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Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Diabo a Sete no “Verão em Alta” na Guarda 

Diabo a Sete que estado em digressão nacional vai ao “Verão em Alta na Guarda” apresentar o seu mais recente disco “Figura de Gente“.

Com uma sonoridade muito própria, Diabo a Sete inspira-se na tradição musical para criar o seu reportório de temas originais com roupagens contemporâneas, em que a sinergia do grupo faz de cada concerto uma festa de celebração da música portuguesa.

Na próxima sexta-feira, dia 21 de Julho, o grupo dará um concerto nos claustros do Paço da Cultura da Guarda, pelas 22:00, no âmbito do programa “Verão em Alta”, organizado pelo município.

Uma iniciativa para todos os públicos e de entrada livre.

In: Hardmúsica

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Salvador Sobral e os Norton na agenda cultural do trimestre em Castelo Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.07.17

Salvador Sobral e os Norton na agenda cultural do trimestre em Castelo Branco 

Concertos com Salvador Sobral e os Norton são destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o terceiro trimestre do ano, período que inclui ainda uma iniciativa onde contadores de histórias dinamizam sessões em espaços emblemáticos da cidade.

A agenda Cultura Vibra, inclui ainda um conjunto vasto de iniciativas culturais para todos os gostos, desde sessões com contadores de histórias, exposições, espétáculos variados, entre os quais de música, sendo uma agenda cultural sempre com o verão em mente e privilegiando os espaços ao ar livre.

"Esta agenda corresponde também ao período de estreia de espetáculos por grupos sediados no concelho, como é o caso dos Tramédia, Terceira Pessoa e Pé de Pano, bem como mais dois concertos pelo João Roiz Ensemble e uma apresentação especial dos Norton, na Devesa.

Mais uma vez, está aqui bem patente a dinâmica cultural de base local, um dos principais eixos da nossa estratégia”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Salvador Sobral sobe ao palco do Cineteatro Avenida no dia 15, a partir das 22:00, para dar um concerto e apresentar o seu disco de estreia “Excuse Me”.

Nos dias 28 e 29, às 22:45, regressam as Noites Azuladas no Cargaleiro, com o jazz em destaque, no anfiteatro situado junto ao museu dedicado ao mestre, na Praça Manuel Cargaleiro.

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Rodrigo Serrão apresenta “Stick to the Music” em Lisboa, Covilhã e no Algarve 

Rodrigo Serrão, o primeiro músico português a utilizar um “chapman stick”, apresenta o seu primeiro álbum a solo na quarta-feira, em Lisboa, ponto de partida para uma digressão por cinco palcos.

Quarta-feira, Rodrigo Serrão apresenta o seu álbum “Stick to the Music”, na Associação José Afonso, num concerto de homenagem a José Afonso (1929-1987), que conta com a participação da cantora Fernanda Paula, que faz parte do projeto discográfico.

Na quinta-feira, Rodrigo Serrão atua na Feira de São Tiago, na Covilhã, na Beira Baixa.

Editado em março último, o álbum “Stick to the Music” é constituído por 12 temas, no qual pela primeira vez um músico português utiliza o “chapman stick”, instrumento criado pelo músico de jazz Emmett Chapman, nascido há 80 anos nos Estados Unidos, embora o primeiro português a ter um tenha sido o músico Ricardo Mendes, “stickista” do Porto.

Sobre este trabalho discográfico, o compositor e produtor explicou que partiu do repertório clássico e de peças tradicionais de raiz europeia, propondo “um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música”.

“Stick to the Music” é também o primeiro CD em que Rodrigo Serrão dá a conhecer a sua voz, logo no primeiro tema, “Hei-de Amar-te a Vida Inteira”, cuja interpretação partilha com Fernanda Paula.

Em declarações à agência Lusa, Rodrigo Serrão afirmou que “a reação do público ao CD tem sido fantástica” e constituiu uma “surpresa” para si.

“Começou por ser uma brincadeira, mas tem sido em crescendo a procura de concertos, e as pessoas têm curiosidade pelo ‘chapman stick’, e por outro lado, gostam de ouvir dizer poesia, que é algo que temos de memória, mas que parecia hoje em dia um pouco arredado da cena musical”, disse.

“O sucesso assusta um pouco por ter sido tão rápido”, referiu.

No dia 31 de julho, Rodrigo Serrão atua no espaço Duetos da Sé, em Lisboa, no dia 09 de agosto, na FNAC do Algarve Shopping, na Guia, em Albufeira, e, no dia seguinte, na FNAC do Fórum Algarve, em Faro.

Sobre este trabalho discográfico, o compositor e produtor explicou que partiu do repertório clássico e de peças tradicionais de raiz europeia, propondo “um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música”.

Maria Ana Bobone, Joana Pessoa e André Peres são outros dos convidados de Rodrigo Serrão que participam neste CD, que, segundo o músico, “é para as pessoas que [com ele] se atiram no escuro quando tudo é incerteza e ainda nada se sabe”.

O álbum inclui, entre outros temas, “Canção de Alcipe” (Armando Rodrigues/Afonso Corrêa Leite), “Dança Palaciana” (Carlos Paredes), “Um Bom Dia” (Rodrigo Serrão) e a canção tradicional irlandesa “Saddle the Pony”.

Com 25 anos de carreira, músico, letrista e produtor, Rodrigo Serrão começou os estudos musicais aos sete anos, tendo-se iniciado na flauta transversal, no Conservatório de Coimbra, e estudado guitarra, baixo, piano e ainda contrabaixo.

Sobre a escolha do repertório do álbum, Rodrigo Serrão afirma: “Há algo que reconhecemos sempre neste sentir português… Não se reduz às características de uma linguagem musical e está muito para lá dos instrumentos que a tocam. Na verdade está em todo o lado: na terra, na água, nos silêncios, nos olhares e nas palavras e, para nós, traduz-se sobretudo entre pausas, na escolha segura de certas notas”.

Sendo este o seu primeiro CD a solo, o músico participou em mais de 100 discos com nomes como José Cid, Paulo de Carvalho, Anabela, Romana, Vicente da Câmara, Pedro Barroso, o agrupamento Rouxinol Faducho, Mikkel Solnado, Dulce Pontes e Maria Ana Bobone, com quem realizou uma parceria, em 2011, acompanhando-a ao piano na interpretação de fados.

In: Lusa

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Concerto de João Caetano na Moagem. 16 JUN, 21h30.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.06.17

Concerto de João Caetano na Moagem 

A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão, vai receber no dia 16 de junho, às 21.30h, o concerto de João Caetano, percussionista da bande de jazz britânica “Incognito”.

João Caetano estreia o projeto a solo em português, com o lançamento de EP e vários showcases. O EP de três faixas tem o nome do músico e será distribuído digitalmente pela Sony Music.

Nascido em Macau, onde completou o Conservatório de Macau na disciplina de violino, partiu com uma bolsa para Inglaterra, onde embarcou numa nova aventura e escolheu a percussão.

Acumulou um percurso musical amplo e variado com os Incognito, tendo já colaborado com nomes incontornáveis do panorama internacional da música, o caso de Chaka Khan, Mario Biondi, Anastasia, Leona Lewis, Jessie J e Dione Bromfield.

O novo projeto assenta numa cultura de “preservação da tradição popular Portuguesa”, reinventa a tradição e valoriza a estética moderna, levando a palco temas originais e uma variedade de instrumentos onde se incluem os bombos, a guitarra portuguesa e instrumentos chineses.

O EP, que também tem produção do músico, foi gravado, misturado e masterizado pelo britânico Mo Hausler no Livingstone Studios, em Londres, e conta com as participações especiais de músicos do atual panorama do Fado, de Ângelo Freire (Guitarra Portuguesa), de Pedro Soares (Viola de Fado) e de Maria Emília Reis (Voz do Fado), assim como de músicos chineses.

As faixas são “O Poema à Minha Cidade”, “Eterno Farol” e “Vale do Rossio”, as duas primeiras com letra de João Caetano e a última de Paulo Abreu Lima.

Os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira da Moagem e terão o custo de cinco euros.

 

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Ana Bacalhau em "Nome Próprio"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.05.17

Ana Bacalhau, voz da Deolinda, estreia-se a solo com a canção "Ciúme". O primeiro disco sai a 20 de outubro.

Nome Próprio, título do primeiro disco de Ana Bacalhau foi anunciado hoje, ao mesmo tempo que o single Ciúme, com letra e música de Miguel Araújo.

"Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de Nome Próprio. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer", lê-se no comunicado enviado às redações.

Ana Bacalhau escreve Eu e Menina Rabina, ambas com música de Henrique Janeiro. Deixo-me Ir foi escrita e composta pela cantora.

Entre os músicos que participam no disco está José Pedro Leitão, contrabaixista da Deolinda. Estão lá também Luís Figueiredo, no piano e teclados (o mesmo que fez arranjos para a canção vencedora do Festival da Eurovisão, Amar Pelos Dois) Luís Peixoto (cavaquinho), Alexandre Frazão (bateria). No primeiro single, Mário Delgado (guitarra elétrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho) são os músicos convidados.

Cinco canções serão lançadas até 20 de outubro e o álbum ficou disponível em pré-venda desde o passado dia 25 de maio.

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As três Bananarama originais estão de volta

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.05.17

As Bananarama, nos anos 80

 

Quase 30 anos depois, o trio que fez sucesso nos anos 80 anunciou uma digressão no Reino Unido.

A última vez que Siobhan Fahey, Sara Dallin e Keren Woodward atuaram juntas em público foi em 1988, na cerimónia de entrega dos Brit Awards. Pouco depois, aquela que é considerada "a mais importante girl band dos anos 80" pôs fim a uma carreira de quase dez anos, recheada de êxitos como Venus, Shy Boy e Love in The First Degree.

Apesar do sucesso, o grupo, na sua formação original, nunca chegou a fazer uma digressão. Vai acontecer agora. As Bananarama anunciaram o regresso, com uma série de 15 concertos no Reino Unido.

Sobre a reunião, Fahey comentou: "Estou realmente feliz por acontecer sem nenhuma outra razão a não ser o facto de gostarmos umas das outras e daquilo que fizemos. Foram os meus anos formativos, nunca pensei que voltasse a acontecer."

O grupo começou em 1979, em Londres, e foi buscar o nome a duas das suas principais inspirações: a canção Pyjamarama, dos Roxy Music, e a série televisiva The Banana Splits. Sara Dallin e Keren Woodward eram amigas de infância, Siobhan Fahey conheceu Dallin quando ambas estudavam jornalismo de moda e, depressa, se tornaram um trio unido. Todas gostavam de música e de ir aos clubes onde os músicos atuavam, por isso tudo aconteceu muito naturalmente, contaram ao The Guardian. "Todas queríamos ser vocalistas e isso ia contra as regras das bandas", lembra Fahey.

As três cantoras começaram a dar nas vistas quando apareceram com os Fun Boy Three em 1982, e, depois, passaram a atuar em nome próprio, com canções populares como Robert De Niro's Waiting, Cruel Summer (em 1983, chegou ao Top10 nos EUA) ou I Heard a Rumour. Não havia grande preocupação com a imagem do grupo nem com as coreografias, tudo era amador e isso fazia parte do charme delas. Apesar do som pop, a sua atitude tinha mais a ver com punk. Mas, em 1986, com três álbuns já editados e um número 1, Venus, as coisas começaram a escapar ao seu controlo. Wow, lançado em setembro de 1987, foi o quarto e último álbum com aquela formação.

Foi Siobhan Fahey que, descontente com o rumo que a música da banda estava a tomar, decidiu abandonar o grupo, em 1988, e mudar-se para Los Angeles, para casar com Dave Stewart, dos Eurythmics. Dallin e Woodward encontraram uma substituta, Jacquie O'Sullivan e só então deram os primeiros espetáculos. Três anos depois, O'Sullivan saiu e as Bananarama continuaram como duo.

Foi um divórcio doloroso, explicou Fahey. Passou dez anos sem falar com as outras duas, e começou um novo projeto, as Shakespears Sister, com Marcella Detroit. De então para cá, as Bananarama originais voltaram a juntar-se por duas ocasiões: para o programa Eurotrash, em 1998, e para o aniversário do clube londrino G-A-Y, em 2002. Mas foi preciso recuperar a amizade para começar a pensar num verdadeiro comeback.

As Bananarama atualmente

É agora: a digressão arranca a 12 de novembro em Glasgow e termina a 2 de dezembro. Será, diz o site oficial, "a única hipótese para ver Sara, Keren e Siobhan ao vivo no Reino Unido". Para já só há planos para concertos mas Keren Woodward admite que já falaram na hipótese de fazer um novo single.

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Triplo CD "Amália em Itália", com gravações inéditas, chega ao mercado

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.04.17

O triplo CD "Amália em Itália", que revela "a follia per la Rodrigues", em Itália, apresenta, pela primeira vez em Portugal, gravações inéditas da fadista, como "O mia Bella Madunina", disse Frederico Santiago, responsável pela edição.

"Esta edição vem colmatar uma lacuna muito grande, revelando dois LP que Amália gravou, na década de 1970, em Itália, e que nunca conheceram edição portuguesa, um com folclore italiano, 'A Una Terra che Amo' [gravado em estúdio em 1973], e outro gravado ao vivo em Roma, ['Amalia in Teatro', em 1976], e que demonstra o êxito que Amália teve em Itália, que foi mesmo uma loucura", disse à agência Lusa o investigador Frederico Santiago, responsável por anteriores edições da cantora, como "Amália no Chiado" (2014), e "Amália canta Portugal" (2016).

O primeiro CD inclui "A Una Terra che Amo", com canções como "Amor Dammi quel Fazzolettino", "Sora Menica", "La Tarantella", "Canto delle Lavandaie del Vomero" ou "Sant'Antonio allu Desertu".

O CD inclui ainda gravações que Amália fez em Portugal, entre 1967 e 1971, nomeadamente "Coimbra", cantada em italiano, "La Casa in Via del Campo", versão italiana de "Vou dar de beber à dor", de Alberto Janes, que estreou no Festival de Veneza, e ainda "Mio Amor, Mio amor", "Il Mare è Amico Mio", "La Tramontana" (com coro), "Ay che Negra", versão italiana de "Barco Negro", de David Mourão-Ferreira, Caco Velho e Piratini, e dois ensaios da fadista.

O segundo CD é "Amalia in Teatro", gravado ao vivo em Roma, em 1976, editado em Itália em 1978, que também nunca conheceu edição portuguesa. Do alinhamento deste CD fazem parte, entre outros, as "únicas gravação comerciais" de "Mi Carro" e "Dolores", e ainda "Malhão", "Cheira a Lisboa", "Povo que Lavas no Rio", "Porompompero", "O Cochicho" e "Ai Mouraria".

A intérprete, realçou Frederico Santiago, muitas dessas noites cantava apenas dois ou três fados, "mas não lhe retira a importância, pelo contrário". "Era uma espécie de altar que ela fazia, cantava as outras canções e depois havia aquele momento em que cantava o fado e isso era mágico, era quando acontecia mesmo fado".

O terceiro CD é constituído por "gravações inéditas ao vivo em Roma, Palermo, Catânia e Milão, em 1973". Entre elas estão "Lisboa Antiga", "Mi Florero", "Vou Dar de Beber à Dor", "Gaivota", "Vai de Roda Agora", "É ou Não É", que teve uma versão em italiano, "La Filanda", que a cantora Milva gravou, ou ainda "Malhão de São Simão", "Madragoa", "Valentim", "Fado Amália" e "O mia Bella Madunina", esta última, "um inédito absoluto, pois nunca [mais] foi gravada por Amália".

Estas gravações foram encontradas nos estúdios Valentim de Carvalho, onde se mantinham no âmbito de um projeto de documentário realizado por Augusto Cabrita, "O Mundo de Amália", que acabou por não se concretizar, disse Frederico Santiago.

O coordenador desta edição optou por deixar as intervenções do público, para se perceber "o delírio e como [os espetadores] conheciam o repertório da Amália, pedindo canções, como 'Tirana' ou 'Barco Negro'".

Este ano, Frederico Santiago projeta ainda a edição comemorativa dos 50 anos do álbum "Fados'67", também conhecido com o título "Maldição".

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The Gift editam “Altar”, primeiro disco de originais em cinco anos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.04.17

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Os alcobacenses The Gift editam, na sexta-feira, o álbum “Altar”, disco com produção do inglês Brian Eno que vê o grupo retomar os álbuns de originais após a celebração de 20 anos de carreira.

Formados em 1994, em Alcobaça, os The Gift são oficialmente formados por Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro, sendo acompanhados ao vivo e em estúdio por músicos como Mário Barreiros (bateria) ou Paulo Praça (guitarra).

A primeira maquete do grupo, “Digital Atmosphere”, surgiu em 1997, e de lá para cá foram vários os álbuns que o grupo editou: “Vinyl” (1998), “Film” (2001), “AM-FM” (2004), “Fácil de Entender” (2006) “Explode” (2011), “Primavera” (2012) e “20” (2015), este último a assinalar os 20 anos de carreira.

Também em 2015 o grupo lançou o documentário “Meio Caminho de História”, realizado por Nuno Duarte (Jel) e Guilherme Cabral, trabalho que, ao longo de uma hora, apresenta testemunhos e imagens inéditas desde o primeiro concerto da banda, em Alcobaça, até gravações de canções mais recentes.

Entre “Fácil de Entender” (2006) e “Explode” (2011), o compositor Nuno Gonçalves e a vocalista Sónia Tavares estiveram envolvidos no projeto Amália Hoje, recuperação do legado da fadista Amália Rodrigues para terrenos pop.

Antes, em 2005, os alcobacenses haviam vencido o prémio de melhor banda portuguesa nos prémios europeus da estação televisiva MTV.

A seguir ao lançamento de “Altar” a banda tem já projetada uma digressão: a primeira apresentação oficial do álbum dá-se a 13 e 14 de abril no Cine-Teatro de Alcobaça, seguindo-se concertos em Lisboa no dia 19, em Guimarães no dia 21, em Vila Nova de Famalicão a 22 de abril, Aveiro no dia 25, Vila Real a 26, e Faro a 29 de abril.

Na primeira semana de maio estarão no Porto (dia 01), Coimbra (dia 03), Castelo Branco (dia 05) e Braga (dia 06).

“Altar” integra 10 canções “compostas durante dois anos, pensadas ao longo de três” e “sonhadas ao longo de vinte e dois” anos de carreira como banda, assume o grupo.

“Love Without Violins”, com Brian Eno a repartir vocalizações com Sónia Tavares, apresentou o disco, e desde então os The Gift revelaram já outros dois temas: “Clinic Hope” e “Big Fish”.

“Altar” é editado na sexta-feira, dia 07 de abril.

In: Lusa

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Rita Redshoes - Her. 25 MAR, 21h30, Cine-Teatro Avenida.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 20.03.17

Foto de Cine-Teatro Avenida.

Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projectos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tendo, inclusivamente, discos editados nesta área.
Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda.
Em 2016, depois de "Golde...n Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em Junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio.
O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros.
Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins
 
M/06.  Bilhete: 10€ | primeiros cem vendidos: 8€

 

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Ricardo Ribeiro - 18 MAR, 21h30, Cine-Teatro Avenida

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.03.17

Foto de Cine-Teatro Avenida.

Ricardo Ribeiro apresenta novo álbum “Hoje é assim, amanhã não sei”.
Ricardo Ribeiro leva o novo álbum Hoje é assim, amanhã não sei a vários auditórios nacionais, editado em abril de 2016 pela WARNER e apresentado na íntegra e pela primeira vez, no dia 30 de abril no Coliseu de Lisboa.
“Hoje é assim, amanhã não sei”, recebeu pela parte da crítica a cotação máxima (5 estrelas) no jornal Expresso, 4 estrelas no Ipsílon, na revista Blitz, na revista Time Out e mais recentemente, na revista britânica Songlines - 4 estrelas em 5 - que nomeia Ricardo Ribeiro como a melhor voz masculina do Fado da sua geração.
O sucessor de Largo da Memória tem como primeiro single “Nos... Dias de Hoje”, um original com letra e música de Tozé Brito.
Ao Convento de São Francisco, Ricardo Ribeiro faz-se acompanhar do tradicional trio de fado.
“Ricardo Ribeiro já não precisa de provar nada a ninguém. O fadista pode abraçar a música que quiser.”
“É de vísceras e emoções que se faz este homem. Fadista consagrado. Canto de todos os mundos.”
Alexandra Carita, in Expresso
“This album consolidates Ricardo Robeiro's position as the finest male fado singer of his generation."
Gonçalo Frota, in Songlines
"E há Ricardo Ribeiro, aquele que canta sem medo do potencial da sua voz (...)."
"Ricardo Ribeiro tem suspiros que parecem feras — tão delicados como resistentes. E depois não tem medo de nenhuma música do mundo (...)"
Marta Leite Ferreira, in Observador

M/6.  Bilhete: 15€ | primeiros cem vendidos: 12€

 

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The Gift apresentam "Altar". 7 ABR.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.03.17

Castelo Branco: The Gift apresentam "Altar" em Maio

Os portugueses The Gift editam o álbum "Altar" a 07 de abril, produzido por Brian Eno, e dias depois apresentam-no ao vivo numa digressão que começa em Alcobaça, a cidade onde nasceram, foi hoje anunciado.

"Altar" tem 10 canções, entre as quais as já reveladas "Love without violins" e "Clinic Hope", e é apresentado como "um projeto de vida", sonhado ao longo dos 22 anos de carreira do quarteto português.

Em declarações à Lusa quando estavam ainda a preparar "Altar", o músico Nuno Gonçalves explicou que a banda contou com uma "parceria artística" de Brian Eno na produção e na escrita de canções.

"É o melhor produtor de todos os tempos, basta ver o que fez com os Talking Heads, com os U2, com os Coldplay. Com a participação dele, não se pode esperar um disco normal dos Gift", disse na altura o músico.

Com edição nacional e internacional a 07 de abril, os The Gift farão a primeira apresentação oficial de "Altar" a 13 e 14 de abril no cine-teatro de Alcobaça, onde se formaram em 1994, seguindo-se concertos em Lisboa no dia 19, em Guimarães no dia 21, em Vila Nova de Famalicão a 22 de abril, Aveiro no dia 25, Vila Real a 26, e Faro a 29 de abril.

Na primeira semana de maio estarão no Porto (dia 01), Coimbra (dia 03), Castelo Branco (dia 05) e Braga (dia 06).

Como medida da receção que as canções novas têm tido, a banda refere em comunicado que "Love without violins" - que conta com a participação vocal de Brian Eno - ultrapassou as 300 mil visualizações no YouTube e o segundo 'single', "Clinic Hope", atingiu as 100 mil visualizações na primeira semana de divulgação.

Do grupo fazem parte Nuno Gonçalves, John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro. Editaram a maquete "Digital Atmosphere" (1997) e os álbuns "Vinyl" (1998), "Film" (2001), "AM-FM" (2004), "Explode" (2011) e "Primavera" (2012).

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Tony Carreira lança “Sempre Mais” o seu novo disco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.02.17

Tony Carreira lança “Sempre Mais” o seu novo disco

Tony Carreira, um dos maiores artistas nacionais, lançou “Sempre Mais”, o seu novo disco, que logo à saída atingiu o galardão de platina.

Para este novo trabalho, Tony Carreira rodeou-se de uma série de convidados de luxo, que o ajudaram a dar corpo às grandes canções que compõem “Sempre Mais”.

Das participações especiais de “Sempre Mais” fazem parte Ricky Martin, no tema “Perdoname”, Lara Fabian, Chico The Gypsies (a grande banda de um dos mentores dos Gypsy Kings), o filho de Tony Carreira, David Carreira e o duo Calema.

Na produção, este trabalho contou com nomes como o cubano Rudy Pérez, nome ligado ao sucesso de cantores como Julio Iglesias, Marc Anthony, Michael Bolton, Beyoncé ou Christina Aguilera; o francês David Gategno, colaborador de Céline Dion e Lara Fabian; ou Nellson Klasszik, produtor responsável por vários sucessos nacionais da actualidade.

Do alinhamento de 12 músicas, constam temas em português, francês, castelhano e crioulo, entre originais e surpreendentes adaptações.

No próximo dia 25 de Fevereiro, Tony Carreira apresentará o novo disco “Sempre Mais” ao vivo pela primeira vez, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Será um concerto, onde os fãs vão poder ouvir os novos temas ao vivo e recordar alguns dos maiores sucessos do artista. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

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A sombra de David Bowie no regresso do novo JP Simões

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.02.17

O músico adota novo alter ego, Bloom, e apresenta-se renovado com o álbum "Tremble Like a Flower". O tema que abre o disco foi composto após a morte de Bowie

A história de Bloom, Nicholas Bloom, envolve um encontro num bar algures no bairro de San Telmo, em Buenos Aires, um acordo "pessoano" entre JP Simões e o personagem: "Ele seria o meu heterónimo vivo, oferecendo-me o seu nome e a sua música. Eu seria a encarnação e a expressão de um músico e de uma obra musical até então escondidos do mundo."

Nas palavras de JP Simões, as fronteiras entre a realidade e a ficção, quando nos fala de Bloom, são ténues, mas admite: "Sempre gostei de criar narrativas para sustentar a existência de coisas que podem não existir. Até porque as bruxas existem nos contos de fadas e os contos de fadas existem no real tangível." JP Simões é agora Bloom e acaba de lançar o álbum Tremble Like a Flower.

"Nos últimos anos, a designação "JP Simões" tornou-se para mim sinónimo de música latino-americana cantada em português, já não falando da aura caricatural do personagem, entre o ébrio contestatário e o wertheriano dolente e autocomplacente da sua condição de miséria do universo", afirma o músico ao DN. "Não quero com isto reduzir o eventual mérito que possa existir no meu trabalho anterior: a crueldade da autodescrição sempre me foi natural e ajudou-me a não ter megalomanias pífias. À medida que me fui afastando do personagem e da sua forma de produzir música e sentido, outra música e outros sentidos foram aparecendo no meu trabalho e, concomitantemente, na minha maneira de viver. Abraçando outra fé, submeti-me a um novo batismo, poderia dizer."

Ouvem-se, de facto, novos sentidos na música de JP Simões, ou melhor, de Bloom, que na gravação do disco teve ao seu lado Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Marco Franco. Os arranjos das canções estão mais barrocos, os jogos com tonalidades próprias do jazz e da folk são determinantes e as próprias histórias cantadas denotam mudanças.

"Canto sobre amigos e amores na vertigem do tempo que passa e leva tudo e exponho-me de uma forma muito menos autoirónica do que habitualmente", refere o músico, que destaca como "a tese" que atravessa todo o disco a de que "a assunção sincera da nossa fragilidade, a noção do quanto estamos nas mãos da música do acaso, é o princípio de uma nova força de viver, mais em paz com a natureza e com mais respeito pelos nossos esforçados planos e decisões, sonhos e ilusões".

O disco abre com a canção que lhe dá título, Tremble Like a Flower, que é também uma referência a David Bowie e ao seu Let"s Dance. "Tremble Like a Flower foi o último tema feito para este disco, logo a seguir à morte de Bowie", conta. Apesar da referência a esse tema icónico, foi uma outra canção do músico britânico que motivou JP Simões a compor Tremble Like a Flower.

"A ideia da canção, no entanto, partiu do tema Starman: o que poderiam dois pré-adolescentes que deram pela presença do homem das estrelas estar a cantar agora, 40 anos depois dessa aparição? Ao síndrome de Peter Pan, onde a ideia de ficar mais velho é negada pelo espírito jovem, junta-se o arrepio de envelhecer: apesar de estarmos embarcados numa interminável viagem cósmica onde o universo é apenas o começo, trememos como flores no chão frio do nosso ocaso pessoal."

A sombra de Bowie sente-se neste disco e a admiração de JP Simões pelo músico é notória: "Bowie era uma espécie de Bíblia em carne e osso que pregava a liberdade de transformação pessoal e de transformação artística como uma só. É claro que exercer essa liberdade não é fácil e convém haver sempre algo de muito real na base de uma metamorfose artística, caso contrário o coração rejeita e a mente contraria."

Tal como Bowie na sua evolução artística foi adotando diferentes alter egos, também agora JP Simões decidiu recorrer a um outro nome para mostrar as mudanças que se deram. Mas esclarece: "Fiz uma música diferente do que alguma vez fiz, sou uma pessoa em evolução e adotei um nome artístico que me pareceu mais coerente com ambas as coisas."

Ainda assim, intitular este álbum como Tremble Like a Flower não deixa de ter um carácter de homenagem. "Bowie esteve sempre presente na minha música e na minha vida: não creio que haja mais sentida homenagem do que incluir alguém no melhor lado da nossa existência."

Se é verdade que ao longo do seu percurso JP Simões foi recorrendo, pontualmente, à língua inglesa, desta vez, sob o manto de Bloom, decidiu só cantar em inglês. Escolha que reforça esta mudança? O músico diz que a decisão foi meramente "intuitiva": "Achei que servia melhor a música que estava a produzir e que, sim, seria menos intrusiva e mais maleável, respeitando a respiração das paisagens e das narrativas do som."

Amanhã estas novas canções serão apresentadas no Lux, em Lisboa. Mas, apesar do novo nome que adotou, não coloca de parte as canções que assinou como JP Simões. "Gostava de existir artisticamente com o máximo de proximidade com a produção do presente. No entanto, havendo um contexto que o justifique artística ou afetuosamente, poderei revisitar temas antigos: com certeza que não será por dinheiro, dado que o meu particular sucesso comercial torna a questão irrelevante. Resumindo, o mote para os próximos tempos será ch-ch-ch-ch-changes!"

Bloom em concerto

Amanhã, dia 9 de fevereiro, às 22.30

LuxFrágil, em LisboaBilhetes: 12 euro

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Sean Riley & The Slowriders. 5 FEV, 18h, Cine Teatro Avenida.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.01.17

Foto de Cine-Teatro Avenida.

M/6
Bilhete: 10€
Primeiros cem vendidos: 8€
Reservas só até 7 de Janeiro. A partir daí, os bilhetes terão de ser comprados.
Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, onze belíssimas canções que projectaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal.
A relevância dada a Farewell e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco – e a banda respondeu com um inspirado Only Time Will Tell.
Aclamado pela crítica, sustentado com grandes prestações ao vivo, caso do sucesso alcançado nos festivais de Paredes de Coura e Alive, e com dois discos editados no Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) pela Sonic Rendezvous.
Seguiu-se a edição nacional de “It’s Been A Long Night” um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico.
Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projectos paralelos (como no caso de Afonso Rodrigues com Keep Razors Sharp), 2015 marca o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais.

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