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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

.

Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

.

Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Sons à Sexta apresenta WHITE HAUS. 10 NOV, 22h30, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.11.17

Uma vez por mês, o auditório d' A Moagem - Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Aceite o convite para uma paragem com um concerto...

Foto de Sons à Sexta.

 WHITE HAUS

João Vieira é dj, músico e produtor. Iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes. Em Portugal, editou 4 álbuns com X-Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e co-produtor. Com o alter-ego White Haus, deu início à aventura da composição e produção electrónica. O resultado deste processo foi a edição de um ep em 2013, o álbum de estreia "The White haus Album" em 2014 e "Modern Dancing" editado em finais de 2016. "Modern Dancing" revela uma abordagem renovada das sonoridades electro-pop, funk, disco sound que já estavam no disco de estreia e agora ressurgem actualizadas e com carácter festivo, claramente orientado para as pistas de dança tirando partido de apelativas linhas de sintetizadores e baixo.

Dia 10 de Novembro pelas 22h30m o Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com White Haus no palco d´A Moagem.

Pag: facebook.com/sonsasexta

Evento: facebook.com/events/1878771252439271

Video Promo: youtube.com/watch?v=6wp8p2lbglI

Bilheteira:

A Moagem - Centro do Engenho e das Artes

+Inf.  275 773 032 - 96 194 12 81

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

António Oliveira nasceu no Porto; possui o diploma “Master of Music” pela Hartt School da University of Hartford na classe do Prof. Luiz de Moura Castro.

É professor de piano no Conservatório de Música do Porto. Tem realizado recitais a solo e de música de câmara em algumas das salas mais importantes do país e em Espanha, França, Alemanha, Finlândia, Canadá e Estados Unidos da América. Gravou para a RTP e RDP Antena2.

Mantém uma estreita colaboração com o clarinetista António Rosa, com quem gravou dois CD’s de Música Portuguesa do Séc.XXI.

Fez a estreia mundial do 1º Concerto para Piano e Orquestra do compositor Telmo Marques.

Em Julho de 2016, lançou “Chopin & Liszt”, o seu primeiro registo a solo.
Apresentou-se a solo com a Orquestra Clássica da Madeira, com a Orquestra do Norte, com a Fundação Orquestra Estúdio e com a Orquestra Sinfónica da ESART sob a direcção dos Maestros Rui Massena, Sandor Gyudi e Miguel Graça Moura.

Entrada Gratuita

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FRC - Almoço/Convívio do 118º Aniversário. 12 NOV, 13h00, Salão da FRC.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.11.17

Almoço 118º Aniversário.jpg

 

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G Project - Concerto Solidário. 3 NOV, Seia

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.11.17

Foto de The G project.

No próximo dia 3, sexta feira, juntem-se aos "G Project" e ajudem as vítimas dos incêndios no concelho de Seia.
Este será o primeiro de alguns concertos solidários pelos concelhos atingidos.
Esperamos pela vossa generosidade!

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Cultura Vibra - Patxi Andión. 2 NOV, 21h30, Cine Teatro Avenida

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.11.17

É longa e funda a relação do célebre cantor espanhol Patxi Andión com o nosso país. Remonta a 1969 e passa pelo Zip Zip e pelo enorme José Carlos Ary dos Santos que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nestas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a nossa língua, facto de que se orgulha, e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere hoje. Nas canções de protesto de Zeca conheceu melhor o país que se ergueu contra a ditadura. Patxi travou conhecimento com José Afonso nos estúdios da Tóbis onde se gravava o histórico Zip Zip e no mesmo dia foi expulso do país pela PIDE que lhe condenava as amizades e certamente as palavras que traduziam as suas ideias de liberdade.

Diz Patxi que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento: “há muito da vida e da obra de Zeca que vive em mim”, garante Patxi Andión. Uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa: não é possível pedir mais em ano tão especial.

Entrada: €12,00 - €10,00 Primeiros 100 Bilhetes Vendidos

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Banda da Covilhã - Música & SPA. 1 NOV, Termas do Cro.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.10.17

Foto de Banda da Covilhã.

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Sara Tavares voltou e canta feliz como um puto atrás da bola

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.10.17

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e que cantou mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Fitxadu aparece depois de oito anos sem um disco, quando a vontade de cantar regressou, e com uma doença que lhe poderia ter tirado a voz pelo meio. Então juntou-se a Paulo Flores ou Toty Sa"Med para fazer música como "Eusébios e Pelés".

Quase deixámos de poder ouvir Sara Tavares. "Não queria fazer música, estava desmotivada, fiquei muito cansada com as tournées, não tinha vida. Sonhei muito com isto, fiz isto, e agora via-me do outro lado, a olhar para cá. Pensava que podia compor para outros, produzir, também vivi no campo, dois anos. Dar a cara tira muita energia, dares de ti, da tua vida verdadeira: sai-te mesmo da pele." Além disso, um tumor benigno que lhe apareceu (e depois reapareceu) no cérebro poderia ter-lhe roubado a voz. "Pensei que podia ser massagista, agricultora, tenho outros talentos. Houve uma parte quando estive doente em que havia a eventualidade de poder deixar de usar a fala. Podia sempre escrever, desenvolver a parte de compor."

Sara Tavares tem agora 39 anos. O país conheceu-a era ela uma miúda de 15 anos que vivia em Almada e queria ser como a Whitney Houston: "bonita, generosa, e rica". Foi a cantar uma música de Whitney que venceu o programa televisivo Chuva de Estrelas. Ri-se quando lhe lembramos esses adjetivos e fala da América, "única terra em que via os negros a serem bem-sucedidos. Olhava para aqui e só via o Eusébio, não havia outros negros na televisão." Sara, como quase toda a gente, demorou a chegar à sua pele. Agora que chegou, canta tudo isso num elétrico, feliz, urbano, e dançável Fitxadu, pelo qual esperámos oito anos. E quando, na Casa Independente, apareceu a dançar num concerto para amigos com Onda de Som, que abre o disco, dizia-se nervosa, pois havia quase um ano que não subia ao palco.

Em Fitxadu compôs, cantou e tocou com Paulo Flores, Toty Sa"Med , Loony Johnson, os ex-Buraka Som Sistema Kalaf Epalanga, João Pires, ou Conductor, ou o rapper Virgílio Varela; momentos em que, escreve no booklet do álbum, "andamos ali a correr como putos atrás da bola, e somos todos Eusébios e Pelés". Perguntamos-lhe o que é isso, e ela refere "aquelas fotografias das revistas de música" em que vemos Bob Marley ou Mick Jagger em plena sintonia com o seu público. E continua: "É aquela zona da alegria, do êxtase. Teres o som a passar por ti e passares a bola para outro, é um prazer indescritível."

O que a fez regressar? "Sempre que vejo uma pessoa a passar num carro e a curtir a música." E, claro, depois existem as músicas, que, conta ela na sua voz muito calma, vão aparecendo. Sara agarra no telemóvel e mostra a aplicação Dictaphone. Passa por uma lista enorme onde vemos passar Coisas Bunitas, que faz parte do álbum. Paramos em janeiro de 2016 e Sara põe a tocar uma canção que fez com os rappers Beware Jack e Double (Virgílio Varela) e que não terminaram.

A música de uma Lisboa africana

Em tempos ela disse-se portuguesa, depois cabo-verdiana, e ainda afro-portuguesa; hoje, quando é preciso dizer de onde vem, Sara diz-se "lisboeta, com muito orgulho". Filha de cabo-verdianos, só conheceu o país depois de ter vencido o Chuva de Estrelas, e só então começaria a falar o crioulo (que já entendia) em que canta ao longo de quase todo o Fitxadu. "Acho que a pessoa ganha mais consciência da sua identidade nascendo num sítio como Lisboa do que às vezes nascendo no Mindelo, Luanda, ou Bissau, porque está tão adquirido ali." Não é por acaso que este seu álbum, muito mais do que Xinti (2009), é um reflexo dessa Lisboa que vai do seu centro até Galinheiras, Cova da Moura, ou Barreiro. "Tem muito dessa Lisboa, e eu quero conhecer mais. Há muitos quartinhos ali a pulsar música."

Quando lhe perguntamos como vai evitar cair de novo numa espiral de tournées que lhe o tirem o tempo para viver, Sara explica que o panorama da chamada world music mudou: "Já não é uma descoberta. Agora estamos a viver um revival da música eletrónica, urbana. Acho que estamos mais em sintonia uns com os outros, porque eu senti-me discriminada quando estava a fazer o circuito da world music. Via-me sempre a dar palestras sobre a história da lusofonia, às vezes a cantar mornas, não porque me apetecia. Às vezes só me faltava ir fazer a cachupa e o bacalhau para servir no fim dos concertos."

Para trás ficou a miúda que queria ter nascido na América, e aquela que cantava mornas para se justificar. Sara Tavares nunca soou tanto a si própria. Na música que dá nome ao álbum, Fitxadu, canta em crioulo algo como "as coisas boas do mundo não têm corte, estão fechadas aqui no meu peito". "É uma coisa forte: abraço fitxadu. Aquela amizade que eu tenho por ti guarda fitxada." Diz-vos ela.

In: dn.pt

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Fim de semana pelo Minho...

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 28.10.17

Foto de Filarmónica Recreativa Cortense.

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John Avery termina parceria com a Orquestra Clássica do Sul com um concerto em Gambelas 

A 28 de Outubro, sábado, o Grande Auditório de Gambelas, em Faro acolhe o último concerto de John Avery no âmbito da sua parceria com a Orquestra Clássica do Sul. 

Na apresentação deste concerto estará Jorge Serafim, comediante e bom contador de histórias.

Perto da recta final, John Avery descreve os músicos da Orquestra, por quem nutre uma enorme admiração, não apenas como colegas mas acima de tudo, como amigos. Quando foi convidado para dirigir ocasionalmente a Orquestra Clássica do Sul, rapidamente aceitou. “Será uma honra”, terá afirmado na ocasião do convite. E ao longo dos últimos 13 anos John Avery compôs ou fez arranjos a cerca de 300 obras para a Orquestra. Algumas dessas composições vão ser apresentadas no concerto.

Para a Orquestra Clássica do Sul também foi uma honra ter sido dirigida pelo Maestro John Avery por diversas vezes, nos últimos anos.

O reportório para o final de tarde de dia 28 de outubro é decididamente light, nas palavras do Maestro, e irá incluir temas de célebres musicais ou bandas sonoras de filmes, entre outros temas populares. Será, sem dúvida, um agradável serão ao som de música clássica, para celebrar com amigos e familiares.

O “Concerto de Celebração a John Avery”, o último enquanto Maestro Associado da Orquestra Clássica do Sul, terá lugar no dia 28 de Outubro, pelas 19:00, no Grande Auditório de Gambelas, em Faro.

A entrada é gratuita.

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Salvador Sobral ligado a coração artificial

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.10.17

Internado há cerca de um mês no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Salvador Sobral enfrenta agora a espera por um transplante cardíaco com a ajuda de um coração artificial.

O vencedor da eurovisão, Salvador Sobral, está numa luta pela vida. Depois de ter feito uma pausa na carreira para “entregar o corpo à ciência“, as notícias davam conta de que o músico estaria internado nos Cuidados Intensivos à espera de um coração.

Agora, segundo o Correio da Manhã, o músico estará ligado a um coração artificial, numa solução considerada temporária, até que se encontre um dador compatível.

O coração artificial trata-se de um aparelho colocado do lado de fora do organismo que tem a função de aspirar e injetar o sangue, assegurando a normal circulação sanguínea. Esta foi a solução encontrada pelos médicos enquanto não é descoberto um coração compatível. A prática não é muito recorrente em Portugal, mas é a mais viável, recorda o jornal.

Por não ser uma solução utilizada em Portugal, o aparelho terá vindo dos EUA e os custos rondam os 110 mil euros.

Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, explicou que “um coração artificial permite ao coração biológico recuperar e até ganhar força na maior parte dos casos”.

Segundo aquele responsável, “o paciente pode sobreviver muito tempo ligado a um coração artificial”, mas esta “é sempre encarada como uma solução temporária“.

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Encontros na Biclioteca - Leituras Musicais. 26 OUT, 21h00.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.10.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

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Rock in Rio Lisboa já tem preços

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 24.10.17

A próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que acontece nos dias 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018, terá dois tipos de passes especiais para o fim de semana, com valores de 99 euros e 117 euros.

"Vamos fazer dois movimentos para oferecer este passe de fim de semana, um deles será um pouco mais barato. Ambos serão vendidos em quantidade limitada", explicou.

Elencando as principais novidades do próximo Rock in Rio Lisboa, a diretora reafirmou que o festival terá cinco bandas no Palco Mundo e mais horas de evento.

A Rock Street manterá o tema de África, também fica no festival a praça de alimentação inspirada no mercado da Ribeira, porém, diferentemente do que aconteceu no Brasil, este espaço gastronómico será montado a céu aberto.

Outra novidade é o Distrito Pop, que mesclará diferentes aspetos culturais e atrações

Fazendo uma avaliação da 17ª edição do Rock in Rio, Roberta Medina disse que a organização teve um retorno muito positivo do público.

"A nova cidade do Rock foi 1000% aprovada, as pessoas estavam muito felizes e a infraestrutura foi muito mais cómoda (...). O público viveu a experiência de parque temático, que era a nossa proposta. Todos os novos conteúdos foram muito bem aceites", afirmou.

Falando sobre a onda de violência que assusta a população do Rio de Janeiro, principalmente após o recrudescimento dos conflitos na Rocinha, maior favela da cidade, Roberta Medina avaliou que o festival não foi comprometido.

"Não prejudicou em hipótese nenhuma. Acho que [o Rock in Rio] fortaleceu a mensagem de que existe um Rio de Janeiro possível desde que se esteja provendo segurança e as condições mínimas para que as pessoas possam dar o seu melhor", apontou.

"É muito chocante o contraste do que aconteceu aqui dentro e do que está acontecendo na cidade (...). Num ambiente hostil, as pessoas são hostis, num ambiente acolhedor, a reação é diferente. Acho que as pessoas saíram com uma esperança renovada e com a energia recarregada do Rock in Rio", concluiu Roberta Medina.

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Maestro de 27 anos recebido com "muito entusiasmo" pela Orquestra Gulbenkian

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.10.17

A noticia da nomeação do franco-suíço Lorenzo Viotti foi recebida com "muito entusiasmo" pelos músicos da Orquestra

Lorenzo Viotti será o maestro titular da Orquestra Gulbenkian a partir da temporada da primavera. A notícia, divulgada pela Fundação Calouste Gulbenkian esta sexta-feira de manhã, foi recebida com "muito entusiasmo" pelos músicos, disse a Comissão da Orquestra ao DN.

"Após um período sem maestro titular havia alguma ansiedade e expectativa para saber quem poderia ser. Agora temos um maestro com uma curta carreira mas já cheia de sucessos e conquistas. Tem um grande futuro pela frente, é muito bom para nós", acrescenta a comissão que representa os músicos.

Viotti sucede ao britânico Paul McCreesh, tem 27 anos e nasceu em Lausanne, na Suíça, numa família italo-francesa. Estudou piano, canto, percussão e direção de orquestra. Soma vários prémios internacionais no currículo, nomeadamente o de jovens maestros do Festival de Salzburgo de 2015 e o International Opera Newcomer Award este ano.

Já tocou por duas vezes com a Orquestra portuguesa. A primeira foi em 2013. "Reconhecemos-lhe todo o seu talento, musicalidade e a forma como comunica com a orquestra é muito natural e clara, conseguindo atingir os objetivos e desejos que coloca. É muito inspirador apesar da sua tenra idade", refere a Comissão. "Estamos muito contentes com esta escolha, e prevemos um enorme sucesso em conjunto", rematam.

O maestro dirigirá a orquestra por um período de três anos a partir de 2018.

"As Valsas", de Maurice Ravel, Johann Strauss e Richard Strauss, a 18 de fevereiro será o seu primeiro concerto na Gulbenkian. Segue-se o Concerto para Piano n.º 5 de Beethoven, a 12 e 13 de abril.

"Desenvolverá "o perfil artístico da orquestra", com um "repertório desde o período clássico até aos nossos dias" e trabalhará também com o Coro Gulbenkian, explica a fundação.

O diretor da Gulbenkian Música, Risto Nieminen, afirma que "Lorenzo Viotti é um músico que tem a ambição de tornar especial cada um dos seus concertos" e que tem uma capacidade natural "para fazer a música comunicar com o público".

A Orquestra Nacional de França, a Filarmónica de Roterdão, a Jovem Orquestra Gustav Mahler e a Orquestra Filarmónica Real são algumas das formações que Viotti já dirigiu.

In: dn.pt

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FRC - Passeio FRC 2017. 28 e 29 OUT. Inscrições abertas e limitadas.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 21.10.17

Foto de Filarmónica Recreativa Cortense.

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Dia da Cidade da Covilhã

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 20.10.17

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Carlos Almeida é o novo maestro titular da Banda da Covilhã

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 19.10.17

Carlos Almeida é o novo maestro titular da Banda da Covilhã 

O maestro Carlos Almeida “é oficialmente o maestro titular da Banda da Covilhã”, anunciou em comunicado a direção da banda, acrescentando que é “uma aposta num jovem maestro, dinâmico e conhecedor da realidade das bandas filarmónicas”.

A apresentação oficial do novo maestro titular será no dia 02 de dezembro, no âmbito do concerto de gala do 147.º aniversário da Banda da Covilhã.

Carlos Almeida, de 24 anos, matriculou-se no Conservatório de Portalegre, aos 11 anos, para iniciar os estudos em trompete, onde concluiu o 5.º grau, prosseguindo os estudos com Rui Borba, na Escola Profissional de Artes da Covilhã. Formou-se em direção musical, pela Atlantic Coast International Conductig Academy.

É maestro e professor na Banda da Covilhã, professor na Escola de Música João Carlos e monitor/professor em várias orquestras no Alto Alentejo.

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Arquiteto Gonçalo Byrne projeta Cidade da Música na Suíça

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.10.17

Uma equipa liderada pelo arquiteto português Gonçalo Byrne e pelo suiço Pierre-Alain Dupraz ganhou um concurso internacional para a construção de uma "Cidade da Música", em Genebra, na Suíça, revelou o responsável à agência Lusa.

De acordo com o arquiteto, ao concurso promovido pela cidade suíça concorriam 18 equipas, algumas delas com nomes relevantes da arquitetura mundial, como os britânicos Norman Foster e David Chipperfield.

O novo complexo dedicado à música vai incluir um edifício para acolher o conservatório de música, a sede da orquestra Suisse Romande, e vários auditórios - um deles com 1.700 lugares - para concertos de diversas dimensões.

"Estou muito contente com esta escolha. É uma excelente notícia porque, apesar de Portugal estar bastante parado na construção, continuamos a participar em concursos no estrangeiro e a ganhar", comentou o arquiteto Gonçalo Byrne à agência Lusa

A equipa vencedora para criar a "Cidade da Música", liderada por Gonçalo Byrne e Pierre Alain Dupraz, conta ainda com os portugueses João Nunes e Rui Furtado.

O complexo deverá ser inaugurado em 2022, sendo uma encomenda de uma associação constituída para o efeito, da qual faz parte a cidade de Genebra e o cantão suíço.

Nascido em Alcobaça, em 1941, Gonçalo Byrne assinou, entre outros, os projetos para a Reitora da Universidade de Aveiro, o Teatro das Figuras, em Faro, o Teatro Thalia, em Lisboa, este com Patrícia Barbas e Diogo Seixas Lopes, e o projeto de remodelação e ampliação do Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, distinguido com Prémio Piranesi "Prix de Rome", em 2014.

In: dn.pt

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O docente da Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB, maestro e compositor Gonçalo Lourenço, foi convidado a participar no concerto Luminous Night com o Coro Prima Vox.

O convite partiu da maestrina Ewa Salecka, que dirige o Coro Prima Vox, e decorreu na York Minster Chapter House no dia 7 de outubro.

Foram interpretadas peças corais do próprio, num ambiente cheio de mística e solenidade.

https://www.facebook.com/primavox/

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Chk Chk Chk no Fundão. 20 OUT, 21h00, Octogono.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.10.17

Foto de Lemon Live Entertainment.

Os !!! (Chk Chk Chk) vão dar 3 espetáculos em Portugal no mês de Outubro. Lisboa, Fundão e Porto são as cidades que o grupo nova-iorquino vai pôr a dançar ao som de sucessos como «One Girl / One Boy», «Even When the Water's Cold», entre outros temas do mais recente álbum Shake the Shudder.
Entre o excêntrico, o futurista, o kitsch e o "fora do comum". Assim se posicionam os !!! (Chk Chk Chk) perante os seus seguidores. São já cerca de 20 anos de carreira do grupo dance-punk mais vibrante do planeta. 20 anos de música para "aquecer a pista", sempre com uma vincada atitude punk presente, tanto ao vivo como nos registos gravados em estúdio. Iniciaram a sua carreira em 1996, mas foi em 2004 com o lançamento de Louden Up Now (através da editora britânica Warp), que este colectivo ficou conhecido mundialmente e desde essa altura que ainda continuam a fabricar pequenos, grandes êxitos.
Os 3 concertos em Portugal servirão para apresentar Shake The Shudder ao público português, reservando algum tempo das performances para "regressar ao passado" e vasculhar alguns êxitos da banda, tais como «Heart of Hearts» ou «Must Be The Moon».
Abertura de Portas: 20:30 | Início do Concerto: 21:00 | (M/12)
Bilhetes disponíveis em bol.pt e pontos de venda habituais.

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"100 Anos a Cantar Fátima" - Hoje, 21h00, Igreja Paroquial de Cortes do Meio

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.10.17

Foto de Filarmónica Recreativa Cortense.

Este sábado às 21h na Igreja Paroquial de Cortes do Meio.
 Será a última oportunidade de assistir a este espectáculo que celebra os 100 anos de Fátima.

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

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Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


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2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio