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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

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Samuel Úria - Carga de Ombro. 10 FEV, 21h30, Cine Teatro Avenida.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.02.18

Foto de Cine-Teatro Avenida.

M/06
Bilhete: 10€

Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole.

Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008, altura em que, entre edições caseiras e concertos em que apenas se acompanhava pela guitarra acústica, se nos deu a conhecer. Singular na língua materna, singular nas melodias e singular na relação com o público, aos poucos se gerou o culto e assomou a expectativa, consagrando Samuel Úria como o mais interessante cantautor do século XXI português.

E e...is que já passou uma década desde “O Caminho Ferroviário Estreito”, o primeiro registo oficial (ou deveremos dizer o primeiro CD-R?) de Samuel Úria, à data disponibilizado pela emergente FlorCaveira mas que só a edição do EP “Em Bruto” (ou deveremos dizer EP-R?), em 2008, revelou ao grande público. Se em “O Caminho Ferroviário Estreito”, o nomadismo de Samuel Úria, consequência da sua actividade itinerante de professor de educação visual se fazia sentir, já em “Em Bruto“ despontavam canções como “Barbarella e Barba Rala” ou “Teimoso”.

“Nem Lhe Tocava” surgiu em 2009, uma vez mais com a FlorCaveira, recuperando algumas das gravações de “Em Bruto” e confirmando as expectativas fundadamente criadas em torno das primeiras gravações de Samuel Úria - Jacinto Lucas Pires escrevia ”(…) este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. E, para os convencionais, só um recado: ouçam sem preconceitos, sem pressas, com a calma possível, no meio do mundo, e depois vejam que tal. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido. (…)”



O caminho confirmava-se - a Time Out Lisboa chamou-lhe “a mais impressionante estreia dos últimos 10 anos”, o Ípsilon afirmou que o “abençoado” Samuel “acerta sempre”, o Expresso reconheceu a “língua em estado de graça” e a Blitz viu no músico de Tondela o “tiro certeiro na fuga à normalidade”.

Ainda nesse ano, a 10 de Junho, escreveu e gravou, num só dia, um disco inteiro em sua casa. A composição e registo das músicas foi filmada e transmitida em directo pela internet, enquanto os espectadores forneciam sugestões via email. O resultado foi o disco "A Descondecoração de Samuel Úria", lançado um ano depois (clarifique-se, em CD-R).

Por entre as suas apresentações ao vivo e edições, Samuel Úria teve ainda oportunidade de colaborar em alguns projectos colectivos, traduzida numa forte presença na dinamização na actividade da FlorCaveira ou, ainda, na participação no punk-rock vintage das “Velhas Glórias” ou nas filarmonias de “Os Ninivitas”. Suspeita-se também que o projecto “Maria Clementina” não lhe será alheio…

Inicialmente anunciado para 2012, Samuel Úria publicou em 2013 “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, uma verdadeira “jewel-case” (leia-se “caixa de jóias”) em que o talento do “trovador de patilhas”, como é frequentemente intitulado, convive com um conjunto de participações de nomes aparentemente tão distantes como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Miguel Araújo, entre outros, que a música e as palavras de Samuel Úria aproximaram.

Sobre, “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, Pedro Mexia inicia o texto de apresentação do álbum desta forma “Este é um disco sobre «a voz». Não sobre Frank «the voice» Sinatra, embora o galante mafioso também compareça, transformado em forma verbal; trata-se antes de uma defesa do falar, do dizer, do cantar. A música é um «som cantado», lembra Samuel Úria, mas é mais que isso: é um testemunho.” E conclui “No amor, como noutras vozes que nos dão voz, o sustento é forte quando o intento é puro. E o mundo é pequeno, e o medo é grande, e, ainda assim seguramo-los, como um colchão aos trapezistas”. E não será este o destino de Samuel Úria? Testemunhar através da sua voz a vida, tal e qual um trapezista das palavras?


O caminho, só aparentemente estreito, é percorrido e “O Grande Medo do Pequeno Mundo” leva Samuel Úria à generalidade dos palcos nacionais, seja aos dos pequenos auditórios ou dos grandes festivais. As colaborações em palco sucedem-se – Márcia, António Zambujo, Miguel Araújo, Clã, Cindy Kat, HMB, Tiago Bettencourt ou Marta Hugon são alguns do que fazem questão de partilhar com Samuel.

Para 2016, “Carga de Ombro”. Um disco de que é ainda difícil destacar temas tal é a homogeneidade conseguida num disco em si bastante diversificado - “O álbum é um absoluto primor de escrita, juntando depois à música uma capacidade de condensar uma evidente pulsão melómana atenta e feita da soma de muitos gostos e interesses num corpo consistente.” (Nuno Galopim)

Para a nova aventura Samuel Úria chamou Miguel Ferreira. Com ele produziu “Carga de Ombro” e no qual contou com participações especiais de Selma Uamusse, Francisca Cortesão, Martim e David Fonseca.

Como conclui Márcia no texto que escreveu a propósito do novo disco: “Modesto, generoso e altruísta, é claro que ele acha que o Ego dele tem de diminuir. Mas nós que o vemos, sabemos que não é de Ego que se agigantou Samuel Úria, mas sim de um incomensurável talento que dá gosto testemunhar de disco para disco.”

No final de 2016, as habituais listas de “melhores do ano”, colocaram “Carga de Ombro” nos lugares cimeiros do que melhor e mais interessante se vai produzindo. As crónicas que passa a assinar às quartas para o SAPO tornam-se leitura obrigatória. Já em 2017, o vídeo de animação para o tema “É Preciso Que Eu Diminua” realizado por Pedro Serrazina ganha o prémio da Monstra. Da “estrada”, de destacar a produção apresentada em Maio passado no Teatro Tivoli em que, perante uma sala lotada, Samuel levou a palco amigos como Ana Moura, Manuela Azevedo, Golden Slumbers ou Manel Cruz.

Escutemo-lo!

 

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1º Curso de Construção de Instrumentos da ESART

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.02.18

Castelo Branco: 1º Curso de Construção de Instrumentos da ESART

A Associação de Estudantes da Escola Superior de Artes Aplicadas, juntamente com a Associação Viola Beiroa e em parceria com a Escola Superior de Artes Aplicadas, estão a desenvolver nas instalações do Instituto Politécnico de Castelo Branco um curso de Construção de Instrumentos.

O objetivo deste curso passa não só pela produção, mas também pela investigação e experimentação dos materiais usados e da construção harmónica de cada instrumento, podendo ser uma mais valia para todos os alunos dos cursos de Música (variante instrumento), da Escola Superior de Artes Aplicadas.

Os instrumentos vão da guitarra clássica à guitarra portuguesa, passando pelo baixo acústico, bandola e violas beiroas, e estão a ser construídos de raiz pelos alunos do curso.

A orientação está a cargo do mestre Eduardo Loio que ensina estas técnicas de construção com a coorientação do Professor Miguel Carvalhinho.

Alguns dos instrumentos estão já em fase final de construção. O curso decorre sextas-feiras das 16h00 às 00H00 e sábados das 9H00 às 19H00.

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ACBI com viagem marcada para a Coreia do Norte

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 06.02.18

 Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

O presidente da Associação Cultural da Beira Interior, Luís Cipriano, reuniu com o delegado especial da Coreia do Norte e do Comité de Relações Culturais com Países Estrangeiros para iniciar a preparação do intercâmbio entre a associação com sede na Covilhã e a Coreia do Norte.

Assim está a ser preparada a ida do Coro Misto da Beira Interior a Pyongyang durante uma semana com a realização de três concertos com os programas “Fado” e “Música Popular Portuguesa” assim como a vinda de um Coro Infantil norte coreano a Portugal para a realização de uma tournée nas autarquias parceiras da Associação Cultural da Beira Interior.

Luís Cipriano foi convidado pelo governo de Pyongyang para no próximo Abril estar presente no Festival da Amizade a decorrer naquela cidade aproveitando a sua estadia para acertar pormenores em relação a este intercâmbio. A Associação Cultural da Beira Interior estuda também a possibilidade de realizar um concerto em Pequim (China) cidade onde fará escala antes de seguir para a Coreia do Norte.

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Oiça o primeiro single do novo disco de Cristina Branco

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 05.02.18

Chama-se Eu por Engomar e é a primeira pista do álbum Branco, com data de lançamento marcada para 23 de fevereiro

O tema é composto por André Henriques e Filho da Mãe (Rui Carvalho) e é o primeiro que se conhece do disco a que o apelido de Cristina Branco dá nome, e que se segue a Menina (2016). Eu por Engomar, que já pode ser ouvida no Spotify e no You Tube, é tocada pelos habituais companheiros de Cristina Branco, os músicos Luís Figueiredo, Bernardo Moreira e Bernardo Couto. O videoclip é assinado por Joana Linda.

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Pelo menos mil músicos vão homenagear os Xutos & Pontapés no verão

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.02.18

Falta anunciar a data, possivelmente em julho ou setembro, em que pelo menos um milhar de músicos vão interpretar, em conjunto, o tema "Não sou o único", que será registado em vídeo, entregue aos Xutos & Pontapés e partilhado online.

Cerca de mil músicos profissionais e amadores vão participar numa atuação coletiva, no verão, na região de Lisboa, de homenagem aos Xutos & Pontapés, disse à agência Lusa um dos promotores, Pedro Brazão. "É uma homenagem completamente genuína, porque os Xutos são os nossos heróis e merecem uma homemagem a sério, verdadeira, dos fãs, nada institucional", afirmou.

Em data ainda a anunciar, possivelmente em julho ou setembro, o que vai acontecer é uma atuação conjunta de pelo menos um milhar de músicos, para interpretarem em conjunto o tema "Não sou o único", que será registado em vídeo, entregue aos Xutos & Pontapés e partilhado online.

A iniciativa, que está a ser preparada há apenas três semanas, inspira-se numa ação semelhante realizada em 2015 por mil músicos, em Cesena, Itália, que tocaram "Learn to fly" para convencer o grupo rock norte-americano Foo Fighters a tocar naquela localidade.

O mote para o evento português - intitulado Xutos1000 - surge também em reação à morte do guitarrista Zé Pedro, em novembro passado.

Segundo Pedro Brazão, Xutos1000 não será um concerto, mas apenas a interpretação daquela música dos Xutos & Pontapés, para a gravação de um vídeo que ocupará várias horas do dia.

As inscrições para o evento deverão abrir na próxima semana, na página xutos1000.com, mas Pedro Brazão revela que já há pelo menos 2.000 pessoas interessadas, tanto de Portugal como do estrangeiro, entre há músicos profissionais, estudantes de música, fãs dos Xutos, cidadãos anónimos.

Há um núcleo de organizadores, unidos pela admiração ao grupo rock português, que está a tratar da logística e da organização dos arranjos e das pautas a distribuir depois a todos os que se inscreverem.

Na atuação são esperados centenas de bateristas, guitarristas, baixistas, cantores, que terão de ensaiar individualmente a partir das pautas que lhes serão entregues. Os ensaios finais só acontecerão no dia da gravação, por razões de organização.

De todo o repertório dos Xutos & Pontapés, "Não sou o único" foi a música mais consensual, por ser fácil de executar, porque tem letra de Zé Pedro e porque "é um tema belíssimo que tem a ver com o que estamos a fazer", disse o promotor.

Pedro Brazão revelou que os Xutos & Pontapés já foram informados da iniciativa e "mostraram-se entusiasmados com a ideia e intrigados com o desafio".

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Bruno Mars e Kendrick Lamar grandes vencedores dos Grammy

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.02.18
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O 'rapper' Jay-Z, que liderava as nomeações, oito no total, não recebeu qualquer prémio

O cantor Bruno Mars e o 'rapper' Kendrick Lamar foram os grandes vencedores da 60.ª edição dos prémios Grammy, com o primeiro a conquistar seis e o segundo cinco galardões.

Bruno Mars ganhou em todas as categorias em que estava nomeado, incluindo Álbum do Ano, "24K Magic", e Melhor Canção do Ano, "That's What I Like", na cerimónia dos prémios atribuídos pela indústria musical dos Estados Unidos, entregues no domingo, em Nova Iorque.

"Pai, se estás a ver isto, eu amo-te. Isto é para os fãs", afirmou o cantor.

Kendrick Lamar conquistou cinco prémios, incluindo o Grammy para o Melhor Álbum Rap, com "DAMN." e a Melhor Performance Rap.

"Isto é especial. Há muita gente aqui de quem em gosto", afirmou Lamar, nomeando Jay-Z, Nas and Diddy como inspirações.

Mas o 'rapper' Jay-Z, que liderava as nomeações, oito no total, não recebeu qualquer prémio, um ano depois de a mulher perder o prémio de Álbum do Ano para Adele, originando críticas por o trabalho "Lemonade", de Beyoncé, não ter sido recompensado.

O cantor Leonard Cohen, que nunca ganhou um Grammy enquanto foi vivo, foi distinguido, a título póstumo, com o prémio para a Melhor Atuação Rock, com a música "You Want it Darker", na qual dizia estar pronto para morrer.

O seu álbum "You Want It Darker" foi lançado três semanas antes da morte do cantor, que faleceu em novembro de 2016, aos 82 anos.

Também a atriz Carrie Fisher, uma das protagonistas da Guerra das Estrelas, recebeu, a título póstumo, o prémio para o Melhor Álbum Falado, com "The Princess Diarist", a versão áudio da sua autobiografia.

Vários momentos destacaram-se na cerimónia de quatro horas, como por exemplo os movimentos #MeToo et #TimesUp, contra as agressões sexuais a mulheres e pela igualdade.

Se nos Globos de Ouro dominaram os vestidos pretos em solidariedade com o movimento #MeToo, na cerimónia dos Grammy foram as rosas brancas que sobressaíram, assim como as cantoras Janelle Monae e Kesha, esta última com a canção "Praying", tornada num testemunho contra um produtor que ela acusou de a ter violado.

A crítica ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à política de imigração, teve como "porta-voz" a cantora cubana-mexicana Camila Cabello, que defendeu os "sonhadores", cerca de 800 mil imigrantes que entraram ainda crianças ilegalmente no país e que Trump quer expulsar.

Já a opositora de Trump nas presidenciais, Hillary Clinton, fez uma aparição surpresa, lendo um trecho do controverso livro sobre o Presidente dos Estados Unidos, "Fire and Fury: Inside the Trump White House" ["Fogo e Fúria"].

Na cerimónia, três artistas que atuaram no festival de música country, em Las Vegas, que se tornou no ano passado o local do maior massacre na história moderna dos Estados Unidos, homenagearam os cerca de 60 mortos.

Lista de premiados nas principais categorias:

Álbum do ano: "24K Magic", Bruno Mars.

Gravação do ano: "24K Magic", Bruno Mars.

Melhor canção do ano: "That's What I Like", Bruno Mars.

Revelação do ano: Alessia Cara.

Melhor performance solo pop: "Shape of You", Ed Sheeran.

Melhor performance duo ou grupo pop: "Feel It Still", Portugal. The Man.

Melhor álbum pop tradicional: "Tony Bennett Celebrates 90", vários artistas

Melhor álbum pop: "Divide", Ed Sheeran.

Melhor álbum rock: "A Deeper Understanding", The War on Drugs

Melhor álbum de música alternativa: "Sleep Well Beast," The National.

Melhor álbum rap: "DAMN.", Kendrick Lamar.

Melhor canção rap: "HUMBLE.", Kendrick Lamar.

Melhor performance rap: Kendrick Lamar.

Melhor álbum urbano contemporâneo: ""Starboy", The Weeknd.

Melhor álbum R&B: "24K Magic," Bruno Mars.

Melhor performance R&B: Bruno Mars.

Melhor canção R&B: "That's What I Like," Bruno Mars.

Melhor álbum de dança eletrónica: "3-D The Catalogue".

Melhor álbum country: "From A Room: Volume 1", Chris Stapleton.

Melhor álbum jazz vocal: "Dreams And Daggers", Cecile McLorin Salvant.

Melhor álbum jazz instrumental: "Rebirth", Billy Childs.

Melhor compilação de banda sonora para visual media: "La La Land."

Melhor vídeo de música: "HUMBLE.," Kendrick Lamar.

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Foto de Orquestra Filarmonia Das Beiras.

Segundo capítulo de HARRY POTTER EM CONCERTO no próximo sábado, 3 de fevereiro, pelas 20h30, na Altice Arena, Lisboa.
Depois do sucesso da primeira edição, Portugal recebe o segundo filme-concerto da saga Harry Potter: “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”. Uma experiência única em que se assistirá ao filme, projectado num ecrã de 20 metros em alta definição, enquanto a Orquestra Filarmonia das Beiras interpreta a banda sonora composta por John Williams e nomeada para um Grammy.
A série de filmes-concerto de Harry Potter, que é mais uma experiência mágica do mundo de feiticeiros de J.K. Rowling, arrancou em junho de 2016 com “Harry Potter e a Pedra Filosofal” e tem já centenas de performances marcadas para 2018 em mais de 35 países

 

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XII Ciclo de Música Contemporânea - Síntese. 3 FEV, 18h00, CCCCC.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.01.18

Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

No âmbito do XII Ciclo de Música Contemporânea são executadas três obras encomendadas especialmente para este ciclo, de autoria de Nuno Côrte-Real, Ângela da Ponte e Cândido Lima. Trata-se de estéticas contrastantes no panorama português da criação musical contemporânea, sendo essa, precisamente, a característica que se pretende afirmar neste contexto: a diversidade, a originalidade e a diferença entre escolhas múltiplas de conceitos criativos, adaptados aos instrumentos de eleição deste ensemble, cuja constituição não é, de todo, vulgar. O ensemble Síntese é um dos agrupamentos portugueses com maior dinâmica no campo da interpretação de nova música portuguesa.

Concerto integrado no Síntese - XII Ciclo de Música Contemporânea
M/06

Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
Campo Mártires da Pátria (Devesa), 6000-097 Castelo Branco


ENTRADA GRATUITA

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GDA dá apoio de até dois mil euros para internacionalização de música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 30.01.18

Artistas nacionais podem candidatar-se para terem apoios financeiros para apresentar projetos no estrangeiro

A Fundação GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas) vai abrir um novo programa "de incentivo à exportação da música nacional e à criação de novos públicos no estrangeiro", com apoios financeiros que podem chegar aos dois mil euros.

O programa de apoio, destinado a promover apresentações em festivais internacionais, "com vista a divulgar e a promover as suas carreiras profissionais e artísticas", abre hoje, 30 de janeiro.

De acordo com um comunicado da GDA, os apoios poderão ir dos 500 aos 2.000 euros, consoante o número de artistas em palco ou a localização geográfica do festival.

As verbas servem para "suportar os custos relacionados com as deslocações, as estadias e a alimentação dos músicos convidados para esses eventos internacionais".

"A Fundação GDA quer contribuir para que produção musical portuguesa tenha mais oportunidades de exportação e de criar novos e maiores públicos por esse mundo fora", diz Mário Carneiro, diretor-geral da Fundação GDA, citado no comunicado. "Este programa tem como objetivo contribuir para que mais bandas de música portuguesas se apresentem nos principais festivais de "showcase" e, desta forma, possam iniciar ou consolidar carreiras internacionais", escrescenta o responsável.

A primeira edição do programa decorrerá em duas fases: uma no primeiro semestre deste ano, a qual está aberta a "músicos, intérpretes ou executantes que tenham sido convidados a atuar em 'showcases' internacionais até final deste semestre"; e outra no segundo, para os convites que sejam feitos durante o segundo semestre do ano.

As candidaturas podem ser feitas através do Portal do Artista.

A GDA Gestão dos Direitos dos Artistas é a entidade que em Portugal gere os direitos de propriedade intelectual de músicos, atores e bailarinos.

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Kiss,Megadeth e Scorpions atuam em Oeiras em 2018

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 29.01.18

O Estádio Municipal de Oeiras recebe os Kiss e os Scorpions nos dias 10 e 11 de julho. Os Megadeth fazem a primeira parte

Os concertos de Kiss e Megadeth vão realizar-se no dia 10 de julho, enquanto os Scorpions tocam no dia seguinte, estando os bilhetes para os dois eventos já à venda. Os preços variam entre os 39 euros da plateia em pé e os 65 euros do Golden Circle.

Esta será a segunda vez que os Kiss tocam em Portugal, 35 anos depois do concerto no Dramático de Cascais, que aconteceu a 11 de outubro de 1983, quando abriram com Creatures of the Night e encerraram, já em 'encore', com "Rock and Roll All Nite", segundo a lista disponível na plataforma Setlist.

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Conheça melhor os intérpretes das 26 canções do festival deste ano.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 27.01.18

Estes são os concorrentes ao Festival da Canção, ordenados alfabeticamente em cada seminal (não será esta a ordem de apresentação). A final realiza-se a 4 de março.

1ª Semifinal (18 de fevereiro)

1. "Só Por Ela"
Música e letra: Diogo Clemente
Intérprete: Peu Madureira

Pedro Madureira é conhecido como Peu e canta fados desde muito novo, por influência da mãe e da avó. Fã sobretudo do fado tradicional, estreou-se em 2002 e desde então tem atuado em vários espetáculos e casas de fados e participou no Festival Caixa Alfama mas ainda não tem nenhum disco editado.

2. "Para Te Dar Abrigo"
Compositor/Música: Fernando Tordo
Letra: Tiago Torres da Silva
Intérprete: Anabela

Anabela praticamente dispensa apresentações. Representou Portugal na Eurovisão em 1993 com a canção A Cidade (até ser dia). Nos últimos anos tem-se dedicado sobretudo ao teatro musical, trabalhando muito com Filipe La Feria.

3. "Anda Estragar-me os Planos"
Compositora: Francisca Cortesão
Música e letra: Francisca Cortesão e Afonso Cabral
Intérprete: Joana Barra Vaz

Joana Barra Vaz editou o seu primeiro disco em nome próprio em 2016: Mergulho em Loba. Logo aclamado pela crítica. Mas, antes disso, já andava há muito tempo a compor e a cantar e tinha editado em 2012 o EP Passeio Pelo Trilho, ainda assinando como flume, e também tido sido a autora do documentário Meu Caro Amigo Chico.

4. "(sem título)"
Música, letra e intérprete: Janeiro

Escolha de Salvador Sobral, Henrique Janeiro, de 23 anos, é compositor e intérprete. Já trabalhou várias vezes com o vencedor da Eurovisão do ano passado, gravaram juntos, Tereza e Tomás, que surgiu no EP que Janeiro editou em 2015

5. "Sem Medo"
Música e letra: Jorge Palma
Intérprete: Rui David

Músico do norte do país, é o líder do Projeto Alarme, que revisita canções da revolução de abril dando-lhes uma musicalidade contemporânea. Também a solo costuma interpretar temas de cantautores como Sérgio Godinho ou José Afonso.

6. "O Som da Guitarra é a Alma de um Povo"
Música e letra: José Cid
Intérprete: José Cid e Gonçalo Tavares

Gonçalo Tavares costuma cantar com José Cid, por exemplo desde 2016 nos concertos do revivalismo de 10 000 anos depois entre Vénus e Marte.

7. "Alvoroço"
Música, letra e intérprete: JP Simões

O músico de Coimbra tem uma carreira consolidada que passou pelos Pop Dell'Arte, os Belle Chase Hotel e o Quinteto Tati, além de álbuns em nome próprio. O últimos disco editado foi Tremble Like a Flower (2017), como Bloom.

8. "Para Não Sorrir Eu Não Preciso de Nada"
Música: Júlio Resende
Letra: Camila Ferraro

Intérprete: Catarina Miranda

Catarina Miranda, também conhecida como Emmy Curl, vem de Trás-os-Montes e editou o seu primeiro EP, Birds Along the Lines, pela Optimus Discus em 2010. Desde então, tem continuado a sua carreira, a solo, mas também participando noutros projetos por exemplo participando na versão de Hey dos Pixies por Frankie Chavez ou, desde o ano passado, como vocalista dos :papercutz, que irão lançar em breve o álbum King Ruiner.

9. "Zero a Zero"
Música e letra: Luís Nunes (Benjamim)
Intérprete: Joana Espadinha

Formada na escola do Hot Clube de Portugal, a cantora de jazz lançou o seu primeiro disco, Avesso, em 2014.

10. "Eu Te Amo"
Música e letra: Mallu Magalhães
Intérprete: Beatriz Pessoa

Entre o jazz e o pop, Beatriz Pessoa teve o momento de maior exposição quando partilhou o palco com Jamie Cullum, no Cool Jazz, em Oeiras.

11. "Austrália"
Música: Nuno Rafael
Letra: Samuel Úria
Intérprete: Bruno Vasconcelos

Cantor, guitarrista e compositor, já esteve no Festival da Canção do ano passando, associado à canção Gente Bestial, interpretada por Jorge Benvida e de autoria de Nuno Figueiredo, seu parceiro no projeto Ultraleve, que lançou o primeiro disco em 2013 e acabou por estar nomeado aos Grammys Latinos na categoria de Melhor Álbum Pop Contemporâneo. Foi também membro dos Pinto Ferreira.

12. "A Mesma Canção"
Música: Paulo Praça
Letra: Nuno Miguel Guedes
Intérprete: Maria Amaral

Oriunda de Vila do Conde, Maria Amaral foi uma das concorrentes no The Voice em outubro de 2017.

13. "Com Gosto Amigo"
Compositora: Rita Dias
Música: Rita Dias e Filipe Almeida
Letra e Intérprete: Rita Dias

Rita Dias é cantora e compositora. Nasceu em Coimbra. Morou no Brasil. Vive em Lisboa. Em 2013, juntou-se a quatro músicos portugueses, a quem chama "Os Malabaristas". Lançou o seu primeiro álbum Com os pés na terra. Vai interpretar a sua canção.

2ª Semifinal (25 de fevereiro)

14. "Mensageira"
Música e letra: Aline Frazão
Intérprete: Susana Travassos

O seu disco de estreia chamava-se Oi Elis e só tinha músicas de Elis Regina, foi lançado em 2008. Algarvia, lançou em 2013 Tejo Tietê, disco apenas editado no Brasil. Os seus trabalhos mais recentes continuam esta ligação entre Portugal e o Brasil. Prepara um disco novo, que deverá sair este ano, com composições de, entre outras, Luísa Sobral.

15. "O Voo das Cegonhas"
Música: Armando Teixeira
Intérprete e letra: Lili

É uma das vozes de Bullet, um dos projetos de Armando Teixeira.

16. "All Over Again"
Música e letra: Bruno Cardoso (Xenobi)
Intérprete: Sequin

De seu nome verdadeiro Ana Miró, Sequin vem da música eletrónica e lançou o seu primeiro disco aos 25 anos, intitulado Penélope (2014).

17. Sobre Nós"
Compositora: Capicua
Música: Capicua, Luís Montenegro, João Rodrigues e Sérgio Alves
Letra: Capicua
Intérprete: Tamin

Passou pelo fado e pela soul, Tamin é uma das cantoras do Cais do Sodré Funk Connection, um grupo que faz uma viagem pela música negra.

18. "Pra Lá do Rio"
Música, letra e intérprete: Daniela Onís

É cantora e compositora, trabalha como atriz em cinema e televisão. É uma das atrizes no espetáculo The Portuguese, a musical comedy, atualmente em cena no Auditorio dos Oceanos, em Lisnoa.

19. "Canção do Fim"
Música, letra e intérprete: Diogo Piçarra

Longe vão os tempos em que concorreu à Operação Triunfo ou em que ganhou os Ídolos (2012). Diogo Piçarra é um dos músicos mais populares da nova geração, com sucesos como Espelho, Só Existo Contigo ou História.

20. "Amor Veloz"
Música: Francisco Rebelo
Letra: Márcio Silva
Intérprete: David Pessoa

O seu disco de estreia, Fazer-me à sorte, foi lançado em 2015, com influências de pop e blues, mas também da música tradicional portuguesa. Se quiserem conhecer melhor David Pessoa, ele atua no sábado (dia 20) no Clube da Praia, em Cascais.

21. "O Jardim"
Música e letra: Isaura
Intérprete: Cláudia Pascoal

Cláudia Pascoal foi aos Ídolos e ao The Voice (2017). Neste momento é vocalista do projeto Morhua (jazz/ blues/ gipsy) e prepara o seu primeiro disco.

22. "Anda Daí"
Música: João Afonso
Letra: José Moz Carrapa
Intérprete: Rita Ruivo

Da Figueira da Foz, começou por integrar projetos de música tradicional portuguesa, por exemplo colaborando com a Brigada Victor Jara. Em 2012, iniciou-se no fado.

23. "Arco-Íris (Assim Cantou Zaratustra)"
Música e letra: Miguel Ângelo
Intérprete: Dora Fidalgo

Dora Fidalgo foi uma das vozes dos Delfins e também integrou o projeto Linha da Frente (com João Aguardela e Luís Varatojo).

24. "Patati Patata"
Música e letra: Paulo Flores
Intérprete: Minnie & Rhayra

25. "Sunset"
Música, letra e intérprete: Peter Serrado

26. "Bandeira Azul"
Mùsica e letra: Tito Paris
Intérprete: Maria Inês Paris

Sobrinha do Tito Paris, Maria Inês Paris participou no The Voice.

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Festival Eurovisão da Canção. Bilhetes á venda a partir de 30 de Janeiro.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 26.01.18

Festival Eurovisão da Canção: bilhetes á venda a partir de 30 de Janeiro

A partir de dia 30 de Janeiro estão à venda os bilhetes para as semifinais do Festival Eurovisão da Canção 2018.

Após o sorteiro das semifinais (Allocation Draw), que define os países que concorrem em cada uma delas, encontram-se disponíveis os bilhetes para os seis espectáculos que compõem as respectivas semifinais:

Dia 07 de Maio, - 20:00 - Jury Show da Semifinal 1

Dia 08 de Maio, -14:00 - Family Show da Semifinal 1

Dia 08 de Maio, - 20:00 - Live Show Semifinal 1

Dia 09 de Maio, - 20:00 - Jury Show da Semifinal 2

Dia 10 de Maio, -14:00 - Family Show da Semifinal 2

Dia 10 de Maio, - 20:00 - Live Show Semifinal 2

As semifinais do Festival Eurovisão da Canção 2018 são compostas por dois espectáculos com transmissão ao vivo (Live Show) e outros quatro espectáculos, que servem de ensaio aos anteriores, os Juri e os Family Shows:

O Jury Show terá lugar na noite anterior ao Live Show (espectáculo televisivo) e “assume esta designação porque o júri de cada país assiste pela primeira vez ao desfile das canções a concurso na semifinal. Durante o Jury Show não são conhecidas as decisões sobre as votações.”

O Family Show é destinado a grupos de amigos ou famílias que queiram assistir ao espectáculo durante a tarde. Uma vez que é semelhante ao evento da noite, mas também sem votações.

O Live Show como o próprio nome indica é um espectáculo ao vivo com emissão em directo na RTP1, onde serão atribuídas as votações e conhecidos os países que passam à final do Festival Eurovisão da Canção.

O sorteiro das semifinais (Allocation Draw) e a passagem de testemunho de Kiev à cidade de Lisboa realiza-se no dia 29 de Janeiro, pelas 12:00, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa. O sorteio determina quais os países que vão actuar na primeira e na segunda semifinal, dias 08 e 10 de Maio respectivamente, em Lisboa.

A cerimónia será apresentada por Filomena Cautela e Sílvia Alberto que irão assegurar a emissão nacional e internacional deste evento, com transmissão em directo na RTP1 e em live streaming no site da RTP e site da Eurovisão, em Eurovision.tv. A emissão nacional será comentada pela dupla de Kiev, José Carlos Malato e Nuno Galopim.

Nesta edição do Festival Eurovisão da Canção estão a concurso 43 países Na primeira semifinal, 19 países apresentam as suas canções e na segunda semifinal participam 18 países. Os seis países que estão automaticamente selecionados para a Grande Final no dia 12 de maio - Alemanha, Espanha, França, Itália, Reino Unido e Portugal – vão também a sorteio para definição da semifinal em que vão conhecer os países em que poderão votar.

43 países reúnem-se em Lisboa para a 63ª edição do Festival Eurovisão da Canção, o concurso musical mais espectacular da Europa.

Os bilhetes estarão disponíveis a partir das 10:00 do dia 30 de Janeiro no site oficial da BlueTicket, em www.blueticket.pt, e nos locais habituais.

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Xana Toc Toc - Na Selva. 27 JAN, 17h30, Cine Teatro Avenida.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 25.01.18

Na sua avioneta, na sua Biclinha Buzina ou no seu Trolipop, Xana Toc Toc tem vindo a conquistar cada vez mais corações com as suas aventuras na Ilha dos Sonhos. Xana já nos abriu as portas da sua casinha e do seu ateliê, já nos apresentou a Quinta Toc Toc e já nos levou à Aldeia Colorida. Este ano, Xana Toc Toc chega à selva e convida-nos para cantar e dançar com ela de pé descalço na terra, respirando o ar puro da natureza e ouvindo pássaros exóticos que se refrescam na água da cascata. E chega com uma missão! Um pedido de ajuda que recebeu bem cedinho, certa manhã, onde, numa carta tristonha, um novo amigo desabafa que a selva está sem vida e sem cor, carente de música e alegria. Mas quem será esse novo amigo? É com a missão de alegrar a selva que Xana Toc Toc segue em direção a um lado desconhecido e misterioso da Ilha dos Sonhos, sem suspeitar que vai conhecer muitos amigos novos e viver aventuras tribais, mágicas e alucinantes. Aventura-te por entre as árvores e ao sabor do vento com a Xana Toc Toc no novo e muito aguardado DVD “Xana Toc Toc na Selva” e descobre o seu novo espectáculo. Que comece a aventura!



Entrada: €15,00; dos 3 aos 9 ANOS: €12,00

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Rádio Cova da Beira

A Orquestra de Guitarras da Academia de Música e Dança do Fundão (AMDF), valência da Santa Casa da Misericórdia do Fundão, realiza nos dias 27 e 28 de Janeiro dois concertos em França. O convite resulta da cooperação internacional e parcerias criadas no âmbito do Concurso Internacional Cidade do Fundão.

A AMDF participa no 15º Festival Internacional Guitar Essonne 2018 através da Orquestra de Guitarras. No mesmo evento vai ainda atuar o jovem guitarrista Miguel Matos que em 2016 ganhou o primeiro prémio de nível superior de guitarra no Concurso Internacional Cidade do Fundão.

Em França, na localidade de Juvisy, o coletivo dirigido pelo docente Pedro Rufino vai apresenta-se com um reportório vincadamente português.

 “Além do reportório habitual para jovens orquestras, nós tivemos um cuidado especial em levar música portuguesa. Ferrer Trindade, José Afonso ou Carlos Paredes estão entre os compositores. O reportório da Orquestra e a estrutura do concerto ficará marcado pela presença de solistas de canto como a Filipa Mela, Laura Alves, Rafael Lourenço, Margarida Geraldes e Maria Mendes”. Explicações de Pedro Rufino, coordenador do departamento de guitarra na AMDF e responsável pela Orquestra.

A Orquestra de Guitarras foi constituída no ano letivo de 1999/2000 e de então para cá já realizou concertos em várias cidades de Portugal e Espanha. A participação nos 1001 Músicos no Centro Cultural de Belém, o concerto nos claustros da Assembleia da República ou a atuação no pavilhão Centro de Portugal em Coimbra estão entre os concertos realizados em Portugal.

A deslocação a França só é possível com os apoios da Santa Casa da Misericórdia do Fundão e do Município do Fundão.

In: RCB

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

Nuno Ventura de Sousa nasceu no Porto em Julho de 1996. Iniciou os seus estudos de piano aos sete anos de idade, na classe da professora Maria José Souza Guedes, no Conservatório de Música do Porto, com quem terminou o 12º ano do Curso Integrado de Piano (8º grau de piano), tendo obtido 20 valores no exame de piano. Foi admitido na Escola Superior de Música de Hannover e na Universidade do Norte do Texas, escolhendo esta última para prosseguir os seus estudos com o Professor Vladimir Viardo, vencedor do concurso Van Cliburn e discípulo de Lev Naumov.
Nuno Ventura de Sousa obteve cerca de quatro dezenas de primeiros prémios em concursos nacionais e internacionais em Portugal,... Espanha e Montenegro, destacando-se o Concurso Santa Cecília (Porto), o Concurso Elisa Pedroso (Vila Real), o Concurso Marília Rocha (Vila do Conde), o Concurso do Alto Minho (Vila Praia de Âncora), o Concurso Cidade de Almada, o Concurso Póvoa de Varzim, o Concurso Florinda Santos (S. J. da Madeira), o Concurso Internacional do Fundão, o Concurso Santa Cecília (Segóvia), o Concurso Antón García Abril (Teruel) e o concurso internacional “Manja” (Montenegro), juntando ainda a estes o 2º Prémio no Concurso “César Franck” (Bélgica) e, recentemente, o 2o prémio ex-aequo no concurso Manhattan (Nova Yorque). Foi também o representante dos Estados do Centro-Sul na final do Concurso MTNA nos EUA. Venceu ainda o Prémio “CMP/Casa da Música”, o Prémio “CMP/Orquestra do Norte”, a "Bolsa BPI" (Portugal) e, em 2017, a bolsa “Isabel Scionti” (Estados Unidos).
Interpretou, como um dos solistas, o Concerto para quatro pianos e orquestra de Bach sob a direção do Maestro Gunter Neuhold na sala Guilhermina Suggia da Casa da Música e o Concerto no.1 de Liszt com a Orquestra do Norte dirigida pelo Maestro Ferreira Lobo no Coliseu do Porto. Abriu em 2016 o Ciclo de Piano EDP da Casa da Música e em 2017 os Encontros de Música do Porto da Fundação Engenheiro António de Almeida. Tocou no Ciclo de Piano do Palácio da Bolsa e na Casa das Artes (Encontro com a Escola Russa), tendo ainda participado noutros recitais no Porto, Gaia, Trofa, Vila Praia de Âncora, S. J. da Madeira, Famalicão, Vila do Conde, Vigo, Pontevedra, Segóvia, Granada, Bar e Cetinje.
Participou em masterclasses orientadas por Dmitri Bashkirov, Arie Vardi, Leonel Morales, Constantin Sandu, Luísa Tender, Paulo Oliveira, Jorge Moyano, Pedro Burmester, Rita Kinka, Andrei Diev, Alexander Tutunov, Elena Filonova e Francesco Nicolosi. Recebeu conselhos de Gabriel Sanchez, Artur Pizarro, Lovro Pogorelich e Boris Kraljevic. Participou ainda na gravação de um CD promovido pelo Real Club Náutico de Vigo e pela Rádio Galega.

PROGRAMA
F. Chopin: Sonata no.3 em Si menor op.58
-I: Allegro Maestoso
-II: Scherzo: Molto Vivace
-III: Largo
-IV: Finale: Presto non tanto
 Intervalo (aprox. 10 minutos)
N. Medtner: Sonata op.25 no.2 em mi menor "NightWind"
-I: Inroduzione: Andante - Allegro
-II: Allegro molto sfrenatamente
 
M/06
ENTRADA GRATUITA ATÉ À LOTAÇÃO

 

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Rock in Rio: um parque temático unido pela música

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.01.18

Entre as novidades, o Palco Digital terá youtubers portugueses e estrangeiros como cabeças-de-cartaz.

Muse, Bruno Mars, The Killers, Demi Lovato, Anitta e Agir. Estes são, para já, os nomes dos artistas confirmados no próximo Rock in Rio Lisboa, que vai acontecer nos dias 23 e 24 e, depois, 29 e 30 de junho - este ano apenas quatro dias, em vez de cinco, e em junho e não em maio, como era habitual.

Mas há muito mais novidades a caminho, garante Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio: "Vai haver mais coisas novas do que em qualquer outra edição. É como uma nova primeira edição. Temos caminhado para aquilo que acreditamos ser a vocação do Rock in Rio, que é ser um parque temático da música, onde a música é o elo de tudo mas onde o entretenimento está presente em cada vez mais formas."

Entre os novos espaços de entretenimento o destaque irá para o Pop District e, dentro dele, para o Palco Digital. Será um espaço para tudo o que é cultura pop, diz Roberta Medina, assente em quatro pilares: música, arte, cinema e jogos. Isto significa que haverá, por exemplo, uma área de jogos para experimentação, exposições de arte, eventos de cosplay, artistas de banda desenhada. "Vamos trazer conteúdos que não são do mundo da música mas que estão relacionados com a música", explica a responsável. O Palco Digital terá como cabeças-de-cartaz youtubers e outros "influenciadores", tal como já aconteceu na última edição no Rio de Janeiro: "Vamos ter grandes nomes dos youtubers, tanto portugueses como de fora, sobretudo brasileiros."

Outra das atrações do Pop District será um espetáculo de dança que vai acontecer por entre o público, ao som das bandas sonoras de alguns filmes bem conhecidos (como Grease ou Footlose). "A dança tem cada vez mais presença no Rock in Rio, continuamos com o palco da Street Dance e também há dança da Rock Street, que neste ano se veste de África", avança Roberta Medina. E há também cada vez mais apelos à interatividade com o público - como por exemplo a Hall of Fame, uma parede com as marcas das mãos de muitos dos artistas que participaram na história do Rock in Rio.

Quem vai ao festival tem muito por onde escolher, mas a filosofia dos palcos principais mantém-se: há o Palco Mundo e outro palco que ainda está a ser definido, e nestes não haverá sobreposições de concertos. Quanto a música, Roberta Medina garante que, de uma maneira ou de outra, os Xutos & Pontapés vão estar presentes, como estiveram nas edições anteriores: "O Rock in Rio não quer deixar de ter os Xutos, nem que seja numa homenagem. Ainda não sabemos como, mas já temos algumas ideias."

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Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

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Aumento dos espetadores nos festivais de 2017.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 19.01.18

Os festivais portugueses de música registaram mais de 2,5 milhões de espectadores em 2017, com o Meo Sudoeste e o NOS Alive a liderarem audiências, revelou a Aporfest - Associação Portuguesa de Festivais de Música.

De acordo com o relatório estatístico elaborado pela Aporfest, em 2017 houve um aumento do número de festivais, de 249 para 272 eventos de música, e de espectadores, que subiu de 2,1 para 2,5 milhões de entradas.

A estes "números recordes" "muito contribuíram os festivais suportados e/ou desencadeados por entidades municipais", em ano de eleições autárquicas, justifica a associação.

Dos festivais contabilizados - nos quais a música representa mais de metade da programação cultural -, o Meo Sudoeste, na Zambujeira do Mar, e o Nos Alive, em Algés, foram os que registaram maiores audiências, entre os 50.000 e os 55.000 espectadores por dia.

Segundo a Aporfest, 2017 teve festivais ao longo de todo o ano e em todos os distritos, mas a grande parte dos eventos ocorreu no verão e na região litoral.

Do total de festivais, 71,4 por cento foram de entrada paga, 57,4 por cento foram ao ar livre e 44 por cento tinham zona de campismo.

"Não existiram cancelamentos nem incidentes graves e foi atribuido maior financiamento público, nomeadamente através do Turismo de Portugal e Ministério do Ambiente, ao invés de alguma retração de mecenas e financiamento privado", refere a Aporfest no relatório.

Além do Meo Sudoeste e do Nos Alive, a lista dos festivais de música com maior audiência conta ainda com o Vodafone Paredes de Coura, com 105 mil espetadores, RFM Somnii (Figueira da Foz), Festival do Crato e Festival Músicas do Mundo de Sines, cada um com 100 mil espectadores.

 

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EPABI - Ciclo de Masterclass 2018. Inscrições abertas.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.01.18

Foto de Escola Profissional de Artes da Covilhã.

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Mariana Monteiro, aluna de violino na ESART, representa Portugal na EFNYO

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 17.01.18

Mariana Monteiro, aluna de violino na ESART, representa Portugal na EFNYO

Mariana Cabral Monteiro, aluna do 2.º ano da licenciatura em Música, variante Instrumento – Violino da Escola Superior de Artes Aplicadas do IPCB, foi selecionada por mérito, de entre os músicos da Jovem Orquestra Portuguesa, para representar Portugal na European Federation of National Youth Orchestras - EFNYO.

A estudante irá agora realizar um estágio na Holanda com a National Youth Orchestra of the Netherlands (NJO), conduzida por Georg Fritzsch, entre os dias 12 e 28 de janeiro e 10 e 11 de março, com concertos em Amsterdão, Apeldoorn, Enschede, Heerlen, Nijmegen e Oss, no âmbito do programa intercâmbio MusXchange.

A Jovem Orquestra Portuguesa é um projeto da Orquestra de Câmara Portuguesa e membro da Federação Europeia de Orquestras Nacionais Juvenis.

In: Diário Digital Castelo Branco

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Mais sobre mim

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Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

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6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

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Endereço eletrónico:

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Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

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Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

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Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

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17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio