Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Mais sobre mim

foto do autor


Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

.

Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

.

Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

.

Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

.

Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

.

17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

.

6º Festival Internacional de Músicas Antigas. 24 NOV a 9 DEZ, Idanha-a-Nova.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.11.17

O Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas realiza-se em Idanha-a-Nova, entre os dias 24 de novembro e 09 de dezembro, e apresenta nomes como Pino De Vittorio ou Danças Ocultas.

A sexta edição do Fora do Lugar volta a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem.

“Há dois anos, o Fora do Lugar foi o palco de uma boa nova. Hoje, é novamente o palco onde celebramos o segundo aniversário enquanto Cidade Criativa da Música pela UNESCO, cruzando conceitos, práticas e territórios que refletem uma vocação integradora, visível à escala global”, explica, em comunicado, o diretor artístico da iniciativa, Filipe Faria, um dos responsáveis do projeto Arte das Musas e do agrupamento Sete Lágrimas.

Resultado da parceria entre a produtora Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova, o festival conta ainda com o apoio do Ministério da Cultura e da Direção Geral das Artes, assumindo-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.

“Recebemos, em 2017, o mestre italiano Pino De Vittorio, no encerramento, as Danças Ocultas na abertura, o pianista Filipe Raposo a acompanhar, improvisando, um outro grande mestre Charlie Chaplin e os seus ‘Tempos Modernos’, dois projetos da nova geração da Nova Música Antiga europeia – Scaramuccia e Musick’s Recreation – e um projeto especialmente concebido para o Festival, Erin/Iran? uma viagem da Irlanda ao Irão pelos seus intérpretes”, refere Filipe Faria.

A par da programação principal com Danças Ocultas (Portugal), Musick’s Recreation (Alemanha, Colômbia e Austrália), Scaramuccia (Portugal e Espanha), Erin/Iran (Irlanda, Irão, Catalunha e Hungria), Filipe Raposo e Charlie Chaplin (Portugal e Inglaterra) e Pino De Vittorio (Itália), o festival promove ainda um conjunto alargado de atividades paralelas nas áreas da natureza, desenho, programa educativo, ‘masterclasses’, ‘workshops’, gastronomia, entre outros.

Autoria e outros dados (tags, etc)

O “Y – Festival de Artes Performativas” apresentará nas cidades da Covilhã e Castelo Branco, entre 23 de novembro e 02 de fevereiro de 2018, dez espetáculos de música, teatro, dança e performance, anunciou a organização.

“Queremos dar visibilidade às diferentes disciplinas artísticas e fizemo-lo de uma maneira mais ou menos equilibrada, [pelo que teremos] quatro espetáculos de dança, quatro de teatro, um de música e outro que é dividido entre o teatro e a dança”, referiu Rui Sena, da Quarta Parede, associação com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco, que realiza este certame há 13 anos.

Destacando o “grande esforço” que tem sido feito para “manter vivo” este festival, Rui Sena também frisou a importância de este se realizar em cidades do Interior do país.

No que concerne à programação, o “Y – Festival de Artes Performativas” continuará a aliar o cruzamento das diferentes disciplinas artísticas com uma aposta nos novos criadores de arte contemporânea em Portugal e tem ainda a preocupação de integrar estruturas da região.

O festival conta ainda um eixo de programação artística pedagógica, denominado “Y – Públicos”, que integra encontros/reflexões entre espetadores e artistas, num conjunto de iniciativas que procuram afirmar o público como elemento participante, conforme referiu Sílvia Pinto Ferreira, assistente de programação.

Estão ainda previstas oficinas dramatúrgicas e ações de formação destinadas quer ao público em geral, quer para o público estudantil, desde o pré-escolar ao ensino superior.

Uma das ações prevê um encontro entre seniores e jovens, e outra desenvolver-se-á nas escolas do ensino pré-escolar, com especial incidência nas instituições que estão fora do núcleo urbano da cidade.

Nesta edição, optou-se também por estender a programação entre novembro e fevereiro, de modo a evitar uma oferta concentrada no tempo que, por motivos de agenda ou até mesmo económicos, pudesse dificultar a distribuição dos espetadores pelas diferentes apresentações.

Os espetáculos na Covilhã serão apresentados no auditório do Teatro das Beiras e a programação arranca no dia 23, às 21:30, com “Noiserv”, seguindo-se, no dia 29, à mesma hora, o espetáculo “Canas 44” pela Amarelo Silvestre.

No dia 05 de dezembro, às 14:30, realce para a apresentação de “Viúva Papagaio”, por Graça Ochoa e Alberto Carvalhal, e, no dia 07, às 21:30, a Companhia Paulo Ribeiro apresenta “Um solo para a Sociedade”.

A 16 de janeiro de 2018, às 14:30, Pé de Pano apresenta o espetáculo “Danças a Nascer” e, no dia 18, às 21:30, Hotel Europa sobe ao palco com “Portugal Não é um País Pequeno”.

Para dia 27 de janeiro, às 21:30, está marcado o espetáculo “Adapted to Y&Y”, de João Cardoso & Victor Gomes, e Mafalda Saloio apresenta “Brisa ou Tufão”, no dia 31 de janeiro, às 21:30.

Em Castelo Branco, as apresentações são às 21:30 no Cine-Teatro Avenida e estão marcadas para dia 19 de janeiro e 02 de fevereiro, respetivamente com Rui Horta e o espetáculo “Vespa” e com Mafalda Saloio e o espetáculo “Brisa ou Tufão”.

O orçamento desta 13.ª edição do “Y – Festival de Artes Performativas” é de 55 mil euros e conta com o apoio da Direção Geral das Artes e das Câmaras da Covilhã e de Castelo Branco.

O bilhete para o espetáculo de Noiserv custa 10 euros, com desconto de 50% para menores de 25 e maiores de 65 anos, estudantes e profissionais do espetáculo. Para os restantes espetáculos, o preço é de seis euros, sujeito aos mesmos descontos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

São 42 os países que vêm a Portugal tentar ganhar o Festival Eurovisão da Canção

Depois de Salvador Sobral ter ganho pela primeira vez Para Portugal o Festival Eurovisão da Canção, em Maio de 2018, 42 paises "aterram" em Lisboa, para levarem o trofeu para a sua terra.

“All Aboard!” é o claim criado para a edição de 2018 do Festival Eurovisão da Canção, convidando a comunidade internacional a celebrar a Europa e a música., refere a nota de imprensa.

Que acrescenta ainda: "A este slogan está associado um logotipo principal com 12 variações gráficas que representam a diversidade de Portugal que sempre ligou a Europa ao Mundo através do seu oceano.”

O tema do claim e da imagem gráfica tem como inspiração a diversidade da vida nos mares, lembrando a história da cidade de Lisboa como porto central das diversas rotas marítimas a nível mundial.
É hoje a cidade da diversidade, do respeito e da tolerância, que partilha os valores que a Eurovisão representa.

Através do mar, Portugal convida a comunidade internacional a unir-se na competição deste ano. São todos bem-vindos, “All Aboard!”

“Durante séculos, Portugal explorou o mundo pelo mar. Hoje em dia, Lisboa é cada vez mais a cidade de todas as cores, um grande porto de culturas e sons que dá as boas-vindas a todos os que entrem a bordo, ‘All Aboard!’” – Gonçalo Madaíl – Creative Manager of RTP

Por sua vez Jon Ola Sand, the EBU’s Executive Supervisor of the Eurovision Song Contest, afirma:

“Nós estamos extremamente satisfeitos com o tema criativo e os logotipos para o concurso deste ano, que reflectem a história de Lisboa e realçam os valores fundamentais da Eurovisão, incluindo a diversidade. O oceano liga-nos a todos, e a sua variedade pode servir de inspiração a cada uma das 42 televisões participantes que esperamos ver em Lisboa no próximo mês de Maio.” – Jon Ola Sand, the EBU’s Executive Supervisor of the Eurovision Song Contest

A Europa é um conjunto de países e isso também inspirou a equipa criativa da RTP a produzir múltiplos logotipos para a edição de 2018, em vez de uma imagem gráfica única. Foi desenhado um logotipo principal e 12 variações baseadas no conceito da variedade da vida nos oceanos e nas maravilhas do mundo flutuante, como o plâncton e uma variedade de outros organismos que são essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos. Através destes múltiplos logotipos, o conceito gráfico retrata os temas-chaves como a diversidade, o respeito e a tolerância.

63ª edição do Festival Eurovisão da Canção 2018

Lista de países e televisões de serviço público, que fazem parte da UER, que participam em 2018 no Festival Eurovisão da Canção em Lisboa:

Albânia (RTSH)

Arménia (AMPTV)

Austrália (SBS)

Áustria (ORF)

Azerbaijão (ICTIMAI TV)

Bielorrússia (BTRC)

Bélgica (VRT)

Bulgária (BNT)

Croácia (HRT)

Chipre (CYBC)

República Checa (CT)

Dinamarca (DR)

Estónia (ERR)

Finlândia (YLE)

França (FT)

Alemanha (ARD/NDR)

Geórgia (GPB)

Grécia (ERT)

Hungria (MTVA)

Islândia (RUV)

Irlanda (RTE)

Israel (IPBC/KAN)

Itália (RAI)

Letónia (LTV)

Lituânia (LRT)

Malta (PBS)

Moldávia (TRM)

Montenegro (RTCG)

Holanda (AVROTROS)

Noruega (NRK)

Polónia (TVP)

Portugal (RTP)

Roménia (TVR)

Rússia (C1R)

San Marino (RTV)

Sérvia (RTS)

Eslovénia (RTVSLO)

Espanha (TVE)

Suécia (SVT)

Suíça (SRG/SSR)

Ucrânia (UA:PBC)

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Rock in Rio Lisboa já tem preços

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.10.17

A próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que acontece nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018, terá dois tipos de passes especiais para o fim de semana, com valores de 99 euros e 117 euros.

"Vamos fazer dois movimentos para oferecer este passe de fim de semana, um deles será um pouco mais barato. Ambos serão vendidos em quantidade limitada", explicou.

Elencando as principais novidades do próximo Rock in Rio Lisboa, a diretora reafirmou que o festival terá cinco bandas no Palco Mundo e mais horas de evento.

A Rock Street manterá o tema de África, também fica no festival a praça de alimentação inspirada no mercado da Ribeira, porém, diferentemente do que aconteceu no Brasil, este espaço gastronómico será montado a céu aberto.

Outra novidade é o Distrito Pop, que mesclará diferentes aspetos culturais e atrações

Fazendo uma avaliação da 17ª edição do Rock in Rio, Roberta Medina disse que a organização teve um retorno muito positivo do público.

"A nova cidade do Rock foi 1000% aprovada, as pessoas estavam muito felizes e a infraestrutura foi muito mais cómoda (...). O público viveu a experiência de parque temático, que era a nossa proposta. Todos os novos conteúdos foram muito bem aceites", afirmou.

Falando sobre a onda de violência que assusta a população do Rio de Janeiro, principalmente após o recrudescimento dos conflitos na Rocinha, maior favela da cidade, Roberta Medina avaliou que o festival não foi comprometido.

"Não prejudicou em hipótese nenhuma. Acho que [o Rock in Rio] fortaleceu a mensagem de que existe um Rio de Janeiro possível desde que se esteja provendo segurança e as condições mínimas para que as pessoas possam dar o seu melhor", apontou.

"É muito chocante o contraste do que aconteceu aqui dentro e do que está acontecendo na cidade (...). Num ambiente hostil, as pessoas são hostis, num ambiente acolhedor, a reação é diferente. Acho que as pessoas saíram com uma esperança renovada e com a energia recarregada do Rock in Rio", concluiu Roberta Medina.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Image result for agenda cultural de castelo branco

O cantautor espanhol Patxi Andión e a banda portuguesa de heavy metal Mooonspell são os destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o quarto trimestre do ano, onde se destaca ainda o bailado clássico Quebra Nozes.

O cantautor espanhol Patxi Andión apresenta, no dia 02 de novembro, a partir das 21:30, no Cineteatro Avenida de Castelo Branco, o espetáculo “Zeca no Coração”.

“Após oito anos de edição trimestral ininterrupta, a agenda municipal Cultura Vibra chega à sua edição número 33, com o histórico Patxi Andión na sua capa. Este é um dos destaques da edição que marca o Outono”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Patxi Andión tem uma relação longa e profunda com Portugal, que remonta a 1969 e que passa pelo programa televisivo Zip Zip e pelo poeta José Carlos Ary dos Santos, que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nas suas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a língua de Camões e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere e sublinha que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento.

Os albicastrenses vão ter agora a oportunidade de ouvir uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa.

A agenda Cultura Vibra inclui ainda um vasto e diversificado conjunto de manifestações culturais que se desenrolam ao longo dos três últimos meses do ano.

“Como é habitual, muitos motivos de interesse, para os mais diversos públicos”, refere o autarca.

No campo musical, decorre no dia 11 de novembro, às 21:00, no Cineteatro Avenida, o XI Festival Internacional de Tunas Universitárias e, no dia seguinte, 12 de novembro, a partir das 19:00, a banda portuguesa de heavy metal Moonspell atua no mesmo palco, sendo que a primeira parte do concerto está a cargo da banda Bizarra Locomotiva.

No dia 17 de dezembro, pelas 17:00, o Russian Classical Ballet sobe ao palco do Cineteatro Avenida, para apresentar o bailado clássico “Quebra-Nozes”, que narra a história de uma menina que sonha com um príncipe, um Quebra-Nozes.

A interpretação está a cargo da prestigiada companhia de Russian Classical Ballet, de Moscovo, liderada por Evgeniya Bespalova e composta por um elenco de estrelas do ballet russo.

A agenda Cultura Vibra apresenta ainda um conjunto vasto de outras iniciativas como teatro, exposições fotográficas, cinema entre outras que decorrem ao longo dos últimos três meses do ano.

In: beiranews.pt

Autoria e outros dados (tags, etc)

BOOM Festival: Bilhetes para a edição de 2018 estarão à venda já em outubro

19 de outubro é a data em que serão colocados à venda os ingressos para o Boom Festival 2018 .

Como todos os anos, o sistema de preços é determinado por várias condições. Alguns são princípios subjacentes que permaneceram os mesmos durante anos, como ajustar os preços a economias específicas para dar a todos uma chance, compartilhar receitas com projetos paralelos e o próprio Boomland, ter um país convidado e não acreditar no crescimento como fator de sucesso.

A organização alerta  que em 2018, "permaneceremos com uma capacidade limitada".

Para a próxima semana são esperadas mais novidades, nomeadamente, o preços de ingresso, país convidado e embaixadores do Boom.

Autoria e outros dados (tags, etc)

RTP divulga lista dos 26 compositores do Festival da Canção de 2018

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.10.17

A lista de 26 compositores das canções participantes na próxima edição do Festival da Canção, cuja grande final será a 4 de março, no Pavilhão Multiusos de Guimarães, foi anunciada pela RTP.

Em comunicado, a estação pública referiu que "lançou um convite a 22 compositores para que apresentassem uma canção original inédita", conforme a matriz do último ano, no evento que culminou com a vitória de Salvador Sobral, com a interpretação do tema "Amar Pelos Dois", composto pela sua irmã, Luísa Sobral.

Assim, a lista de compositores selecionados pela RTP inclui Aline Frazão, Armando Teixeira, Benjamim, Bruno Cardoso, Capicua, Diogo Clemente, Diogo Piçarra, Francisco Rebelo, Fernando Tordo, Isaura, João Afonso, Jorge Palma, José Cid, JP Simões, Júlio Resende, Mallu Magalhães, Miguel Ângelo, Francisca Cortesão, Nuno Rafael, Paulo Flores, Paulo Praça e Tito Paris.

Aos 22 selecionados pela estação pública juntam-se dois autores que responderam a um concurso aberto a submissões, promovido pela Antena 1 - Peter Serrado e Rita Dias - sendo que o cantor que deu voz a "Amar Pelos Dois" teve, igualmente, direito à escolha de um compositor para integrar a lista: Janeiro.

No total, foram recebidas 346 candidaturas para o concurso aberto, tendo sido escolhidas por um painel de jurados com presidência do jornalista António Macedo, aliado à vocalista da banda Amor Eletro, Marisa Liz, a Miguel Guedes, dos Blind Zero, Iolanda Ferreira e João Gobern.

De entre os 26 compositores da lista, encontra-se também Daniela Onis, selecionada pelo júri do programa "Master Class" da mesma estação de rádio, presidido por Tozé Brito, acompanhado de figuras como Ricardo Soares e Rui Pêgo, diretores da Antena 1, para além de Noémia Gonçalves.

O Festival da Canção de 2018 contará com duas semifinais, cada uma com 13 canções em competição, sendo apurados sete intérpretes em cada evento - a 18 e 25 de fevereiro - no Estúdio 1 da RTP, em Lisboa, sendo que os intérpretes ainda estão por revelar.

Nesse momento serão escolhidos os 14 finalistas que marcarão presença no Pavilhão Multiusos, em Guimarães, com vista a apurar o representante de Portugal no Festival da Canção de 2018, a realizar-se em Lisboa, no dia 12 de maio do próximo ano.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Banda da Covilhã - Festival da Cherovia. 21 a 24 SET.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.09.17

Foto de Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Rock in Rio, regressa em 2018 com novidades

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 12.09.17

Rock in Rio, regressa em 2018 com novidades

O festival Rock in Rio regressa ao Parque da Bela Vista nos dois últimos fins de semana de Junho.

Segundo a organização haverá novos espaços de diversão que trarão à Cidade do Rock, as principais tendências da actualidade, reforçando assim a aposta do Rock in Rio em Portugal.

“A 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa tem data marcada para os dias 23, 24, 29 e 30 de Junho 2018 e promete transformar, uma vez mais, o Parque da Bela Vista num gigante palco de experiências, com uma programação surpreendente que combina o melhor do entretenimento”. Refere a nota de imprensa.

Além de novas datas, a organização revela que o evento terá, na sua próxima edição, mais horas de diversão diária, com a Cidade do Rock a abrir as suas portas pelas 12:00 e a fechar às 02:00, e novos espaços, com novos conteúdos.

“Não só estamos de regresso a Lisboa para mais uma grande edição do Rock in Rio, como estamos a reforçar a nossa aposta em Portugal, investindo em novos formatos de entretenimento que vão ao encontro daquilo que são as áreas de interesse do nosso público”, afirma Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio.

Com o objectivo de expandir a sua oferta de diversão dentro do recinto, “o Rock in Rio prepara-se para introduzir, na Cidade do Rock, novas áreas e novos palcos, dedicados a algumas das principais tendências da actualidade”.

“Um espaço que celebra a cultura pop e os seus principais ícones, um palco dedicado aos fenómenos digitais que traz um pouco do mundo online para o offline, uma nova área de gastronomia e uma nova Rock Street que viaja até às origens da música” são algumas das novidades que marcarão a 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa.

Tendo como base a estratégia de marca que tem vindo a ser desenvolvida ao longo dos últimos anos – estratégia essa que premeia a criatividade, a capacidade de sonhar e o empreendedorismo (valores inerentes ao Rock in Rio desde o seu nascimento, em 1985) -, a organização do evento anuncia novos formatos de diversão que prometem trazer à Cidade do Rock experiências únicas com a mesma qualidade que é habitual no Rock in Rio.

“O Rock in Rio é reconhecido por ser um local privilegiado de experimentação. A cada edição vivemos momentos históricos de interação entre o público e os artistas, fazendo daqueles espetáculos absolutamente únicos e de arrepiar. (...) O que leva estas pessoas ao festival é o clima de festa, proporcionado pelo grande ‘parque temático da música’ em que ele se tornou, com inúmeras experiências dentro do mesmo espaço, associadas à qualidade dos serviços e das infraestruturas oferecidas. E é a pensar nisso que estamos a trabalhar para elevar essa mesma experiência e torná-la ainda mais exclusiva e diferenciadora”, refere Roberta Medina.

Além dos dois grandes palcos do festival e da Electrónica, em Junho de 2018, a Cidade do Rock vai apresentar-se com muitas outras novidades.

Pop District é um quarteirão da Cidade do Rock, com uma cenografia inédita, onde o público vai poder celebrar a cultura pop e os seus principais ícones.

“Este será o novo hotspot dos amantes da cultura pop! É um espaço pensado para celebrar ícones que marcaram a vida de várias gerações, através da arte, da música, dos jogos, do cinema, da dança e muito mais!”, afirma a Vice-Presidente do Rock in Rio.

Falar em “tendências” e não pensar em “digital”, nos dias de hoje é quase impossível. Nesse sentido, o Rock in Rio-Lisboa 2018 vai contar com um novo palco, cuja missão é transpor ícones do mundo online para o ambiente offline.

Ao longo dos quatro dias do evento, o Digital Stage vai receber grandes fenómenos do entretenimento online que trocarão, temporariamente, o ecrã dos PC’s, tablets e telemóveis por um contacto directo e próximo com a sua audiência.

A Rock Street é já um sucesso consolidado junto dos visitantes da Cidade do Rock, que a cada edição encontram nesta rua manifestações artísticas e performances ímpares, além de se apresentar como um espaço privilegiado de festa onde o público se sente ainda mais envolvido, podendo interagir com o espetáculo e os próprios artistas.

Depois do sucesso da edição 2016, em que o ritmo brasileiro contagiou o público português, a inspiração para a Rock Street 2018 chega do continente africano –inspiração de todos os ritmos e estilos musicais, incluindo o rock e o pop.

“Mais que um espaço dedicado à cultura africana – tão presente e enraizada em Portugal – esta nova Rock Street serve para celebrar a música de uma forma global. Através da arquitetura, dos espetáculos e performances de rua, vamos mostrar como a música africana influenciou todos os estilos musicais presentes nos outros palcos do festival”, afirma Roberta Medina.

A restauração, na Gourmet Square tem vindo a ser uma aposta do Rock in Rio ao longo das últimas edições.

Em 2016, a organização do evento reforçou a oferta nesta área com a introdução de um novo conceito a cozinha de autor. Para 2018, o Rock in Rio vai mais além e prepara uma nova praça de alimentação que permitirá maior conforto aos seus visitantes, disponibilizando cerca de 500 lugares sentados e cerca de 10 food corners, em espaço exclusivo e de acesso controlado.

Algumas das novidades anunciadas para a 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa poderão ser conhecidas nos próximos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de Setembro, na edição do Rio de Janeiro, que poderá ser seguido por todo o mundo através das redes sociais e do site oficial do Rock in Rio-Lisboa. Em Portugal, poderá ainda ser acompanhado na SIC, através de uma cobertura inédita.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Pedro Abrunhosa e Teresa Salgueiro no TMG

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 06.09.17

Concertos de Pedro Abrunhosa e de Teresa Salgueiro, além do Festival Internacional One Man Band, destacam-se na programação do Teatro Municipal da Guarda (TMG) para os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.

O Festival Internacional One Man Band, que coloca em palco músicos que tocam vários instrumentos, vai decorrer nos dias 22 e 23 de setembro, a partir das 22:00, no café concerto do TMG.

No dia 22, uma sexta-feira, atuam Thee Rag N Bone (Escócia), Casuar (Portugal) e Edith Crash (França/Estados Unidos da América) e no dia seguinte, um sábado, Belly Hole Freak (Itália), O Gajo (Portugal) e Dollar Bill (Inglaterra).

Na música, destaque para concertos do sueco Jay-Jay Johanson (dia 13 de outubro), Teresa Salgueiro (28 outubro) e Pedro Abrunhosa & Comité Caviar (27 novembro).

Ainda na música, o público da cidade tem oportunidade de assistir a concertos de Talabarte (14 setembro), 10 000 Russos (15), Louisa Lyne & Yiddishe Kapelye (07 outubro), Trouble Trash (20), Cabeça de Peixe (26), Click (27), Norton (03 novembro), Odaiko & Vanesa Muela (17), Sean Riley & The Slowriders (02 dezembro), entre outros.

O TMG recebe também o espetáculo de contos e música intitulado "Contos e trovões, rezas e galináceos", da Calafrio - Associação Cultural (09 setembro).

No teatro, realce para as peças "Rua da Alegria" pelo Teatro das Beiras (21 outubro), "Jardim Zoológico de Vidro" pelos Artistas Unidos (04 novembro), "Poetas & Etcetera" pelo Aquilo Teatro (09 e 10 de novembro) e "O homem que não tinha inimigos e outras fábulas fantásticas" pelo Teatro do Calafrio (13 a 16 de dezembro).

A galeria de arte do Teatro da Guarda recebe as exposições "Escura", de Adriana Molder, entre 07 de outubro e 26 de novembro, e de fotografia "Transversalidades", organizada pelo Centro de Estudos Ibéricos (02 de dezembro a 28 de janeiro).

O programador do TMG, Victor Afonso, disse que a programação para os últimos quatro meses do ano inclui 62 sessões, com artistas de oito nacionalidades.

O responsável anunciou também que aquele equipamento vai ter em breve uma nova página na internet e uma nova bilheteira 'online'.

Victor Afonso disse ainda que nos últimos quatro anos (entre 2013 e julho de 2017) a programação do TMG incluiu 794 atividades e teve um total de 102.574 espetadores.

"Parece-me um balanço positivo", assumiu.

O vereador da Cultura da Câmara Municipal da Guarda, Victor Amaral, disse que a programação do TMG para os últimos meses do ano continua a ser "global" e "cada vez mais plural e abrangente", indo ao encontro "de todos os públicos".

Quanto ao balanço dos últimos quatro anos de atividade, referiu que "atesta a aposta política" que o atual executivo fez no equipamento cultural que considera "âncora" e uma referência nacional e internacional.

In: DN

Autoria e outros dados (tags, etc)

Salvador Sobral cancela concertos devido a questões de saúde

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.08.17

O músico português cancelou três concertos "para controlo da sua condição de saúde"

Salvador Sobral cancelou três concertos devido a indicação médica. O músico português emitiu um comunicado no Facebook, em que explicava que terá de parar a sua atividade por alguns dias "para controlo da sua condição de saúde".

O cantor só deverá regressar aos palcos no dia 8 de setembro, no Festival Internacional de Cultura de Cascais.

Desta forma, ficam sem efeito os concertos agendados para o Festival F, em Faro, nos dias 31 de agosto e 01 de setembro, além do concerto em Anadia, no dia 02 de setembro, para o qual será anunciada uma nova data brevemente.

No comunicado o músico agradece ainda a compreensão do público e dos parceiros dos respetivos espetáculos.

Recorde-se que Salvador Sobral, vencedor do Festival da Eurovisão, assumiu sofrer de graves problemas de coração.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Brasileira resgata música dos conventos do Porto

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.08.17

Há quinze anos que a cantora lírica Rosana Orsini segue os passos de compositores dos séculos XVII/XVIII para melhor interpretar as suas partituras. Uma viagem que a trouxe para Portugal, em 2007.

Filha de um engenheiro civil que nem ouvia música, Rosana Orsini começou a ter aulas de piano aos 4 anos, em Vitória, no Brasil, onde nasceu. "Fazia parte de uma boa educação no Brasil, naquela época, que os filhos estudassem algo de música", explica. Mas para ela foi mais forte do que isso. "Dizem que a música é uma vocação como a religiosa, é um chamado a que a gente não consegue fugir."

"Quando quis seguir [os estudos em música], o meu pai entrou em desespero. Demorou um pouquinho, mas depois ele acabou por perceber e aceitar bem." Licenciou-se em música na Universidade de Minas Gerais, no Brasil, de onde saiu com 22 anos, para ir fazer um mestrado em canto lírico em Nova Iorque, na Manhattan School of Music. Aí juntou dois dos seus grandes interesses: música e história. "Durante o mestrado, comecei a apaixonar-me por determinados compositores do século XVIII e queria conhecer os seus percursos. Dentro da minha conceção, só ia conseguir cantar bem determinado compositor se conhecesse o lugar onde ele nasceu, a casa dele, a rua onde andava, a igreja e o teatro onde trabalhava." Foi por isso que em 2004 rumou à Áustria, a Salzburgo, onde frequentou a Mozarteum Summer Academy para percorrer os caminhos de Mozart (1756-1791) e no ano seguinte a Londres, para fazer uma pós-graduação na Royal Academy of Music, seguindo os passos de Händel (1685-1759) e Purcell (1659-1695).

Foi por essa altura também que descobriu uma série de teatros históricos de Minas Gerais, no Brasil do século XVIII. "Isso me fascinava. Como é que numa colónia e numa região de mineração, onde a ideia era mesmo tirar o ouro e trazer para Portugal, foram fundados esses teatros, quem cantava lá, quem assistia?" Para dar resposta a tantas questões, Rosana Orsini decidiu fazer um doutoramento sobre teatros de ópera na América portuguesa. "Comecei na Sorbonne, em Paris, e quando lá estava apercebi-me de que precisava da fonte. Não podia estar a falar da América portuguesa sem conhecer Portugal." Adivinha-se o passo seguinte.

"Em 2007 consegui uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar um ano em Lisboa." Antes, e para conhecer a cidade, planeou uns dias de férias. "Viemos uma semana e me apaixonei. Vim passar férias e nunca mais sai daqui." O plural surge porque nesta data já partilha o interesse com o marido, o organista italiano Marco Brescia. Ainda antes de terminar o doutoramento, em 2011 conhece a sua "grande paixão" quando o maestro brasileiro Ricardo Bernardes a convidou para fazer um concerto. "Deu-me uma partitura absolutamente maravilhosa, muito difícil de cantar, de António da Silva Leite. Perguntei-lhe quem era e se tinha mais músicas." E tinha. Rosana descobriu mais de cem obras do compositor na Biblioteca Nacional, muitas delas escritas para conventos como o de Santa Clara, no Porto, já extinto. Em 2012, mudou-se para a cidade Invicta onde investigou obras desse compositor e outros seus contemporâneos, que escreveram obras por encomenda dos conventos do Porto. O álbum Angels and Mermaids, gravado em 2016, com partituras que pertenciam ao Mosteiro de São Bento de Avé-Maria (atual Estação de São Bento) e do Convento de Santa Clara, resulta dessa investigação.

"Quando me convidam para tocar fora, ofereço dois ou três reportórios, mas coloco sempre o português em primeiro porque acho que tenho um tesouro nas mãos. É um tesouro que quero mostrar ao mundo." A 9 de setembro será partilhado com os espectadores do Festival Espazos Sonoros, em Pontevedra, e a 20 de outubro com o público português, no Ciclo de Concertos de Órgão, no Mosteiro de Santo Tirso.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Penha Garcia recebe 1º Festival de Cavaquinhos. 26 AGO.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.08.17

Idanha-a-Nova: Penha Garcia recebe 1º Festival de Cavaquinhos dia 26

Penha Garcia recebe no próximo sábado, dia 26, o 1º Festival de Cavaquinhos. A abertura está marcada para as 21h00, no recinto ao lado da Junta de Freguesia.

4 grupos de cavaquinhos sobem ao palco: Penha Garcia, Alcáçovas, Coimbra Giroflé e Porto, antecedidos pelo Grupo ‘Amigos da Concertina’ de Castelo Branco.

A organização é d’Os Cavaquinhos de Penha Garcia e conta com o apoio da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e da Junta de Freguesia de Penha Garcia.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Cultura em rede das Beiras e Serra da Estrela

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.08.17

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela está a implementar um pacote de programação designada “Cultura em rede das Beiras e Serra da Estrela” através de uma candidatura aprovada no montante de um milhão e 300 mil euros.

O referido programa contempla animação dos centros históricos dos 15 concelhos da Comunidade intermunicipal, num formato de festival, nas áreas de teatro, dança e música, programadas em rede até 2020. Entre outros, "a iniciativa contempla realização de espectáculos comunitários itinerantes, visitas guiadas e encenadas, promovendo a valorização da cultura, história e costumes do território".

O Conselho Técnico da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela reuniu na Casa da Cultura em Seia para fazer o ponto da situação deste programa, tendo sido nomeado um grupo restrito de trabalho composto por programadores de seis municípios, com coordenação de Mário Branquinho. Este responsável que é também Director do CineEco fez na ocasião a apresentação da proposta de descentralização do festival de cinema de ambiente aos municípios da Comunidade. Foram confirmados os contactos dos municípios para a articulação conjunta da iniciativa tendo em vista articular as acções deste alargamento ao território desta Comunidade Intermunicipal.

O CineEco é um festival organizado pelo município de Seia, que este ano realiza a sua 23ª edição de 14 a 21 de Outubro e que a partir de agora será alargado aos concelhos da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Chk Chk Chk dão três concertos em outubro em Portugal. Um deles no Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.08.17

Chk Chk Chk dão três concertos em outubro em Portugal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O grupo norte-americano !!! (Chk Chk Chk) atua em outubro em Portugal, para concertos em Lisboa, Porto e Fundão, a propósito da apresentação do álbum “Shake the shudder”.

A banda, que cancelou a passagem em agosto pelo festival de Paredes de Coura, agendou agora concertos a 19 de outubro no espaço Lisboa ao Vivo, no dia seguinte no Octógono, no Fundão, e no dia 21 no Hard Club, no Porto.

Tendo já atuado antes em Portugal, os Chk Chk Chk, formados em 1996, contam agora com um novo álbum, o sétimo da discografia e editado em maio passado, “produto das suas raízes punk, mas que também incorpora algumas influências da eletrónica transatlântica”, afirma a promotora em comunicado.

A primeira vez que os Chk Chk Chk atuaram em Portugal foi no verão de 2005, precisamente em Paredes de Coura.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Vodafone Paredes de Coura'17. 16 a 19 AGO.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.08.17

Image result for vodafone paredes de coura 2017

Autoria e outros dados (tags, etc)

"Tais Quais" no Festival Cale & Sangriagosto. 13 AGO, 22h, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.08.17

 Image result for tais e quais

O evento insere-se no Festival Cale & Sangriagosto no dia 13 de Agosto, pelas 22H, no Largo do Calvário, concerto dos "Tais Quais".

O Alentejo ocupa a grande espaço do reportório deste grupo formado por João Gil, Vitorino, Tim, Vicente Palma, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Sebastião. As violas o acordeão, a percussão, quem sabe uma viola campaniça e um coro de arrepiar. Mas, pelo meio, há também Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, que aqui aparece como o anfitrião de um lugar ficcional chamado "A Venda do Isaías", e que partilha as suas pérolas de sabedoria desfiando histórias, anedotas, contos populares.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Image result for Andanças cartaz 2017

Um ano depois do incêndio que destruiu mais de 400 viaturas num parque de estacionamento do Andanças, em Castelo de Vide, o festival regressa hoje ao Alto Alentejo, num formato mais reduzido.

Promovido pela Pédexumbo – Associação para a Promoção da Música e Dança, o festival foi realizado nos últimos anos numa área de 28 hectares nas margens da albufeira de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide, distrito de Portalegre, tendo a organização optado este ano por uma zona “em redor” da vila.

“Este cenário [junto à vila de Castelo de Vide] não tem só a ver com a proximidade a uma população, nem com o que aconteceu (incêndio) no ano passado. Tem a ver com o pensamento que a direção tinha e que era tentar repensar o festival e a sua dimensão”, explicou à agência Lusa a responsável pela coordenação artística e gestão de projetos da Pédexumbo, Marta Guerreiro.

Contando com cerca de 300 voluntários, a 22.ª edição do Andanças apresenta também um formato mais reduzido, tanto em número de dias (entre terça e sexta-feira), como em número de público.

Sem esquecer o incêndio que ocorreu há um ano, a organização do festival afirma-se “solidária” com os lesados, levando a efeito, este ano, uma campanha de angariação de fundos para “ajudar todos aqueles que perderam as suas viaturas e bens”.

“Nós temos estado abraçados a um grupo formal que se juntou, a ´Ajudada`. Este ano, disponibilizamos a nossa caneca, que é uma imagem do festival, oferecemo-la para quem quiser comprar e contribuir para o fundo geral”, disse.

De acordo com Marta Guerreiro, a caneca tem um custo de um euro, estando também à venda mosquetões no valor de 50 cêntimos.

Quanto aos danos do incêndio de 2016, o advogado Pedro Proença, representante de 69 lesados, adiantou à Lusa que já foram recolhidos os comprovativos de pagamento da taxa de justiça de cada um deles e que estão a ser ultimados os pormenores para interpor, “ainda este mês”, uma ação em tribunal contra a organização do evento e município de Castelo de Vide.

De acordo com o advogado, a ação pretende reivindicar indemnizações de cerca de 800 mil euros por danos patrimoniais e cerca de 600 mil por danos morais.

“Houve um período relativamente longo de espera para conhecer o resultado do inquérito crime (quase seis meses) e foi complicado informar todos os lesados sobre o que se iria passar, tendo as pessoas muitas dúvidas em relação aos custos, houve sessões de esclarecimento e só agora essa fase foi concluída”, disse.

O Ministério Público (MP) anunciou a 02 de fevereiro deste ano o arquivamento do inquérito ao incêndio que ocorreu a meio da tarde do dia 03 de agosto de 2016, pouco antes das 15:00, tendo as chamas atingido total ou parcialmente 458 viaturas num dos parques de estacionamento nas imediações do festival.

O despacho final do MP concluiu que, “realizadas todas as diligências, não foi possível apurar quaisquer indícios que permitissem concluir que o fogo tivesse sido ateado de forma deliberada ou intencional”.

“Também não foi possível recolher indícios que permitissem apurar as circunstâncias concretas em que o mesmo ocorreu, nem a eventual responsabilidade negligente de alguém”, segundo um comunicado do MP, publicado na página da Internet da Procuradoria da Comarca de Portalegre.

O Andanças é um festival onde o público deixa a típica postura de espetador para assumir um papel ativo, participando nas oficinas e atividades que preenchem cada dia.

Este ano, entre os vários espaços programados, incluindo um mercado de artesanato, destaca-se o recinto do festival, no antigo campo de tiro, com três palcos de bailes e oficinas, o espaço crianças e famílias e o espaço das atividades paralelas, assim como várias áreas ´lounge` e um bar.

Para “estreitar laços” com a comunidade local, está prevista uma programação aberta e gratuita, que acontece no coreto do jardim público, no Cineteatro Mouzinho da Silveira, na Igreja de São Francisco, nas ruas da vila e também na aldeia de Póvoa e Meadas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Festival da Juventude e da Natureza. 12 a 14 AGO, Manteigas.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.08.17

Foto de The Sweet Childreen.

De 12 a 14 e Agosto serão promovidas iniciativas particularmente dirigidas aos mais jovens, não faltando música, desporto, descoberta e diversão.

O Festival da Juventude e da Natureza de Manteigas recebe participantes que "poderão desfrutar das maravilhas do Parque Natural da Serra da Estrela com actividades em espaço aberto. Poderão assistir a sessões de cinema e teatro também ao ar livre. Em complemento, a música será uma constante do Festival".

Pretende-se que o Festival "mobilize pessoas de toda a Região e promova dois valores fundamentais: a natureza e os jovens" refere a Câmara de Manteigas que espera receber "cerca de 2500 pessoas" neste Festival da Juventude e da Natureza de Manteigas de 12 a 14 de Agosto.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Serranices - 4 a 6 AGO, Unhais da Serra

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.08.17

Foto de Serranices.

O Festival das Serranices está de volta, de 04 a 06 de Agosto 2017 em Unhais da Serra!
Caminhadas | Actividades desportivas | Animação de rua | Workshops | Música
Junta-te a esse evento que reúne todos os Unhaesens com boa música, animação de rua, produtos regionais, artesanato e muito boa disposição.

Autoria e outros dados (tags, etc)



Mais sobre mim

foto do autor


Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

.

Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

.

Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

.

Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

.

Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

.

17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio