi Kobayashi, Cristin Wilboltz, Pedro Sousa, Albert Cirera, Gerard Lebik, Piotr Damasiewicz, João Camões, Miguel Mira, Luís Vicente, Marco Franco, entre muitos outros.

Tem tocado e gravado em países como Portugal, Estados Unidos da América, Holanda, Alemanha, Áustria, Polónia, Noruega, Sérvia, Roménia, Lituânia e Rússia.

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Brasileira resgata música dos conventos do Porto

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.08.17

Há quinze anos que a cantora lírica Rosana Orsini segue os passos de compositores dos séculos XVII/XVIII para melhor interpretar as suas partituras. Uma viagem que a trouxe para Portugal, em 2007.

Filha de um engenheiro civil que nem ouvia música, Rosana Orsini começou a ter aulas de piano aos 4 anos, em Vitória, no Brasil, onde nasceu. "Fazia parte de uma boa educação no Brasil, naquela época, que os filhos estudassem algo de música", explica. Mas para ela foi mais forte do que isso. "Dizem que a música é uma vocação como a religiosa, é um chamado a que a gente não consegue fugir."

"Quando quis seguir [os estudos em música], o meu pai entrou em desespero. Demorou um pouquinho, mas depois ele acabou por perceber e aceitar bem." Licenciou-se em música na Universidade de Minas Gerais, no Brasil, de onde saiu com 22 anos, para ir fazer um mestrado em canto lírico em Nova Iorque, na Manhattan School of Music. Aí juntou dois dos seus grandes interesses: música e história. "Durante o mestrado, comecei a apaixonar-me por determinados compositores do século XVIII e queria conhecer os seus percursos. Dentro da minha conceção, só ia conseguir cantar bem determinado compositor se conhecesse o lugar onde ele nasceu, a casa dele, a rua onde andava, a igreja e o teatro onde trabalhava." Foi por isso que em 2004 rumou à Áustria, a Salzburgo, onde frequentou a Mozarteum Summer Academy para percorrer os caminhos de Mozart (1756-1791) e no ano seguinte a Londres, para fazer uma pós-graduação na Royal Academy of Music, seguindo os passos de Händel (1685-1759) e Purcell (1659-1695).

Foi por essa altura também que descobriu uma série de teatros históricos de Minas Gerais, no Brasil do século XVIII. "Isso me fascinava. Como é que numa colónia e numa região de mineração, onde a ideia era mesmo tirar o ouro e trazer para Portugal, foram fundados esses teatros, quem cantava lá, quem assistia?" Para dar resposta a tantas questões, Rosana Orsini decidiu fazer um doutoramento sobre teatros de ópera na América portuguesa. "Comecei na Sorbonne, em Paris, e quando lá estava apercebi-me de que precisava da fonte. Não podia estar a falar da América portuguesa sem conhecer Portugal." Adivinha-se o passo seguinte.

"Em 2007 consegui uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar um ano em Lisboa." Antes, e para conhecer a cidade, planeou uns dias de férias. "Viemos uma semana e me apaixonei. Vim passar férias e nunca mais sai daqui." O plural surge porque nesta data já partilha o interesse com o marido, o organista italiano Marco Brescia. Ainda antes de terminar o doutoramento, em 2011 conhece a sua "grande paixão" quando o maestro brasileiro Ricardo Bernardes a convidou para fazer um concerto. "Deu-me uma partitura absolutamente maravilhosa, muito difícil de cantar, de António da Silva Leite. Perguntei-lhe quem era e se tinha mais músicas." E tinha. Rosana descobriu mais de cem obras do compositor na Biblioteca Nacional, muitas delas escritas para conventos como o de Santa Clara, no Porto, já extinto. Em 2012, mudou-se para a cidade Invicta onde investigou obras desse compositor e outros seus contemporâneos, que escreveram obras por encomenda dos conventos do Porto. O álbum Angels and Mermaids, gravado em 2016, com partituras que pertenciam ao Mosteiro de São Bento de Avé-Maria (atual Estação de São Bento) e do Convento de Santa Clara, resulta dessa investigação.

"Quando me convidam para tocar fora, ofereço dois ou três reportórios, mas coloco sempre o português em primeiro porque acho que tenho um tesouro nas mãos. É um tesouro que quero mostrar ao mundo." A 9 de setembro será partilhado com os espectadores do Festival Espazos Sonoros, em Pontevedra, e a 20 de outubro com o público português, no Ciclo de Concertos de Órgão, no Mosteiro de Santo Tirso.

 

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O novo álbum dos portugueses Moonspell, "1755", numa relação com o terramoto, a ser editado a 03 de novembro, é totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado, disse à Lusa o vocalista Fernando Ribeiro.

Gravar um álbum totalmente cantado em português, ao fim de 25 anos de carreira, "foi uma decisão artística, como tudo nos Moonspell". "A razão foi extremamente simples. O disco liricamente é sobre Lisboa, sobre o que aconteceu na cidade [o terramoto de 1755] e sobre o que aconteceu em Portugal. Utilizamos não só expressões idiomáticas portuguesas, como muitas vezes dizemos Lisboa e Portugal e não queríamos dizer isso em inglês", explicou Fernando Ribeiro em declarações à Lusa.

Nas letras há muitos "nomes e coisas de cá, tipicamente portuguesas", daí a banda recorrer, "pela primeira vez, de forma absoluta, ao português como língua para um disco". "Na nossa cabeça faz todo o sentido", disse.

O disco sai em novembro e o primeiro 'single', assim como o respetivo vídeo, deverá ser divulgado em setembro.

In: Lusa

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Penha Garcia recebe 1º Festival de Cavaquinhos. 26 AGO.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.08.17

Idanha-a-Nova: Penha Garcia recebe 1º Festival de Cavaquinhos dia 26

Penha Garcia recebe no próximo sábado, dia 26, o 1º Festival de Cavaquinhos. A abertura está marcada para as 21h00, no recinto ao lado da Junta de Freguesia.

4 grupos de cavaquinhos sobem ao palco: Penha Garcia, Alcáçovas, Coimbra Giroflé e Porto, antecedidos pelo Grupo ‘Amigos da Concertina’ de Castelo Branco.

A organização é d’Os Cavaquinhos de Penha Garcia e conta com o apoio da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e da Junta de Freguesia de Penha Garcia.

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