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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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O cantautor espanhol Patxi Andión e a banda portuguesa de heavy metal Mooonspell são os destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o quarto trimestre do ano, onde se destaca ainda o bailado clássico Quebra Nozes.

O cantautor espanhol Patxi Andión apresenta, no dia 02 de novembro, a partir das 21:30, no Cineteatro Avenida de Castelo Branco, o espetáculo “Zeca no Coração”.

“Após oito anos de edição trimestral ininterrupta, a agenda municipal Cultura Vibra chega à sua edição número 33, com o histórico Patxi Andión na sua capa. Este é um dos destaques da edição que marca o Outono”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Patxi Andión tem uma relação longa e profunda com Portugal, que remonta a 1969 e que passa pelo programa televisivo Zip Zip e pelo poeta José Carlos Ary dos Santos, que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nas suas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a língua de Camões e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere e sublinha que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento.

Os albicastrenses vão ter agora a oportunidade de ouvir uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa.

A agenda Cultura Vibra inclui ainda um vasto e diversificado conjunto de manifestações culturais que se desenrolam ao longo dos três últimos meses do ano.

“Como é habitual, muitos motivos de interesse, para os mais diversos públicos”, refere o autarca.

No campo musical, decorre no dia 11 de novembro, às 21:00, no Cineteatro Avenida, o XI Festival Internacional de Tunas Universitárias e, no dia seguinte, 12 de novembro, a partir das 19:00, a banda portuguesa de heavy metal Moonspell atua no mesmo palco, sendo que a primeira parte do concerto está a cargo da banda Bizarra Locomotiva.

No dia 17 de dezembro, pelas 17:00, o Russian Classical Ballet sobe ao palco do Cineteatro Avenida, para apresentar o bailado clássico “Quebra-Nozes”, que narra a história de uma menina que sonha com um príncipe, um Quebra-Nozes.

A interpretação está a cargo da prestigiada companhia de Russian Classical Ballet, de Moscovo, liderada por Evgeniya Bespalova e composta por um elenco de estrelas do ballet russo.

A agenda Cultura Vibra apresenta ainda um conjunto vasto de outras iniciativas como teatro, exposições fotográficas, cinema entre outras que decorrem ao longo dos últimos três meses do ano.

In: beiranews.pt

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Nobel vai para um músico frustrado: Kazuo Ishiguro

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.10.17

Depois de Dylan, o escritor nipo-inglês satisfaz a nova fixação da Academia Sueca: a música. Ishiguro escreveu letras e queria ser músico. Ficou pelo caminho e publicou oito livros.

Depois de Bob Dylan tudo poderia acontecer ontem no anúncio do mais recente vencedor do Prémio Nobel da Literatura. Pelo menos, venceu um "escritor", Kazuo Ishiguro, mesmo que como alguns logo disseram seja um autor cada vez mais fascinado pelo fantástico na sua obra, como é o caso do último romance (e de outro de 2005) em que efabula sobre uma Inglaterra distópica. Que não é japonês como o nome dá a entender, mas inglês por viver desde tenra idade na ilha devido aos seus pais terem ido habitar para a Inglaterra e, posteriormente, ter optado por esta nacionalidade.

Quem é Kazuo Ishiguro? A secretária permanente da Academia sueca descreveu-o como sendo uma nebulosa que anda por aí no universo literário: "Se misturarmos Jane Austen e Franz Kafka, encontramos Ishiguro de uma forma resumida. Será preciso acrescentar a esta mistura um pouco de Marcel Proust, e sem se misturar muito, temos a sua escrita. Que é ao mesmo tempo um escritor de grande integridade e que desenvolveu um estilo muito próprio". Minutos antes, Sara Danius tinha justificado a escolha de Ishiguro assim: "Alguém, que em romances de uma grande força emocional, não esconde o abismo entre o sentido do ilusório e a sua ligação para o mundo".

O site do Nobel deu imediatamente início a um inquérito em que se opta por já leu ou não Kazuo Ishiguro? Os gráficos eram explícitos na relativa ignorância do autor, pois em duas mil respostas nas duas horas seguintes só 39% referia que conhecia a obra do ex-nipónico e agora inglês. Mas há muitos leitores que gostam da sua obra e acompanham o seu percurso, é o caso de Salman Rushdie, seu amigo e um dos que mais uma vez perdeu a corrida do Nobel, que logo twitou: "Muitos parabéns ao meu velho amigo Ish, cujo trabalho eu amo e admiro desde que li A Pale View of Hills (As Colinas de Nagasáqui). E ele toca guitarra e compõe canções, também! Roll over Bob Dylan".

Poder-se ia dizer que estava revelada a principal razão da escolha do júri liderado por Sara Danius, que no ano passado impôs o músico norte-americano aos seus colegas, o facto de haver música em força no escritor. O que é assumido pelo próprio pois ainda há uns tempos escreveu um artigo no jornal The Guardian, ilustrado por uma fotografia dele a tocar guitarra, em que contava como a canção de Ruby"s Arms de Tom Waits serviu de inspiração para escrever a versão final do seu romance mais conhecido e premiado, Os Despojos do Dia.

Vale a pena passar os olhos por essa confissão recente, pois Kazuo Ishiguro refere no texto que "as pessoas acham que o escritor deve trabalhar muitas horas", mas ele contrapõe que mais de "quatro horas de escrita contínua diminui o rendimento". Ora, isto dá imediatamente algum suporte às primeiras opiniões que torceram o nariz a esta escolha da Academia Sueca, afinal até as preferências dos apostadores nas agências colocavam no Top 10 escritores com outra dimensão, principalmente com mais obra e muito mais horas de dedicação à escrita. É que Ishiguro não escreveu até ao momento sequer uma dezena de livros, rivalizando esta produção com um número maior de contos e de guiões. Ou não seja o seu livro mais famoso uma espécie de Downton Abbey do passado, onde Emma Thompson e Anthony Hopkins transcendem o texto com as suas interpretações do "aclamado" Os Despojos do Dia.

Biblio e biografia

A própria biografia fornecida pela Academia confirma esse breve percurso, valorizando o facto de que "além dos seus oito livros tem escrito vários guiões para cinema e televisão". Não deixa de potenciar a sua vertente de escritor de fantástico, como é o caso do romance que se passa numa Inglaterra distópica ao dizer sobre ele: "Ishiguro introduz uma corrente fria subterrânea de ficção científica na sua escrita, bem como várias influências musicais." Está mais uma vez explicada a preferência na nova Academia Sueca em relação ao Nobel: há sonoridade musical na sua carreira literária.

A sua obra está traduzida em cerca de três dezenas de países e o jornal The Times colocou-o em 2008 como o 32º autor mais importante entre os 50 escritores britânicos desde 1945. Ishiguro foi nomeado para quatro prémios Man Booker, que venceu na edição de 1989 com o romance Os Despojos do Dia . Um dos vários romances que usam o passado como cenário antes de se dedicar a uma espécie de ficção científica, livros que destacam de preferência os falhanços das pessoas e que, dizem, nunca chegam a lado nenhum porque as personagens enovelam-se entre o passado por resolver e o presente angustiado, escolhendo como final uma "resignação melancólica".

Um comportamento que tem muito de um modo de ser japonês, mesmo que Ishiguro numa entrevista com o Nobel de 1994 desse país, Kenzaburo Oe, tivesse afirmado que os cenários dos seus dois romances iniciais -o do Japão - eram pura imaginação: "Em Inglaterra, onde cresci, mantive sempre uma imagem muito forte do meu país de origem, com o qual sempre tive um ligação emocional".

Ishiguro nasceu em Nagasaki mas viveu quase sempre na Inglaterra. Tornou-se cidadão inglês em 1982 e antes de se dedicar à escrita, queria ser músico - compôs para Stacey Kent -, mas não foi aceite por nenhuma editora a quem enviou as suas composições. A sua formação académica foi nas universidades inglesas de Kent e East Anglia, licenciando-se em Inglês e Filosofia em 1978. Participou no curso de escrita criativa dos escritores Malcolm Bradbury e Angela Carter, que terminou em 1980.

Nas suas próprias palavras quis ser "um escritor que deseja escrever novelas internacionais".

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Novo espaço museológico Casa das Memórias - António Guterres

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.09.17

Fundão: Inaugura-se hoje, dia 2, Casa das Memórias - António Guterres

 

Abriu, no dia 2 de setembro, sábado, nas Donas, a Casa das Memórias – António Guterres, sita no Largo da Igreja.

Esta casa será a sede do Centro UNESCO – Casa e Lugares do Sentir, um polo aglutinador, criado pelo Município do Fundão, em junho de 2017, que alberga os espaços físicos já existentes e outros novos, onde todos os saberes e conhecimentos tenham um espaço demarcado e singular e, ao mesmo tempo, dinâmico, interativo e ao serviço de todos.

A Casa das Memórias - António Guterres será constituído pelo centro museal concebido a partir do espólio que o Engenheiro António Guterres legou ao Município do Fundão, acervo esse constituído pelas peças que lhe foram ofertadas aquando do exercício das suas funções de Primeiro-Ministro de Portugal.

No âmbito desta abertura, irá ainda realizar-se, às 16.30h, a apresentação do livro “Elementos essenciais para a história do poder local democrático no concelho do Fundão (1976-2016)”, de Paulo Silveira.

Este livro é o corolário de um programa de ações levadas a efeito, no âmbito das Comemorações dos 40 Anos do Poder Local democrático no concelho do Fundão. Trata-se de um “contributo investigativo que, sem perder de vista o objetivo primordial de recuperar os nomes dos numerosos autarcas (homens e mulheres) que durante quatro décadas dedicaram muito das suas energias, à causa do desenvolvimento local, procura, também, contemplar os aspetos contextuais, inerentes às instituições do Município e das Freguesias”.

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Cultura em rede das Beiras e Serra da Estrela

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.08.17

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela está a implementar um pacote de programação designada “Cultura em rede das Beiras e Serra da Estrela” através de uma candidatura aprovada no montante de um milhão e 300 mil euros.

O referido programa contempla animação dos centros históricos dos 15 concelhos da Comunidade intermunicipal, num formato de festival, nas áreas de teatro, dança e música, programadas em rede até 2020. Entre outros, "a iniciativa contempla realização de espectáculos comunitários itinerantes, visitas guiadas e encenadas, promovendo a valorização da cultura, história e costumes do território".

O Conselho Técnico da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela reuniu na Casa da Cultura em Seia para fazer o ponto da situação deste programa, tendo sido nomeado um grupo restrito de trabalho composto por programadores de seis municípios, com coordenação de Mário Branquinho. Este responsável que é também Director do CineEco fez na ocasião a apresentação da proposta de descentralização do festival de cinema de ambiente aos municípios da Comunidade. Foram confirmados os contactos dos municípios para a articulação conjunta da iniciativa tendo em vista articular as acções deste alargamento ao território desta Comunidade Intermunicipal.

O CineEco é um festival organizado pelo município de Seia, que este ano realiza a sua 23ª edição de 14 a 21 de Outubro e que a partir de agora será alargado aos concelhos da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela.

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Covilhã: Candidatos debatem política cultural

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 19.07.17
Rádio Cova da Beira
 

Os candidatos à presidência da câmara municipal da Covilhã vão estar sentados à mesma mesa na próxima quinta-feira à noite num debate sobre políticas culturais. A iniciativa está a ser promovida em parceria pela Asta e pela Banda da Covilhã, que convidaram todos os cabeças de lista a apresentar quais os principais projectos que pretendem desenvolver nessa área e contribuir para um melhor esclarecimento das populações a pouco mais de dois meses do acto eleitoral.

Em declarações à RCB, Rui Pires, dirigente da Asta sublinha que “esta iniciativa partiu de uma ideia conjunta no sentido de perceber quais são os projectos que os candidatos à câmara da Covilhã tem para os próximos quatro anos na área da cultura. Sendo duas instituições que trabalham nesta área, esta é uma matéria que nos preocupa e nesse sentido decidimos avançar com este debate até para a população em geral perceber melhor as ideias dos candidatos e também, de alguma forma, decidir qual o candidato em que podem votar e permitir um momento de auscultação das propostas que as entidades que trabalham na área da cultura tem para apresentar”.

Com o intuito de criar um maior envolvimento junto das organizações culturais do concelho a organização está aberta à recolha de contributos para perguntas a formular aos candidatos. A expectativa é que todos possam marcar presença na iniciativa “todos foram convidados e pensamos que todos vão estar presentes. Esperamos que este debate decorra de uma forma tranquila, ordeira e também esclarecedora. Queremos perspectivar o futuro e não pretendemos avaliar nada do passado. Estamos também a pedir que nos enviem sugestões de perguntas que possam ser formuladas neste debate aos candidatos envolvidos nesta eleição municipal”.

A iniciativa decorre na próxima quinta-feira, a partir das 21:30 no centro cultural da Banda da Covilhã.

In: RCB

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Fátima: Conheça as imagens oficiais dos novos santos

Os retratos oficiais dos mais jovens santos não-mártires da Igreja Católica, Jacinta e Francisco, têm por base as imagens da beatificação em 2000. Segundo o Santuário, "Jacinta olha de frente para o observador, em atitude de interpelação; Francisco ergue os olhos ao alto, apontando para uma atitude eminentemente contemplativa”, refere a nota da Postulação sobre as imagens, encomendadas à pintora Sílvia Patrício, e que vão estar colocadas na fachada da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima para a cerimónia de canonização.

Em relação à fotografia de 1917 que está na base das duas imagens de São Francisco Marto e de Santa Jacinta Marto, as vestes apresentam-se coloridas, a partir de uma pesquisa etnográfica feita pela autora.

Na fachada da Basílica, a colocação dos dois videntes é também diferente: primeiro surge Jacinta Marto, “como primeiro anunciadora dos acontecimentos de Fátima”.

Com o terço nas mãos e a candeia como atributos mais claros destes santos, a autora das imagens incluiu em cada auréola (que representa a santidade), em formato de peça de ourivesaria símbolos diferenciados: na de Francisco a silhueta do Anjo de Fátima e as espécies eucarísticas, enquanto a de Jacinta mostra as figuras do Papa e da Virgem Maria, representada com o seu Coração Imaculado.

Sílvia Patrício, 43 anos, nascida em Vincennes, França, é uma artista plástica, licenciada pela Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.

A sua primeira exposição individual, “O outro lado”, data de 1997 e desde então tem apresentado várias obras, sobretudo em Leiria, mas também em locais como Salamanca, Paris (Casa de Portugal), Coimbra, Porto e Cascais

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O ministro da Cultura manifestou em Idanha-a-Nova, o apoio à candidatura dos “Mistérios da Páscoa”, manifestações de religiosidade popular ligadas ao ciclo quaresmal, às boas práticas do Património Imaterial da Humanidade da UNESCO.

“É um projeto ao qual estamos atentos, recetivos e apoiantes” sustentou Luís Castro Mendes.

Luís Castro Mendes, que se deslocou a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, para participar na apresentação do programa de salvaguarda dos “Mistérios da Páscoa”, adiantou que guardar tradições, “não significa as pessoas fecharem-se nelas e olharem para o passado”.

“É um trabalho criativo sobre a nossa história e a nossa memória”, vincou.

O governante disse que os “Mistérios da Páscoa” estão a ser redescobertos e adiantou que toda esta tradição popular e litúrgica é um projeto de cultura de preservação da história e da memória.

“Idanha-a-Nova sabe chamar as pessoas e chamar para si a sua diáspora”, frisou.

Já o presidente do município local, Armindo Jacinto, sublinhou que a candidatura que vai apresentar à lista de salvaguarda das boas práticas da UNESCO, no âmbito do património imaterial, integra também a estratégia de contrariar o despovoamento do concelho.

“Este é um processo que também vai contribuir para isso”, destacou.

O projeto de salvaguarda e promoção dos “Mistérios da Páscoa” está sustentado em 40 anos de trabalho, sendo que às manifestações populares que decorrem durante o ciclo quaresmal e pascal, estão associados 191 imóveis e 31 manifestações de património cultural e imaterial.

Em 2016, durante todo o período em que decorrrem os “Mistérios da Páscoa”, que se estendem pelas 17 freguesias do concelho de Idanha-a-Nova, foram contabilizadas 250 manifestações populares.

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Cantar das Janeiras candidata a Património Imaterial da Humanidade

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.01.17

           

Cantar das Janeiras candidata a Património Imaterial da Humanidade
 

A Câmara de Proença-a-Nova vai avançar com a candidatura do “Cantar das Janeiras” e da “Encomendação das Almas” a Património Cultural e Imaterial da Humanidade.

"Vai ser uma candidatura com duas propostas, uma referente ao Cantar das Janeiras e outra em relação à Encomendação das Almas. Trata-se de dois rituais ligados ao culto religioso cristão, mas que fazem parte integrante dos usos e costumes de um povo e da região", disse João Lobo, segundo a agência Lusa.

O presidente deste município do distrito de Castelo Branco adiantou que já encetou contactos com as instituições ligadas à cultura no sentido de preparar a formalização da candidatura a Património Cultural e Imaterial da Humanidade da UNESCO.

João Lobo explicou ainda que a decisão em avançar com esta candidatura está tomada, seja ela a título individual ou através de todo o país.

Isto porque o autarca recorda que o “Cantar das Janeiras” é um costume transversal a todo o país e não apenas ao concelho de Proença-a-Nova, pelo que entende que a candidatura deveria ser nacional.

"Seja como for, agregados ou de forma isolada, vamos avançar. Já encetei contactos para formalizar a candidatura. Se houver outros, muito bem, caso contrário avançamos", sustentou.

O autarca sublinha que no concelho de Proença-a-Nova ainda existem muitos grupos que mantêm viva esta tradição desenvolvida durante o mês de janeiro, como forma de desejar prosperidade no início de um novo ano, anunciando o nascimento de Jesus e pedindo uma esmola.

O Encontro de Janeireiros é a prova disso mesmo, sendo que este ano participaram as aldeias de Alvito da Beira, Caniçal Cimeiro, Caniçal Fundeiro e Vale da Carreira, Corgas, Cunqueiros, Pergulho, São Pedro do Esteval, Vale de Água, Pernadas e Serimógão e o Vergão.

Participou ainda pela primeira vez um grupo convidado, o Grupo de Montanhismo dos Serviços Sociais da CGD.

Segundo João Lobo, estão agora a ser dados os primeiros passos no sentido de formalizar a candidatura e a expectativa é que de facto seja aprovada pela UNESCO.

"Com a expectativa da aprovação, esse reconhecimento internacional seria uma mais-valia e funcionaria como o primeiro marco promocional de uma região", termina.

In: Hardmúsica

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Amor Electro, Aurea e Rita Redshoes actuam em Festival de Castelo Branco 

Espectáculos com Amor Electro, Aurea, Rita Redshoes e a Companhia Nacional de Bailado, que comemora os seus 40 anos em Castelo Branco, são alguns dos destaques da agenda cultural da cidade para o primeiro trimestre de 2017.

Além dos concertos, a Agenda Cultura Vibra, de Castelo Branco, inclui outras actividades, como teatro, exposições, dança, cinema e oficinas em fotografia e produção audiovisual.

"Com propostas para gostos diversificados", a agenda cultural do município procura "chegar a mais pessoas, solidificando o nosso trabalho neste eixo estratégico da nossa ação em prol da população residente e dos visitantes", afirmou presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia.

O grupo Amor Electro sobe ao palco do Cineteatro Avenida no dia 14 de Janeiro, a partir das 21:30, sala onde no sábado seguinte, 21 de Janeiro, à mesma hora, actuará a Companhia de Dança Contemporânea de Évora.

Ainda no campo musical, Aurea também actuará no Cineteatro Avenida, a 11 de Fevereiro, pelas 22:00, poucos dias antes de, também neste palco, ter início a quinta edição do Festival de Guitarra, o que acontecerá pelas 21:30 do dia 25 de Fevereiro.

Para Março estão agendados espectáculos pela Companhia de Dança de Almada e de Rita Redshoes, dias 04 e 25, respectivamente.

O espectáculo com que a Companhia Nacional de Bailado assinala o 40.º aniversário está programado para o dia 30 de Março, no Cineteatro.

A soprano Ana Quintans actuará no dia seguinte, 31 de Março, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB), no Concerto di Cavalieri, dirigido por Marcelo di Lisa.

O programa destaca também o jazz, com os Kolme e os ZERO, octeto liderado por João Guimarães, a 13 de Janeiro e 23 de Fevereiro, respectivamente.

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TMG apresenta Agenda para o 1º trimestre

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.01.17

O TMG apresentou a Agenda do primeiro trimestre do ano com destaques para o concerto dos Criatura a 21 de janeiro e de António Zambujo a 10 de março, a "esquizofrenia vocal" do humorista Luís Franco-Bastos a 28 de fevereiro e o regresso do Síntese - Ciclo de Música Contemporânea da Guarda organizado pelo Síntese GMC com o apoio da CMG/TMG e que decorrerá no mês de março com concertos, ensaios abertos, tertúlias e o Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea. Ainda este trimestre prossegue o Ciclo Relavrar dedicado aos novos valores da música contemporânea de raiz tradicional que contará com 6 concertos, 3 oficinas e 1 instalação sonora. No teatro destaque para a nova criação em residência artística no TMG dos Gambozinos e Peobardos, "Ofício", em cena de 16 a 18 de fevereiro e na Galeria de Arte, espaço para a Pop Arte do artista plástico Pedro Amaral.
Prosseguem ainda este trimestre  as iniciativas Famílias ao Teatro com espetáculos de teatro e marionetas; o Cinema com a colaboração do Cineclube da Guarda, destacando-se a extensão do CINE' ECO - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, com a apresentações dos filmes premiados na edição de 2016.  E no Serviço Educativo destaque para a Oficina de Cinema de Animação "Anima com Plasticina"  e continuam ainda as iniciativas OfiCena, o Plano Nacional de Cinema, a oficina "Viagem Sonora" e as Visitas Guiadas ao TMG.
E estes são apenas alguns dos destaques, toda a programação pode ser consultada aqui.

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Fundão quer classificação nacional e internacional para o bombo

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 17.11.16

Fundão quer classificação nacional e internacional para o bombo

A Câmara do Fundão anunciou que está a ser realizado o trabalho para que o bombo, instrumento musical de percussão, venha a ser classificado como Património Imaterial Nacional e, posteriormente, na UNESCO.

“Estamos a fazer o inventário das componentes ligadas à cultura do bombo para depois avançarmos com a classificação do bombo a Património Imaterial Nacional. Feito esse trabalho e capacitando-nos em termos de rede, poderemos depois olhar para o que são outros modelos de classificação a nível internacional, nomeadamente no que são as linhas de valorização e reconhecimento do Património Imaterial da UNESCO”, afirmou o presidente da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes.

O autarca falava durante a apresentação do 2.º Congresso do Bombo, que se realizará na cidade do Fundão, nos dias 25 e 26, numa organização conjunta da Câmara do Fundão, da associação “Tocá Rufar” e da Junta de Freguesia de Lavacolhos.

A iniciativa reunirá diversos responsáveis, investigadores, historiadores, etnomusicólogos e músicos, e deverá contribuir não só para um melhor conhecimento e valorização desta cultura musical, mas também para “cimentar” o que possa vir a ser fundamentação das candidaturas que estão na calha.

Sobre essa questão, Paulo Fernandes destacou as diferentes etapas que terão de ser cumpridas, até porque estão em causa processos muito exigentes.

“Agora, também não vamos dizer que não temos esse sonho ou essa ambição”, ressalvou.

Apontando a forte ligação que o Fundão tem à cultura do bombo e a qual fica bem patente nos cerca de 14 grupos de bombos que há naquele concelho do distrito de Castelo Branco, o autarca também sublinhou a aposta que o município já tem vindo a fazer ao longo dos anos no sentido de preservar e valorizar esta tradição e cultura.

Entre os exemplos apontados está a criação da Casa do Bombo, na freguesia de Lavacolhos, estrutura museológica que integra a Rede de Casas Temáticas do Fundão e que foi recentemente requalificada, a nível físico e de conteúdos.

“Será um espaço de memória, mas também um espaço vivo e de partilha de saberes, pelo que terá uma componente dedicada ao que é a construção dos bombos e dos pífaros, bem como um espaço que poderá acolher oficinas de formação”, sublinhou a vereador da Cultura, Alcina Cerdeira.

Com um investimento de cerca de 43 mil euros, cofinanciado pela Rede das Aldeias de Xisto, o resultado desta requalificação será dado a conhecer numa cerimónia a realizar no dia 25, às 18:00, que também marca a abertura oficial do 2.º Congresso do Bombo.

Presente nesta conferência de imprensa, Rui Júnior, da associação “Tocá Rufar, apontou a importância deste congresso, que, além dos palestrantes, também contará com a presença de diversos grupos.

O 1.º Congresso do Bombo foi realizado em 2016 em Lisboa. Depois do Fundão, Amarante e o Seixal serão as cidades que acolherão os próximos encontros, respetivamente em 2017 e em 2018.

“Estou confiante que esta caminhada nos levará ao reconhecimento comum de que a Casa do Bombo é Portugal”, disse Rui Júnior.

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"Nota Alta" com Maestro Rui Massena. Porto Canal. Estreia hoje!

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.10.16

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O maestro Rui Massena estreia hoje, 28 de Outubro, “Nota Alta”, onde música e debates marcarão o serão do Porto Canal.

O novo programa semanal de Rui Massena, “Nota Alta”, vai contar com a presença de convidados e artistas em estúdio para conversas informais sobre diversas temáticas.

No programa de estreia, Rui Massena receberá em estúdio, o deputado do PS João Soares, e a Cultura será o tema escolhido.

Aspectos relevantes da Cultura nacional como o que falta fazer, o papel social da arte, a acção política da arte no poder local e poder central, e o que mais virá por acréscimo.

A música vai estar a cargo da dupla “Inevitável” de Gileno Santana Tuniko Goulart que apresentará o seu novo trabalho num ambiente intimista.

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O secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, afirmou numa audição da comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, em Lisboa, que os concursos de apoio às artes deverão abrir em julho.

O secretário de Estado falava na segunda audição parlamentar, desde a tomada de posse da nova tutela, em abril, liderada por Luís Filipe Castro Mendes, depois da demissão do ministro João Soares.

"Iniciámos o trabalho com a nova equipa da Direção-Geral das Artes, no sentido de acorrer às urgências", disse o secretário de Estado, indicando que os concursos de apoio às artes "abrirão, em princípio, em julho".

"Estamos a perspetivar um novo ciclo de financiamento das artes para 2017", acrescentou o secretário de Estado, sobre o trabalho daquele organismo responsável pela coordenação e execução das políticas de apoio às artes.

Miguel Honrado disse ainda que a tutela pretende que, no próximo ano, o setor "tenha mais estabilidade e, para isso, é preciso desenvolver uma reflexão com o meio, sobre um novo modelo de apoio às artes que não será só financeiro".

"Este é um trabalho entre mãos que está a ser desenvolvido com a Direção-Geral das Artes e, em breve, diremos qual será a decisão", disse ainda o secretário de Estado.

Na primeira audição da nova tutela da Cultura, no parlamento, tinha sido anunciada, para junho, a abertura dos concursos pontuais de apoio às artes, faltando ainda abrir também os concursos de apoio à internacionalização.

A nova diretora-geral das Artes, Paula Varanda, após ter sido nomeada, no final de maio, em regime de substituição, para a Direção-Geral das Artes (DGArtes), tinha indicado à agência Lusa que os concursos na modalidade pontual deveriam abrir "em breve", com um financiamento de 800 mil euros.

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Ministério da Cultura garante abertura de apoios pontuais às artes em junho

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 21.05.16

Ministério da Cultura garante abertura de apoios pontuais às artes em junho

O Ministério da Cultura garantiu hoje que os concursos do programa de apoio público às artes, na modalidade pontual, organizados pela Direção-Geral das Artes (DGArtes) vão abrir em junho.
Contactado pela agência Lusa sobre se as futuras alterações na direção da DGArtes - organismo responsável pela coordenação e execução dos apoios às artes - vão atrasar a abertura, o gabinete do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, indicou que o prazo previsto será mantido.

«Tal como foi anunciado esta semana no parlamento pelo ministro da Cultura, e pelo secretário de Estado da Cultura, os concursos de apoio às artes deverão abrir a partir de junho», num montante global de 1,6 milhões de euros, acrescentou o gabinete da tutela.

In: Lusa

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Novo ministro da cultura nasceu em Idanha-a-Nova

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 12.04.16

Novo ministro da cultura nasceu em Idanha-a-Nova

Luís Filipe Castro Mendes, natural de Idanha-a-Nova, é o novo ministro da Cultura. Castro Mendes, atual representante de Portugal junto do Conselho da Europa em Estrasburgo, será o próximo titular da pasta da cultura segundo foi anunciado, domingo no site da Presidência da República.

Luís Filipe Castro Mendes, nascido em 1950 em Idanha-a-Nova, é um embaixador poeta que gosta de pensar esse duplo estatuto e a sua história respeitável, repleta de grandes nomes de escritores. A sua formação universitária é Direito, mas os ambientes em que se integrou, ainda enquanto estudante, foram os literários.

Começou a publicar ainda muito cedo, adolescente, no suplemento juvenil do Diário de Lisboa, quando ainda não vivia em Lisboa (o pai era juiz, o que lhe ditou uma vida nómada pela província; essa é a razão pela qual nasceu em Idanha-a-Nova) e começou a estabelecer ligações com algumas pessoas de uma nova geração, que foram determinantes também na sua consciência política.  

A sua estreia em livro foi em 1983, com Recados, publicado na Imprensa Nacional, numa coleção de jovens poetas, criada por Vasco Graça Moura. No ano seguinte publicou a obra de ficção Areias Escuras, à qual sucedeu Seis Elegias e Outros Poemas, que mereceu o Prémio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Publicou ainda Ilha dos Mortos (1991). Mas a sua plena afirmação enquanto poeta deu-se dez anos depois, com um livro chamado Viagem de Inverno (1993). Seguiram-se O Jogo de Fazer Versos (1994), Modos de Música (1996), Outras Canções (1998), Poesia Reunida (1985-1999) e Os Dias Inventados (2001).

A sua tomada de posse terá lugar na próxima quinta-feira

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Concertos com Deolinda, Orquestra Gulbenkian e Mário Laginha, Olga Prats e Alejandro Oliva são os destaques da agenda cultural da Câmara de Castelo Branco para o segundo trimestre de 2016.

A Agenda Cultura Vibra divulgada hoje inclui ainda um conjunto vasto de outras atividades, como teatro, exposições, dança ou cursos de formação em fotografia e design editorial e paginação.

Os Deolinda sobem ao palco do Cine-Teatro Avenida, amanhã, dia 08 de abril, a partir das 21:30 e a Orquestra Gulbenkian, acompanhada de Mário Laginha, atua neste espaço no dia 07 de maio, às 21:30.

Ainda no campo musical, Olga Prats e Alejandro Oliva têm presença marcada para o dia 11 de maio, às 21:30, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB).

À semelhança do que aconteceu no primeiro trimestre do ano, a agenda “Cultura Vibra Castelo Branco” procura valorizar as estruturas de criação locais e regionais em todos os campos da cultura.

No teatro, o destaque vai para a apresentação da peça “Al Pantalone”, pelo Teatro Meridional, com texto de Mário Botequilha, encenação e desenho de luz a cargo de Miguel Seabra e a interpretação é de Guilherme Noronha, Rui M Silva, Sofia Correia e Vitor Alves da Silva.

A peça, que retrata a história de um embuste, sobe ao palco a 28 de abril, às 21:30, no Cine-Teatro Avenida.

No dia 20 de maio, às 21:30, a Companhia de Dança Contemporânea de Évora apresenta “Terra Chã”, no Cine-Teatro Avenida, um espetáculo onde os sonetos de Florbela Espanca falam da beleza e da alma do Alentejo.

Através de um olhar contemporâneo trabalha-se a fusão entre a música de Ólafur Arnalds e as modas do Cante Alentejano.

A agenda de primavera inclui ainda Os Dias Templários de Castelo Branco, que decorrem na zona do Castelo, entre os dias 02 e 05 de junho.

Durante os quatro dias, os visitantes têm a oportunidade de viajar até à época medieval e conhecer o mercado de artesãos, as tavernas medievais e assistir a espetáculos de fogo e de animação com os grupos Flamma Luna, Sons do Castelo, Fazenda dos Animais e Tok Avakalhar.

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Sindicatos e artistas reafirmam luta por 1% do PIB e «novo rumo» para a cultura

A plataforma Cultura em Luta, composta por organizações como sindicatos e entidades da área da criação artística, defende que o setor deve receber 1% do PIB e «entrar num novo rumo» em 2016.

Esta posição será apresentada hoje, em conferência de imprensa prevista para as 11:30, na Casa do Alentejo, em Lisboa, onde representantes de 67 estruturas de todo o país divulgam um comunicado conjunto e ações de luta, na sequência das iniciativas realizadas no ano passado.

Pedro Penilo, membro do grupo de coordenação da Plataforma Cultura em Luta, explicou que, "face ao novo quadro político, as estruturas consideraram que deveriam mobilizar-se para reafirmar a posição e objetivos para estabelecer um novo rumo para a cultura".

"A política cultural tem sido desastrosa nas últimas décadas e o subfinanciamento atingiu níveis insustentáveis, provocando a destruição do tecido social e cultural, a precariedade no trabalho e até a emigração de muitos artistas", descreveu o responsável.

Pedro Penilo disse que "é grande a apreensão sobre o que se vai passar na cultura, no próximo ano, com a provável justificação de uma política de austeridade e pressões externas".

"Temos um ministro da Cultura [João Soares], mas não temos um Ministério da Cultura, porque não há orçamento que chegue para as necessidades do setor. Por aquilo que sabemos, o orçamento para a cultura está a ser construído através do cruzamento de uma série de tutelas", afirmou o representante da plataforma.

A proposta de Orçamento do Estado para 2016, aprovada quinta-feira, em Conselho de Ministros, deve dar entrada hoje, na Assembleia da República.

"A área da cultura é extremamente frágil e a questão do financiamento é central", sublinhou o membro da plataforma que é constituída por entidades das diversas áreas da atividade cultural, associações, sindicatos, entidades das áreas da criação e produção artística, da conservação e gestão do património histórico e arqueológico, do associativismo cultural, e da defesa dos direitos dos trabalhadores da cultura.

Em maio e junho do ano passado, a plataforma realizou a campanha "Dias da Cultura em Luta", com iniciativas de protesto e informação ao público - como espetáculos, intervenções públicas, desfiles e debates - em Lisboa, Coimbra, Almada e Évora.

Entre os subscritores envolvidos na campanha, estão a Associação das Coletividades Concelho Lisboa (ACCL), a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD), a Associação Portuguesa de Realizadores (APR), a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e o Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espetáculo e do Audiovisual (CENA).

A Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD), a Escola da Noite – Coimbra, a Associação Barreiro - Património, Memória e Futuro, a IMARGEM - Associação de Artistas Plásticos de Almada, a Loucomotiva - Grupo de Teatro de Taveiro e os Músicos de Coimbra também aderiram.

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João Soares congratula-se com Idanha-a-Nova e Óbidos nas cidades da UNESCO

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.12.15

João Soares congratula-se com Idanha-a-Nova e Óbidos nas cidades da UNESCO

O ministro da Cultura, João Soares, congratula-se com a escolha, pela UNESCO, de Idanha-a-Nova e Óbidos, como novos membros das Cidades Criativas da UNESCO, nas áreas da música e da literatura, respetivamente.

"Estas distinções premeiam um notável trabalho das respetivas autarquias e o empenho de organizações da sociedade civil, que deve ser considerado como exemplar, a nível nacional", afirma o comunicado divulgado pelo gabinete do ministro da Cultura.

João Soares "endereça as suas felicitações aos munícipes de Óbidos e de Idanha-a-Nova e a todas as entidades e autarcas envolvidos", remata o comunicado.

Idanha-a-Nova, na Beira Baixa, foi sexta feira oficialmente aceite no grupo de Cidades da Música da UNESCO, no âmbito da rede de Cidades Criativas.

A câmara de Idanha-a-Nova preparou durante um ano e meio a candidatura, que teve o envolvimento de diversos intervenientes nacionais e internacionais.

Entre as entidades que apoiam esta candidatura encontra-se o Governo português, a Associação Portuguesa de Educação Musical, o Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, a Comissão Portuguesa da UNESCO e várias cidades que já têm o título de Cidade da Música, com destaque para Mannheim, na Alemanha, Bolonha, em Itália, Sevilha, em Espanha, e Hamamatsu, no Japão.

Óbidos também entrou hoje no universo das "cidades da literatura" da UNESCO.

A UNESCO Creative Cities Network (UCCN), criada em 2004, escolheu Óbidos, na Estremadura, como uma das Cidades da Literatura, no âmbito da rede mundial "The Crative Cities Network", que agrupa 69 cidades em diferentes áreas, da gastronomia ao artesanato, passando pela literatura.

Óbidos é a 12.ª classificada na lista literária da organização, ao lado de Edimburgo (Escócia), Melbourne (Austrália), Iowa City (EUA), Dublin (Eire) Reiquejavique (Islândia), Norwich (Inglaterra), Cracóvia (Polónia), Heidelberg (Alemanha), Dunedin (Nova Zelândia), Granada (Espanha) e Praga (República Checa).

"The Crative Cities Network - Crafts & Folk Art, Design, Film, Gastronomy, Literature, Music and Media Arts" integrava, até então, 69 cidades com um objetivo comum: "colocar a criatividade e as indústrias culturais no centro dos seus planos de desenvolvimento a nível local e cooperar ativamente a nível internacional", segundo o comunicado da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Ciência, Educação e Cultura), com sede em Paris.

O objetivo desta rede de cidades é promover o desenvolvimento social, económico e cultural destas comunidades, tendo por base as indústrias criativas.

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João Soares novo ministro da Cultura.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 27.11.15

Jorge Sampaio e João Soares, no momento em que o primeiro entregava a pasta ao segundo, na câmara municipal de Lisboa, em 1995

O indigitado ministro da Cultura do governo de António Costa, João Soares, é militante do PS desde a fundação, exerceu as funções de deputado no parlamento, foi vereador da Cultura e presidente da Câmara de Lisboa.

João Soares, de 66 anos, filho do ex-Presidente da República Mário Soares e da atriz e militante antifascista Maria Barroso, falecida este ano, nasceu em Lisboa, a 29 de agosto de 1949, frequentou a licenciatura de Direito e tem a profissão de editor. Estão são as informações que disponibiliza no site da Assembleia da República.

Dirigiu a editora "Perspectivas & Realidades", onde publicou, entre outros, Mário Cesariny e João Aguiar.

De 1990 a 1995, foi vereador da Cultura e vice-presidente da Câmara de Lisboa, assumindo a presidência do município em 1995, quando Jorge Sampaio apresentou a candidatura à Presidência da República.

Num mandato em que Lisboa foi Capital da Cultura (1994), nasceram a Casa Fernando Pessoa, o Teatro Mário Viegas, a Bedeteca e a Biblioteca-Museu República e Resistência.

Enquanto vereador da Cultura da Câmara da Lisboa, entre outras ações, criou a Fonoteca e a Videoteca municipais, ambas atualmente desativadas.

De 1994 a 1995, João Soares foi também deputado ao Parlamento Europeu e foi membro do Conselho de Estado, de 1999 a 2002.

Em 2001, venceu as eleições para a presidência da Câmara de Lisboa, sem alcançar maioria absoluta.

Durante a sua presidência, realizaram-se as demolições dos bairros de barracas da capital, nomeadamente o da Curraleira, junto às Olaias, e o do Casal Ventoso, em Campo de Ourique, no âmbito do Programa Especial de Realojamento (PER).

João Soares é membro da sociedade maçónica Grande Oriente Lusitano desde 1974. Numa entrevista à revista Sábado afirmou: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá [na Maçonaria] pelo espírito republicano e laico da organização".

Em 2004, perdeu a eleição para secretário-geral, a favor de José Sócrates.

Entre 2005 e 2009, foi vereador na Câmara de Sintra, à qual se candidatou para a presidência, que perdeu a favor de Fernando Seara do PSD.

João Soares é autor das obras "Virar de página", "Septembre a Lisbonne" e "Notas convenientes e inconvenientes".

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"Jornal de Cultura" - nº0. Download.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.07.15

Nasceu na Covilhã, no passado dia 26 de junho, o "Jornal de Cultura" com o objectivo de “dar voz às artes e às letras”. O lema que presidiu à criação deste jornal como explicou, na apresentação, o director da publicação, o escritor António José da Silva.

Estará gratuitamente disponível nas Bancas, Colectividades e noutros pontos do Concelho da Covilhã, ou pode fazer o download do número 0 neste endereço https://goo.gl/kmidt4 

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio