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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Encontros na Biclioteca - Leituras Musicais. 26 OUT, 21h00.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.10.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Rock in Rio Lisboa já tem preços

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.10.17

A próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que acontece nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018, terá dois tipos de passes especiais para o fim de semana, com valores de 99 euros e 117 euros.

"Vamos fazer dois movimentos para oferecer este passe de fim de semana, um deles será um pouco mais barato. Ambos serão vendidos em quantidade limitada", explicou.

Elencando as principais novidades do próximo Rock in Rio Lisboa, a diretora reafirmou que o festival terá cinco bandas no Palco Mundo e mais horas de evento.

A Rock Street manterá o tema de África, também fica no festival a praça de alimentação inspirada no mercado da Ribeira, porém, diferentemente do que aconteceu no Brasil, este espaço gastronómico será montado a céu aberto.

Outra novidade é o Distrito Pop, que mesclará diferentes aspetos culturais e atrações

Fazendo uma avaliação da 17ª edição do Rock in Rio, Roberta Medina disse que a organização teve um retorno muito positivo do público.

"A nova cidade do Rock foi 1000% aprovada, as pessoas estavam muito felizes e a infraestrutura foi muito mais cómoda (...). O público viveu a experiência de parque temático, que era a nossa proposta. Todos os novos conteúdos foram muito bem aceites", afirmou.

Falando sobre a onda de violência que assusta a população do Rio de Janeiro, principalmente após o recrudescimento dos conflitos na Rocinha, maior favela da cidade, Roberta Medina avaliou que o festival não foi comprometido.

"Não prejudicou em hipótese nenhuma. Acho que [o Rock in Rio] fortaleceu a mensagem de que existe um Rio de Janeiro possível desde que se esteja provendo segurança e as condições mínimas para que as pessoas possam dar o seu melhor", apontou.

"É muito chocante o contraste do que aconteceu aqui dentro e do que está acontecendo na cidade (...). Num ambiente hostil, as pessoas são hostis, num ambiente acolhedor, a reação é diferente. Acho que as pessoas saíram com uma esperança renovada e com a energia recarregada do Rock in Rio", concluiu Roberta Medina.

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Maestro de 27 anos recebido com "muito entusiasmo" pela Orquestra Gulbenkian

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.10.17

A noticia da nomeação do franco-suíço Lorenzo Viotti foi recebida com "muito entusiasmo" pelos músicos da Orquestra

Lorenzo Viotti será o maestro titular da Orquestra Gulbenkian a partir da temporada da primavera. A notícia, divulgada pela Fundação Calouste Gulbenkian esta sexta-feira de manhã, foi recebida com "muito entusiasmo" pelos músicos, disse a Comissão da Orquestra ao DN.

"Após um período sem maestro titular havia alguma ansiedade e expectativa para saber quem poderia ser. Agora temos um maestro com uma curta carreira mas já cheia de sucessos e conquistas. Tem um grande futuro pela frente, é muito bom para nós", acrescenta a comissão que representa os músicos.

Viotti sucede ao britânico Paul McCreesh, tem 27 anos e nasceu em Lausanne, na Suíça, numa família italo-francesa. Estudou piano, canto, percussão e direção de orquestra. Soma vários prémios internacionais no currículo, nomeadamente o de jovens maestros do Festival de Salzburgo de 2015 e o International Opera Newcomer Award este ano.

Já tocou por duas vezes com a Orquestra portuguesa. A primeira foi em 2013. "Reconhecemos-lhe todo o seu talento, musicalidade e a forma como comunica com a orquestra é muito natural e clara, conseguindo atingir os objetivos e desejos que coloca. É muito inspirador apesar da sua tenra idade", refere a Comissão. "Estamos muito contentes com esta escolha, e prevemos um enorme sucesso em conjunto", rematam.

O maestro dirigirá a orquestra por um período de três anos a partir de 2018.

"As Valsas", de Maurice Ravel, Johann Strauss e Richard Strauss, a 18 de fevereiro será o seu primeiro concerto na Gulbenkian. Segue-se o Concerto para Piano n.º 5 de Beethoven, a 12 e 13 de abril.

"Desenvolverá "o perfil artístico da orquestra", com um "repertório desde o período clássico até aos nossos dias" e trabalhará também com o Coro Gulbenkian, explica a fundação.

O diretor da Gulbenkian Música, Risto Nieminen, afirma que "Lorenzo Viotti é um músico que tem a ambição de tornar especial cada um dos seus concertos" e que tem uma capacidade natural "para fazer a música comunicar com o público".

A Orquestra Nacional de França, a Filarmónica de Roterdão, a Jovem Orquestra Gustav Mahler e a Orquestra Filarmónica Real são algumas das formações que Viotti já dirigiu.

In: dn.pt

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Arquiteto Gonçalo Byrne projeta Cidade da Música na Suíça

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.10.17

Uma equipa liderada pelo arquiteto português Gonçalo Byrne e pelo suiço Pierre-Alain Dupraz ganhou um concurso internacional para a construção de uma "Cidade da Música", em Genebra, na Suíça, revelou o responsável à agência Lusa.

De acordo com o arquiteto, ao concurso promovido pela cidade suíça concorriam 18 equipas, algumas delas com nomes relevantes da arquitetura mundial, como os britânicos Norman Foster e David Chipperfield.

O novo complexo dedicado à música vai incluir um edifício para acolher o conservatório de música, a sede da orquestra Suisse Romande, e vários auditórios - um deles com 1.700 lugares - para concertos de diversas dimensões.

"Estou muito contente com esta escolha. É uma excelente notícia porque, apesar de Portugal estar bastante parado na construção, continuamos a participar em concursos no estrangeiro e a ganhar", comentou o arquiteto Gonçalo Byrne à agência Lusa

A equipa vencedora para criar a "Cidade da Música", liderada por Gonçalo Byrne e Pierre Alain Dupraz, conta ainda com os portugueses João Nunes e Rui Furtado.

O complexo deverá ser inaugurado em 2022, sendo uma encomenda de uma associação constituída para o efeito, da qual faz parte a cidade de Genebra e o cantão suíço.

Nascido em Alcobaça, em 1941, Gonçalo Byrne assinou, entre outros, os projetos para a Reitora da Universidade de Aveiro, o Teatro das Figuras, em Faro, o Teatro Thalia, em Lisboa, este com Patrícia Barbas e Diogo Seixas Lopes, e o projeto de remodelação e ampliação do Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, distinguido com Prémio Piranesi "Prix de Rome", em 2014.

In: dn.pt

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Chk Chk Chk no Fundão. 20 OUT, 21h00, Octogono.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.10.17

Foto de Lemon Live Entertainment.

Os !!! (Chk Chk Chk) vão dar 3 espetáculos em Portugal no mês de Outubro. Lisboa, Fundão e Porto são as cidades que o grupo nova-iorquino vai pôr a dançar ao som de sucessos como «One Girl / One Boy», «Even When the Water's Cold», entre outros temas do mais recente álbum Shake the Shudder.
Entre o excêntrico, o futurista, o kitsch e o "fora do comum". Assim se posicionam os !!! (Chk Chk Chk) perante os seus seguidores. São já cerca de 20 anos de carreira do grupo dance-punk mais vibrante do planeta. 20 anos de música para "aquecer a pista", sempre com uma vincada atitude punk presente, tanto ao vivo como nos registos gravados em estúdio. Iniciaram a sua carreira em 1996, mas foi em 2004 com o lançamento de Louden Up Now (através da editora britânica Warp), que este colectivo ficou conhecido mundialmente e desde essa altura que ainda continuam a fabricar pequenos, grandes êxitos.
Os 3 concertos em Portugal servirão para apresentar Shake The Shudder ao público português, reservando algum tempo das performances para "regressar ao passado" e vasculhar alguns êxitos da banda, tais como «Heart of Hearts» ou «Must Be The Moon».
Abertura de Portas: 20:30 | Início do Concerto: 21:00 | (M/12)
Bilhetes disponíveis em bol.pt e pontos de venda habituais.

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O cantautor espanhol Patxi Andión e a banda portuguesa de heavy metal Mooonspell são os destaques da agenda cultural de Castelo Branco para o quarto trimestre do ano, onde se destaca ainda o bailado clássico Quebra Nozes.

O cantautor espanhol Patxi Andión apresenta, no dia 02 de novembro, a partir das 21:30, no Cineteatro Avenida de Castelo Branco, o espetáculo “Zeca no Coração”.

“Após oito anos de edição trimestral ininterrupta, a agenda municipal Cultura Vibra chega à sua edição número 33, com o histórico Patxi Andión na sua capa. Este é um dos destaques da edição que marca o Outono”, explica o presidente do município de Castelo Branco, Luís Correia.

Patxi Andión tem uma relação longa e profunda com Portugal, que remonta a 1969 e que passa pelo programa televisivo Zip Zip e pelo poeta José Carlos Ary dos Santos, que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nas suas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a língua de Camões e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere e sublinha que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento.

Os albicastrenses vão ter agora a oportunidade de ouvir uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa.

A agenda Cultura Vibra inclui ainda um vasto e diversificado conjunto de manifestações culturais que se desenrolam ao longo dos três últimos meses do ano.

“Como é habitual, muitos motivos de interesse, para os mais diversos públicos”, refere o autarca.

No campo musical, decorre no dia 11 de novembro, às 21:00, no Cineteatro Avenida, o XI Festival Internacional de Tunas Universitárias e, no dia seguinte, 12 de novembro, a partir das 19:00, a banda portuguesa de heavy metal Moonspell atua no mesmo palco, sendo que a primeira parte do concerto está a cargo da banda Bizarra Locomotiva.

No dia 17 de dezembro, pelas 17:00, o Russian Classical Ballet sobe ao palco do Cineteatro Avenida, para apresentar o bailado clássico “Quebra-Nozes”, que narra a história de uma menina que sonha com um príncipe, um Quebra-Nozes.

A interpretação está a cargo da prestigiada companhia de Russian Classical Ballet, de Moscovo, liderada por Evgeniya Bespalova e composta por um elenco de estrelas do ballet russo.

A agenda Cultura Vibra apresenta ainda um conjunto vasto de outras iniciativas como teatro, exposições fotográficas, cinema entre outras que decorrem ao longo dos últimos três meses do ano.

In: beiranews.pt

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BOOM Festival: Bilhetes para a edição de 2018 estarão à venda já em outubro

19 de outubro é a data em que serão colocados à venda os ingressos para o Boom Festival 2018 .

Como todos os anos, o sistema de preços é determinado por várias condições. Alguns são princípios subjacentes que permaneceram os mesmos durante anos, como ajustar os preços a economias específicas para dar a todos uma chance, compartilhar receitas com projetos paralelos e o próprio Boomland, ter um país convidado e não acreditar no crescimento como fator de sucesso.

A organização alerta  que em 2018, "permaneceremos com uma capacidade limitada".

Para a próxima semana são esperadas mais novidades, nomeadamente, o preços de ingresso, país convidado e embaixadores do Boom.

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Madonna quer trabalhar com músicos portugueses

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.10.17

Em entrevista à revista Veja, a cantora elogia o vinho nacional mas confessa dificuldade em aprender português

Madonna está encantada com a quantidade de excelentes músicos que tem ouvido em Portugal e não vê a hora de trabalhar com eles em espetáculos com um tom mais intimista do que o habitual na sua carreira. É a própria cantora quem o afirma em entrevista à edição desta semana da revista brasileira Veja, onde conta ainda que a sua pronúncia portuguesa continua "terrível" e que o vinho local "é maravilhoso".

"É extraordinária a quantidade de ótimos músicos que oiço em Portugal, espero trabalhar com esses músicos em espetáculos mais intimistas, vai ser uma fase interessante da minha carreira, inteirar-me da cultura local é parte do motivo pelo qual estou aqui", disse Madonna.

Numa conversa em que garante que será "rebelde até ao fim", revela o seu fascínio por símbolos católicos, como a crucificação de Cristo, a dor de Maria ao ver o filho na cruz, a Santa Ceia ou a confissão, critica Donald Trump e quem vota para colocar empresários de sucesso à frente dos países para enfrentar a crise económica, Madonna elogia ainda o vinho português - "é maravilhoso".

Mas reconhece dificuldades em adaptar-se à língua: "O meu português continua terrível, tenho amigos que me corrigem a pronúncia, sou mais familiarizada com o português do Brasil, o de Portugal parece-me mais difícil, mas me viro falando um pouco de espanhol".

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Sons à Sexta com Norton, 13 OUT, 22h30, Moagem, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 10.10.17

Foto de Sons à Sexta.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!
Próximos em palco: NORTON
É certo que já vão no quarto álbum de originais, mas a frescura com que se reinventam a cada disco faz dos Norton um dos melhores exemplos de como a pop e a música alternativa podem andar de mãos dadas e serem felizes.
Entre as texturas doces, o cheirinho a sonhos, as cascatas sónicas e uma secção rítmica que puxa para a pista de dança sempre que pode o quarteto de Castelo Branco soma já quinze anos de carreira, quatro registos de origina...is, dois álbuns de remisturas, digressões por toda a Europa e Japão, edições no Japão e um documentário.
Mas nestas coisas da música, a matemática nem sempre é o mais importante e, por isso, o impacto que mantêm ano após ano baseia-se largamente na relação que conseguiram conquistar com o público, sendo amplamente acarinhados de norte a sul do país.

Na compra do BILHETE OFERTA DE CD
Bilhetes à venda n' Moagem - Fundão.
+Inf. 96 194 12 81 - 275 773 032
Evento: facebook.com/events/121101151939777
Video Promo: youtu.be/HgOCY_BBzEQ

 

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Nobel vai para um músico frustrado: Kazuo Ishiguro

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.10.17

Depois de Dylan, o escritor nipo-inglês satisfaz a nova fixação da Academia Sueca: a música. Ishiguro escreveu letras e queria ser músico. Ficou pelo caminho e publicou oito livros.

Depois de Bob Dylan tudo poderia acontecer ontem no anúncio do mais recente vencedor do Prémio Nobel da Literatura. Pelo menos, venceu um "escritor", Kazuo Ishiguro, mesmo que como alguns logo disseram seja um autor cada vez mais fascinado pelo fantástico na sua obra, como é o caso do último romance (e de outro de 2005) em que efabula sobre uma Inglaterra distópica. Que não é japonês como o nome dá a entender, mas inglês por viver desde tenra idade na ilha devido aos seus pais terem ido habitar para a Inglaterra e, posteriormente, ter optado por esta nacionalidade.

Quem é Kazuo Ishiguro? A secretária permanente da Academia sueca descreveu-o como sendo uma nebulosa que anda por aí no universo literário: "Se misturarmos Jane Austen e Franz Kafka, encontramos Ishiguro de uma forma resumida. Será preciso acrescentar a esta mistura um pouco de Marcel Proust, e sem se misturar muito, temos a sua escrita. Que é ao mesmo tempo um escritor de grande integridade e que desenvolveu um estilo muito próprio". Minutos antes, Sara Danius tinha justificado a escolha de Ishiguro assim: "Alguém, que em romances de uma grande força emocional, não esconde o abismo entre o sentido do ilusório e a sua ligação para o mundo".

O site do Nobel deu imediatamente início a um inquérito em que se opta por já leu ou não Kazuo Ishiguro? Os gráficos eram explícitos na relativa ignorância do autor, pois em duas mil respostas nas duas horas seguintes só 39% referia que conhecia a obra do ex-nipónico e agora inglês. Mas há muitos leitores que gostam da sua obra e acompanham o seu percurso, é o caso de Salman Rushdie, seu amigo e um dos que mais uma vez perdeu a corrida do Nobel, que logo twitou: "Muitos parabéns ao meu velho amigo Ish, cujo trabalho eu amo e admiro desde que li A Pale View of Hills (As Colinas de Nagasáqui). E ele toca guitarra e compõe canções, também! Roll over Bob Dylan".

Poder-se ia dizer que estava revelada a principal razão da escolha do júri liderado por Sara Danius, que no ano passado impôs o músico norte-americano aos seus colegas, o facto de haver música em força no escritor. O que é assumido pelo próprio pois ainda há uns tempos escreveu um artigo no jornal The Guardian, ilustrado por uma fotografia dele a tocar guitarra, em que contava como a canção de Ruby"s Arms de Tom Waits serviu de inspiração para escrever a versão final do seu romance mais conhecido e premiado, Os Despojos do Dia.

Vale a pena passar os olhos por essa confissão recente, pois Kazuo Ishiguro refere no texto que "as pessoas acham que o escritor deve trabalhar muitas horas", mas ele contrapõe que mais de "quatro horas de escrita contínua diminui o rendimento". Ora, isto dá imediatamente algum suporte às primeiras opiniões que torceram o nariz a esta escolha da Academia Sueca, afinal até as preferências dos apostadores nas agências colocavam no Top 10 escritores com outra dimensão, principalmente com mais obra e muito mais horas de dedicação à escrita. É que Ishiguro não escreveu até ao momento sequer uma dezena de livros, rivalizando esta produção com um número maior de contos e de guiões. Ou não seja o seu livro mais famoso uma espécie de Downton Abbey do passado, onde Emma Thompson e Anthony Hopkins transcendem o texto com as suas interpretações do "aclamado" Os Despojos do Dia.

Biblio e biografia

A própria biografia fornecida pela Academia confirma esse breve percurso, valorizando o facto de que "além dos seus oito livros tem escrito vários guiões para cinema e televisão". Não deixa de potenciar a sua vertente de escritor de fantástico, como é o caso do romance que se passa numa Inglaterra distópica ao dizer sobre ele: "Ishiguro introduz uma corrente fria subterrânea de ficção científica na sua escrita, bem como várias influências musicais." Está mais uma vez explicada a preferência na nova Academia Sueca em relação ao Nobel: há sonoridade musical na sua carreira literária.

A sua obra está traduzida em cerca de três dezenas de países e o jornal The Times colocou-o em 2008 como o 32º autor mais importante entre os 50 escritores britânicos desde 1945. Ishiguro foi nomeado para quatro prémios Man Booker, que venceu na edição de 1989 com o romance Os Despojos do Dia . Um dos vários romances que usam o passado como cenário antes de se dedicar a uma espécie de ficção científica, livros que destacam de preferência os falhanços das pessoas e que, dizem, nunca chegam a lado nenhum porque as personagens enovelam-se entre o passado por resolver e o presente angustiado, escolhendo como final uma "resignação melancólica".

Um comportamento que tem muito de um modo de ser japonês, mesmo que Ishiguro numa entrevista com o Nobel de 1994 desse país, Kenzaburo Oe, tivesse afirmado que os cenários dos seus dois romances iniciais -o do Japão - eram pura imaginação: "Em Inglaterra, onde cresci, mantive sempre uma imagem muito forte do meu país de origem, com o qual sempre tive um ligação emocional".

Ishiguro nasceu em Nagasaki mas viveu quase sempre na Inglaterra. Tornou-se cidadão inglês em 1982 e antes de se dedicar à escrita, queria ser músico - compôs para Stacey Kent -, mas não foi aceite por nenhuma editora a quem enviou as suas composições. A sua formação académica foi nas universidades inglesas de Kent e East Anglia, licenciando-se em Inglês e Filosofia em 1978. Participou no curso de escrita criativa dos escritores Malcolm Bradbury e Angela Carter, que terminou em 1980.

Nas suas próprias palavras quis ser "um escritor que deseja escrever novelas internacionais".

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RTP divulga lista dos 26 compositores do Festival da Canção de 2018

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.10.17

A lista de 26 compositores das canções participantes na próxima edição do Festival da Canção, cuja grande final será a 4 de março, no Pavilhão Multiusos de Guimarães, foi anunciada pela RTP.

Em comunicado, a estação pública referiu que "lançou um convite a 22 compositores para que apresentassem uma canção original inédita", conforme a matriz do último ano, no evento que culminou com a vitória de Salvador Sobral, com a interpretação do tema "Amar Pelos Dois", composto pela sua irmã, Luísa Sobral.

Assim, a lista de compositores selecionados pela RTP inclui Aline Frazão, Armando Teixeira, Benjamim, Bruno Cardoso, Capicua, Diogo Clemente, Diogo Piçarra, Francisco Rebelo, Fernando Tordo, Isaura, João Afonso, Jorge Palma, José Cid, JP Simões, Júlio Resende, Mallu Magalhães, Miguel Ângelo, Francisca Cortesão, Nuno Rafael, Paulo Flores, Paulo Praça e Tito Paris.

Aos 22 selecionados pela estação pública juntam-se dois autores que responderam a um concurso aberto a submissões, promovido pela Antena 1 - Peter Serrado e Rita Dias - sendo que o cantor que deu voz a "Amar Pelos Dois" teve, igualmente, direito à escolha de um compositor para integrar a lista: Janeiro.

No total, foram recebidas 346 candidaturas para o concurso aberto, tendo sido escolhidas por um painel de jurados com presidência do jornalista António Macedo, aliado à vocalista da banda Amor Eletro, Marisa Liz, a Miguel Guedes, dos Blind Zero, Iolanda Ferreira e João Gobern.

De entre os 26 compositores da lista, encontra-se também Daniela Onis, selecionada pelo júri do programa "Master Class" da mesma estação de rádio, presidido por Tozé Brito, acompanhado de figuras como Ricardo Soares e Rui Pêgo, diretores da Antena 1, para além de Noémia Gonçalves.

O Festival da Canção de 2018 contará com duas semifinais, cada uma com 13 canções em competição, sendo apurados sete intérpretes em cada evento - a 18 e 25 de fevereiro - no Estúdio 1 da RTP, em Lisboa, sendo que os intérpretes ainda estão por revelar.

Nesse momento serão escolhidos os 14 finalistas que marcarão presença no Pavilhão Multiusos, em Guimarães, com vista a apurar o representante de Portugal no Festival da Canção de 2018, a realizar-se em Lisboa, no dia 12 de maio do próximo ano.

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A Charamela da Universidade de Coimbra, sob direção do maestro Francisco Relva Pereira, edita o seu primeiro CD, que inclui composições dos séculos XVI e XVII, além do “Hino Académico” oitocentista, de José Medeiros.
A existência deste agrupamento musical remonta ao século XV, mas “grande parte do repertório [mais antigo] desapareceu”, existindo todavia “algumas peças dispersas que se encontram na Biblioteca Geral” da instituição, disse à agência Lusa Francisco Relva Pereira. Entre as peças do repertório histórico, foi identificada uma do português José Maurício (1752-1815), da Universidade de Coimbra.

Na música antiga, charamela correspondia a um instrumento de sopro, de madeira, antepassado dos atuais clarinetes. Para o CD, editado pela Framart, da Associação António Fragoso (AAF), foram gravadas 22 obras de diferentes compositores europeus, sobretudo da Renascença tardia e do Barroco inicial (séculos XVI, XVII), mas também da síntese mais tardia do século XVIII (Georg Frideric Handel e Johann Christian Bach), além do “Hino Académico”, de autoria de José de Medeiros (1827-1907).

A atual Charamela da Universidade de Coimbra é composta por dez músicos. Segundo o maestro, “esta é a forma mais tradicional” do agrupamento, “que se mantém desde os primórdios do século XX”, semelhante à existente no século XIX.
A Charamela foi no entanto reorganizada em 2015, com a atual composição, depois de ter sido composta por um grupo de músicos recrutados na Banda do Exército, estacionada em Coimbra, entre meados da década de 1990 e 2006, e por um quinteto (dois trompetes, dois trombones e uma tuba), de 2006 a 2015, “o que quebrou a tradição”.

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Mariana Sousa da ESART distinguida com o Prémio Círculo Richard Wagner

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.09.17

Mariana Sousa da ESART distinguida com o Prémio Círculo Richard Wagner 

Mariana Pereira de Sousa, aluna do Mestrado em Música e licenciada em Canto na Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB, foi este ano distinguida pelo Círculo Richard Wagner Portugal e pelo Instituto Goethe Portugal com o Prémio Círculo Richard Wagner.

A presidente do Círculo Richard Wagner Portugal, Maria Teresa Cochito, em parceria com a diretora do Instituto Goethe Portugal, Claudia Hahn-Raabe, atribuíram a bolsa internacional que se destina a jovens talentosos e que visa apoiar o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da língua alemã.

Esta experiência decorreu no Instituto Goethe de Berlim de 28 de agosto a 23 de setembro.

Natural do Porto, Mariana Sousa iniciou-se no canto na Academia de Música de Paços de Brandão, na classe da professora Mafalda Leite.

Em 2012 ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB, na classe das professoras Elisabete Matos e Dora Rodrigues, terminando a licenciatura com 19 valores e recebendo o Prémio de Mérito – Educação Magazine, pela média mais elevada. De momento encontra-se a terminar o mestrado na ESART – IPCB.

Cantou a solo com a Orquestra ESART, dirigida pelo maestro João Paulo Santos.

Foi solista em obras como “Stabat Mater”, Pergolesi; “Glória” e “Nisi Dominus”, Vivaldi. Interpretou as seguintes personagens: Cherubino, Sesto, Romeo, Desdemona.

Frequentou Masterclasses com José Oliveira Lopes, Isabel Alcobia, Elisabete Matos e Norma Enns.

Mariana participou ainda no projeto “Luisa Todi – Jovens Clássicos”, em 2015 e ganhou o 1.º prémio no Concurso Internacional Cidade do Fundão, nos anos 2013 e 2016.

Em dezembro de 2016 cantou “A Portuguesa”, para o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, por ocasião da sua visita ao Instituto Politécnico de Castelo Branco.

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Music Gift representa Portugal na Cremona Mondomusica

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.09.17

Music Gift representa Portugal na Cremona Mondomusica 

De 29 Setembro a 01 de Outubro de Portugal estará representado na | Cremona Mondomusica-Exposição Internacional de Instrumentos pela Music Gift.

De 29 de Setembro a 01 de Outubro, a única empresa portuguesa a marcar presença na maior feira de música da Europa é a Music Gift®.
Durante três dias, Portugal será representado pela Music Gift® na maior e mais importante feira dedicada a instrumentos musicais de alta qualidade - Cremona Mundomusica.

“Pela qualidade, irreverência e produtos exclusivos, a marca portuguesa irá dar boleia mais uma vez a dezenas de produtos de inspiração musical fabricados nas melhores empresas portuguesas”, refere a nota de imprensa.

Esta marca totalmente portuguesa sempre utilizou produtos de grande qualidade tanto no têxtil, cortiça e cerâmica como na saboaria, lápis e outras, de modo a valorizar na qualidade as marcas de referência nacionais.

A Music Gift® em Cremona Mundomusica vai estar no Pavilhão 2, stand 218

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Foto de Os Quatro e Meia.

Em Maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d’Os Quatro e Meia.
Atualmente com seis elementos – João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz), Os Quatro e Meia procuram, de uma forma descontraída e bem-disposta, conferir novos olhares e sonoridades na composição de canções feitas na língua de Camões. Como afirmam os próprios, “todos os dias são dias bons, simplesmente, uns dão mais trabalho para o ser do que outros”. Com base nesta ideologia, a banda apropriou-se de uma expressão recorrente do nosso quotidiano, “P’ra Frente é Que É Lisboa”, para criar a sua primeira composição, e assim batizar o seu single de apresentação e a digressão, com início em Setembro deste ano.

Com passagem já confirmada pela Casa da Música, no Porto, a digressão irá percorrer o país, dando a conhecer algumas das músicas que estão a ser concluídas em estúdio e que farão parte do disco de apresentação da banda, assim como os originais que os têm acompanhado ao vivo desde a sua formação, e as versões de grandes músicas portuguesas, com um cunho bastante pessoal e que tanto caracterizam Os Quatro e Meia.

Entrada: €10,00

 

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“Sons à Sexta” apresentam Mirror People. 29 SET. Fundão

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.09.17

Foto de Sons à Sexta. 

O Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com Mirror People no palco d´A Moagem, no Fundão, dia 29 de Setembro às 22h30m.

Uma vez por mês, o auditório d’ A Moagem – Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português.

Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Rui Maia é um músico e compositor com várias camadas. Vai do indie rock à eletrónica e o lugar de teclista dos X-Wife é apenas uma das faces do artista. Até porque a solo a máscara é outra.
Foi com a assinatura Mirror People que Rui Maia se lançou mais a fundo na música de dança.
Com “Bring The Light”, o mais recente trabalho dos Mirror People, Rui Maia invoca a influência dos filmes de Stephen King, a new wave dos Human League e Soft Cell, os primórdios do hip hop, a pop sintética mais recente dos Hot Chip ou o som de Minneapolis de Prince como referências sonoras.

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Concerto "100 Anos A Cantar Fátima". 24 SET, 15h00, Sobral De S. Miguel

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.09.17

Foto de Bandafilarmonica Paul.

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Robot vs Música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.09.17

Veja este vídeo em:

https://www.facebook.com/johnstanfordmusic/videos/10154975410397643/

 

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“Fado Solidário” - SCMF. 23 OUT, 21h30, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 20.09.17

Fado Solidário

A Santa Casa da Misericórdia do Fundão (SCMF) realiza no dia 23 de setembro às 21.30 horas, na Quinta Pedagógica do Fundão,uma noite de fado com a artista Raquel Peters.
O espetáculo iniciar-se-á com a apresentação da orquestra da Academia de Música e Dança do Fundão (AMDF). Seguir-se-á a atuação da jovem fadista Raquel Peters.
O espetáculo “Fado Solidário” visa angariar apoios para a renovação do mobiliário no lar da Misericórdia.
Os interessados em assistir à noite de Fado Solidário deverão adquirir o bilhete ao “preço simbólico de 7,5 euros” na secretaria da SCMF, na AMDF e no Posto de Turismo do Fundão.
O espetáculo promovido em parceria com Santa Casa da Misericórdia de Albufeira tem a colaboração do Município do Fundão e da União de Freguesias do Fundão, Valverde, Donas, Aldeia de Joanes e Aldeia Nova do Cabo.

# Raquel Peters é uma fadista portuguesa natural de Albufeira, tem várias participações em espetáculos e discos. Do percurso da jovem fadista destaque-se o primeiro prémio na Grande Noite do Fado de Lisboa (2005), organizada pela Casa da Imprensa ou a participação no disco “Divas do Fado Novo” ao lado de nomes como Ana Moura, Kátia Guerreiro e Cristina Branco.

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ACBI - Escolinha do Zéthoven

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.09.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio