Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Mais sobre mim

foto do autor


Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

.

Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

.

Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

.

Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

.

Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

.

17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio


Cortes do Meio, Concelho da Covilhã, Distrito de Castelo Branco

.

Os muitos e diferentes lados dos D.A.M.A.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 23.11.17

Sai esta sexta-feira o novo disco da banda lisboeta, que neste Lado a Lado se reinventa por completo, com um trabalho dividido em duas partes distintas: uma acústica e outra eletrónica

Mais de 40 mil álbuns vendidos, diversos discos de platina, concertos esgotados nas maiores salas do país e presença regular nos maiores festivais, assim se pode resumir em poucas palavras a carreira dos D.A.M.A. Apesar de surgidos em 2006, apenas três anos bastaram para tornar o trio composto por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho num dos maiores fenómenos da pop nacional, como se comprova pelo décimo lugar do disco de estreia Uma Questão de Princípio, editado em 2014, na lista dos álbuns mais vendidos de sempre em Portugal. Logo no ano seguinte, lançaram o segundo registo Dá-me Um Segundo, com os dois trabalhos a ombrearem, lado a lado, durante algum tempo nas tabelas de vendas e dos temas mais ouvidos. Seria portanto fácil manter a fórmula deste sucesso, apostando em canções pop perfeitas, como Às Vezes ou Não Dá que são já a imagem de marca dos D.A.M.A., mas o grupo decidiu agora arriscar, com um "álbum concetual", como os próprios definem o novo trabalho Lado a Lado, que sexta-feira chega aos escaparates. "O sucesso é um conceito muito ilusório. É necessário jogar bem com isso, para a nossa música poder chegar ao maior número de pessoas, mas não podemos ficar reféns do êxito. O nosso objetivo, enquanto artistas, não é ter o maior sucesso possível, mas sim que quem nos ouve goste daquilo que nós somos e este é um álbum muito verdadeiro", diz Francisco Pereira, mais conhecido por Kasha.

De facto, se algo se pode dizer dos D.A.M.A. é que não têm propriamente um estilo próprio, pois na sua música tanto convivem o hip-hop, o rock ou a pop, como os próprios assumem. "Quando estamos a compor funcionamos muito música a música, sem estarmos propriamente a pensar em como irá soar o álbum", revela Miguel Coimbra. Um método de trabalho com bons resultados, até agora, mas que a banda decidiu alterar neste novo disco, composto por dois lados completamente distintos, um primeiro mais acústico e orgânico e um segundo mais eletrónico e dançável. "Foi a forma que encontrámos para melhor definir a atual identidade do grupo, porque ambas as facetas nos representam. Estes dois lados andam lado a lado em nós", confessa Miguel Cristovinho, revelando que "o disco foi todo feito em casa do Miguel [Coimbra]". "Foi muito engraçado porque nós os três, enquanto banda, funcionamos muito como família e este álbum foi também, todo ele, literalmente feito em família". A capa foi desenhada pelo irmão de Miguel Coimbra, que também escreveu alguns temas, nalgumas canções ouvem-se as vozes dos outros irmãos e, pela primeira vez, até alguns dos músicos cantam. Quanto à produção, foi também ela feita pela banda, "em parceria com amigos" como Diogo Clemente e Pedro Serraninho. "Ou seja, chamámos todas as pessoas que estão à nossa volta, a nossa família mais alargada, como costumamos dizer, para nos ajudar. Não foi uma opção, aconteceu assim, talvez fruto do momento que estamos a atravessar na vida, muito mais sereno", explica Miguel Cristovinho.

O Lado A abre com Oquelávai, um dos temas mais parecidos com os anteriores dos D.A.M.A., que fala sobre a passagem do tempo, com um olhar nostálgico sobre o passado e serviu para a banda resgatar também uma linha de piano de uma das suas primeiras composições, com cerca de dez anos. "Estávamos a fazer esta música e lembrámo-nos desse piano. Não só encaixava muito bem, como também fazia uma ligação à letra, por remeter para as nossas primeiras canções, que só tocavam na rádio do nosso colégio", diz Francisco. Outra das canções em destaque neste Lado A é Friozinho na Barriga, que além de ter tudo para ser um dos hits radiofónicos dos próximos tempos, continua ainda a tradição de ter um convidado vindo do outro lado do Brasil em cada disco dos D.A.M.A. Neste caso trata-se de Diogo Nogueira, cantor de samba do Rio de Janeiro, este ano nomeado para três Grammys, que sucede assim a Gabi Luthai e a Gabriel O Pensador. "A voz dele é perfeita, porque é um tema que mistura fado, samba e bossa-nova, que já tínhamos escrito há mais de dois anos", salienta Miguel Coimbra. Essa é, aliás, outra das características do grupo: são compositores compulsivos, como sublinha Francisco: "Estamos sempre a fazer música. Só deste álbum ficaram de fora para aí dez temas". Já quase dá para outro, é caso para dizer. "Ou não", corrige o músico, "porque entretanto, quando lançarmos o próximo disco, já fizemos muitas mais". Outra particularidade tem que ver com o facto de, pela primeira vez, haver canções em que apenas canta um dos três, como acontece em Volta e Meia, também do Lado A, segundo a banda "a favorita das miúdas românticas". "Tentámos também não ficarmos preso às métricas e estruturas clássicas, ao agora canto eu, a seguir cantas tu, e isso é fruto do nosso à-vontade enquanto grupo".

É no entanto no Lado B que as maiores diferenças em relação ao passado se sentem, em temas como Pensa Bem, feito em parceria com Profjam ou Miúdas como Tu. De acordo com Miguel Cristovinho terá sido mesmo este último tema que "deu o toque" ao grupo para arriscar no tal Lado B mais digital. "Nunca tínhamos feito uma música sem guitarra e percebemos que isso era possível. Só quando conseguimos sair para fora de pé é que percebemos até onde conseguimos ir."

E aqui chegados, é tempo de perguntar, mais de dez anos depois de terem começado a tocar juntos, na tal rádio do colégio, o que mudou com o sucesso? "Mudou muita coisa, especialmente a forma como nos expressamos artisticamente e isso nota-se neste álbum, mas não mudou o espírito com que encaramos a música. No final do dia somos os mesmos três putos que iam para a cozinha tocar guitarra e fazer música, como ainda ontem o fizemos".

In: DN

Autoria e outros dados (tags, etc)

6º Festival Internacional de Músicas Antigas. 24 NOV a 9 DEZ, Idanha-a-Nova.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 22.11.17

O Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas realiza-se em Idanha-a-Nova, entre os dias 24 de novembro e 09 de dezembro, e apresenta nomes como Pino De Vittorio ou Danças Ocultas.

A sexta edição do Fora do Lugar volta a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, com música, histórias, passeios, desenho, viagens, conversa, troca e aprendizagem.

“Há dois anos, o Fora do Lugar foi o palco de uma boa nova. Hoje, é novamente o palco onde celebramos o segundo aniversário enquanto Cidade Criativa da Música pela UNESCO, cruzando conceitos, práticas e territórios que refletem uma vocação integradora, visível à escala global”, explica, em comunicado, o diretor artístico da iniciativa, Filipe Faria, um dos responsáveis do projeto Arte das Musas e do agrupamento Sete Lágrimas.

Resultado da parceria entre a produtora Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova, o festival conta ainda com o apoio do Ministério da Cultura e da Direção Geral das Artes, assumindo-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa.

“Recebemos, em 2017, o mestre italiano Pino De Vittorio, no encerramento, as Danças Ocultas na abertura, o pianista Filipe Raposo a acompanhar, improvisando, um outro grande mestre Charlie Chaplin e os seus ‘Tempos Modernos’, dois projetos da nova geração da Nova Música Antiga europeia – Scaramuccia e Musick’s Recreation – e um projeto especialmente concebido para o Festival, Erin/Iran? uma viagem da Irlanda ao Irão pelos seus intérpretes”, refere Filipe Faria.

A par da programação principal com Danças Ocultas (Portugal), Musick’s Recreation (Alemanha, Colômbia e Austrália), Scaramuccia (Portugal e Espanha), Erin/Iran (Irlanda, Irão, Catalunha e Hungria), Filipe Raposo e Charlie Chaplin (Portugal e Inglaterra) e Pino De Vittorio (Itália), o festival promove ainda um conjunto alargado de atividades paralelas nas áreas da natureza, desenho, programa educativo, ‘masterclasses’, ‘workshops’, gastronomia, entre outros.

Autoria e outros dados (tags, etc)

FB_IMG_1510934336326.jpg

O dia da Padroeira dos Músicos, Santa Cecilia, está a chegar e a convite da Banda do Paúl, vamos estar em conjunto com outras Bandas a prestar a devida homenagem.

 

"A união faz a Música, o lema adotado para um dia partilhado entre três Bandas do Concelho.
A Banda Filarmónica de S. Jorge da Beira, a Filarmónica Recreativa Cortense e a Banda Filarmónica do Paul, juntaram-se e vão realizar um evento cheio de harmonia e união, em honra de Sta Cecília.

16h - Recepção aos convidados com porto de honra;
17h - Arruada pela vila;
21h - Concerto no Salão Paroquial

Estão todos convidados!"

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

O “Y – Festival de Artes Performativas” apresentará nas cidades da Covilhã e Castelo Branco, entre 23 de novembro e 02 de fevereiro de 2018, dez espetáculos de música, teatro, dança e performance, anunciou a organização.

“Queremos dar visibilidade às diferentes disciplinas artísticas e fizemo-lo de uma maneira mais ou menos equilibrada, [pelo que teremos] quatro espetáculos de dança, quatro de teatro, um de música e outro que é dividido entre o teatro e a dança”, referiu Rui Sena, da Quarta Parede, associação com sede na Covilhã, distrito de Castelo Branco, que realiza este certame há 13 anos.

Destacando o “grande esforço” que tem sido feito para “manter vivo” este festival, Rui Sena também frisou a importância de este se realizar em cidades do Interior do país.

No que concerne à programação, o “Y – Festival de Artes Performativas” continuará a aliar o cruzamento das diferentes disciplinas artísticas com uma aposta nos novos criadores de arte contemporânea em Portugal e tem ainda a preocupação de integrar estruturas da região.

O festival conta ainda um eixo de programação artística pedagógica, denominado “Y – Públicos”, que integra encontros/reflexões entre espetadores e artistas, num conjunto de iniciativas que procuram afirmar o público como elemento participante, conforme referiu Sílvia Pinto Ferreira, assistente de programação.

Estão ainda previstas oficinas dramatúrgicas e ações de formação destinadas quer ao público em geral, quer para o público estudantil, desde o pré-escolar ao ensino superior.

Uma das ações prevê um encontro entre seniores e jovens, e outra desenvolver-se-á nas escolas do ensino pré-escolar, com especial incidência nas instituições que estão fora do núcleo urbano da cidade.

Nesta edição, optou-se também por estender a programação entre novembro e fevereiro, de modo a evitar uma oferta concentrada no tempo que, por motivos de agenda ou até mesmo económicos, pudesse dificultar a distribuição dos espetadores pelas diferentes apresentações.

Os espetáculos na Covilhã serão apresentados no auditório do Teatro das Beiras e a programação arranca no dia 23, às 21:30, com “Noiserv”, seguindo-se, no dia 29, à mesma hora, o espetáculo “Canas 44” pela Amarelo Silvestre.

No dia 05 de dezembro, às 14:30, realce para a apresentação de “Viúva Papagaio”, por Graça Ochoa e Alberto Carvalhal, e, no dia 07, às 21:30, a Companhia Paulo Ribeiro apresenta “Um solo para a Sociedade”.

A 16 de janeiro de 2018, às 14:30, Pé de Pano apresenta o espetáculo “Danças a Nascer” e, no dia 18, às 21:30, Hotel Europa sobe ao palco com “Portugal Não é um País Pequeno”.

Para dia 27 de janeiro, às 21:30, está marcado o espetáculo “Adapted to Y&Y”, de João Cardoso & Victor Gomes, e Mafalda Saloio apresenta “Brisa ou Tufão”, no dia 31 de janeiro, às 21:30.

Em Castelo Branco, as apresentações são às 21:30 no Cine-Teatro Avenida e estão marcadas para dia 19 de janeiro e 02 de fevereiro, respetivamente com Rui Horta e o espetáculo “Vespa” e com Mafalda Saloio e o espetáculo “Brisa ou Tufão”.

O orçamento desta 13.ª edição do “Y – Festival de Artes Performativas” é de 55 mil euros e conta com o apoio da Direção Geral das Artes e das Câmaras da Covilhã e de Castelo Branco.

O bilhete para o espetáculo de Noiserv custa 10 euros, com desconto de 50% para menores de 25 e maiores de 65 anos, estudantes e profissionais do espetáculo. Para os restantes espetáculos, o preço é de seis euros, sujeito aos mesmos descontos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Maestro da Filarmónica Recreativa Cortense

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 18.11.17

fabio.jpg

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986.

É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de Estudos de Direcção de Orquestra de Sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfónica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS (Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO (Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).

Autoria e outros dados (tags, etc)

São 42 os países que vêm a Portugal tentar ganhar o Festival Eurovisão da Canção

Depois de Salvador Sobral ter ganho pela primeira vez Para Portugal o Festival Eurovisão da Canção, em Maio de 2018, 42 paises "aterram" em Lisboa, para levarem o trofeu para a sua terra.

“All Aboard!” é o claim criado para a edição de 2018 do Festival Eurovisão da Canção, convidando a comunidade internacional a celebrar a Europa e a música., refere a nota de imprensa.

Que acrescenta ainda: "A este slogan está associado um logotipo principal com 12 variações gráficas que representam a diversidade de Portugal que sempre ligou a Europa ao Mundo através do seu oceano.”

O tema do claim e da imagem gráfica tem como inspiração a diversidade da vida nos mares, lembrando a história da cidade de Lisboa como porto central das diversas rotas marítimas a nível mundial.
É hoje a cidade da diversidade, do respeito e da tolerância, que partilha os valores que a Eurovisão representa.

Através do mar, Portugal convida a comunidade internacional a unir-se na competição deste ano. São todos bem-vindos, “All Aboard!”

“Durante séculos, Portugal explorou o mundo pelo mar. Hoje em dia, Lisboa é cada vez mais a cidade de todas as cores, um grande porto de culturas e sons que dá as boas-vindas a todos os que entrem a bordo, ‘All Aboard!’” – Gonçalo Madaíl – Creative Manager of RTP

Por sua vez Jon Ola Sand, the EBU’s Executive Supervisor of the Eurovision Song Contest, afirma:

“Nós estamos extremamente satisfeitos com o tema criativo e os logotipos para o concurso deste ano, que reflectem a história de Lisboa e realçam os valores fundamentais da Eurovisão, incluindo a diversidade. O oceano liga-nos a todos, e a sua variedade pode servir de inspiração a cada uma das 42 televisões participantes que esperamos ver em Lisboa no próximo mês de Maio.” – Jon Ola Sand, the EBU’s Executive Supervisor of the Eurovision Song Contest

A Europa é um conjunto de países e isso também inspirou a equipa criativa da RTP a produzir múltiplos logotipos para a edição de 2018, em vez de uma imagem gráfica única. Foi desenhado um logotipo principal e 12 variações baseadas no conceito da variedade da vida nos oceanos e nas maravilhas do mundo flutuante, como o plâncton e uma variedade de outros organismos que são essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos. Através destes múltiplos logotipos, o conceito gráfico retrata os temas-chaves como a diversidade, o respeito e a tolerância.

63ª edição do Festival Eurovisão da Canção 2018

Lista de países e televisões de serviço público, que fazem parte da UER, que participam em 2018 no Festival Eurovisão da Canção em Lisboa:

Albânia (RTSH)

Arménia (AMPTV)

Austrália (SBS)

Áustria (ORF)

Azerbaijão (ICTIMAI TV)

Bielorrússia (BTRC)

Bélgica (VRT)

Bulgária (BNT)

Croácia (HRT)

Chipre (CYBC)

República Checa (CT)

Dinamarca (DR)

Estónia (ERR)

Finlândia (YLE)

França (FT)

Alemanha (ARD/NDR)

Geórgia (GPB)

Grécia (ERT)

Hungria (MTVA)

Islândia (RUV)

Irlanda (RTE)

Israel (IPBC/KAN)

Itália (RAI)

Letónia (LTV)

Lituânia (LRT)

Malta (PBS)

Moldávia (TRM)

Montenegro (RTCG)

Holanda (AVROTROS)

Noruega (NRK)

Polónia (TVP)

Portugal (RTP)

Roménia (TVR)

Rússia (C1R)

San Marino (RTV)

Sérvia (RTS)

Eslovénia (RTVSLO)

Espanha (TVE)

Suécia (SVT)

Suíça (SRG/SSR)

Ucrânia (UA:PBC)

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Reunião com os Pastores da Freguesia

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 16.11.17

Na sequência do incêndio que devastou a Freguesia no passado dia 20 de Agosto, a Filarmónica Recreativa Cortense, enquanto entidade organizadora dos "Pastores", decidiu dar um cunho solidário ao evento.

Através da inscrição na caminhada que decorreu durante o evento, com a venda de t-shirt's em que 50% do valor foi canalizado para a ajuda aos pastores, e com donativos vários, nomeadamente do fundo de apoio social que foi criado pela Junta de Freguesia. A FRC conseguiu angariar um pouco mais de 2500€, para poder ajudar os pastores que ainda resistem na Freguesia.

Com o objetivo de identificar as necessidades mais prementes, e onde será mais necessária a ajuda, decorreu na noite de dia 14/11 uma reunião com os Pastores da Freguesia, reunião essa que contou ainda com a presença do Presidente da Junta.

Vamos assim contribuir para minorar todas as consequências que a devastação do dia 20 de Agosto trouxe à nossa Freguesia.

Juntos, somos mais fortes!

received_518220978538620.jpeg

received_518220985205286.jpeg

received_518221028538615.jpeg

received_518221045205280.jpeg

Autoria e outros dados (tags, etc)

Músicos pedem justiça nas plataformas digitais

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 15.11.17

A GDA - Cooperativa dos Direitos dos Artistas reivindica a presença dos artistas nas negociações e maiores receitas

"Este é um assunto em que os artistas não têm pegado individualmente, porque não traz vantagens quando a pessoa se assume junto da opinião pública e do meio. De maneira que não há muita gente a dar a cara por isto. Nós representamos quase seis mil artistas, cerca de quatro mil deles serão músicos, e a sensação que tenho é esta." Luís Sampaio, vice-presidente da GDA - Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes ou Executantes, e músico dos Delfins até à extinção da banda, falava ao DN na véspera da Web Summit, onde a GDA terá um stand e uma causa: "um lugar ao sol na internet".

A GDA junta-se às vozes internacionais que pedem Fair Internet For Performers, causa que já chegou às Nações Unidas e às instituições europeias, e que reivindica a presença dos artistas à mesa das negociações entre produtores (editoras) e plataformas digitais de música como o Spotify ou o iTunes, assim como um pagamento mais justo a partir das receitas feitas com a sua música. Receitas essas que, segundo Luís Sampaio, tal como os números que espelham a difusão da música dos artistas, constituem um território "nebuloso", pouco transparente.

A GDA cita estudos segundo os quais de uma assinatura digital numa plataforma de música que custe 10 euros "em média a indústria recebe mais de 65%, os impostos cerca de 20%, os autores 10%... e os artistas, que a tocam e que a cantam, recebem menos de 5% da receita". "Ou seja, os artistas só poderão ganhar 100 euros se, e quando, as suas músicas forem ouvidas mais de um milhão de vezes em streaming gratuito", lê-se em comunicado. A cooperativa pede uma "remuneração única, inalienável, equitativa e sujeita a gestão coletiva necessária" numa altura em que se multiplicam os utilizadores destas plataformas. O banco de investimento GP Bullhound estima que, a longo prazo, o Spotify possa vir a ter um valor de 100 mil milhões de dólares, sendo que no final do ano ou início de 2018 este já deverá valer 20 mil milhões, segundo o mesmo banco britânico. Em julho, a plataforma tinha 60 milhões de utilizadores.

Afirmando que, neste caso, "os artistas são a parte fraca", Luís Sampaio explica que, nos contratos celebrados entre estes e as editoras, a questão da distribuição por parte das plataformas digitais ou não é contemplada ou, de uma maneira geral, não salvaguarda os interesses dos músicos. Além disso, à mesa das negociações entre editoras e plataformas digitais, "as editoras não representam os artistas", defende a cooperativa portuguesa, a par de outras associações internacionais congéneres. Uma alternativa a esta situação são as editoras independentes, de que há vários exemplos na música portuguesa, desde a La Folie Records, dos The Gift, à Enchufada de Branko (que fazia parte dos Buraka Som Sistema), ou a Príncipe Discos, de que fazem parte o DJ Marfox ou DJ Nigga Fox.

Sobre a necessidade de uma gestão coletiva da remuneração aos artistas em causa, Luís Sampaio justifica: "A negociar sozinhos não temos poder negocial para aplicar um preço que seja favorável, que seja justo."À espera de uma tomada de posição por parte do Estado português, o vice-presidente da GDA conta que a questão "já está em estudo há muito tempo, mas tardam as decisões". "Dizem-nos que estão à espera que haja uma posição central europeia", conclui.digitais

Autoria e outros dados (tags, etc)

Café Concerto com "O Homem da Montanha" - um sucesso

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 14.11.17

Integrado nas comemorações do 118º aniversário da Filarmónica Recreativa Cortense, decorreu na sua sede social, no passado dia 4 de Novembro, um Café Concerto com o conceituado Cantautor Covilhanense Flávio Torres.

Neste seu projeto "O Homem da Montanha", Flávio Torres revisitou versões de standards do blues, folk, rock internacional e nacional, inclusivé músicas mais contemporâneas num formato acústico destemido e original.

FB_IMG_1510308201480.jpg

 Foi uma noite com sala cheia, e com um ambiente formidável.

FB_IMG_1510308151780.jpg

FB_IMG_1510308154823.jpg

FB_IMG_1510308158153.jpg

FB_IMG_1510308160980.jpg

 

FB_IMG_1510308148756.jpg

Algumas imagens da transformação de que foi alvo o salão da sede da Filarmónica Cortense, para se tornar num espaço intimista e acolhedor.

FB_IMG_1510308163860.jpg

FB_IMG_1510308180816.jpg

FB_IMG_1510308167139.jpg

Podemos dizer que foi uma aposta ganha, e para 2018 estamos já a preparar um calendário inovador e arrojado.

Tal como o "Homem da Montanha" indicou, o Café Concerto "tem pernas para andar"...

Autoria e outros dados (tags, etc)

118º Aniversário da Filarmónica Recreativa Cortense

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 13.11.17

Em clima de grande festa e convívio, foi festejado mais um aniversário da Filarmónica Cortense.

A todos os músicos, directores, amigos e convidados presentes, o nosso bem haja por se associarem a nós neste dia de festa.

Ficam algumas fotos referentes ao Almoço convívio, que teve lugar no Salão Júlio Ramos Barata, na sede da Filarmónica Recreativa Cortense.

DSCF7476.JPG

DSCF7480.JPG

DSCF7483.JPG DSCF7487.JPG

DSCF7498.JPG

 

DSCF7509.JPG

DSCF7510.JPG

DSCF7513.JPG

DSCF7516.JPG

Autoria e outros dados (tags, etc)

11/11/1899 - 11/11/2017. 118º Aniversário FRC

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 11.11.17

18197690_YUPUR.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Banda da Covilhã - “Crescer com a Música”

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 10.11.17

“Crescer com a Música” um projecto da Banda da Covilhã – Onde a Música Inspira os mais Novos

Que a música faz bem a qualquer ser humano já todos sabemos. Aliás, está comprovado cientificamente que qualquer criança que deste tenra idade desenvolva uma actividade musical, como aprender um instrumento terá um desenvolvimento mais sólido ao nível cognitivo, psicomotor e social.

Nessa base a Academia de Música da Banda da Covilhã, através do seu serviço educativo tem vindo a desenvolver um leque de actividades com o objectivo de promover e desenvolver o gosto pela aprendizagem musical.

Desde a música para bebés, para crianças e jovens e agora mais recentemente o lançamento de um novo projecto intitulado “Crescer com a Música”.

Com este projecto a Banda da Covilhã pretende preencher a lacuna na faixa etária entre os bebes e as crianças com seis anos de idade que entram para Academia, pelo que o projecto é direccionado para os quatro e cinco anos de idade.

Trata-se de um projecto pedagógico de base cientifica que engloba várias actividades e experiências musicais que contemplam os pressupostos divulgados em estudos publicados até á presente data.

As inscrições já estão aberta, basta passar pela secretaria da Banda da Covilhã.

Banda da Covilhã – Onde a Música Inspira os + Novos Conta com o apoio do Município da Covilhã e União de Freguesias de Covilhã e Canhoso.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Martin Harley. 10 NOV, 21h30, CCCCB.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 09.11.17

"Martin Harley é um dos valores do blues acústico que passou a fronteira de novo talento para artista de reputação mundial.
Exímio guitarrista, cantor e compositor de música acústica,
Martin Harley brinda-nos com um conjunto de canções que podiam bem fazer parte do universo das nossas vidas."

Autoria e outros dados (tags, etc)

Merak Trio. 10 NOV, 21h00, Auditório da UBI.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 08.11.17

Foto de Associação Cultural da Beira Interior.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Sons à Sexta apresenta WHITE HAUS. 10 NOV, 22h30, Fundão.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 07.11.17

Uma vez por mês, o auditório d' A Moagem - Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

Aceite o convite para uma paragem com um concerto...

Foto de Sons à Sexta.

 WHITE HAUS

João Vieira é dj, músico e produtor. Iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes. Em Portugal, editou 4 álbuns com X-Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e co-produtor. Com o alter-ego White Haus, deu início à aventura da composição e produção electrónica. O resultado deste processo foi a edição de um ep em 2013, o álbum de estreia "The White haus Album" em 2014 e "Modern Dancing" editado em finais de 2016. "Modern Dancing" revela uma abordagem renovada das sonoridades electro-pop, funk, disco sound que já estavam no disco de estreia e agora ressurgem actualizadas e com carácter festivo, claramente orientado para as pistas de dança tirando partido de apelativas linhas de sintetizadores e baixo.

Dia 10 de Novembro pelas 22h30m o Sons à Sexta promete provar que a música electrónica portuguesa está de boa saúde com White Haus no palco d´A Moagem.

Pag: facebook.com/sonsasexta

Evento: facebook.com/events/1878771252439271

Video Promo: youtube.com/watch?v=6wp8p2lbglI

Bilheteira:

A Moagem - Centro do Engenho e das Artes

+Inf.  275 773 032 - 96 194 12 81

Autoria e outros dados (tags, etc)

Foto de Cultura Vibra_Castelo Branco.

António Oliveira nasceu no Porto; possui o diploma “Master of Music” pela Hartt School da University of Hartford na classe do Prof. Luiz de Moura Castro.

É professor de piano no Conservatório de Música do Porto. Tem realizado recitais a solo e de música de câmara em algumas das salas mais importantes do país e em Espanha, França, Alemanha, Finlândia, Canadá e Estados Unidos da América. Gravou para a RTP e RDP Antena2.

Mantém uma estreita colaboração com o clarinetista António Rosa, com quem gravou dois CD’s de Música Portuguesa do Séc.XXI.

Fez a estreia mundial do 1º Concerto para Piano e Orquestra do compositor Telmo Marques.

Em Julho de 2016, lançou “Chopin & Liszt”, o seu primeiro registo a solo.
Apresentou-se a solo com a Orquestra Clássica da Madeira, com a Orquestra do Norte, com a Fundação Orquestra Estúdio e com a Orquestra Sinfónica da ESART sob a direcção dos Maestros Rui Massena, Sandor Gyudi e Miguel Graça Moura.

Entrada Gratuita

Autoria e outros dados (tags, etc)

FRC - Almoço/Convívio do 118º Aniversário. 12 NOV, 13h00, Salão da FRC.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 04.11.17

Almoço 118º Aniversário.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

G Project - Concerto Solidário. 3 NOV, Seia

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 03.11.17

Foto de The G project.

No próximo dia 3, sexta feira, juntem-se aos "G Project" e ajudem as vítimas dos incêndios no concelho de Seia.
Este será o primeiro de alguns concertos solidários pelos concelhos atingidos.
Esperamos pela vossa generosidade!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Cultura Vibra - Patxi Andión. 2 NOV, 21h30, Cine Teatro Avenida

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 02.11.17

É longa e funda a relação do célebre cantor espanhol Patxi Andión com o nosso país. Remonta a 1969 e passa pelo Zip Zip e pelo enorme José Carlos Ary dos Santos que traduziu algumas das suas canções e as entregou à voz de Tonicha.

Nestas visitas a Portugal, Patxi aprendeu a nossa língua, facto de que se orgulha, e conheceu José Afonso, o “amigo Zeca”, como a ele se refere hoje. Nas canções de protesto de Zeca conheceu melhor o país que se ergueu contra a ditadura. Patxi travou conhecimento com José Afonso nos estúdios da Tóbis onde se gravava o histórico Zip Zip e no mesmo dia foi expulso do país pela PIDE que lhe condenava as amizades e certamente as palavras que traduziam as suas ideias de liberdade.

Diz Patxi que estes concertos não pretendem ser uma homenagem, antes um reconhecimento: “há muito da vida e da obra de Zeca que vive em mim”, garante Patxi Andión. Uma das maiores vozes de Espanha a cantar a obra de um dos maiores génios da canção portuguesa: não é possível pedir mais em ano tão especial.

Entrada: €12,00 - €10,00 Primeiros 100 Bilhetes Vendidos

Autoria e outros dados (tags, etc)

Banda da Covilhã - Música & SPA. 1 NOV, Termas do Cro.

por Filarmónica Recreativa Cortense, em 31.10.17

Foto de Banda da Covilhã.

Autoria e outros dados (tags, etc)



Mais sobre mim

foto do autor


Fundada a 11-11-1899

Mais de um século ao serviço da Música, Recreio e Cultura!

.

Telemóvel:

* 967 687 837 * 967 706 294 *

* 969 375 934 *

.

Morada:

Rua Padre Silva n 6

6215-141 Cortes do Meio

Covilhã

.

Endereço eletrónico:

filarmonicacortense@iol.pt


Maestro: Fábio Daniel Esteves Pereira

Fábio Daniel Esteves Pereira nasceu a 28 de maio de 1986. É natural de Unhais da Serra mas cedo veio morar para a freguesia de Cortes do Meio.

Iniciou os estudos de formação musical e instrumento em 1997 na Filarmónica Recreativa Cortense como saxofonista com o maestro António Pão-Alvo.

Em 2000, sob a tutela do Pe. José António Loureiro Pinheiro toma parte da direcção artística do grupo Chama de Deus.

Em 2003 foi seleccionado para a Orquestra de Jazz do Centro, um masterclass jazzístico leccionado por Paulo Perfeito.

No âmbito do projecto Covilhã Filarmónico teve diversos estágios com professores de academia e conservatórios locais.

Em 2010 inicia os estudos em direcção de orquestra de sopros no CEDOS (Centro de estudos de direcção de orquestra de sopros) com os professores Luís Clemente em direcção e análise musical, Carlos Amarelinho em orquestração e Paulo Ramos em formação musical e auditiva.

Conclui o curso médio com 16 valores. Durante o curso médio trabalhou com as bandas da Covilhã, Ponte do Rol, Belinho, Cabreiros, Mafra, Banda Sinfônica da Covilhã.

No mesmo período lectivo obteve o primeiro prémio no concurso de direcção do ENOS ( Estágio Nacional de Orquesta de Sopros) Esposende.

Em 2013 iniciou os estudos em direcção de orquestra na academia de direcção da ACO ( Atlantic Coast Orchestra) com os professores Luís Clemente e Colin Metters em direcção de orquestra, José Fayos Jordan e Roberto Fiore em orquestração, Paulo Maciel e Jaime Branco em formação musical e auditiva. No mesmo ano começou a trabalhar na escola de música da Filarmónica Recreativa Cortense.

Dirigiu ensemble da ACO, orquestra sinfonica da ACO, Banda Nova de Manteigas e orquestra de sopros do ENOS Portel, EPABI e Escola Profissional de Seia.

Finalizou o curso superior da academia de direcção da ACO com 17 valores.

Em 2017 tomou posse da direcção artística e musical da Filarmónica Recreativa Cortense e deu início ao processo de equivalência de licenciatura na ABRSM (Associeted Board of the Royal Schools of Music).


Corpos Socias - triénio 2017/2019

Assembleia Geral:

Presidente: Marco Alves;

Vice Presidente: Joana Santos;

Secretário: Aline Miguens;

.

Conselho Fiscal:

Presidente: Bernardino Santos;

Vice Presidente: João Pedro Faisca;

Relator: Gabriel Vila;

.

Direcção:

Presidente: Alexandre Barata;

Vice Presidente: Adriano Esteves;

1º Secretário: Mafalda Santos;

2º Secretário: Flavio Inácio;

Tesoureiro: Francisco Pina;

Vogal: Leticia Vila;

Vogal: Steve Vila;

Vogal: Alexandre Barata;

Vogal: José Silva;



Mapa de actuações:

25-11-2017 - Encontro Filarmónico no Paúl;

.

17-12-2017 - Concerto de Natal na Igreja Paroquial de Cortes do Meio