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Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Alunos de Violino da, ESART/IPCB, selecionados para o Festival Aurora na Suécia 

Seis estudantes da classe de violino da Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco foram recentemente selecionados para o Festival Aurora na Suécia.

Os alunos escolhidos trabalham com os docentes Augusto e Alexandra Trindade e respetivos assistentes Tiago Santos e Nuno Vasconcelos.

Este festival será realizado entre os dias 12 e 20 de agosto de 2017 no Royal College of Music em Estocolmo.

Inês Pais e Mariana Cabral do 1º ano da licenciatura em Música; Hilton Costa, Joana Weffort e Luísa Couto do 2º ano dessa licenciatura e Mafalda Pessoa finalista da licenciatura em Música vão ter oportunidade de realizar masterclasses de instrumento, música de câmara e orquestra sinfónica com violinistas e maestros de renome, tais como Krzysztof Penderecki e Nazanin Aghakhani e em violino com Sayaka Shoji, Barbara Doll e Eszter Haffner.

Os alunos de violino da ESART/IPCB têm sido selecionados e convidados a integrar vários projetos de índole profissional e académica.

Durante o mês de julho, cerca de 10 alunos da classe de violino, para além do Festival Aurora, integrarão projetos como a EGO (Estágio Gulbenkian para Orquestra), participarão nas masterclasses de música de câmara de Utrecht e vão colaborar, enquanto estagiários, com a recém-formada Orquestra Filarmónica Portuguesa.

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INATEL - Concerto de Viola Beiroa. 10 JUN, 21h30, Covilhã.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.06.17

Foto de Fundação Inatel.

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EPABI - Curso de Instrumentista de Cordas e Teclas.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.05.17

Foto de Pedro Leitão.

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AMDF - Recital de Violoncelo por Jed Barahal. 24 MAR, 21h, Casino Fundanense.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.03.17

Recital Jed Barahal

Realiza-se na sexta-feira, dia 24 de março, às 21 horas no Casino Fundanense um recital para violoncelo que será executado pelo músico Jed Barahal.
Ao longo de uma hora serão revistadas Suites de Bach para violoncelo solo.
Musicólogos em geral concordam que estas suites terão sido compostas para Ferdinand Christian Abel (1682-1761), um violoncelista e gambista da corte de Cöthen. É evidente que Bach tinha em mente um violoncelista virtuoso.
Ao lado das sonatas e partitas para violino, as suites para violoncelo são um pouco menos ambiciosas – mais do ponto de vista técnico do que musical - embora a escrita se torne cada vez mais complexa e o uso de acordes aumente ao longo das seis suites.
Não há dúvidas que Bach deu uma reviravolta na história do violoncelo e as suites são de tal maneira revolucionárias e geniais que nem sequer influenciaram de maneira directa a escrita posterior. É bastante evidente a maneira como Bach progride nesta experimentação musical, apalpando o terreno e ganhando segurança. Os acordes duplos, triplos e quádruplos tornam-se cada vez mais frequentes e ousados, mas ao mesmo tempo Bach continua a fazer uso constante dos recursos da escrita para uma voz quando ele quer criar não só um sentido melódico, mas também harmónica e contrapontística. Todos estes artifícios criam uma sensação harmónica e contrapontística surpreendente e altamente satisfatória. 

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Doze exemplares da viola beiroa construídos em Idanha-a-Nova para evitar extinção 

A Câmara de Idanha-a-Nova e a Filarmónica Idanhense evitaram a extinção da viola beiroa através de um curso para construção deste instrumento tradicional, que culminou com a apresentação de 12 exemplares da viola, foi hoje anunciado.

“Quando idealizámos a nossa estratégia enquanto Cidade Criativa da UNESCO, na área da Música, este era um dos projetos [revitalização da viola beiroa] a levar por diante. Construíram-se 12 exemplares da viola beiroa com madeiras da melhor qualidade e resgataram-se memórias que fazem parte da nossa identidade”, refere em comunicado o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto.

Há mais de 50 anos que a viola beiroa, um instrumento secular tradicional da Beira Baixa, estava praticamente extinta no concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco.

O município local e a Filarmónica Idanhense lançaram um curso de construção de viola beiroa, que foi iniciado a 01 de outubro, Dia Mundial da Música, por 12 formandos, e que terminou agora com a apresentação dos 12 exemplares deste instrumento que corporizam a aposta na oficina de construção e aprendizagem em Idanha-a-Nova.

“Isto permite-nos valorizar o nosso património cultural, criar autoestima nas populações, integrar de novo a Viola Beiroa nos nossos grupos culturais e internacionalizá-la para o mundo inteiro”, afirma o autarca de Idanha-a-Nova.

O curso que decorreu ao longo de quatro meses teve por referência o modelo da viola beiroa exposto no Museu Nacional de Etnologia, que era tocado por Manuel Moreira, de Penha Garcia, um dos mais influentes tocadores deste instrumento no concelho de Idanha-a-Nova.

“Conseguimos recuperar uma memória do concelho. A partir de agora, a produção regular e o ensino da viola beiroa são uma realidade”, explica o diretor artístico da Filarmónica Idanhense, João Abrantes.

A primeira série de 12 instrumentos vai ser disponibilizada para o ensino da construção e execução da viola beiroa e para utilização por grupos tradicionais do concelho de Idanha-a-Nova.

A Oficina da Música Tradicional está preparada para receber encomendas e comercializar o instrumento para todo o mundo.

Alisio Saraiva, coordenador do curso, tocador e o grande responsável por evitar a extinção da viola beiroa na Beira Baixa, estuda este instrumento há mais de 24 anos.

É também o responsável por uma nova e mais versátil afinação deste instrumento: “O modelo antigo não foi apenas recriado como também inovado, no sentido de o tornar mais funcional, sempre com respeito pelos traços que o definem”.

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"Tire o tablet ao seu filho e de-lhe um instrumento musical"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.02.17
"Tire o tablet ao seu filho e de-lhe um instrumento musical", o conselho é dado por Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», que garante que as aulas de música estimulam a memória e a inteligência.

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone para as mãos. Nada de mais errado, a fazer fé nas últimas descobertas! Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», «O cérebro da criança explicado aos pais» em tradução literal, diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm de lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical para as mãos.

De acordo com este especialista, citado pela edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. «Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve», assegura Álvaro Bilbao. 

«A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará», assegura o especialista. «Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá», exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os seis primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, «no chão, se for caso disso», como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer desporto e a experimentar atividades. «A criança deve sentir que tem uns pais que se preocupam com ela», defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

O que sugerem as últimas investigações internacionais

Estas são algumas das estratégias que os estudos e os especialistas defendem:

- Estudar música

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

- Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebés e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

- Evitar os programa de desenvolvimento cerebral

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrónicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

- Ver filmes numa língua estrangeira

As crianças que veem filmes numa língua estrangeira tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons. De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

- Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas a duas vozes. O progenitor lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí fora... Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem dos mais pequenos.

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V Festival de Guitarra de Castelo Branco.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.02.17

Castelo Branco promove V Festival de Guitarra dia 23

Tem início já no próximo dia 23 de Fevereiro a V edição do Festival de Guitarra de Castelo Branco, que conta, como já vem sendo hábito com duas masterclasses, uma de Dejan Ivanovic e outra de Margarita Escarpa.

Para além destas masterclasses, o programa fica completo com uma série de concertos e recitais. O primeiro dos recitais será pela classe de guitarra do Conservatório, no concerto de abertura a realizar no dia 23 de Fevereiro.

Logo no dia dia seguinte, Dejan Ivanovic apresenta-se em concerto no qual poderemos ouvi-lo numa parte a solo e noutra com o João Roiz Ensemble, grupo residente da nossa cidade.

O dia 25 é dedicado à Orquestra de Guitarras num concerto que junta no palco do Cine-Teatro Avenida actuais e antigos alunos de guitarra do Conservatório.

No fim-de-semana seguinte poderemos assistir a mais dois concertos que prometem: Margarita Escarpa toca no Museu Francisco Tavares Proença Junior no dia 3 de Março. Miguel Carvalhinho fará um programa dedicado à viola beiroa e à guitarra clássica de 10 cordas no dia 4 no palco do Conservatório.

Acompanhe o festival em facebook.com/guitarfestival.cb

Consulte toda a programação do G’17 (A3) aqui 

Ficha de inscrição para as masterclasses disponível aqui.

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Quarteto Francisco de Goya dá concerto na Sé Catedral de Idanha-a-Velha

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.09.16

Quarteto Francisco Goya

O Quarteto Francisco de Goya vai dar uma conferência-concerto, hoje, dia 3 de setembro (sábado), na Sé Catedral de Idanha-a-Velha, pelas 21h30, com entrada gratuita.

O Quarteto Francisco de Goya é uma formação especializada na interpretação histórica dos repertórios, clássico e romântico, para quarteto de cordas.

Entre os seus propósitos principais está a recuperação e divulgação do repertório ibérico, e tem tocado pela primeira vez depois da sua composição numerosas obras de compositores espanhóis e portugueses em Espanha, Portugal, Suíça, Holanda e Argélia.

Este concerto será o culminar duma semana de trabalho em contexto de residência artística, na qual o quarteto irá gravar os 6 quartetos Op. 3 de Manuel Canales na Sé de Idanha-a-Velha.

Refira-se que o quarteto é composto por Pablo Gutiérrez, violino, Irene Benito, violino, Marta Mayoral, viola e Alejandro Marías, violoncelo.

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Vilde Frang venceu o Gramophone Award

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.08.16

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Jovem artista norueguesa ganhou o Prémio Gramophone na categoria onde também concorria a portuguesa Maria João Pires

Chama-se Vilde Frang Bjaerke, mas para a arte o último nome não conta, e foi a vencedora do Gramophone Award para a Melhor Gravação do Ano na categoria Concerto

A gravação em causa é a quinta que faz para a Warner Classics, de que é artista exclusiva, e contém os concertos do inglês Benjamin Britten (1913-76) e do austríaco Korngold (1897-1957), datados, respetivamente, de 1939 e de 1945.

Ao vencer o Gramophone, Vilde deixou para trás os outros cinco nomeados, que eram: os pianistas Maria João Pires e Daniil Trifonov; o violetista Maxim Rysanov e os colegas Christian Tetzlaff e Janine Jansen. Nomeada com 29 anos, Vilde nem sequer era a mais nova no grupo: Daniil Trifonov é cinco anos mais novo e senhor de um percurso igualmente fulgurante: há três meses foi o escolhido para receber o Prémio de Música 2016 da Royal Philharmonic Society (Maria João Pires também era uma das pré-selecionadas). Aliás, considerando os seis nomeados, o maior concorrente de Vilde terá sido mesmo Trifonov.

Comparada a um elfo

Não é incomum ler-se que Vilde parece uma dessas criaturas sobrenaturais das mitologias nórdicas tornadas ultimamente muito populares devido aos filmes da saga O Senhor dos Anéis. E ela tem de facto uma aparência algo intemporal, reforçada, no seu caso, pelo aspeto ainda muito juvenil.

Outra curiosidade da sua infância é que o violino surgiu na sua vida por falta de espaço: como transportar três contrabaixos numa carrinha Volkswagen, além de uma família de quatro pessoas? Foi essa a pergunta que o pai se fez, considerando que a filha mais velha já tocava, como ele, o maior instrumento de cordas. Daí que recomendou que a filha escolhesse para si o mais pequeno!

Ensinada primeiro segundo o método Suzuki, Vilde depressa se tornou um fenómeno e começou logo a aparecer em concertos e com orquestras. No início da adolescência, Mariss Jansons, o grande maestro estónio, convidou-a para ser solista num concerto em que dirigia a Filarmónica de Oslo. Diga-se, de resto, que Vilde passou por uma galeria de grandes mestres: Henning Kraggerud, Kolja Blacher, Anna Chumachenko, Anne-Sophie Mutter e Mitsuko Uchida. Mormente as duas últimas foram decisivas na sua evolução e no seu lançamento internacional: Mutter tornou-se sua mentora (tinha Vilde 12 anos) e a Fundação que criou apoiou-a, enquanto Uchida (que é pianista) o fez no âmbito da bolsa do Fundo Borletti-Buitoni, de que é curadora.

Obama para tio

Num quiz a que se submeteu, ela escolheu Barack Obama ("gostava que ele fosse meu tio") como figura famosa que escolheria para seu parente. E explica que o seu nome próprio deriva de "selvagem". Apesar da carreira que já ostenta, afirma que sucessos e erros são 50/50 no seu percurso e que é a música que toca e que ouve que lhe conferem um "super-poder".

Vilde também diz coisas mais estranhas como: "em concerto, pensar é o maior inimigo da música. Eu nem sinto que estou a tocar violino"; ou que o seu ideal durante um concerto é "transformar-me eu própria em música, som, notas".

Confessa desejar "ter estado mais presente e com mais gosto" em certas salas onde atuou e que tem por ritual pré-concerto desligar por completo o telemóvel que fica no camarim: "É uma das muito poucas ocasiões em que o faço!"

Discografia de ouro

Como dissemos, foi ao quinto disco que Vilde chegou ao Gramophone. Antes deste, ela já tinha gravado três discos de concertos e um programa de recital. Aliás, a sua discografia começou logo de forma ousada, com o emparelhamento do Concerto n.º 1 de Prokófiev e do Concerto de Sibelius (mais três Humoresques deste último). Seguiu--se um programa de recital com o pianista Michail Lifits, preenchido com obras do compatriota Grieg (Sonata n.º 1), mais a Sonata para violino solo de Bartók e Richard Strauss (Sonata, op. 18) . O terceiro álbum voltou a juntar um escandinavo e um russo: o Concerto do dinamarquês Carl Nielsen e o famoso op. 35 de Tchaikovsky. Por fim, antes do CD agora premiado, Vilde foi para um registo totalmente diferente, dedicando um CD a Mozart, com os Concertos n.º 1 e n.º 5, mais a Sinfonia Concertante para violino, viola e orquestra.

O que se seguirá para a "selvagem" Vilde? Ela afirma que gostaria de cruzar experiências com outras artes e com músicos não clássicos. Mas sempre com a mesma seriedade e integridade que põe na arte que tão bem pratica. Vilde não acredita que a música clássica precise de "perder a alma" para chegar a públicos novos: "Ela pede-nos um esforço de apreensão, mas depois o que nos oferece em troca é imensamente gratificante!"

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Festival de Blues da Guarda com quatro concertos no cartaz

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.08.16

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Quatro bandas nacionais e internacionais de blues participam no Festival de Blues da Guarda, a realizar entre os dias 04 e 07 de agosto no Jardim José de Lemos, anunciou hoje a organização.

O evento que vai decorrer ao ar livre, no centro da cidade mais alta do país, por iniciativa da Câmara Municipal, conta com a participação de dois grupos nacionais e de outros dois provenientes de Espanha.

Os espetáculos começam sempre pelas 22:00 e são gratuitos, segundo a autarquia.

O Festival de Blues inicia no dia 04 de agosto, uma quinta-feira, com um concerto do trio Guadalupe Plata (Espanha), composto por Pedro de Dios (guitarra e voz), Carlos Jimena (bateria) e Paco Luís Martos (baixo e guitarra).

No dia seguinte, sobe ao palco a banda nacional Black Dog Blues Band, que é formada por Daniel Henriques (voz e harmónica), Eduardo Fernandes (bateria), Rodolfo Cro (guitarra) e Paulo Aveiro (baixo).

No dia 06 de agosto, um sábado, é a vez de o público da Guarda assistir a um concerto de Mingo & The Blues Intruders (Espanha), com a presença em palco de Mingo Balaguer (voz e harmónica), Quique Bonal (guitarra), Fernando Torres (baixo) e Juan de La Oliva (bateria).

Segundo a organização, Mingo Balaguer "é um veterano músico espanhol de reconhecido talento e carreira consolidada". 

O Festival de Blues da Guarda termina num domingo, dia 07 de agosto, com a atuação de Vítor Bacalhau (guitarra e voz), que se fará acompanhar por João Ventura (bateria) e Luís Trindade (baixo).

A autarquia da Guarda assinala que as atuações ao vivo de Vítor Bacalhau "são já conhecidas pela energia e pelo talento interpretativo na guitarra clássica".

O evento cultural é organizado no âmbito do programa de verão de animação da cidade da Guarda intitulado "Verão em Alta Guarda`2016", que começou no dia 15 de julho e decorre até ao dia 04 de setembro, com diversas atividades como concertos, animação de rua, cinema ao ar livre e folclore. 

Na conferência de imprensa de apresentação da programação global, realizada no dia 07, o vereador Victor Amaral, com o pelouro da cultura da Câmara Municipal da Guarda, referiu que a cidade "tem público" para o Festival de Blues.

 

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IV Festival de Música Antiga de Castelo Novo. 29 a 31 JUL.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.07.16

O Município do Fundão, em parceria com as Aldeias Históricas de Portugal, e com o apoio da Antena 2 e da Junta de Freguesia de Castelo Novo, vai organizar, de 29 a 31 de julho, o IV Festival de Música Antiga de Castelo Novo – Ventus Nocturnus 2016.

Segundo o comunicado, este festival surge do crescente interesse a que temos assistido nas últimas décadas pela música do passado, em especial pela música escrita antes do século XIX. O trabalho intenso de musicólogos, construtores de instrumentos e intérpretes levou à redescoberta de um repertório de compositores e instrumentos, cuja memória, em muitos dos casos, se perdeu. Todo este trabalho permitiu a reconstituição dos ambientes sonoros dos séculos que nos precederam e é essa reconstituição do passado que é pretendida no Festival de Música Antiga de Castelo Novo.

Para o efeito, ao longo de três dias, serão realizados vários espetáculos, onde surgirão compositores e obras, interpretados à luz das práticas dos períodos Medieval, Renascentista e Barroco, em instrumentos ou cópias de instrumentos originais, procurando reproduzir, nos nossos dias, as sonoridades do passado.

As particularidades de Castelo Novo tornam esta aldeia histórica num local fascinante, pela aura de misticismo e transcendência que emana e que está muito presente nas sonoridades do passado que se pretendem dar a conhecer com este Festival, que irá decorrer de acordo com o seguinte programa:

Sexta-feira, 29

22.00h   Espetáculo de Abertura – "A Dança no Barroco" | Jardins da Quinta do Alardo

Em torno da Suíte Orquestral em dó maior, BMV 10066 Johann Sebastian Bach.

Coreografia – Isabel Gonzaga; Espaço Cénico – Bruno Cochat; Edição Musical – Carlos Passos; CANORA TURBA – Música e Dança Antiga; Bailarinos – Alexandra Campos, Sandra Correia, Bruno Cochat, Raquel Fragoso, Ruben Saints e Isabel Gonzaga.

Sábado, 30 de julho

11.00h e 15.00h  Atelier Histórias Criativas | Galeria Manuela Justino

Espaço dedicado às crianças, onde se percorre o imaginário das Aldeias Históricas, através das artes plásticas.

15.30h   Recital de Flauta de Bisel e Dois Cravos | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Uma viagem sonora através da música dos Séculos XVI, XVII e XVIII.

Os Músicos do Tejo – António Carrilho (Flautas de Bisel), Marco Magalhães (Cravo) e Marta Araújo (Cravo).

18.30h   Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo | Largo da Bica.

21.00h   Visita Guiada a Castelo Novo | Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo.

22.00h   Vozes Femininas «Chansons de Femmes» | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Canções femininas medievais europeias e sefarditas. Uma viagem sonora e visual ao universo medieval.

Coordenação de Cena – Rúben Saints, Obras de Beatriz de Dia, Anónimas do Séc.XII, Azalais de Porcairague, Maria Jonas, Martín Codax e Canções Safarditas.

"Sansitierce" – Maria Jonas (Canto, Shruti Box e Percussão), Bassem Hawar (Djoze) e Dominik Schneider (Guiterne e Flautas Transversais).

Domingo, 31 de julho

10.00h   Masterclass – O Canto Medieval | Antiga Escola Primária.

A Poesia, a Música Medieval e a sua interpretação na atualidade.

Masterclass orientado por Maria Jonas e Pedro Rafael Costa, destinada a cantores e público em geral.

Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo ou pelo telefone 961 445 399.

11.00h   Visita Guiada a Castelo Novo | Inscrições no Posto de Turismo de Castelo Novo.

11.00h e 15.00h  Atelier Histórias Criativas | Galeria Manuela Justino.

Espaço dedicado às crianças, onde se percorre o imaginário das Aldeias Históricas, através das artes plásticas.

15.00h   Vozes Femininas «Il Canto Nel Settecento» | Igreja Matriz de Castelo Novo.

Concerto de encerramento, com obras de Michel Richard Delalande, João Rodrigues Esteves, G.F. Handel, Giovanni Battista Pergolesi, J.S. Bach e J. Haydn.

Ana Paula Russo e Ariana Moutinho Russo (Sopranos) e Sérgio Silva (Cravo).

No sábado, dia 30 de julho, irá ainda ter lugar a iniciativa "Estórias de Castelo Novo", em que a Casa da Lagariça, em parceria com o Município do Fundão e o Clube de Produtores de Fundão, complementa a oferta musical do Festival com uma experiência turística onde os participantes poderão degustar produtos gastronómicos do antigo território de Alpreade/Castelo Novo, elaborados artesanalmente. Esta iniciativa terá a lotação máxima de 30 pessoas e para mais informações deverá contactar a Casa da Lagariça, através do contacto telefónico 962 697 493.

Os espetáculos terão lotação limitada, de tal forma poderá reservar o seu lugar ou pedir mais informações no Posto de Turismo ou através dos contactos 275 561 501 ou 961 445 399.

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Marta Menezes é uma das mais promissoras pianistas portuguesas da sua geração. Vencedora do 1º prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music (Londres, 2013) e do Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D’Azur “Simone Delbert-Février” (2013), conta com vários prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha, França e Itália.
Terminou em 2013 o curso de Master of Performance no Royal College of Music em Londres com distinção, na classe do pianista Dmitri Alexeev, tendo estudado previamente com Andrew Ball. Recebeu em 2014 a “Medalha de Prata de Valor e Distinção”, atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2015 editou o seu primeiro CD com obras de L. v. Beethoven e F. Lopes-Graça, com o apoio da Gestão dos Direitos dos Artistas (GDA), que recebeu o prémio Global Music Award (EUA): Silver Medal - Outstanding Achievement nas categorias de classical piano e emerging artist.

Entrada: €5,00 (Inclui concerto com Marta Menezes)

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O Concurso Internacional Cidade do Fundão, que se realiza entre os dias 01 e 09 de julho, terá a concurso 180 jovens músicos de diversas variantes musicais, anunciou a organização.

Novamente organizada pela Academia de Música e Dança do Fundão (AMDF), a 17.ª edição deste concurso receberá jovens músicos oriundos de Portugal, Espanha, Holanda e Brasil.

A organização adianta que concurso contemplará pela primeira vez a variante de violoncelo, que se junta às já habituais variantes de piano, guitarra, violino e canto.

“O maior número de concorrentes inscreveu-se na competição de violino. Ao todo, são 50 candidatos a prémios. Segue-se a guitarra com 45 inscritos e o violoncelo que, sendo a novidade da edição de 2016, reúne 42 participantes”, especifica a organização.

Segundo a informação, a variante de piano regista 26 inscritos e no canto estão inscritos 11 candidatos.

Entre os inscritos, há vários candidatos da região, sendo que a AMDF estará representada por uma dezena de concorrentes.

“O Concurso Internacional Cidade do Fundão é dos mais relevantes acontecimentos culturais e formativos organizados pela AMDF e tem entre os jurados figuras de renome mundial”.

No âmbito deste evento, no último dia será realizado um concerto de laureados.

Os prémios variam entre valores monetários e troféus e serão ainda eleitos o melhor candidato da Beira Interior e a melhor interpretação de peça portuguesa. Está igualmente prevista a atribuição de um prémio revelação.

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AD HOC Ensembles da EPABI. 17 JUN, 21h30, Teatro das Beiras.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.06.16

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Concerto AD HOC Ensembles da EPABI, grupos de câmara constituídos para o efeito, com direção do Professor Francisco Luís Vieira e que se apresentarão ao público amanhã, sexta-feira, 17 de junho, pelas 21h30m, no Teatro das Beiras (Covilhã).

O concerto resulta de uma parceria entre a EPABI e o Teatro das Beiras e tem entrada gratuita.

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