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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Castra Leuca Trio

O Castra Leuca trio foi formado em Castelo Branco por músicos de formação essencialmente clássica. Inserido dentro do conceito conhecido como world music, o objetivo do grupo é de recriar temas do folklore tradicional iberoamericano.

M/06
ENTRADA GRATUITA ATÉ À LOTAÇÃO

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3º Concurso de Bandas - 16 bandas sobem ao palco em Belmonte

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.02.18

 

 

Foto de Rádio Caria.

O Auditório da Santa Casa da Misericórdia de Belmonte recebe a partir de hoje e até domingo, a 3ª edição do Concurso de Bandas “À Descoberta de Novos Talentos”.

Um concurso que conta este ano com a participação de 16 bandas inscritas (uma desistiu), um aumento significativo em comparação com a última edição. "Dar oportunidade a novos talentos da música na região" é um dos principais objectivos deste concurso promovido pelo terceiro ano consecutivo pela Câmara de Belmonte.

O vencedor do concurso actuará nas Festas do Concelho de Belmonte 2018 e receberá um prémio monetário no valor de 500 euros. As festas do concelho de Belmonte vão decorrer entre 20 e 26 de Abril. Para já, sabe-se que a banda “Amor Electro” actuará no dia 21.

O programa de actuações da 3ª edição do Concurso de Bandas “À Descoberta de Novos Talentos” é o seguinte:

Sexta-feira 16 Fevereiro – 21h00 –
Os Trovadores da Beira
Kit
White Wolves
Zé Ninguém
Gary Yamamoto e Saci Pererê

Sábado 17 Fevereiro – 21h00 –
Johnny Dead Radio
Coverkill
Fenix Band
ADN
Ponto 4
Ice Beam and the Blizzard

Domingo 18 Fevereiro – 15h00 –
Tânia Dias
Boa Onda
Nuno Marinho
Sal
Vicellé

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Banda da Covilhã apresenta concerto de Carnaval com “A Máscara do Zorro”

A Banda da Covilhã soba direcção musical do maestro Carlos Almeida apresenta mais um concerto desta vez com o título “A Máscara de Zorro”.

O concerto terá lugar, pelas 16:30 de terça-feira de Carnaval, dia 13 de Fevereiro na tenda gigante atrás da câmara com entrada livre.

O programa será preenchido com música ligeira, e com a banda sonora do filme “A Máscara de Zorro”, com todos os intervenientes vestidos de Zorro.

Contará também com a participação especial de uma das classes do pré-ballet da Banda da Covilhã. Ao intervalo terá lugar mais um concurso infantil de máscara, sendo a inscrição no próprio local e com idade máxima de 12 de anos de idade.

Uma organização da Banda da Covilhã, inserido no Carnaval da Neve com o apoio do Município da Covilhã, Remax Ideias e União de Freguesias de Covilhã e Canhoso.

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Pelo menos mil músicos vão homenagear os Xutos & Pontapés no verão

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.02.18

Falta anunciar a data, possivelmente em julho ou setembro, em que pelo menos um milhar de músicos vão interpretar, em conjunto, o tema "Não sou o único", que será registado em vídeo, entregue aos Xutos & Pontapés e partilhado online.

Cerca de mil músicos profissionais e amadores vão participar numa atuação coletiva, no verão, na região de Lisboa, de homenagem aos Xutos & Pontapés, disse à agência Lusa um dos promotores, Pedro Brazão. "É uma homenagem completamente genuína, porque os Xutos são os nossos heróis e merecem uma homemagem a sério, verdadeira, dos fãs, nada institucional", afirmou.

Em data ainda a anunciar, possivelmente em julho ou setembro, o que vai acontecer é uma atuação conjunta de pelo menos um milhar de músicos, para interpretarem em conjunto o tema "Não sou o único", que será registado em vídeo, entregue aos Xutos & Pontapés e partilhado online.

A iniciativa, que está a ser preparada há apenas três semanas, inspira-se numa ação semelhante realizada em 2015 por mil músicos, em Cesena, Itália, que tocaram "Learn to fly" para convencer o grupo rock norte-americano Foo Fighters a tocar naquela localidade.

O mote para o evento português - intitulado Xutos1000 - surge também em reação à morte do guitarrista Zé Pedro, em novembro passado.

Segundo Pedro Brazão, Xutos1000 não será um concerto, mas apenas a interpretação daquela música dos Xutos & Pontapés, para a gravação de um vídeo que ocupará várias horas do dia.

As inscrições para o evento deverão abrir na próxima semana, na página xutos1000.com, mas Pedro Brazão revela que já há pelo menos 2.000 pessoas interessadas, tanto de Portugal como do estrangeiro, entre há músicos profissionais, estudantes de música, fãs dos Xutos, cidadãos anónimos.

Há um núcleo de organizadores, unidos pela admiração ao grupo rock português, que está a tratar da logística e da organização dos arranjos e das pautas a distribuir depois a todos os que se inscreverem.

Na atuação são esperados centenas de bateristas, guitarristas, baixistas, cantores, que terão de ensaiar individualmente a partir das pautas que lhes serão entregues. Os ensaios finais só acontecerão no dia da gravação, por razões de organização.

De todo o repertório dos Xutos & Pontapés, "Não sou o único" foi a música mais consensual, por ser fácil de executar, porque tem letra de Zé Pedro e porque "é um tema belíssimo que tem a ver com o que estamos a fazer", disse o promotor.

Pedro Brazão revelou que os Xutos & Pontapés já foram informados da iniciativa e "mostraram-se entusiasmados com a ideia e intrigados com o desafio".

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Bruno Mars e Kendrick Lamar grandes vencedores dos Grammy

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.02.18
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O 'rapper' Jay-Z, que liderava as nomeações, oito no total, não recebeu qualquer prémio

O cantor Bruno Mars e o 'rapper' Kendrick Lamar foram os grandes vencedores da 60.ª edição dos prémios Grammy, com o primeiro a conquistar seis e o segundo cinco galardões.

Bruno Mars ganhou em todas as categorias em que estava nomeado, incluindo Álbum do Ano, "24K Magic", e Melhor Canção do Ano, "That's What I Like", na cerimónia dos prémios atribuídos pela indústria musical dos Estados Unidos, entregues no domingo, em Nova Iorque.

"Pai, se estás a ver isto, eu amo-te. Isto é para os fãs", afirmou o cantor.

Kendrick Lamar conquistou cinco prémios, incluindo o Grammy para o Melhor Álbum Rap, com "DAMN." e a Melhor Performance Rap.

"Isto é especial. Há muita gente aqui de quem em gosto", afirmou Lamar, nomeando Jay-Z, Nas and Diddy como inspirações.

Mas o 'rapper' Jay-Z, que liderava as nomeações, oito no total, não recebeu qualquer prémio, um ano depois de a mulher perder o prémio de Álbum do Ano para Adele, originando críticas por o trabalho "Lemonade", de Beyoncé, não ter sido recompensado.

O cantor Leonard Cohen, que nunca ganhou um Grammy enquanto foi vivo, foi distinguido, a título póstumo, com o prémio para a Melhor Atuação Rock, com a música "You Want it Darker", na qual dizia estar pronto para morrer.

O seu álbum "You Want It Darker" foi lançado três semanas antes da morte do cantor, que faleceu em novembro de 2016, aos 82 anos.

Também a atriz Carrie Fisher, uma das protagonistas da Guerra das Estrelas, recebeu, a título póstumo, o prémio para o Melhor Álbum Falado, com "The Princess Diarist", a versão áudio da sua autobiografia.

Vários momentos destacaram-se na cerimónia de quatro horas, como por exemplo os movimentos #MeToo et #TimesUp, contra as agressões sexuais a mulheres e pela igualdade.

Se nos Globos de Ouro dominaram os vestidos pretos em solidariedade com o movimento #MeToo, na cerimónia dos Grammy foram as rosas brancas que sobressaíram, assim como as cantoras Janelle Monae e Kesha, esta última com a canção "Praying", tornada num testemunho contra um produtor que ela acusou de a ter violado.

A crítica ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à política de imigração, teve como "porta-voz" a cantora cubana-mexicana Camila Cabello, que defendeu os "sonhadores", cerca de 800 mil imigrantes que entraram ainda crianças ilegalmente no país e que Trump quer expulsar.

Já a opositora de Trump nas presidenciais, Hillary Clinton, fez uma aparição surpresa, lendo um trecho do controverso livro sobre o Presidente dos Estados Unidos, "Fire and Fury: Inside the Trump White House" ["Fogo e Fúria"].

Na cerimónia, três artistas que atuaram no festival de música country, em Las Vegas, que se tornou no ano passado o local do maior massacre na história moderna dos Estados Unidos, homenagearam os cerca de 60 mortos.

Lista de premiados nas principais categorias:

Álbum do ano: "24K Magic", Bruno Mars.

Gravação do ano: "24K Magic", Bruno Mars.

Melhor canção do ano: "That's What I Like", Bruno Mars.

Revelação do ano: Alessia Cara.

Melhor performance solo pop: "Shape of You", Ed Sheeran.

Melhor performance duo ou grupo pop: "Feel It Still", Portugal. The Man.

Melhor álbum pop tradicional: "Tony Bennett Celebrates 90", vários artistas

Melhor álbum pop: "Divide", Ed Sheeran.

Melhor álbum rock: "A Deeper Understanding", The War on Drugs

Melhor álbum de música alternativa: "Sleep Well Beast," The National.

Melhor álbum rap: "DAMN.", Kendrick Lamar.

Melhor canção rap: "HUMBLE.", Kendrick Lamar.

Melhor performance rap: Kendrick Lamar.

Melhor álbum urbano contemporâneo: ""Starboy", The Weeknd.

Melhor álbum R&B: "24K Magic," Bruno Mars.

Melhor performance R&B: Bruno Mars.

Melhor canção R&B: "That's What I Like," Bruno Mars.

Melhor álbum de dança eletrónica: "3-D The Catalogue".

Melhor álbum country: "From A Room: Volume 1", Chris Stapleton.

Melhor álbum jazz vocal: "Dreams And Daggers", Cecile McLorin Salvant.

Melhor álbum jazz instrumental: "Rebirth", Billy Childs.

Melhor compilação de banda sonora para visual media: "La La Land."

Melhor vídeo de música: "HUMBLE.," Kendrick Lamar.

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Kiss,Megadeth e Scorpions atuam em Oeiras em 2018

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.01.18

O Estádio Municipal de Oeiras recebe os Kiss e os Scorpions nos dias 10 e 11 de julho. Os Megadeth fazem a primeira parte

Os concertos de Kiss e Megadeth vão realizar-se no dia 10 de julho, enquanto os Scorpions tocam no dia seguinte, estando os bilhetes para os dois eventos já à venda. Os preços variam entre os 39 euros da plateia em pé e os 65 euros do Golden Circle.

Esta será a segunda vez que os Kiss tocam em Portugal, 35 anos depois do concerto no Dramático de Cascais, que aconteceu a 11 de outubro de 1983, quando abriram com Creatures of the Night e encerraram, já em 'encore', com "Rock and Roll All Nite", segundo a lista disponível na plataforma Setlist.

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Rock in Rio: um parque temático unido pela música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.01.18

Entre as novidades, o Palco Digital terá youtubers portugueses e estrangeiros como cabeças-de-cartaz.

Muse, Bruno Mars, The Killers, Demi Lovato, Anitta e Agir. Estes são, para já, os nomes dos artistas confirmados no próximo Rock in Rio Lisboa, que vai acontecer nos dias 23 e 24 e, depois, 29 e 30 de junho - este ano apenas quatro dias, em vez de cinco, e em junho e não em maio, como era habitual.

Mas há muito mais novidades a caminho, garante Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio: "Vai haver mais coisas novas do que em qualquer outra edição. É como uma nova primeira edição. Temos caminhado para aquilo que acreditamos ser a vocação do Rock in Rio, que é ser um parque temático da música, onde a música é o elo de tudo mas onde o entretenimento está presente em cada vez mais formas."

Entre os novos espaços de entretenimento o destaque irá para o Pop District e, dentro dele, para o Palco Digital. Será um espaço para tudo o que é cultura pop, diz Roberta Medina, assente em quatro pilares: música, arte, cinema e jogos. Isto significa que haverá, por exemplo, uma área de jogos para experimentação, exposições de arte, eventos de cosplay, artistas de banda desenhada. "Vamos trazer conteúdos que não são do mundo da música mas que estão relacionados com a música", explica a responsável. O Palco Digital terá como cabeças-de-cartaz youtubers e outros "influenciadores", tal como já aconteceu na última edição no Rio de Janeiro: "Vamos ter grandes nomes dos youtubers, tanto portugueses como de fora, sobretudo brasileiros."

Outra das atrações do Pop District será um espetáculo de dança que vai acontecer por entre o público, ao som das bandas sonoras de alguns filmes bem conhecidos (como Grease ou Footlose). "A dança tem cada vez mais presença no Rock in Rio, continuamos com o palco da Street Dance e também há dança da Rock Street, que neste ano se veste de África", avança Roberta Medina. E há também cada vez mais apelos à interatividade com o público - como por exemplo a Hall of Fame, uma parede com as marcas das mãos de muitos dos artistas que participaram na história do Rock in Rio.

Quem vai ao festival tem muito por onde escolher, mas a filosofia dos palcos principais mantém-se: há o Palco Mundo e outro palco que ainda está a ser definido, e nestes não haverá sobreposições de concertos. Quanto a música, Roberta Medina garante que, de uma maneira ou de outra, os Xutos & Pontapés vão estar presentes, como estiveram nas edições anteriores: "O Rock in Rio não quer deixar de ter os Xutos, nem que seja numa homenagem. Ainda não sabemos como, mas já temos algumas ideias."

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Esgotaram os passes para o primeiro fim de semana do Rock in Rio

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.01.18

Esgotaram os passes para o primeiro fim de semana do Rock in Rio

Neste primeiro fim de semana, dias 23 e 24 de junho, estão confirmadas as presenças de Muse, Bruno Mars, Demi Lovato e Anitta. Se não tem o passe, não desespere, ainda há esperança.

Com a entrada do novo ano, a organização do festival Rock in Rio informa que “já se encontram esgotados os passes para o primeiro fim de semana do festival”, dias em que o Palco Mundo receberá os Muse (23 de Junho), Bruno Mars, Demi Lovato, Anitta e Agir (24 de Junho).

Mas nem tudo são más notícias. Ainda estão disponíveis bilhetes diários para ambos os dias.

E no que diz respeito ao segundo fim de semana de música no Parque da Bela Vista, em Lisboa, dias 29 e 30 de junho, estão confirmados os The Killers como headliner e há ainda passes e bilhetes diários.

Recorde-se que, os passes para cada fim de semana custam 117 euros e os bilhetes diários 69 euros.

A promessa da organização para a 8.ª edição do Rock in Rio Lisboa é de “transformar a Bela Vista num gigante parque temático da música, com inúmeras experiências e uma programação surpreendente, combinando o melhor do entretenimento”.

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Xutos & Pontapés celebram 39 anos

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.01.18

Xutos & Pontapés celebram 39 anos

Em dia de aniversário, e depois da morte de Zé Pedro, Xutos Pontapés anunciam que vão continuar.

Numa mensagem partilhada no Facebook, a banda escreveu: "Hoje é um bom dia para olharmos para a frente. Os Xutos vão continuar. Temos entre mãos as músicas novas, muitas delas com a guitarra do Zé já gravada, estamos a contar com o disco de originais neste ano. Temos alguns convites para actuações especiais de homenagem ao Zé Pedro. Temos vários pedidos para concertos que vamos aceitar. Não é fácil, a ausência pesa toneladas, sabemos que vai ser diferente, esperamos que seja bom. Com a ajuda de todos a gente não vai parar".

Há 39 anos, os Xutos Pontapés deram o seu primeiro concerto de sempre, na sala Alunos de Apolo, em Campo de Ourique.

A data - 13 de Janeiro de 1979 é celebrada pela banda epelos fãs como o dia de aniversário dos Xutos.

In: Harmúsica

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Foto de Banda da Covilhã.

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110º Aniversário da FR Carvalhense.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 06.01.18

 

Foto de FRC - Filarmónica Recreativa Carvalhense.

 

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Foto de Universidade da Beira Interior - UBI.

A Banda de Música da Força Aérea junta-se às comemorações dos 25 anos do Departamento de Ciências Aeroespaciais (DCA) da Universidade da Beira Interior, com um Concerto de Reis.
O espetáculo tem entrada livre e está marcado para sexta-feira, dia 5 de janeiro, às 21h30, no Grande Auditório da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI.
“Este é também o presente que o Departamento de Ciências Aeroespaciais oferece à Cidade e à Região pelo apoio inequívoco às suas atividades ao longo destes 25 anos”, de acordo com o DCA.

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Concerto de Ano Novo - Banda do Paul. 6 JAN, 21:00, Anfiteatro do Paul.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.01.18

Foto de Bandafilarmonica Paul.

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6º Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro"

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 01.12.17

Foto de Movimento 1º de Dezembro.

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a parceria da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer".

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" ...foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)
15h00 - Início do Desfile
16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.
17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:
Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:
Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:
Banda Musical de Figueiredo (Arouca)
Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)
Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)
Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)
Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)
Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)
Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)
Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)
Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)
Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)
Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)
Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)
Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)
Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre (Montemor-o-Novo)
Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)
Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)
Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)
Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)
Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)
Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)
Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)
Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)
Sociedade Musical Nisense (Nisa)
Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)
Sociedade Filarmónica de Crestuma (Gaia)
Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)
Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)
Banda Municipal do Barreiro (Barreiro)
Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)
Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)
Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)
Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 34 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 banda nacional militar e 32 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país, que irão descer a Avenida da Liberdade para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração, através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores, para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas. 

A apoteose final, com os músicos de todas as bandas formados em parada junto ao Monumento aos Restauradores, consiste na interpretação sequencial, como se de uma só orquestra se tratasse, dos Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

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Deolinda anunciam pausa na carreira

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 27.11.17

Após dez anos, os Deolinda anunciam paragem por tempo indeterminado

A banda de Ana Bacalhau, Luís José Martins, Pedro da Silva Martins e Zé Pedro Leitão anuncia uma pausa na carreira por tempo indeterminado. Os Deolinda encerram assim um ciclo de uma década durante a qual editaram quatro discos de estúdio e um CD/DVD ao vivo, para além de terem dado cerca de mil concertos espalhados por 31 países e quatro continentes.

Segundo comunicado oficial, "esta pausa servirá para que os elementos do grupo se dediquem a outros projetos artísticos que neste momento necessitam da sua total atenção".

"Os Deolinda desejam ainda agradecer a todas as pessoas que os ajudaram a cumprir o seu projeto ao longo de todos estes anos, com especial destaque para o público que acarinhou a banda de uma forma única e inesquecível", refere a mesma nota.

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Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

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6º Festival Internacional de Músicas Antigas. 24 NOV a 9 DEZ, Idanha-a-Nova.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.11.17

O Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas realiza-se em Idanha-a-Nova, entre os dias 24 de novembro e 09 de dezembro, e apresenta nomes como Pino De Vittorio ou Danças Ocultas.

A sexta edição do Fora do Lugar volta a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem.

“Há dois anos, o Fora do Lugar foi o palco de uma boa nova. Hoje, é novamente o palco onde celebramos o segundo aniversário enquanto Cidade Criativa da Música pela UNESCO, cruzando conceitos, práticas e territórios que refletem uma vocação integradora, visível à escala global”, explica, em comunicado, o diretor artístico da iniciativa, Filipe Faria, um dos responsáveis do projeto Arte das Musas e do agrupamento Sete Lágrimas.

Resultado da parceria entre a produtora Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova, o festival conta ainda com o apoio do Ministério da Cultura e da Direção Geral das Artes, assumindo-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.

“Recebemos, em 2017, o mestre italiano Pino De Vittorio, no encerramento, as Danças Ocultas na abertura, o pianista Filipe Raposo a acompanhar, improvisando, um outro grande mestre Charlie Chaplin e os seus ‘Tempos Modernos’, dois projetos da nova geração da Nova Música Antiga europeia – Scaramuccia e Musick’s Recreation – e um projeto especialmente concebido para o Festival, Erin/Iran? uma viagem da Irlanda ao Irão pelos seus intérpretes”, refere Filipe Faria.

A par da programação principal com Danças Ocultas (Portugal), Musick’s Recreation (Alemanha, Colômbia e Austrália), Scaramuccia (Portugal e Espanha), Erin/Iran (Irlanda, Irão, Catalunha e Hungria), Filipe Raposo e Charlie Chaplin (Portugal e Inglaterra) e Pino De Vittorio (Itália), o festival promove ainda um conjunto alargado de atividades paralelas nas áreas da natureza, desenho, programa educativo, ‘masterclasses’, ‘workshops’, gastronomia, entre outros.

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O dia da Padroeira dos Músicos, Santa Cecilia, está a chegar e a convite da Banda do Paúl, vamos estar em conjunto com outras Bandas a prestar a devida homenagem.

 

"A união faz a Música, o lema adotado para um dia partilhado entre três Bandas do Concelho.
A Banda Filarmónica de S. Jorge da Beira, a Filarmónica Recreativa Cortense e a Banda Filarmónica do Paul, juntaram-se e vão realizar um evento cheio de harmonia e união, em honra de Sta Cecília.

16h - Recepção aos convidados com porto de honra;
17h - Arruada pela vila;
21h - Concerto no Salão Paroquial

Estão todos convidados!"

 

 

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O “Y – Festival de Artes Performativas” apresentará nas cidades da Covilhã e Castelo Branco, entre 23 de novembro e 02 de fevereiro de 2018, dez espetáculos de música, teatro, dança e performance, anunciou a organização.

“Queremos dar visibilidade às diferentes disciplinas artísticas e fizemo-lo de uma maneira mais ou menos equilibrada, [pelo que teremos] quatro espetáculos de dança, quatro de teatro, um de música e outro que é dividido entre o teatro e a dança”, referiu Rui Sena, da Quarta Parede, associação com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco, que realiza este certame há 13 anos.

Destacando o “grande esforço” que tem sido feito para “manter vivo” este festival, Rui Sena também frisou a importância de este se realizar em cidades do Interior do país.

No que concerne à programação, o “Y – Festival de Artes Performativas” continuará a aliar o cruzamento das diferentes disciplinas artísticas com uma aposta nos novos criadores de arte contemporânea em Portugal e tem ainda a preocupação de integrar estruturas da região.

O festival conta ainda um eixo de programação artística pedagógica, denominado “Y – Públicos”, que integra encontros/reflexões entre espetadores e artistas, num conjunto de iniciativas que procuram afirmar o público como elemento participante, conforme referiu Sílvia Pinto Ferreira, assistente de programação.

Estão ainda previstas oficinas dramatúrgicas e ações de formação destinadas quer ao público em geral, quer para o público estudantil, desde o pré-escolar ao ensino superior.

Uma das ações prevê um encontro entre seniores e jovens, e outra desenvolver-se-á nas escolas do ensino pré-escolar, com especial incidência nas instituições que estão fora do núcleo urbano da cidade.

Nesta edição, optou-se também por estender a programação entre novembro e fevereiro, de modo a evitar uma oferta concentrada no tempo que, por motivos de agenda ou até mesmo económicos, pudesse dificultar a distribuição dos espetadores pelas diferentes apresentações.

Os espetáculos na Covilhã serão apresentados no auditório do Teatro das Beiras e a programação arranca no dia 23, às 21:30, com “Noiserv”, seguindo-se, no dia 29, à mesma hora, o espetáculo “Canas 44” pela Amarelo Silvestre.

No dia 05 de dezembro, às 14:30, realce para a apresentação de “Viúva Papagaio”, por Graça Ochoa e Alberto Carvalhal, e, no dia 07, às 21:30, a Companhia Paulo Ribeiro apresenta “Um solo para a Sociedade”.

A 16 de janeiro de 2018, às 14:30, Pé de Pano apresenta o espetáculo “Danças a Nascer” e, no dia 18, às 21:30, Hotel Europa sobe ao palco com “Portugal Não é um País Pequeno”.

Para dia 27 de janeiro, às 21:30, está marcado o espetáculo “Adapted to Y&Y”, de João Cardoso & Victor Gomes, e Mafalda Saloio apresenta “Brisa ou Tufão”, no dia 31 de janeiro, às 21:30.

Em Castelo Branco, as apresentações são às 21:30 no Cine-Teatro Avenida e estão marcadas para dia 19 de janeiro e 02 de fevereiro, respetivamente com Rui Horta e o espetáculo “Vespa” e com Mafalda Saloio e o espetáculo “Brisa ou Tufão”.

O orçamento desta 13.ª edição do “Y – Festival de Artes Performativas” é de 55 mil euros e conta com o apoio da Direção Geral das Artes e das Câmaras da Covilhã e de Castelo Branco.

O bilhete para o espetáculo de Noiserv custa 10 euros, com desconto de 50% para menores de 25 e maiores de 65 anos, estudantes e profissionais do espetáculo. Para os restantes espetáculos, o preço é de seis euros, sujeito aos mesmos descontos.

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118º Aniversário da Filarmónica Recreativa Cortense

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.11.17

Em clima de grande festa e convívio, foi festejado mais um aniversário da Filarmónica Cortense.

A todos os músicos, directores, amigos e convidados presentes, o nosso bem haja por se associarem a nós neste dia de festa.

Ficam algumas fotos referentes ao Almoço convívio, que teve lugar no Salão Júlio Ramos Barata, na sede da Filarmónica Recreativa Cortense.

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio