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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

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6º Festival Internacional de Músicas Antigas. 24 NOV a 9 DEZ, Idanha-a-Nova.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.11.17

O Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas realiza-se em Idanha-a-Nova, entre os dias 24 de novembro e 09 de dezembro, e apresenta nomes como Pino De Vittorio ou Danças Ocultas.

A sexta edição do Fora do Lugar volta a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem.

“Há dois anos, o Fora do Lugar foi o palco de uma boa nova. Hoje, é novamente o palco onde celebramos o segundo aniversário enquanto Cidade Criativa da Música pela UNESCO, cruzando conceitos, práticas e territórios que refletem uma vocação integradora, visível à escala global”, explica, em comunicado, o diretor artístico da iniciativa, Filipe Faria, um dos responsáveis do projeto Arte das Musas e do agrupamento Sete Lágrimas.

Resultado da parceria entre a produtora Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova, o festival conta ainda com o apoio do Ministério da Cultura e da Direção Geral das Artes, assumindo-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.

“Recebemos, em 2017, o mestre italiano Pino De Vittorio, no encerramento, as Danças Ocultas na abertura, o pianista Filipe Raposo a acompanhar, improvisando, um outro grande mestre Charlie Chaplin e os seus ‘Tempos Modernos’, dois projetos da nova geração da Nova Música Antiga europeia – Scaramuccia e Musick’s Recreation – e um projeto especialmente concebido para o Festival, Erin/Iran? uma viagem da Irlanda ao Irão pelos seus intérpretes”, refere Filipe Faria.

A par da programação principal com Danças Ocultas (Portugal), Musick’s Recreation (Alemanha, Colômbia e Austrália), Scaramuccia (Portugal e Espanha), Erin/Iran (Irlanda, Irão, Catalunha e Hungria), Filipe Raposo e Charlie Chaplin (Portugal e Inglaterra) e Pino De Vittorio (Itália), o festival promove ainda um conjunto alargado de atividades paralelas nas áreas da natureza, desenho, programa educativo, ‘masterclasses’, ‘workshops’, gastronomia, entre outros.

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O dia da Padroeira dos Músicos, Santa Cecilia, está a chegar e a convite da Banda do Paúl, vamos estar em conjunto com outras Bandas a prestar a devida homenagem.

 

"A união faz a Música, o lema adotado para um dia partilhado entre três Bandas do Concelho.
A Banda Filarmónica de S. Jorge da Beira, a Filarmónica Recreativa Cortense e a Banda Filarmónica do Paul, juntaram-se e vão realizar um evento cheio de harmonia e união, em honra de Sta Cecília.

16h - Recepção aos convidados com porto de honra;
17h - Arruada pela vila;
21h - Concerto no Salão Paroquial

Estão todos convidados!"

 

 

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O “Y – Festival de Artes Performativas” apresentará nas cidades da Covilhã e Castelo Branco, entre 23 de novembro e 02 de fevereiro de 2018, dez espetáculos de música, teatro, dança e performance, anunciou a organização.

“Queremos dar visibilidade às diferentes disciplinas artísticas e fizemo-lo de uma maneira mais ou menos equilibrada, [pelo que teremos] quatro espetáculos de dança, quatro de teatro, um de música e outro que é dividido entre o teatro e a dança”, referiu Rui Sena, da Quarta Parede, associação com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco, que realiza este certame há 13 anos.

Destacando o “grande esforço” que tem sido feito para “manter vivo” este festival, Rui Sena também frisou a importância de este se realizar em cidades do Interior do país.

No que concerne à programação, o “Y – Festival de Artes Performativas” continuará a aliar o cruzamento das diferentes disciplinas artísticas com uma aposta nos novos criadores de arte contemporânea em Portugal e tem ainda a preocupação de integrar estruturas da região.

O festival conta ainda um eixo de programação artística pedagógica, denominado “Y – Públicos”, que integra encontros/reflexões entre espetadores e artistas, num conjunto de iniciativas que procuram afirmar o público como elemento participante, conforme referiu Sílvia Pinto Ferreira, assistente de programação.

Estão ainda previstas oficinas dramatúrgicas e ações de formação destinadas quer ao público em geral, quer para o público estudantil, desde o pré-escolar ao ensino superior.

Uma das ações prevê um encontro entre seniores e jovens, e outra desenvolver-se-á nas escolas do ensino pré-escolar, com especial incidência nas instituições que estão fora do núcleo urbano da cidade.

Nesta edição, optou-se também por estender a programação entre novembro e fevereiro, de modo a evitar uma oferta concentrada no tempo que, por motivos de agenda ou até mesmo económicos, pudesse dificultar a distribuição dos espetadores pelas diferentes apresentações.

Os espetáculos na Covilhã serão apresentados no auditório do Teatro das Beiras e a programação arranca no dia 23, às 21:30, com “Noiserv”, seguindo-se, no dia 29, à mesma hora, o espetáculo “Canas 44” pela Amarelo Silvestre.

No dia 05 de dezembro, às 14:30, realce para a apresentação de “Viúva Papagaio”, por Graça Ochoa e Alberto Carvalhal, e, no dia 07, às 21:30, a Companhia Paulo Ribeiro apresenta “Um solo para a Sociedade”.

A 16 de janeiro de 2018, às 14:30, Pé de Pano apresenta o espetáculo “Danças a Nascer” e, no dia 18, às 21:30, Hotel Europa sobe ao palco com “Portugal Não é um País Pequeno”.

Para dia 27 de janeiro, às 21:30, está marcado o espetáculo “Adapted to Y&Y”, de João Cardoso & Victor Gomes, e Mafalda Saloio apresenta “Brisa ou Tufão”, no dia 31 de janeiro, às 21:30.

Em Castelo Branco, as apresentações são às 21:30 no Cine-Teatro Avenida e estão marcadas para dia 19 de janeiro e 02 de fevereiro, respetivamente com Rui Horta e o espetáculo “Vespa” e com Mafalda Saloio e o espetáculo “Brisa ou Tufão”.

O orçamento desta 13.ª edição do “Y – Festival de Artes Performativas” é de 55 mil euros e conta com o apoio da Direção Geral das Artes e das Câmaras da Covilhã e de Castelo Branco.

O bilhete para o espetáculo de Noiserv custa 10 euros, com desconto de 50% para menores de 25 e maiores de 65 anos, estudantes e profissionais do espetáculo. Para os restantes espetáculos, o preço é de seis euros, sujeito aos mesmos descontos.

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118º Aniversário da Filarmónica Recreativa Cortense

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.11.17

Em clima de grande festa e convívio, foi festejado mais um aniversário da Filarmónica Cortense.

A todos os músicos, directores, amigos e convidados presentes, o nosso bem haja por se associarem a nós neste dia de festa.

Ficam algumas fotos referentes ao Almoço convívio, que teve lugar no Salão Júlio Ramos Barata, na sede da Filarmónica Recreativa Cortense.

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FRC - Almoço/Convívio do 118º Aniversário. 12 NOV, 13h00, Salão da FRC.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.11.17

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G Project - Concerto Solidário. 3 NOV, Seia

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.11.17

Foto de The G project.

No próximo dia 3, sexta feira, juntem-se aos "G Project" e ajudem as vítimas dos incêndios no concelho de Seia.
Este será o primeiro de alguns concertos solidários pelos concelhos atingidos.
Esperamos pela vossa generosidade!

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Banda da Covilhã - Música & SPA. 1 NOV, Termas do Cro.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.10.17

Foto de Banda da Covilhã.

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Carlos Almeida é o novo maestro titular da Banda da Covilhã

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 19.10.17

Carlos Almeida é o novo maestro titular da Banda da Covilhã 

O maestro Carlos Almeida “é oficialmente o maestro titular da Banda da Covilhã”, anunciou em comunicado a direção da banda, acrescentando que é “uma aposta num jovem maestro, dinâmico e conhecedor da realidade das bandas filarmónicas”.

A apresentação oficial do novo maestro titular será no dia 02 de dezembro, no âmbito do concerto de gala do 147.º aniversário da Banda da Covilhã.

Carlos Almeida, de 24 anos, matriculou-se no Conservatório de Portalegre, aos 11 anos, para iniciar os estudos em trompete, onde concluiu o 5.º grau, prosseguindo os estudos com Rui Borba, na Escola Profissional de Artes da Covilhã. Formou-se em direção musical, pela Atlantic Coast International Conductig Academy.

É maestro e professor na Banda da Covilhã, professor na Escola de Música João Carlos e monitor/professor em várias orquestras no Alto Alentejo.

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Chk Chk Chk no Fundão. 20 OUT, 21h00, Octogono.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.10.17

Foto de Lemon Live Entertainment.

Os !!! (Chk Chk Chk) vão dar 3 espetáculos em Portugal no mês de Outubro. Lisboa, Fundão e Porto são as cidades que o grupo nova-iorquino vai pôr a dançar ao som de sucessos como «One Girl / One Boy», «Even When the Water's Cold», entre outros temas do mais recente álbum Shake the Shudder.
Entre o excêntrico, o futurista, o kitsch e o "fora do comum". Assim se posicionam os !!! (Chk Chk Chk) perante os seus seguidores. São já cerca de 20 anos de carreira do grupo dance-punk mais vibrante do planeta. 20 anos de música para "aquecer a pista", sempre com uma vincada atitude punk presente, tanto ao vivo como nos registos gravados em estúdio. Iniciaram a sua carreira em 1996, mas foi em 2004 com o lançamento de Louden Up Now (através da editora britânica Warp), que este colectivo ficou conhecido mundialmente e desde essa altura que ainda continuam a fabricar pequenos, grandes êxitos.
Os 3 concertos em Portugal servirão para apresentar Shake The Shudder ao público português, reservando algum tempo das performances para "regressar ao passado" e vasculhar alguns êxitos da banda, tais como «Heart of Hearts» ou «Must Be The Moon».
Abertura de Portas: 20:30 | Início do Concerto: 21:00 | (M/12)
Bilhetes disponíveis em bol.pt e pontos de venda habituais.

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"100 Anos a Cantar Fátima" - Hoje, 21h00, Igreja Paroquial de Cortes do Meio

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.10.17

Foto de Filarmónica Recreativa Cortense.

Este sábado às 21h na Igreja Paroquial de Cortes do Meio.
 Será a última oportunidade de assistir a este espectáculo que celebra os 100 anos de Fátima.

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Sons à Sexta com Norton, 13 OUT, 22h30, Moagem, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 10.10.17

Foto de Sons à Sexta.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!
Próximos em palco: NORTON
É certo que já vão no quarto álbum de originais, mas a frescura com que se reinventam a cada disco faz dos Norton um dos melhores exemplos de como a pop e a música alternativa podem andar de mãos dadas e serem felizes.
Entre as texturas doces, o cheirinho a sonhos, as cascatas sónicas e uma secção rítmica que puxa para a pista de dança sempre que pode o quarteto de Castelo Branco soma já quinze anos de carreira, quatro registos de origina...is, dois álbuns de remisturas, digressões por toda a Europa e Japão, edições no Japão e um documentário.
Mas nestas coisas da música, a matemática nem sempre é o mais importante e, por isso, o impacto que mantêm ano após ano baseia-se largamente na relação que conseguiram conquistar com o público, sendo amplamente acarinhados de norte a sul do país.

Na compra do BILHETE OFERTA DE CD
Bilhetes à venda n' Moagem - Fundão.
+Inf. 96 194 12 81 - 275 773 032
Evento: facebook.com/events/121101151939777
Video Promo: youtu.be/HgOCY_BBzEQ

 

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A Charamela da Universidade de Coimbra, sob direção do maestro Francisco Relva Pereira, edita o seu primeiro CD, que inclui composições dos séculos XVI e XVII, além do “Hino Académico” oitocentista, de José Medeiros.
A existência deste agrupamento musical remonta ao século XV, mas “grande parte do repertório [mais antigo] desapareceu”, existindo todavia “algumas peças dispersas que se encontram na Biblioteca Geral” da instituição, disse à agência Lusa Francisco Relva Pereira. Entre as peças do repertório histórico, foi identificada uma do português José Maurício (1752-1815), da Universidade de Coimbra.

Na música antiga, charamela correspondia a um instrumento de sopro, de madeira, antepassado dos atuais clarinetes. Para o CD, editado pela Framart, da Associação António Fragoso (AAF), foram gravadas 22 obras de diferentes compositores europeus, sobretudo da Renascença tardia e do Barroco inicial (séculos XVI, XVII), mas também da síntese mais tardia do século XVIII (Georg Frideric Handel e Johann Christian Bach), além do “Hino Académico”, de autoria de José de Medeiros (1827-1907).

A atual Charamela da Universidade de Coimbra é composta por dez músicos. Segundo o maestro, “esta é a forma mais tradicional” do agrupamento, “que se mantém desde os primórdios do século XX”, semelhante à existente no século XIX.
A Charamela foi no entanto reorganizada em 2015, com a atual composição, depois de ter sido composta por um grupo de músicos recrutados na Banda do Exército, estacionada em Coimbra, entre meados da década de 1990 e 2006, e por um quinteto (dois trompetes, dois trombones e uma tuba), de 2006 a 2015, “o que quebrou a tradição”.

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Foto de Os Quatro e Meia.

Em Maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d’Os Quatro e Meia.
Atualmente com seis elementos – João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz), Os Quatro e Meia procuram, de uma forma descontraída e bem-disposta, conferir novos olhares e sonoridades na composição de canções feitas na língua de Camões. Como afirmam os próprios, “todos os dias são dias bons, simplesmente, uns dão mais trabalho para o ser do que outros”. Com base nesta ideologia, a banda apropriou-se de uma expressão recorrente do nosso quotidiano, “P’ra Frente é Que É Lisboa”, para criar a sua primeira composição, e assim batizar o seu single de apresentação e a digressão, com início em Setembro deste ano.

Com passagem já confirmada pela Casa da Música, no Porto, a digressão irá percorrer o país, dando a conhecer algumas das músicas que estão a ser concluídas em estúdio e que farão parte do disco de apresentação da banda, assim como os originais que os têm acompanhado ao vivo desde a sua formação, e as versões de grandes músicas portuguesas, com um cunho bastante pessoal e que tanto caracterizam Os Quatro e Meia.

Entrada: €10,00

 

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“Sons à Sexta” apresentam Mirror People. 29 SET. Fundão

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.09.17

Foto de Sons à Sexta. 

O Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com Mirror People no palco d´A Moagem, no Fundão, dia 29 de Setembro às 22h30m.

Uma vez por mês, o auditório d’ A Moagem – Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português.

Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Rui Maia é um músico e compositor com várias camadas. Vai do indie rock à eletrónica e o lugar de teclista dos X-Wife é apenas uma das faces do artista. Até porque a solo a máscara é outra.
Foi com a assinatura Mirror People que Rui Maia se lançou mais a fundo na música de dança.
Com “Bring The Light”, o mais recente trabalho dos Mirror People, Rui Maia invoca a influência dos filmes de Stephen King, a new wave dos Human League e Soft Cell, os primórdios do hip hop, a pop sintética mais recente dos Hot Chip ou o som de Minneapolis de Prince como referências sonoras.

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Concerto "100 Anos A Cantar Fátima". 24 SET, 15h00, Sobral De S. Miguel

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.09.17

Foto de Bandafilarmonica Paul.

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Banda da Covilhã - Festival da Cherovia. 21 a 24 SET.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.09.17

Foto de Desertuna - Tuna Académica da Universidade da Beira Interior.

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MTV Vídeo Music Awards 2017: Kendrick Lamar ganhou em quase todas as categorias para que estava nomeado 

O rapper norte-americano foi o cantor com mais nomeações na edição 2017 dos prémios da MTV, incluindo as categorias de Vídeo do Ano, Artista do Ano e Melhor Fotografia. Concluindo: estava nomeado para oito e arrecadou seis.

De todas as nomeações, Kendrick Lamar apenas não venceu as categorias de Artista do Ano e Melhor Coreografia. Mas foi-lhe entregue o grande prémio da noite: o Vídeo do Ano.

Katy Perry foi a apresentadora de serviço.


Conheça todos os vencedores dos MTV Vídeo Music Awards 2017 que foram entregues a 27 de Agosto, no The Forum, em Inglewood, na Califórnia.

Vídeo do ano: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Artista do ano: Ed Sheeran

Melhor Artista Revelação: Khalid

Melhor Colaboração: Zayn Taylor Swift – “I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)

Melhor Vídeo Pop: Kendrick Lamar – “HUMBLE.”

Melhor Vídeo de Dança: Zedd and Alessia Cara – “Stay”

Melhor Vídeo de Rock: Twenty One Pilots – “Heavydirtysoul”

Melhor Luta Contra o Sistema: todos os nomeados foram honrados

Logic feat. Damian Lemar Hudson – “Black SpiderMan”

The Hamilton Mixtape – “Immigrants (We Get the Job Done)”

Big Sean – “Light”

Alessia Cara – “Scars To Your Beautiful”

Taboo feat. Shailene Woodley – “Stand Up / Stand N Rock #NoDAPL”

John Legend – “Surefire”

Melhor Fotografia: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Scott Cunningham)

Melhor Realização: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Dave Meyers the little homies)

Melhor Direcção de Arte: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” (Spencer Graves)

Melhores Efeitos Visuais: Kendrick Lamar – “HUMBLE.” ( Timber/Lead: Jonah Hall)

Melhor Coreografia: Kanye West – “Fade” (Teyana Taylor, Guapo, Jae Blaze Derek ‘Bentley’ Watkins)

Melhor Edição: Young Thug – “Wyclef Jean” (Ryan Staake Eric Degliomini)

 

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O novo álbum dos portugueses Moonspell, "1755", numa relação com o terramoto, a ser editado a 03 de novembro, é totalmente cantado em português e tem o fadista Paulo Bragança como convidado, disse à Lusa o vocalista Fernando Ribeiro.

Gravar um álbum totalmente cantado em português, ao fim de 25 anos de carreira, "foi uma decisão artística, como tudo nos Moonspell". "A razão foi extremamente simples. O disco liricamente é sobre Lisboa, sobre o que aconteceu na cidade [o terramoto de 1755] e sobre o que aconteceu em Portugal. Utilizamos não só expressões idiomáticas portuguesas, como muitas vezes dizemos Lisboa e Portugal e não queríamos dizer isso em inglês", explicou Fernando Ribeiro em declarações à Lusa.

Nas letras há muitos "nomes e coisas de cá, tipicamente portuguesas", daí a banda recorrer, "pela primeira vez, de forma absoluta, ao português como língua para um disco". "Na nossa cabeça faz todo o sentido", disse.

O disco sai em novembro e o primeiro 'single', assim como o respetivo vídeo, deverá ser divulgado em setembro.

In: Lusa

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Penha Garcia recebe 1º Festival de Cavaquinhos. 26 AGO.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.08.17

Idanha-a-Nova: Penha Garcia recebe 1º Festival de Cavaquinhos dia 26

Penha Garcia recebe no próximo sábado, dia 26, o 1º Festival de Cavaquinhos. A abertura está marcada para as 21h00, no recinto ao lado da Junta de Freguesia.

4 grupos de cavaquinhos sobem ao palco: Penha Garcia, Alcáçovas, Coimbra Giroflé e Porto, antecedidos pelo Grupo ‘Amigos da Concertina’ de Castelo Branco.

A organização é d’Os Cavaquinhos de Penha Garcia e conta com o apoio da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e da Junta de Freguesia de Penha Garcia.

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio