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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

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Sara Tavares voltou e canta feliz como um puto atrás da bola

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.10.17

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e que cantou mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Fitxadu aparece depois de oito anos sem um disco, quando a vontade de cantar regressou, e com uma doença que lhe poderia ter tirado a voz pelo meio. Então juntou-se a Paulo Flores ou Toty Sa"Med para fazer música como "Eusébios e Pelés".

Quase deixámos de poder ouvir Sara Tavares. "Não queria fazer música, estava desmotivada, fiquei muito cansada com as tournées, não tinha vida. Sonhei muito com isto, fiz isto, e agora via-me do outro lado, a olhar para cá. Pensava que podia compor para outros, produzir, também vivi no campo, dois anos. Dar a cara tira muita energia, dares de ti, da tua vida verdadeira: sai-te mesmo da pele." Além disso, um tumor benigno que lhe apareceu (e depois reapareceu) no cérebro poderia ter-lhe roubado a voz. "Pensei que podia ser massagista, agricultora, tenho outros talentos. Houve uma parte quando estive doente em que havia a eventualidade de poder deixar de usar a fala. Podia sempre escrever, desenvolver a parte de compor."

Sara Tavares tem agora 39 anos. O país conheceu-a era ela uma miúda de 15 anos que vivia em Almada e queria ser como a Whitney Houston: "bonita, generosa, e rica". Foi a cantar uma música de Whitney que venceu o programa televisivo Chuva de Estrelas. Ri-se quando lhe lembramos esses adjetivos e fala da América, "única terra em que via os negros a serem bem-sucedidos. Olhava para aqui e só via o Eusébio, não havia outros negros na televisão." Sara, como quase toda a gente, demorou a chegar à sua pele. Agora que chegou, canta tudo isso num elétrico, feliz, urbano, e dançável Fitxadu, pelo qual esperámos oito anos. E quando, na Casa Independente, apareceu a dançar num concerto para amigos com Onda de Som, que abre o disco, dizia-se nervosa, pois havia quase um ano que não subia ao palco.

Em Fitxadu compôs, cantou e tocou com Paulo Flores, Toty Sa"Med , Loony Johnson, os ex-Buraka Som Sistema Kalaf Epalanga, João Pires, ou Conductor, ou o rapper Virgílio Varela; momentos em que, escreve no booklet do álbum, "andamos ali a correr como putos atrás da bola, e somos todos Eusébios e Pelés". Perguntamos-lhe o que é isso, e ela refere "aquelas fotografias das revistas de música" em que vemos Bob Marley ou Mick Jagger em plena sintonia com o seu público. E continua: "É aquela zona da alegria, do êxtase. Teres o som a passar por ti e passares a bola para outro, é um prazer indescritível."

O que a fez regressar? "Sempre que vejo uma pessoa a passar num carro e a curtir a música." E, claro, depois existem as músicas, que, conta ela na sua voz muito calma, vão aparecendo. Sara agarra no telemóvel e mostra a aplicação Dictaphone. Passa por uma lista enorme onde vemos passar Coisas Bunitas, que faz parte do álbum. Paramos em janeiro de 2016 e Sara põe a tocar uma canção que fez com os rappers Beware Jack e Double (Virgílio Varela) e que não terminaram.

A música de uma Lisboa africana

Em tempos ela disse-se portuguesa, depois cabo-verdiana, e ainda afro-portuguesa; hoje, quando é preciso dizer de onde vem, Sara diz-se "lisboeta, com muito orgulho". Filha de cabo-verdianos, só conheceu o país depois de ter vencido o Chuva de Estrelas, e só então começaria a falar o crioulo (que já entendia) em que canta ao longo de quase todo o Fitxadu. "Acho que a pessoa ganha mais consciência da sua identidade nascendo num sítio como Lisboa do que às vezes nascendo no Mindelo, Luanda, ou Bissau, porque está tão adquirido ali." Não é por acaso que este seu álbum, muito mais do que Xinti (2009), é um reflexo dessa Lisboa que vai do seu centro até Galinheiras, Cova da Moura, ou Barreiro. "Tem muito dessa Lisboa, e eu quero conhecer mais. Há muitos quartinhos ali a pulsar música."

Quando lhe perguntamos como vai evitar cair de novo numa espiral de tournées que lhe o tirem o tempo para viver, Sara explica que o panorama da chamada world music mudou: "Já não é uma descoberta. Agora estamos a viver um revival da música eletrónica, urbana. Acho que estamos mais em sintonia uns com os outros, porque eu senti-me discriminada quando estava a fazer o circuito da world music. Via-me sempre a dar palestras sobre a história da lusofonia, às vezes a cantar mornas, não porque me apetecia. Às vezes só me faltava ir fazer a cachupa e o bacalhau para servir no fim dos concertos."

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e aquela que cantava mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Na música que dá nome ao álbum, Fitxadu, canta em crioulo algo como "as coisas boas do mundo não têm corte, estão fechadas aqui no meu peito". "É uma coisa forte: abraço fitxadu. Aquela amizade que eu tenho por ti guarda fitxada." Diz-vos ela.

In: dn.pt

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A Charamela da Universidade de Coimbra, sob direção do maestro Francisco Relva Pereira, edita o seu primeiro CD, que inclui composições dos séculos XVI e XVII, além do “Hino Académico” oitocentista, de José Medeiros.
A existência deste agrupamento musical remonta ao século XV, mas “grande parte do repertório [mais antigo] desapareceu”, existindo todavia “algumas peças dispersas que se encontram na Biblioteca Geral” da instituição, disse à agência Lusa Francisco Relva Pereira. Entre as peças do repertório histórico, foi identificada uma do português José Maurício (1752-1815), da Universidade de Coimbra.

Na música antiga, charamela correspondia a um instrumento de sopro, de madeira, antepassado dos atuais clarinetes. Para o CD, editado pela Framart, da Associação António Fragoso (AAF), foram gravadas 22 obras de diferentes compositores europeus, sobretudo da Renascença tardia e do Barroco inicial (séculos XVI, XVII), mas também da síntese mais tardia do século XVIII (Georg Frideric Handel e Johann Christian Bach), além do “Hino Académico”, de autoria de José de Medeiros (1827-1907).

A atual Charamela da Universidade de Coimbra é composta por dez músicos. Segundo o maestro, “esta é a forma mais tradicional” do agrupamento, “que se mantém desde os primórdios do século XX”, semelhante à existente no século XIX.
A Charamela foi no entanto reorganizada em 2015, com a atual composição, depois de ter sido composta por um grupo de músicos recrutados na Banda do Exército, estacionada em Coimbra, entre meados da década de 1990 e 2006, e por um quinteto (dois trompetes, dois trombones e uma tuba), de 2006 a 2015, “o que quebrou a tradição”.

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Rui Massena integra compilação da Deutsche Grammophon

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.09.17

Rui Massena integra compilação da Deutsche Grammophon 

Rui Massena integra Expo I, uma compilação da Deutsche Grammophon com os mais importantes compositores contemporâneos, onde estarão também temas de Max Richter, John Cage, Jóhann Jóhannsson ou Ludovico Einaudi

A 29 de Setembro chega ao mercado "Expo 1", uma nova compilação da Deutsche Grammophon que reúne num duplo CD alguns dos mais importantes compositores contemporâneos, entre eles o maestro português Rui Massena, que neste disco estará lado a lado com nomes como Ludovico Einaudi, Max Richter, Jóhann Jóhannsson ou John Cage.

Rui Massena recebe assim o reconhecimento como um dos grandes compositores do actual panorama da música clássica.
Rui Massena vai estar nesta compilação com a composição "Valsa", que faz originalmente parte do álbum "Ensemble" (2016), gravado com a Czech National Orchestra, e que chegou ao 1.º lugar do top nacional de vendas.

"Expo 1" reúne uma série de compositores e intérpretes que não mais se regem por trâmites rígidos do que significa a música erudita.

"Expo 1" apresenta assim as vozes mais importantes do panorama actual da composição pós-minimalista, onde a música contemporânea clássica e vários estilos de música popular alternativa colidem”.

O resultado é um caleidoscópio fascinante de estilos e abordagens musicais individuais, tanto na composição como na interpretação.

Jonny Greenwood, Hauschka, Philip Glass, Ólafur Arnalds são outros dos compositores representados em "Expo 1" ao lado do português Rui Massena.

"Berlin by Overnight CFCF Remix", de Max Richter, interpretada pelo violinista Daniel Hope e o contrabaixista Jochen Carls é editada pela primeira vez em CD nesta compilação.
"Expo 1" irá estar também disponível num LP com 14 temas seleccionados a partir do alinhamento do duplo CD, mas também em formato digital e em streaming.

Rui Massena continua em digressão pelo país e já em Novembro próximo estreará o novo espectáculo - Rui Massena Band - no Misty Fest, em Lisboa e Porto.

02 de Novembro: CCB, Lisboa - Misty Fest [bilhetes]

11 de Novembro: Casa da Música, Porto - Misty Fest [bilhetes]

05 de Dezembro: Conservatori Del Liceu, Barcelona, Espanha

16 de Dezembro: Convento São Francisco, Coimbra

26 de Janeiro - Theatro Circo, Braga

03 de Março - Teatro Micaelense, Ponta Delgada

In: Jornal Hardmúsica

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Concerto de Rodrigo Pinheiro na Moagem. 1 SET, 21h30.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.08.17

Foto de Município do Fundão.

A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão recebe no próximo dia 1, sexta-feira, às 21:30h, o concerto a solo do pianista Rodrigo Pinheiro.
Este concerto, com entrada gratuita, será o resultado de uma residência que o pianista irá realizar, de 28 de agosto a 1 de setembro, na Moagem e cujo objetivo é a gravação do seu primeiro disco a solo.
Rodrigo Pinheiro nasceu na Covilhã em 1973, começou a estudar piano aos 5 anos no Conservatório de Música da Covilhã e mais tarde no Conservatório de Música de Lisboa. Partindo de “uma abordagem intuitiva à improvisação e exploração tímbrica do piano na sua abordagem mais clássica e pela utilização de técnicas extensivas, a sua música caracteriza-se pela energia, polirritmia e contrastes, tendo para isso contribuído os vários workshops de improvisação e composição em que participou com músicos como Carlos Zíngaro, Peter Kowald, Gunther Muller e Patrick Brennan”.
Em 2010, juntamente com Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini, formou o *RED* trio, que tem sido o seu principal projeto nos últimos anos, com oito álbuns editados em editoras como a Clean Feed e Nobusiness Records. É, também, membro do quarteto *Clocks & Clouds*.
Tocou com músicos como Hernâni Faustino, Gabriel Ferrandini, Per Anders Nilsson, John Zorn, Nobuyasu Furuya, Nate Wooley, John Butcher, Lotte Anker, Joe McPhee, Keir Neuringer, Rodrigo Amado, Ernesto Rodrigues, José Oliveira, Nuno Torres, Ricardo Jacinto, Blaise Siwula, Nuno Rebelo, Jason Stein, Hiroshi Kobayashi, Cristin Wilboltz, Pedro Sousa, Albert Cirera, Gerard Lebik, Piotr Damasiewicz, João Camões, Miguel Mira, Luís Vicente, Marco Franco, entre muitos outros.

Tem tocado e gravado em países como Portugal, Estados Unidos da América, Holanda, Alemanha, Áustria, Polónia, Noruega, Sérvia, Roménia, Lituânia e Rússia.

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O novo álbum dos portugueses Moonspell, "1755", numa relação com o terramoto, a ser editado a 03 de novembro, é totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado, disse à Lusa o vocalista Fernando Ribeiro.

Gravar um álbum totalmente cantado em português, ao fim de 25 anos de carreira, "foi uma decisão artística, como tudo nos Moonspell". "A razão foi extremamente simples. O disco liricamente é sobre Lisboa, sobre o que aconteceu na cidade [o terramoto de 1755] e sobre o que aconteceu em Portugal. Utilizamos não só expressões idiomáticas portuguesas, como muitas vezes dizemos Lisboa e Portugal e não queríamos dizer isso em inglês", explicou Fernando Ribeiro em declarações à Lusa.

Nas letras há muitos "nomes e coisas de cá, tipicamente portuguesas", daí a banda recorrer, "pela primeira vez, de forma absoluta, ao português como língua para um disco". "Na nossa cabeça faz todo o sentido", disse.

O disco sai em novembro e o primeiro 'single', assim como o respetivo vídeo, deverá ser divulgado em setembro.

In: Lusa

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Chk Chk Chk dão três concertos em outubro em Portugal. Um deles no Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.08.17

Chk Chk Chk dão três concertos em outubro em Portugal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O grupo norte-americano !!! (Chk Chk Chk) atua em outubro em Portugal, para concertos em Lisboa, Porto e Fundão, a propósito da apresentação do álbum “Shake the shudder”.

A banda, que cancelou a passagem em agosto pelo festival de Paredes de Coura, agendou agora concertos a 19 de outubro no espaço Lisboa ao Vivo, no dia seguinte no Octógono, no Fundão, e no dia 21 no Hard Club, no Porto.

Tendo já atuado antes em Portugal, os Chk Chk Chk, formados em 1996, contam agora com um novo álbum, o sétimo da discografia e editado em maio passado, “produto das suas raízes punk, mas que também incorpora algumas influências da eletrónica transatlântica”, afirma a promotora em comunicado.

A primeira vez que os Chk Chk Chk atuaram em Portugal foi no verão de 2005, precisamente em Paredes de Coura.

 

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Diabo a Sete no “Verão em Alta” na Guarda 

Diabo a Sete que estado em digressão nacional vai ao “Verão em Alta na Guarda” apresentar o seu mais recente disco “Figura de Gente“.

Com uma sonoridade muito própria, Diabo a Sete inspira-se na tradição musical para criar o seu reportório de temas originais com roupagens contemporâneas, em que a sinergia do grupo faz de cada concerto uma festa de celebração da música portuguesa.

Na próxima sexta-feira, dia 21 de Julho, o grupo dará um concerto nos claustros do Paço da Cultura da Guarda, pelas 22:00, no âmbito do programa “Verão em Alta”, organizado pelo município.

Uma iniciativa para todos os públicos e de entrada livre.

In: Hardmúsica

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Salvador Sobral e os Norton na agenda cultural do trimestre em Castelo Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.07.17

Salvador Sobral e os Norton na agenda cultural do trimestre em Castelo Branco 

Concertos com Salvador Sobral e os Norton são destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o terceiro trimestre do ano, período que inclui ainda uma iniciativa onde contadores de histórias dinamizam sessões em espaços emblemáticos da cidade.

A agenda Cultura Vibra, inclui ainda um conjunto vasto de iniciativas culturais para todos os gostos, desde sessões com contadores de histórias, exposições, espétáculos variados, entre os quais de música, sendo uma agenda cultural sempre com o verão em mente e privilegiando os espaços ao ar livre.

"Esta agenda corresponde também ao período de estreia de espetáculos por grupos sediados no concelho, como é o caso dos Tramédia, Terceira Pessoa e Pé de Pano, bem como mais dois concertos pelo João Roiz Ensemble e uma apresentação especial dos Norton, na Devesa.

Mais uma vez, está aqui bem patente a dinâmica cultural de base local, um dos principais eixos da nossa estratégia”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Salvador Sobral sobe ao palco do Cineteatro Avenida no dia 15, a partir das 22:00, para dar um concerto e apresentar o seu disco de estreia “Excuse Me”.

Nos dias 28 e 29, às 22:45, regressam as Noites Azuladas no Cargaleiro, com o jazz em destaque, no anfiteatro situado junto ao museu dedicado ao mestre, na Praça Manuel Cargaleiro.

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Rodrigo Serrão apresenta “Stick to the Music” em Lisboa, Covilhã e no Algarve 

Rodrigo Serrão, o primeiro músico português a utilizar um “chapman stick”, apresenta o seu primeiro álbum a solo na quarta-feira, em Lisboa, ponto de partida para uma digressão por cinco palcos.

Quarta-feira, Rodrigo Serrão apresenta o seu álbum “Stick to the Music”, na Associação José Afonso, num concerto de homenagem a José Afonso (1929-1987), que conta com a participação da cantora Fernanda Paula, que faz parte do projeto discográfico.

Na quinta-feira, Rodrigo Serrão atua na Feira de São Tiago, na Covilhã, na Beira Baixa.

Editado em março último, o álbum “Stick to the Music” é constituído por 12 temas, no qual pela primeira vez um músico português utiliza o “chapman stick”, instrumento criado pelo músico de jazz Emmett Chapman, nascido há 80 anos nos Estados Unidos, embora o primeiro português a ter um tenha sido o músico Ricardo Mendes, “stickista” do Porto.

Sobre este trabalho discográfico, o compositor e produtor explicou que partiu do repertório clássico e de peças tradicionais de raiz europeia, propondo “um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música”.

“Stick to the Music” é também o primeiro CD em que Rodrigo Serrão dá a conhecer a sua voz, logo no primeiro tema, “Hei-de Amar-te a Vida Inteira”, cuja interpretação partilha com Fernanda Paula.

Em declarações à agência Lusa, Rodrigo Serrão afirmou que “a reação do público ao CD tem sido fantástica” e constituiu uma “surpresa” para si.

“Começou por ser uma brincadeira, mas tem sido em crescendo a procura de concertos, e as pessoas têm curiosidade pelo ‘chapman stick’, e por outro lado, gostam de ouvir dizer poesia, que é algo que temos de memória, mas que parecia hoje em dia um pouco arredado da cena musical”, disse.

“O sucesso assusta um pouco por ter sido tão rápido”, referiu.

No dia 31 de julho, Rodrigo Serrão atua no espaço Duetos da Sé, em Lisboa, no dia 09 de agosto, na FNAC do Algarve Shopping, na Guia, em Albufeira, e, no dia seguinte, na FNAC do Fórum Algarve, em Faro.

Sobre este trabalho discográfico, o compositor e produtor explicou que partiu do repertório clássico e de peças tradicionais de raiz europeia, propondo “um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música”.

Maria Ana Bobone, Joana Pessoa e André Peres são outros dos convidados de Rodrigo Serrão que participam neste CD, que, segundo o músico, “é para as pessoas que [com ele] se atiram no escuro quando tudo é incerteza e ainda nada se sabe”.

O álbum inclui, entre outros temas, “Canção de Alcipe” (Armando Rodrigues/Afonso Corrêa Leite), “Dança Palaciana” (Carlos Paredes), “Um Bom Dia” (Rodrigo Serrão) e a canção tradicional irlandesa “Saddle the Pony”.

Com 25 anos de carreira, músico, letrista e produtor, Rodrigo Serrão começou os estudos musicais aos sete anos, tendo-se iniciado na flauta transversal, no Conservatório de Coimbra, e estudado guitarra, baixo, piano e ainda contrabaixo.

Sobre a escolha do repertório do álbum, Rodrigo Serrão afirma: “Há algo que reconhecemos sempre neste sentir português… Não se reduz às características de uma linguagem musical e está muito para lá dos instrumentos que a tocam. Na verdade está em todo o lado: na terra, na água, nos silêncios, nos olhares e nas palavras e, para nós, traduz-se sobretudo entre pausas, na escolha segura de certas notas”.

Sendo este o seu primeiro CD a solo, o músico participou em mais de 100 discos com nomes como José Cid, Paulo de Carvalho, Anabela, Romana, Vicente da Câmara, Pedro Barroso, o agrupamento Rouxinol Faducho, Mikkel Solnado, Dulce Pontes e Maria Ana Bobone, com quem realizou uma parceria, em 2011, acompanhando-a ao piano na interpretação de fados.

In: Lusa

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Concerto de João Caetano na Moagem. 16 JUN, 21h30.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.06.17

Concerto de João Caetano na Moagem 

A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão, vai receber no dia 16 de junho, às 21.30h, o concerto de João Caetano, percussionista da bande de jazz britânica “Incognito”.

João Caetano estreia o projeto a solo em português, com o lançamento de EP e vários showcases. O EP de três faixas tem o nome do músico e será distribuído digitalmente pela Sony Music.

Nascido em Macau, onde completou o Conservatório de Macau na disciplina de violino, partiu com uma bolsa para Inglaterra, onde embarcou numa nova aventura e escolheu a percussão.

Acumulou um percurso musical amplo e variado com os Incognito, tendo já colaborado com nomes incontornáveis do panorama internacional da música, o caso de Chaka Khan, Mario Biondi, Anastasia, Leona Lewis, Jessie J e Dione Bromfield.

O novo projeto assenta numa cultura de “preservação da tradição popular Portuguesa”, reinventa a tradição e valoriza a estética moderna, levando a palco temas originais e uma variedade de instrumentos onde se incluem os bombos, a guitarra portuguesa e instrumentos chineses.

O EP, que também tem produção do músico, foi gravado, misturado e masterizado pelo britânico Mo Hausler no Livingstone Studios, em Londres, e conta com as participações especiais de músicos do atual panorama do Fado, de Ângelo Freire (Guitarra Portuguesa), de Pedro Soares (Viola de Fado) e de Maria Emília Reis (Voz do Fado), assim como de músicos chineses.

As faixas são “O Poema à Minha Cidade”, “Eterno Farol” e “Vale do Rossio”, as duas primeiras com letra de João Caetano e a última de Paulo Abreu Lima.

Os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira da Moagem e terão o custo de cinco euros.

 

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Ana Bacalhau em "Nome Próprio"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.05.17

Ana Bacalhau, voz da Deolinda, estreia-se a solo com a canção "Ciúme". O primeiro disco sai a 20 de outubro.

Nome Próprio, título do primeiro disco de Ana Bacalhau foi anunciado hoje, ao mesmo tempo que o single Ciúme, com letra e música de Miguel Araújo.

"Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de Nome Próprio. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer", lê-se no comunicado enviado às redações.

Ana Bacalhau escreve Eu e Menina Rabina, ambas com música de Henrique Janeiro. Deixo-me Ir foi escrita e composta pela cantora.

Entre os músicos que participam no disco está José Pedro Leitão, contrabaixista da Deolinda. Estão lá também Luís Figueiredo, no piano e teclados (o mesmo que fez arranjos para a canção vencedora do Festival da Eurovisão, Amar Pelos Dois) Luís Peixoto (cavaquinho), Alexandre Frazão (bateria). No primeiro single, Mário Delgado (guitarra elétrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho) são os músicos convidados.

Cinco canções serão lançadas até 20 de outubro e o álbum ficou disponível em pré-venda desde o passado dia 25 de maio.

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As três Bananarama originais estão de volta

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.05.17

As Bananarama, nos anos 80

 

Quase 30 anos depois, o trio que fez sucesso nos anos 80 anunciou uma digressão no Reino Unido.

A última vez que Siobhan Fahey, Sara Dallin e Keren Woodward atuaram juntas em público foi em 1988, na cerimónia de entrega dos Brit Awards. Pouco depois, aquela que é considerada "a mais importante girl band dos anos 80" pôs fim a uma carreira de quase dez anos, recheada de êxitos como Venus, Shy Boy e Love in The First Degree.

Apesar do sucesso, o grupo, na sua formação original, nunca chegou a fazer uma digressão. Vai acontecer agora. As Bananarama anunciaram o regresso, com uma série de 15 concertos no Reino Unido.

Sobre a reunião, Fahey comentou: "Estou realmente feliz por acontecer sem nenhuma outra razão a não ser o facto de gostarmos umas das outras e daquilo que fizemos. Foram os meus anos formativos, nunca pensei que voltasse a acontecer."

O grupo começou em 1979, em Londres, e foi buscar o nome a duas das suas principais inspirações: a canção Pyjamarama, dos Roxy Music, e a série televisiva The Banana Splits. Sara Dallin e Keren Woodward eram amigas de infância, Siobhan Fahey conheceu Dallin quando ambas estudavam jornalismo de moda e, depressa, se tornaram um trio unido. Todas gostavam de música e de ir aos clubes onde os músicos atuavam, por isso tudo aconteceu muito naturalmente, contaram ao The Guardian. "Todas queríamos ser vocalistas e isso ia contra as regras das bandas", lembra Fahey.

As três cantoras começaram a dar nas vistas quando apareceram com os Fun Boy Three em 1982, e, depois, passaram a atuar em nome próprio, com canções populares como Robert De Niro's Waiting, Cruel Summer (em 1983, chegou ao Top10 nos EUA) ou I Heard a Rumour. Não havia grande preocupação com a imagem do grupo nem com as coreografias, tudo era amador e isso fazia parte do charme delas. Apesar do som pop, a sua atitude tinha mais a ver com punk. Mas, em 1986, com três álbuns já editados e um número 1, Venus, as coisas começaram a escapar ao seu controlo. Wow, lançado em setembro de 1987, foi o quarto e último álbum com aquela formação.

Foi Siobhan Fahey que, descontente com o rumo que a música da banda estava a tomar, decidiu abandonar o grupo, em 1988, e mudar-se para Los Angeles, para casar com Dave Stewart, dos Eurythmics. Dallin e Woodward encontraram uma substituta, Jacquie O'Sullivan e só então deram os primeiros espetáculos. Três anos depois, O'Sullivan saiu e as Bananarama continuaram como duo.

Foi um divórcio doloroso, explicou Fahey. Passou dez anos sem falar com as outras duas, e começou um novo projeto, as Shakespears Sister, com Marcella Detroit. De então para cá, as Bananarama originais voltaram a juntar-se por duas ocasiões: para o programa Eurotrash, em 1998, e para o aniversário do clube londrino G-A-Y, em 2002. Mas foi preciso recuperar a amizade para começar a pensar num verdadeiro comeback.

As Bananarama atualmente

É agora: a digressão arranca a 12 de novembro em Glasgow e termina a 2 de dezembro. Será, diz o site oficial, "a única hipótese para ver Sara, Keren e Siobhan ao vivo no Reino Unido". Para já só há planos para concertos mas Keren Woodward admite que já falaram na hipótese de fazer um novo single.

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Triplo CD "Amália em Itália", com gravações inéditas, chega ao mercado

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.04.17

O triplo CD "Amália em Itália", que revela "a follia per la Rodrigues", em Itália, apresenta, pela primeira vez em Portugal, gravações inéditas da fadista, como "O mia Bella Madunina", disse Frederico Santiago, responsável pela edição.

"Esta edição vem colmatar uma lacuna muito grande, revelando dois LP que Amália gravou, na década de 1970, em Itália, e que nunca conheceram edição portuguesa, um com folclore italiano, 'A Una Terra che Amo' [gravado em estúdio em 1973], e outro gravado ao vivo em Roma, ['Amalia in Teatro', em 1976], e que demonstra o êxito que Amália teve em Itália, que foi mesmo uma loucura", disse à agência Lusa o investigador Frederico Santiago, responsável por anteriores edições da cantora, como "Amália no Chiado" (2014), e "Amália canta Portugal" (2016).

O primeiro CD inclui "A Una Terra che Amo", com canções como "Amor Dammi quel Fazzolettino", "Sora Menica", "La Tarantella", "Canto delle Lavandaie del Vomero" ou "Sant'Antonio allu Desertu".

O CD inclui ainda gravações que Amália fez em Portugal, entre 1967 e 1971, nomeadamente "Coimbra", cantada em italiano, "La Casa in Via del Campo", versão italiana de "Vou dar de beber à dor", de Alberto Janes, que estreou no Festival de Veneza, e ainda "Mio Amor, Mio amor", "Il Mare è Amico Mio", "La Tramontana" (com coro), "Ay che Negra", versão italiana de "Barco Negro", de David Mourão-Ferreira, Caco Velho e Piratini, e dois ensaios da fadista.

O segundo CD é "Amalia in Teatro", gravado ao vivo em Roma, em 1976, editado em Itália em 1978, que também nunca conheceu edição portuguesa. Do alinhamento deste CD fazem parte, entre outros, as "únicas gravação comerciais" de "Mi Carro" e "Dolores", e ainda "Malhão", "Cheira a Lisboa", "Povo que Lavas no Rio", "Porompompero", "O Cochicho" e "Ai Mouraria".

A intérprete, realçou Frederico Santiago, muitas dessas noites cantava apenas dois ou três fados, "mas não lhe retira a importância, pelo contrário". "Era uma espécie de altar que ela fazia, cantava as outras canções e depois havia aquele momento em que cantava o fado e isso era mágico, era quando acontecia mesmo fado".

O terceiro CD é constituído por "gravações inéditas ao vivo em Roma, Palermo, Catânia e Milão, em 1973". Entre elas estão "Lisboa Antiga", "Mi Florero", "Vou Dar de Beber à Dor", "Gaivota", "Vai de Roda Agora", "É ou Não É", que teve uma versão em italiano, "La Filanda", que a cantora Milva gravou, ou ainda "Malhão de São Simão", "Madragoa", "Valentim", "Fado Amália" e "O mia Bella Madunina", esta última, "um inédito absoluto, pois nunca [mais] foi gravada por Amália".

Estas gravações foram encontradas nos estúdios Valentim de Carvalho, onde se mantinham no âmbito de um projeto de documentário realizado por Augusto Cabrita, "O Mundo de Amália", que acabou por não se concretizar, disse Frederico Santiago.

O coordenador desta edição optou por deixar as intervenções do público, para se perceber "o delírio e como [os espetadores] conheciam o repertório da Amália, pedindo canções, como 'Tirana' ou 'Barco Negro'".

Este ano, Frederico Santiago projeta ainda a edição comemorativa dos 50 anos do álbum "Fados'67", também conhecido com o título "Maldição".

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The Gift editam “Altar”, primeiro disco de originais em cinco anos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.04.17

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Os alcobacenses The Gift editam, na sexta-feira, o álbum “Altar”, disco com produção do inglês Brian Eno que vê o grupo retomar os álbuns de originais após a celebração de 20 anos de carreira.

Formados em 1994, em Alcobaça, os The Gift são oficialmente formados por Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro, sendo acompanhados ao vivo e em estúdio por músicos como Mário Barreiros (bateria) ou Paulo Praça (guitarra).

A primeira maquete do grupo, “Digital Atmosphere”, surgiu em 1997, e de lá para cá foram vários os álbuns que o grupo editou: “Vinyl” (1998), “Film” (2001), “AM-FM” (2004), “Fácil de Entender” (2006) “Explode” (2011), “Primavera” (2012) e “20” (2015), este último a assinalar os 20 anos de carreira.

Também em 2015 o grupo lançou o documentário “Meio Caminho de História”, realizado por Nuno Duarte (Jel) e Guilherme Cabral, trabalho que, ao longo de uma hora, apresenta testemunhos e imagens inéditas desde o primeiro concerto da banda, em Alcobaça, até gravações de canções mais recentes.

Entre “Fácil de Entender” (2006) e “Explode” (2011), o compositor Nuno Gonçalves e a vocalista Sónia Tavares estiveram envolvidos no projeto Amália Hoje, recuperação do legado da fadista Amália Rodrigues para terrenos pop.

Antes, em 2005, os alcobacenses haviam vencido o prémio de melhor banda portuguesa nos prémios europeus da estação televisiva MTV.

A seguir ao lançamento de “Altar” a banda tem já projetada uma digressão: a primeira apresentação oficial do álbum dá-se a 13 e 14 de abril no Cine-Teatro de Alcobaça, seguindo-se concertos em Lisboa no dia 19, em Guimarães no dia 21, em Vila Nova de Famalicão a 22 de abril, Aveiro no dia 25, Vila Real a 26, e Faro a 29 de abril.

Na primeira semana de maio estarão no Porto (dia 01), Coimbra (dia 03), Castelo Branco (dia 05) e Braga (dia 06).

“Altar” integra 10 canções “compostas durante dois anos, pensadas ao longo de três” e “sonhadas ao longo de vinte e dois” anos de carreira como banda, assume o grupo.

“Love Without Violins”, com Brian Eno a repartir vocalizações com Sónia Tavares, apresentou o disco, e desde então os The Gift revelaram já outros dois temas: “Clinic Hope” e “Big Fish”.

“Altar” é editado na sexta-feira, dia 07 de abril.

In: Lusa

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Rita Redshoes - Her. 25 MAR, 21h30, Cine-Teatro Avenida.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 20.03.17

Foto de Cine-Teatro Avenida.

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projectos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área.
Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda.
Em 2016, depois de "Golde...n Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio.
O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros.
Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins
 
M/06.  Bilhete: 10€ | primeiros cem vendidos: 8€

 

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Ricardo Ribeiro - 18 MAR, 21h30, Cine-Teatro Avenida

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.03.17

Foto de Cine-Teatro Avenida.

Ricardo Ribeiro apresenta novo álbum “Hoje é assim, amanhã não sei”.
Ricardo Ribeiro leva o novo álbum Hoje é assim, amanhã não sei a vários auditórios nacionais, editado em abril de 2016 pela WARNER e apresentado na íntegra e pela primeira vez, no dia 30 de abril no Coliseu de Lisboa.
“Hoje é assim, amanhã não sei”, recebeu pela parte da crítica a cotação máxima (5 estrelas) no jornal Expresso, 4 estrelas no Ipsílon, na revista Blitz, na revista Time Out e mais recentemente, na revista britânica Songlines - 4 estrelas em 5 - que nomeia Ricardo Ribeiro como a melhor voz masculina do Fado da sua geração.
O sucessor de Largo da Memória tem como primeiro single “Nos... Dias de Hoje”, um original com letra e música de Tozé Brito.
Ao Convento de São Francisco, Ricardo Ribeiro faz-se acompanhar do tradicional trio de fado.
“Ricardo Ribeiro já não precisa de provar nada a ninguém. O fadista pode abraçar a música que quiser.”
“É de vísceras e emoções que se faz este homem. Fadista consagrado. Canto de todos os mundos.”
Alexandra Carita, in Expresso
“This album consolidates Ricardo Robeiro's position as the finest male fado singer of his generation."
Gonçalo Frota, in Songlines
"E há Ricardo Ribeiro, aquele que canta sem medo do potencial da sua voz (...)."
"Ricardo Ribeiro tem suspiros que parecem feras — tão delicados como resistentes. E depois não tem medo de nenhuma música do mundo (...)"
Marta Leite Ferreira, in Observador

M/6.  Bilhete: 15€ | primeiros cem vendidos: 12€

 

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The Gift apresentam "Altar". 7 ABR.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.03.17

Castelo Branco: The Gift apresentam "Altar" em Maio

Os portugueses The Gift editam o álbum "Altar" a 07 de abril, produzido por Brian Eno, e dias depois apresentam-no ao vivo numa digressão que começa em Alcobaça, a cidade onde nasceram, foi hoje anunciado.

"Altar" tem 10 canções, entre as quais as já reveladas "Love without violins" e "Clinic Hope", e é apresentado como "um projeto de vida", sonhado ao longo dos 22 anos de carreira do quarteto português.

Em declarações à Lusa quando estavam ainda a preparar "Altar", o músico Nuno Gonçalves explicou que a banda contou com uma "parceria artística" de Brian Eno na produção e na escrita de canções.

"É o melhor produtor de todos os tempos, basta ver o que fez com os Talking Heads, com os U2, com os Coldplay. Com a participação dele, não se pode esperar um disco normal dos Gift", disse na altura o músico.

Com edição nacional e internacional a 07 de abril, os The Gift farão a primeira apresentação oficial de "Altar" a 13 e 14 de abril no cine-teatro de Alcobaça, onde se formaram em 1994, seguindo-se concertos em Lisboa no dia 19, em Guimarães no dia 21, em Vila Nova de Famalicão a 22 de abril, Aveiro no dia 25, Vila Real a 26, e Faro a 29 de abril.

Na primeira semana de maio estarão no Porto (dia 01), Coimbra (dia 03), Castelo Branco (dia 05) e Braga (dia 06).

Como medida da receção que as canções novas têm tido, a banda refere em comunicado que "Love without violins" - que conta com a participação vocal de Brian Eno - ultrapassou as 300 mil visualizações no YouTube e o segundo 'single', "Clinic Hope", atingiu as 100 mil visualizações na primeira semana de divulgação.

Do grupo fazem parte Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro. Editaram a maquete "Digital Atmosphere" (1997) e os álbuns "Vinyl" (1998), "Film" (2001), "AM-FM" (2004), "Explode" (2011) e "Primavera" (2012).

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Tony Carreira lança “Sempre Mais” o seu novo disco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.02.17

Tony Carreira lança “Sempre Mais” o seu novo disco

Tony Carreira, um dos maiores artistas nacionais, lançou “Sempre Mais”, o seu novo disco, que logo à saída atingiu o galardão de platina.

Para este novo trabalho, Tony Carreira rodeou-se de uma série de convidados de luxo, que o ajudaram a dar corpo às grandes canções que compõem “Sempre Mais”.

Das participações especiais de “Sempre Mais” fazem parte Ricky Martin, no tema “Perdoname”, Lara Fabian, Chico The Gypsies (a grande banda de um dos mentores dos Gypsy Kings), o filho de Tony Carreira, David Carreira e o duo Calema.

Na produção, este trabalho contou com nomes como o cubano Rudy Pérez, nome ligado ao sucesso de cantores como Julio Iglesias, Marc Anthony, Michael Bolton, Beyoncé ou Christina Aguilera; o francês David Gategno, colaborador de Céline Dion e Lara Fabian; ou Nellson Klasszik, produtor responsável por vários sucessos nacionais da actualidade.

Do alinhamento de 12 músicas, constam temas em português, francês, castelhano e crioulo, entre originais e surpreendentes adaptações.

No próximo dia 25 de Fevereiro, Tony Carreira apresentará o novo disco “Sempre Mais” ao vivo pela primeira vez, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Será um concerto, onde os fãs vão poder ouvir os novos temas ao vivo e recordar alguns dos maiores sucessos do artista. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

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A sombra de David Bowie no regresso do novo JP Simões

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.02.17

O músico adota novo alter ego, Bloom, e apresenta-se renovado com o álbum "Tremble Like a Flower". O tema que abre o disco foi composto após a morte de Bowie

A história de Bloom, Nicholas Bloom, envolve um encontro num bar algures no bairro de San Telmo, em Buenos Aires, um acordo "pessoano" entre JP Simões e o personagem: "Ele seria o meu heterónimo vivo, oferecendo-me o seu nome e a sua música. Eu seria a encarnação e a expressão de um músico e de uma obra musical até então escondidos do mundo."

Nas palavras de JP Simões, as fronteiras entre a realidade e a ficção, quando nos fala de Bloom, são ténues, mas admite: "Sempre gostei de criar narrativas para sustentar a existência de coisas que podem não existir. Até porque as bruxas existem nos contos de fadas e os contos de fadas existem no real tangível." JP Simões é agora Bloom e acaba de lançar o álbum Tremble Like a Flower.

"Nos últimos anos, a designação "JP Simões" tornou-se para mim sinónimo de música latino-americana cantada em português, já não falando da aura caricatural do personagem, entre o ébrio contestatário e o wertheriano dolente e autocomplacente da sua condição de miséria do universo", afirma o músico ao DN. "Não quero com isto reduzir o eventual mérito que possa existir no meu trabalho anterior: a crueldade da autodescrição sempre me foi natural e ajudou-me a não ter megalomanias pífias. À medida que me fui afastando do personagem e da sua forma de produzir música e sentido, outra música e outros sentidos foram aparecendo no meu trabalho e, concomitantemente, na minha maneira de viver. Abraçando outra fé, submeti-me a um novo batismo, poderia dizer."

Ouvem-se, de facto, novos sentidos na música de JP Simões, ou melhor, de Bloom, que na gravação do disco teve ao seu lado Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Marco Franco. Os arranjos das canções estão mais barrocos, os jogos com tonalidades próprias do jazz e da folk são determinantes e as próprias histórias cantadas denotam mudanças.

"Canto sobre amigos e amores na vertigem do tempo que passa e leva tudo e exponho-me de uma forma muito menos autoirónica do que habitualmente", refere o músico, que destaca como "a tese" que atravessa todo o disco a de que "a assunção sincera da nossa fragilidade, a noção do quanto estamos nas mãos da música do acaso, é o princípio de uma nova força de viver, mais em paz com a natureza e com mais respeito pelos nossos esforçados planos e decisões, sonhos e ilusões".

O disco abre com a canção que lhe dá título, Tremble Like a Flower, que é também uma referência a David Bowie e ao seu Let"s Dance. "Tremble Like a Flower foi o último tema feito para este disco, logo a seguir à morte de Bowie", conta. Apesar da referência a esse tema icónico, foi uma outra canção do músico britânico que motivou JP Simões a compor Tremble Like a Flower.

"A ideia da canção, no entanto, partiu do tema Starman: o que poderiam dois pré-adolescentes que deram pela presença do homem das estrelas estar a cantar agora, 40 anos depois dessa aparição? Ao síndrome de Peter Pan, onde a ideia de ficar mais velho é negada pelo espírito jovem, junta-se o arrepio de envelhecer: apesar de estarmos embarcados numa interminável viagem cósmica onde o universo é apenas o começo, trememos como flores no chão frio do nosso ocaso pessoal."

A sombra de Bowie sente-se neste disco e a admiração de JP Simões pelo músico é notória: "Bowie era uma espécie de Bíblia em carne e osso que pregava a liberdade de transformação pessoal e de transformação artística como uma só. É claro que exercer essa liberdade não é fácil e convém haver sempre algo de muito real na base de uma metamorfose artística, caso contrário o coração rejeita e a mente contraria."

Tal como Bowie na sua evolução artística foi adotando diferentes alter egos, também agora JP Simões decidiu recorrer a um outro nome para mostrar as mudanças que se deram. Mas esclarece: "Fiz uma música diferente do que alguma vez fiz, sou uma pessoa em evolução e adotei um nome artístico que me pareceu mais coerente com ambas as coisas."

Ainda assim, intitular este álbum como Tremble Like a Flower não deixa de ter um carácter de homenagem. "Bowie esteve sempre presente na minha música e na minha vida: não creio que haja mais sentida homenagem do que incluir alguém no melhor lado da nossa existência."

Se é verdade que ao longo do seu percurso JP Simões foi recorrendo, pontualmente, à língua inglesa, desta vez, sob o manto de Bloom, decidiu só cantar em inglês. Escolha que reforça esta mudança? O músico diz que a decisão foi meramente "intuitiva": "Achei que servia melhor a música que estava a produzir e que, sim, seria menos intrusiva e mais maleável, respeitando a respiração das paisagens e das narrativas do som."

Amanhã estas novas canções serão apresentadas no Lux, em Lisboa. Mas, apesar do novo nome que adotou, não coloca de parte as canções que assinou como JP Simões. "Gostava de existir artisticamente com o máximo de proximidade com a produção do presente. No entanto, havendo um contexto que o justifique artística ou afetuosamente, poderei revisitar temas antigos: com certeza que não será por dinheiro, dado que o meu particular sucesso comercial torna a questão irrelevante. Resumindo, o mote para os próximos tempos será ch-ch-ch-ch-changes!"

Bloom em concerto

Amanhã, dia 9 de fevereiro, às 22.30

LuxFrágil, em LisboaBilhetes: 12 euro

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio